sábado, 9 de julho de 2011

Veterano da Revolução de 1932 toma posse em Exército simbólico em SP Alfredo Pires Filho, de 90 anos, integrou o movimento com apenas 12 anos. Neste sábado (9), ele será um dos homenageados em tradicional desfile.


Às vésperas de completar 91 anos, Alfredo Pires Filho costuma dizer: “Tenho duas vidas. A particular e a da Revolução de 32.” Neste sábado (9), quando se comemoram os 79 anos da Revolução Constitucionalista de 1932, as duas vidas serão uma só. O veterano do movimento que cobrava a criação de uma Constituição e defendia o fim da intervenção de Getúlio Vargas no governo paulista, será homenageado no tradicional desfile em São Paulo. Pela primeira vez, ele toma posse como comandante do Exército Constitucionalista, que é simbólico.
“É muito bom ser reconhecido pelo o que você fez”, contou Pires Filho, que recebeu o G1 em sua casa, localizada a apenas 2 km do Obeslico do Parque Ipirapuera, na Zona Sul da capital, onde haverá a homenagem. O instrutor de aviação civil aposentado participou da revolução quando tinha apenas 12 anos. Era escoteiro e trabalhou como mensageiro ou estafeta, como gosta de dizer o veterano. Junto com o álbum onde guarda fotos, convites, diplomas e outras homenagens ao longo da vida, ele mantém uma raridade: um capacete de aço original usado pelos soldados em 1932. No interior dele, a inscrição: "Oferta do povo paulista ao soldado da Constituição".
“Um capitão do Exército mandou que eu fosse até o Ipiranga (na Zona Sul) no caminhão com os outros (militares) buscar os capacetes na fábrica. Quando cheguei com o caixote, disseram: ‘Pires, esse presente é para você’”, lembrou o veterano. Quem espera vê-lo de farda no desfile deste sábado, cheio das medalhas que recebeu na carreira, esqueça. “Vou de terno azul marinho. Não fica bem usar as condecorações anteriores porque eu já vou receber uma amanhã (sábado).”
Revolução de 32 (Foto: Carolina Iskandarian/ G1)Alfredo Pires Filho participou da Revolução de 1932
como mensageiro (Foto: Carolina Iskandarian/ G1)
O discurso que Pires Filho lerá durante a homenagem vai lembrar os mortos na revolução, considerada por ele “o maior movimento cívico da história”. Falará ainda da campanha “Ouro para o bem de São Paulo”, na qual a população doou joias para arrecadar fundos destinados ao movimento revolucionário. “Os casais não andavam na rua com aliança de ouro; só de ferro. Era para o bem de São Paulo”, disse o veterano, que demorou 15 dias para preparar o texto escrito a mão.
Para manter viva a história da Revolução de 32, os antigos combatentes criaram a Sociedade Veteranos de 32 – M.M.D.C. A sigla contém as iniciais de quatro manifestantes mortos em confronto com a polícia de Vargas: Martins, Miragaia, Drausio e Camargo. Marinei Chalub, que trabalha como secretária na diretoria da associação, contou que a atuação do Exército Constitucionalista é simbólica. “Todo ano muda o comandante e é uma homenagem que se faz aos veteranos.”
Feridas da guerra
Com dois filhos, três netos e quatro bisnetos, Pires Filho disse ter orgulho do seu passado e não hesita em dizer que “fez história”. Mas, humilde, contou apenas que soube aproveitar as oportunidades. Uma delas foi ter trabalhado como instrutor de voo durante a Segunda Guerra. Já foi também vendedor e nadador. Ele se recorda das provas de natação no Rio Tietê. “A água era limpíssima e os peixes ficavam beliscando o pé.” Tinha uns 16 anos na época.
É muito bom ser reconhecido pelo o que você fez"
Alfredo Pires Filho, veterano da Revolução de 32
Quando questionado sobre a pior memória para um garoto de 12 anos durante a Revolução de 1932, relatou que seu pai, formado advogado, foi perseguido. “O filho de um político do Getúlio Vargas trabalhava no escritório do meu pai, no Centro. Um dia entraram lá e queimaram todos os livros. Fizeram uma fogueira. Ficamos seis meses dormindo no porão da minha tia até abaixar a poeira.”
Bastante lúcido – os 91 anos serão comemorados em 21 de agosto -, Pires Filho não esconde a emoção a cada 9 de julho. “Quando chega, sinto um entusiasmo. Fico lembrando o passado. Assim que eu soube da homenagem, caiu meu céu. Imagina ser homenageado aos 90 anos?”
Serviço:
Desfile em homenagem aos participantes da Revolução de 1932.
Avenida Pedro Álvares Cabral, sem número. O evento ocorrerá em frente ao Obelisco do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, a partir de 9h. A entrada é franca.

