sábado, 10 de setembro de 2011



PROGRAMAÇÃO SOCIAL 2011

DIA 09/09 (SEXTA):
QUERMESSE FESTIVA
Local: Ao lado da Igreja São Francisco

DIA 16/09 (SEXTA):
PAVILHÃO
Animação de CARLINHOS & MARCOS LUAN
Patrocínio da SERRARIA PEDRAS ITACOLOMY (Org: Rogério Souza)

DIA 17/09 (SABADO):
PAVILHÃO
Animação de CARLINHOS & MARCOS LUAN
Patrocínios de JB Variedades (Org: João Batista), VEREADOR WINDSON AMARAL e Prisma Quartz.

DIA 18/09 (DOMINGO):
LEILÃO FESTIVO ÀS 13:30
Ao Lado da Casa de Maria Gomes.

DIA 18/09 (DOMINGO):
FESTIVAL DE PRÊMIOS ÀS 20:00
No Pavilão da Festa.
Animação Júnior do Vale.

'A gente ia subir no teto', diz moradora que ficou ilhada em Blumenau


Rosanne D'AgostinoDo G1, em Blumenau (SC)
No escuro, sem energia elétrica, a tentativa de chamar a atenção dos bombeiros era acenar com uma vela, do segundo andar da casa, para tentar pedir socorro. Para Erika Reinhold, 61 anos, a ajuda veio quase 12 horas depois da primeira ligação para a emergência. “Era um mar, nunca vi tanta água”, diz a moradora de Blumenau, que ajudou a salvar a filha e a neta das enchentes do rio Itajaí-Açu, em Santa Catarina.
As fortes chuvas que atingem Santa Catarina nesta semana fizeram com que 34 cidades decretassem situação de emergência, segundo boletim da Defesa Civil divulgado às 20h desta sexta-feira (9). Dois municípios decretaram estado de calamidade pública, e a Defesa Civil confirmou duas mortes por conta das chuvas no estado.
Erika (Foto: Rosanne D'Agostino/G1)Erika Reinhold com a filha e a neta em abrigo
(Foto: Rosanne D'Agostino/G1)
Segundo a filha Silvana, 26, a primeira ligação de ajuda aconteceu às 11h desta quinta-feira (8), quando os comerciantes começavam a fechar as portas, em razão do aviso da Defesa Civil, de que o rio ultrapassaria os 10 metros. “A gente não achou que ia dar tanta água. Quando vimos, não tinha mais saída”, afirma.
A primeira preocupação não foi com o nível do rio, mas com a desocupação da cidade. Por volta da meia-noite, a água tomou conta do primeiro andar inteiro da casa. Mais um chamado foi feito para a Defesa Civil. “Então a gente viu aqueles botes vindo. A gente ia subir no teto. Via só rato, cachorro, gato nadando. Uns dois metros ou mais de água”, conta Erika, que acenava com a vela na tentativa de chamar a atenção das equipes. A vela foi o que fez com que os bombeiros fossem até a casa, que já estava totalmente isolada.
“Foi então que eles vieram. Elas falaram que eu não ia pular, mas eu, por amor a esse anjo, a minha neta, que só tem dois anos, tirei as meias e pulei. A casa do lado tampou tudo. Tinha só uns centímetros para fora da água”, conta. “Foi o dia mais ruim da minha vida. Muito medo, mas eu não pensava em mim, eu só pensava nelas.”
Há 25 anos em Blumenau, Erika diz não pensar nos móveis e eletrodomésticos perdidos. “Eu penso só no cachorrinho da minha neta que deixei lá. Espero que a água não tenha subido mais. Deixei comida. Mas também, não sei se tenho mais coragem de ficar lá. Já pensou morrer assim? Ninguém ia achar a gente.”
Cristina (Foto: Rosanne D'Agostino/G1)Cristina Vieira diz que perdeu tudo em 2008
(Foto: Rosanne D'Agostino/G1)
'Gato escaldado'
Erika está abrigada em um galpão oferecido por uma empresa para os desalojados das chuvas no bairro de Vila Nova. A segurança é feita pelo Exército. No mesmo abrigo, Cristina Vieira, 28, afirma não ter sido surpreendida pelas chuvas. “Tenho três filhos. Perdi tudo em 2008 e já estava alerta. Vim para o abrigo antes de alagar”, afirma.
Sem água e sem luz, ela afirma que, junto com o marido, fecharam a casa e saíram. “Gato escaldado já sabe. A gente se mudou de casa por causa da enchente. Não sei até agora se minha casa encheu, mas parece que sim. Passamos o dia todo tentando salvar alguma coisa. Agora é voltar e ver se deu certo e começar a limpeza.”

Aniversariantes do dia



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Canadense flagra ave de rapina capturando peixe-dourado em lagoa

O fotógrafo amador Ron Racine, de 42 anos, flagrou a sequência em que um osprey, uma ave de rapina, pega um peixe-dourado em uma lagoa no parque Blair Pond, na Colúmbia Britânica, no Canadá. Racine, que só comprou sua primeira câmera profissional em fevereiro, ouviu falar sobre essa ave e decidiu registrar como ela consegue capturar sua presa.


Astrônomos descobrem planeta que ainda não pode ser visto da Terra


Astrônomos divulgaram a descoberta de mais um planeta distante, feita com dados obtidos pela sonda Kepler. Até aí, nenhuma surpresa, já que essa é a missão do observatório espacial da Nasa. A particularidade desse planeta, batizado de Kepler-19c, é que ele ainda não pôde ser visto.
O planeta foi encontrado porque seu vizinho, o planeta Kepler-19b, apresenta uma órbita irregular. Girando em torno da estrela Kepler-19, ele não se movia na velocidade prevista pelos cientistas; ora ia mais rápido, ora mais devagar. A única explicação para a translação incomum é a presença de um outro planeta a reboque, ainda que ele não possa ser visto. Esse sistema solar fica a cerca de 650 anos-luz do nosso.
“Esse planeta invisível se fez aparecer por sua influência sobre o planeta que conseguimos ver”, disse Sarah Ballard, do Centro Harvard-Smithsoniano de Astrofísica, nos EUA, que liderou a pesquisa. “É como se alguém estivesse fazendo uma pegadinha tocando a sua campainha e fugindo. Você sabe que alguém esteve ali, ainda que não o veja quando sair”, comparou.
“Esse método é uma grande promessa para encontrar planetas que não seriam encontrados de outra maneira”, acrescentou David Charbonneau, astrônomo de Harvard que também participou do estudo.
Concepção de um artista de como seria o planeta Kepler-19c (Foto: David A. Aguilar (CfA))
A descoberta de Netuno, ainda no século 19, foi feita com uma técnica parecida. A órbita de Urano saiu do trajeto previsto, e os astrônomos passaram a procurar por outro planeta nas proximidades. A partir daí, encontraram com telescópios o planeta mais distante do Sol em nosso Sistema Solar.

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