domingo, 20 de novembro de 2011

Avenida Paulista tem protesto contra maus-tratos a animais


Coperve divulga gabarito do 1º dia de provas do PSS 2012 da UFPB; confira


A Comissão Permanente do Vestibular (Coperve) divulgou o gabarito das provas aplicadas na 1ª fase do Processo Seletivo Seriado (PSS) 2012 da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
De acordo com o presidente da Coperve, João Lins, os candidatos têm dois dias para ingressar com recurso contra a resposta de qualquer questão das provas. "A entrada com recurso sobre qualquer questão das provas pode ser requerido até 48h de realização de cada exame", destacou o presidente.
Ainda segundo informações da Coperve, o desempenho dos candidatos deve ser divulgado até o dia 13 de dezembro. Ainda nessa data, será liberada a lista com os nomes dos inscritos aptos a fazer a segunda etapa do processo, composto por provas da 3ª série.
Nesta segunda-feira (21), serão aplicadas as provas do PSS 2 com as mesmas disciplinas para o conjunto de provas dos PSS 1, 2 e 3: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, Língua Inglesa, Espanhola ou Francesa, Matemática, Física, Química, Biologia, História Geral e do Brasil, e Geografia Geral e do Brasil.
Para essa fase foram inscritos 38.152 candidatos. As provas estão sendo aplicadas em 62 locais nos municípios de João Pessoa, Campina Grande, Patos, Bananeiras, Areia, Mamanguape, Rio Tinto e Sousa.
As provas da 3ª série serão aplicadas nos dias 18 e 19 de dezembro e a classificação final será divulgada em 25 de janeiro de 2012.

Índios ampliam ocupação e cobram corpo de cacique atacado em MS


Cerca de 70 indígenas chegaram, na noite deste sábado (19), ao acampamento Guaviry, situado na faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai. A Fundação Nacional do Índio (Funai) informou ao G1 que os índios são de aldeias que ficam próximas ao acampamento e cobram o corpo do cacique que está desaparecido desde a última sexta-feira (18).
O coordenador regional da Funai, Silvio Raimundo da Silva, explicou que o cacique, de 59 anos, era um líder religioso muito respeitado pelos índios e por isso o sumiço dele causou grande impacto na população indígena da região. “Eles estão bastante agitados, abalados e temerosos com essa situação”, disse Silva.
A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso. Os indígenas afirmam que o líder religioso do acampamento Guaviry, situado em fazendas entre os municípios de Aral Moreira e Amambai, região sul do estado, teria sido morto a tiros por um grupo de aproximadamente 40 pistoleiros. Para a Funai, o cacique está desaparecido.
De acordo com um dos filhos do cacique, que tem 14 anos, os pistoleiros invadiram o acampamento e atiraram na cabeça do pai com balas de borracha.
A perícia policial colheu fragmentos de munição e vestígios de sangue no acampamento. Exames devem apontar se as amostras são de material humano. Os acampados relatam ainda que o corpo do cacique teria sido colocado em uma caminhonete.
Ainda segundo o coordenador da Funai, cerca de 65 índios estavam acampados no local, 30 continuam desaparecidos na mata. Os outros estão reunidos com o grupo que chegou ao acampamento Guaviry na noite de sábado.
Entenda  o caso
Brigas por terras entre indígenas e produtores rurais são cada vez mais comuns em Mato Grosso do Sul. Dados do censo feito em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística revelam que MS é o segundo estado com mais indígenas (73.295), perdendo apenas para o Amazonas (108.080). O ataque ao acampamanto Guaviry foi mais um episódio da violência provocada pela briga.
O historiador Antônio Brand explica que os indígenas foram expulsos de suas terras à medida que os colonizadores chegaram. Segundo ele, aos poucos, as fazendas foram construídas, áreas verdes desmatadas e os nativos mudaram-se para outras localidades. Hoje, grande parte mora em acampamentos e tenta tomar por conta própria o espaço que a eles pertenceu.
Local onde fica o acampamento indígena alvo de suposto ataque (Foto: Arte/G1)Local onde fica o acampamento indígena alvo de
suposto ataque (Foto: Arte/G1)
O assessor para assuntos fundiários indígenas da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Josiel Quintino dos Santos, afirma que a maioria das terras dos produtores do estado são regulares.
Segundo ele, existem aproximadamente 49 fazendas ocupadas por índios no estado, todas com titulações válidas do ponto de vista jurídico. Santos defende que os conflitos existem em cima de uma interpretação errada da lei.