Testemunha conta que viu o menino Juan ser assassinado por PMs no Rio Dona de casa diz ao Jornal Nacional que esconderam corpo e voltaram. Reconstituição está sendo feita nesta sexta-feira na comunidade Danon.


Do Jornal Nacional
Uma dona de casa contou à reportagem do Jornal Nacional nesta sexta-feira (8) que testemunhou o assassinato do menino Juan de Morais, de 11 anosdurante uma operação da Polícia Militar na comunidade Danon, em Nova Iguaçu.
Com medo de represálias, os moradores vinham evitando os jornalistas há 18 dias. Mas nesta sexta, uma dona de casa decidiu contar o que viu na noite de 20 de junho. Ela diz que, de fato, havia um traficante no local.
"Primeiro eles mataram um bandido. Logo após o Juanzinho saiu correndo. Eles mataram o Juan e correram atrás do irmão do Juan. O que aconteceu, eles mataram o Juan, esconderam embaixo do sofá e 30 minutos depois eles foram, apanharam o Juan e jogaram dentro da viatura," conta a dona de casa.
O sofá a que se refere a testemunha tinha sido abandonado por um morador perto do beco onde Juan foi morto. De acordo com a versão dela, os policiais voltaram ao local do crime. "No dia seguinte, eles vieram e queimaram o sofá pra não ter provas," lembra ela.

O suposto traficante morto na ação era Igor de Souza Afonso, de 17 anos.
Dois vizinhos - moradores de casas diferentes - procuraram a equipe do Jornal Nacional para mostrar gravações de áudio. Segundo ambos, seriam tiros disparados na noite do dia 20.
Juan foi enterrado na quinta-feira (7) à noite sob forte esquema de segurança em um cemitério em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A família está sob proteção da secretaria estadual de assistência e direitos humanos.
O corpo do menino foi encontrado na semana passada, perto de um rio, a 18 km de onde morava -- mas foi confundido por uma perita com o corpo de uma menina.
No rio, foi feita uma homenagem a Juan na praia de Copacabana. Na escola onde ele estudava, em Nova Iguaçu, os colegas de classe fizeram uma oração em memória ao menino.
Uma das duas testemunhas feridas naquela noite chegou de cadeira de rodas. O jovem ficou o tempo todo com o rosto coberto para não ser identificado. De muletas, ele apontou para os investigadores alguns pontos no beco. Um saco plástico parecia marcar uma localização. Depois a testemunha mostrou aos policiais os ferimentos nas pernas.
Os peritos tentaram simular a movimentação que teria acontecido na hora do crime.
O advogado dos quatro policiais militares envolvidos no caso criticou a reconstituição. Segundo Edson Ferreira, a orientação dada aos clientes é que eles só participem se a simulação acontecer durante à noite, mesmo período em que Juan foi morto. “Os policiais têm todo direito deles de não participarem, é um direito constitucional deles. Mas se a reconstituição se der à noite, eles comparecerão e participarão do ato”, informou. Os PMs alegam que não viram Juan, apenas o irmão dele.
O irmão de Juan, um menor de 14 anos, também ferido, foi convocado para participar da reconstituição mas não foi. Ele está no programa de proteção a testemunhas mas segundo os parentes ficou com receio de ficar frente a frente com os quatro PMs.
O delegado Ricardo Barbosa, responsável pelas investigações, disse que o trabalho iria durar a noite inteira. "É reconstituir as condições de acordo com os relatos de acordo com o que ocorreu no dia, então, a programação é periodo diurno tomadas fotográficas, questao do posicionamento, e no período noturno, nós temos a questão da visibilidade que vai ser abordada."

Corinthians diz já ter garantias para construção de estádio em SP Prazo para apresentar cronograma à Fifa vence na próxima semana. 'O que precisaria negociar está sendo executado", disse diretor do clube.


Roney DomingosDo G1 SP
Imagens do estádio do Corinthians (Foto: Divulgação / Corinthians)Imagens do projeto do estádio do Corinthians
(Foto: Divulgação / Corinthians)
O diretor de marketing do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, disse nesta sexta-feira (8) que o clube vai apresentar na próxima semana as garantias financeiras exigidas para que a Fifa confirme a abertura do evento no estádio em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo. O prazo para apresentação dessas garantias vence na segunda-feira (11). "O que precisaria negociar para estar com os pedidos da Fifa atendidos até terça ou quarta, está sendo executado", disse Rosenberg. Ele admite que pode haver adiamento da data ou a entrega de documentos no prazo, com a possibilidade de complementação, mais tarde, do atendimento a algumas exigências.
"Não vai ser nenhum desastre se eu ligar para Fifa e dizer : 'não vai ser dia 11, vai ser dia 12'. Ou dizer: 'está tudo aqui', no dia 11, 'mas está faltando um documento'. Não tenha a menor dúvida de que a abertura vai ser no estádio de Itaquera", afirmou Rosenberg. "As coisas estão bem no final. Está muito legal, muito tranquilo, sem sobressaltos", afirmou. 
O dirigente deixou claro que o detalhamento dos itens para atendimento às exigências da Fifa ocorre simultaneamente com as negociações. De acordo com ele, uma equipe trabalha no detalhamento do cronograma físico-financeiro da obra. Outra trabalha para detalhar a mudança do padrão do estádio de 45 mil para 65 mil lugares.
"Quero mostrar para eles (Fifa) como fica a situação de coloca-e-tira as arquibancadas. Também nisso a gente tem um pessoal trabalhando."  Segundo Rosenberg, na próxima semana chega ao Brasil uma missão da empresa que faz o cálculo estrutural do teto do estádio. "São reuniões que vamos ter segunda, terça, talvez até quarta. Isso é um elemento importante para definir o custo do estádio", afirmou.

Preço
O Corinthians ainda negocia com a construtora Odebrecht o valor do estádio para 65 mil pessoas exigido pela Fifa. Rosenberg afirmou que o contrato deve girar em torno de R$ 650 milhões a R$ 700 milhões", mas deixou claro que, como busca um preço fixo, estuda a possibilidade de incluir no preço a inflação estimada até a conclusão da obra.

"Com a inflação embutida até a conclusão, deve ficar perto de R$ 830 milhões a R$ 850 milhões, dependendo da taxa de inflação que se vai querer embutir", afirmou. Procurada peloG1, a Odebrecht informou na noite desta sexta-feira que o valor e a estrutura financeira do empreendimento estão sendo discutidos.

Parte do dinheiro para construção do estádio deve ser garantida por meio da emissão de R$ 420 milhões em Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (CIDs) emitidos pela Prefeitura de São Paulo, que o Corinthians e a Odebrecht poderão vender no mercado. Esses certificados, comprados por preço menor do que o valor de face, poderão ser utilizados por investidores para quitar dívidas em impostos municipais. A lei que trata dos CIDs foi aprovada na Câmara Municipal, mas até sexta-feira à noite ainda aguardava sanção do prefeito Gilberto Kassab.
Outra parte do dinheiro será proveniente de uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinada à construção de arenas. Segundo Rosenberg, o BNDES garante o empréstimo, mas a estrutura da operação exige que um banco estatal ou privado entre como repassador dos recursos. Para fazer o serviço, os bancos cobram taxa de administração. O Corinthians e a Odebrecht  selecionam a opção mais em conta.
"Estamos pesquisando o mercado, estamos conversando. São R$ 700 milhões. O custo de administração de uma operação dessas é de 1%, R$ 7 milhões. Se eu conseguir diminuir pela metade, são R$ 3,5 milhões ao longo do processo todo. Estamos negociando."
Rosenberg afirma que dentro de dez dias deve ter a definição de todos os aspectos envolvidos na negociação. Ele deixa claro que a assinatura dos contratos deve demandar tempo mais longo, de quatro meses. No entanto, garante que isso em nada afeta a construção do estádio.
"Eu acho que não levo dez dias para ter todo o esquema amarrado. Isso quer dizer que terei contrato com o banco assinado e com BNDES? Esquece. Entre a gente acertar o esquema de financiamento até ter a  liberação de recursos e todos os contratos detalhados, assinados, etc, é coisa de no mínimo mais quatro meses. No entanto, isso não prejudica em nada a obra, que está sendo tocada a todo vapor. Desvinculamos a liberação do recurso do cronograma físico. Em dez dias teremos todo o arranjo financeiro definido e as bases de um contrato entre Corinthians e Odebrecht. A partir daí, vou ter todo o ritual de passar pelo banco, passar pelo BNDES, detalhar meu contrato", afirmou.

Empresas podem administrar aeroportos em fevereiro, diz ministro Segundo Wagner Bittencourt, audiências públicas ocorrerão em outubro. Aeroportos de Brasília, Guarulhos e Viracopos serão concedidos.