Liga Árabe rejeita pedido da Síria para mudanças em missão


A Liga Árabe rejeitou neste domingo (20) um pedido do governo sírio para mudanças nos planos da organização para o envio de uma missão de observação ao país, onde tanques e tropas têm sido usados para reprimir protestos contra o presidente Bashar al-Assad, informou a TV estatal egípcia.
Segundo a emissora, a Liga Árabe rejeitou o pedido feito em uma carta de seu secretário-geral, Nabil Elarabym, enviada para o Ministério de Relações Exteriores sírio. A Liga pretende enviar uma missão com 500 pessoas para a Síria. Na carta, a Liga informou que as mudanças pedidas pelo governo sírio mudariam a natureza da missão. A entidade está buscando uma saída negociada regionalmente para a situação na Síria, onde manifestantes exigem a saída do ditador Assad.
assad (Foto: AP)Manitestantes tomam as ruas de Damasco neste domingo em manifestação pró-governo (Foto: AP)
Apesar da rejeição do pedido de Damasco, a ida da missão para o país ainda depende da assinatura de um protocolo pelo governo sírio, concordando com a operação. É incerto, no momento, quando isso possa ocorrer.
Um ultimato dado pela Liga Árabe ao país para o fim da repressão violenta dos protestos antigoverno terminou na noite de sábado (19), mas não há sinais de que os confrontos estejam diminuindo.

Assad aceitou em princípio o plano de paz do grupo de nações árabes, mas propôs mudanças no número de observadores a ser enviado ao país, que seria reduzido de 500 para 40. O papel dos observadores seria supervisionar a implementação do plano de paz, que prevê que o governo pare de atacar manifestantes, retire militares de áreas de tensão e comece negociações com a oposição.
As alterações estão sendo analisadas pela Liga Árabe, mas críticos dizem que a negociação é apenas uma manobra do governo sírio para ganhar tempo. O presidente prometeu realizar eleições em fevereiro ou março, quando os sírios escolheriam representantes no Parlamento para criar uma nova constituição.
Granadas
Duas granadas atingiram na madrugada de domingo (20) o edifício do Partido Baath na capital Damasco, segundo relatos de moradores e ativistas. Se confirmado, este seria o primeiro ataque do tipo na capital, desde o início do levante contra o governo do presidente Bashar al-Assad em março.
O ataque ocorreu horas depois do fim de um prazo estabelecido pela Liga Árabe para que a Síria encerre sua repressão contra os manifestantes, sem sinais de que a violência está diminuindo. "A polícia bloqueou a praça onde o braço do Baath em Damasco está localizado. Mas eu vi fumaça subindo do prédio e caminhões dos bombeiros ao redor"' afirmou uma testemunha.

Espanhóis usam cédulas de papel, mas tecnologia ajuda na apuração


A eleição deste ano na Espanha é feita com cédulas de papel com os nomes dos candidatos, assim como as eleições brasileiras de anos atrás. Depois de escolher o premiê, senadores e deputados, os eleitores colocam a cédula dentro de um envelope para, então, depositá-lo nas urnas.
No entanto, a contagem dos votos este ano promete ser mais rápida que as anteriores com a ajuda de palmtops – pequenos computadores portáteis – em todos os municípios com mais de 2 mil eleitores (86% do total).
A apuração dos votos começa às 20h (17h em Brasília) e o resultado está previsto para sair ainda neste domingo (20).
Os presidentes das mesas usarão os aparelhos eletrônicos para enviar a contagem de cada colégio eleitoral. Isso aumenta a rapidez da apuração, já que não será necessário esperar que o representante leve os votos pessoalmente à central de cada região.
No total, serão gastos 124 milhões de euros com a eleição, 5,8% menos que na última vez que os espanhóis escolheram seus líderes, segundo a subsecretária de Estado de Interior, Pilar Gallego. Mais de 100 mil policiais estão na conta dos gastos e trabalham para garantir a segurança dos 35,7 milhões de pessoas que poderão ir às urnas.
Em toda a Espanha, foram distribuídas 54% menos cédulas que nas últimas eleições, em 2008. Esta economia se deve não somente à crise, mas também ao fato de que sobraram 90% das cédulas feitas há 3 anos. Para aumentar a economia, também foi diminuído o tamanho de cada cédula.
Eleitor maneja cédulas de votação espanholas (Foto: Reuters/Andrea Comas)Eleitor maneja cédulas de votação espanholas (Foto: Reuters/Andrea Comas)

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