Sandro LimaDo G1, em Brasília
Wagner Bittencourt (Foto: BNDES/Divulgação)O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner
Bittencourt (Foto: BNDES/Divulgação)
O ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, disse em entrevista ao G1 nesta sexta-feira que as empresas que venceram a licitação para a concessão dos aeroportos de Brasília, Viracopos e Guarulhos podem passar a administrá-los em fevereiro de 2012. Segundo ele, se os leilões ocorrerem em dezembro deste ano "[as empresas] em fevereiro poderiam assumir [os aeroportos]".
"O prazo previsto para a concessão dos editais é dezembro. A gente imagina que lá para outubro seja possível fazer as audiências [públicas] para que a sociedade possa se pronunciar, dar sugestões. Então a gente imagina que os leilões ocorram em dezembro. Se acontecer em dezembro, em fevereiro a operação já poderá ser assumida pelo licitante", disse o ministro.
No final de abril, o governo decidiu iniciar o processo de concessão dos aeroportos para a iniciativa privada. Além de Brasília, Guarulhos e Viracopos, o governo estuda ampliar a medida também para os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais, como forma de acelerar as obras necessárias para a Copa do Mundo de 2014.
Os aeroportos são considerados um tema prioritário para a realização da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016 no Brasil e o ritmo das obras já foi criticado por autoridades do país e do exterior.
 Bittencourt disse que "os prazos serão cumpridos" a respeito das obras dos aeroportos para os jogos.
Sobre o adiamento do leilão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, o primeiro aeroporto brasileiro a ser concedido pelo governo à iniciativa privada, Bittencourt disse que não prejudicará o cronograma das obras.  O leilão, inicialmente marcado para 19 de julho, ocorrerá em 22 de agosto.
"Não vai prejudicar. Na Copa estamos contando com o aeroporto de Natal, o Severo Gomes. O adiamento é pequeno e não impacta no prazo final de construção do aeroporto, que vai depender do vencedor da licitação. Obviamente que é de todo o interesse [do vencedor da licitação]  terminar o aeroporto antes da Copa do Mundo, apesar de que estamos investindo no outro aeroporto [Severo Gomes] para atender a demanda", afirmou o ministro.
Balanço
O ministro fez um balanço positivo dos primeiros meses de atuação da Secretaria de Aviação Civil e disse estar muito "animado" com o trabalho à frente da pasta. "Tenho certeza que vamos conseguir dar o atendimento necessário à demanda crescente que nós vemos tendo".
Ele destacou, ainda, as ações de gestão, como a criação dos Centros de Gestão Aeroportuária (CGA).
"Criamos dois centros de gestão de aeroportos em Guarulhos e Brasília, que estão funcionando desde 2 de junho e vamos expandir para outros aeroportos. Esta medida está se mostrando muito eficiente para melhorar o atendimento aos usuários", disse.
"Nossa avaliação é bastante positiva. É claro que tem que aperfeiçoar, mas até agora, no primeiro mês, a avaliação é positiva", disse Bittencourt. "É uma ação integrada que pode fazer com que o aeroporto funcione muito melhor", concluiu.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Várzea é o município com maior número de famílias inseridas na classe c.




Mais uma vez o Município de Várzea é destaque no cenário estadual. Segundo Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Várzea-PB que possui uma população de apenas 2,5 mil habitantes, é o Município paraibano que possui mais famílias na Classe C (Classe Média) no Estado sendo o único entre os 223 Municípios paraibanos a ter mais da metade da população (51, 13%) inserida neste grupo. A classe C é composta de famílias com renda entre R$ 1.200 e R$ 5.174.
 
De acordo com o estudo “Os Emergentes dos Emergentes: reflexões globais e ações locais para a nova classe Média brasileira” realizado pela FGV, Várzea ocupa o topo do ranking estadual das maiores taxas de famílias da Classe C, superando até mesmo cidades importantes do Estado, como a capital João Pessoa, que ficou em segundo lugar com 45, 01%, Campina Grande em quinto lugar com 44, 23% e Patos na sexta colocação com 41, 89%).
 
Para o Prefeito Constitucional de Várzea, José Ivaldo Galego de Morais, este resultado “é fruto da soma dos esforços de uma gestão descentralizada e participativa, com ações inovadoras na saúde, na educação, no social e nos segmentos administrativos e de infra-estrutura”, ressaltou o Prefeito que ainda destacou outro importante cenário do Município, a extração e o beneficiamento dos quartzitos, “outro fator que merece destaque é o crescente e importante segmento do setor mineral (quartzitos), gerando emprego e renda e funcionando como alavanca para o desenvolvimento econômico do nosso Município”, destacou.
 

Com a divulgação do estudo da FGV o Município foi destaque em um dos principais jornais impressos do Estado (Jornal da Paraíba) que também destacou a importância econômica do Município que abriga uma das maiores reservas de quartzitos do país e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) que segundo a última avaliação realizada pelo Ministério da Educação o Município atingiu a nota mais alta no Estado.
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