quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Duas menores foram surpreendidas por Policiais Militares na cidade de Santa Luzia ontem à noite



Duas menores foram surpreendidas por Policiais Militares na cidade de Santa Luzia, na noite desta terça-feira (17) por volta das 20h quando retornavam de João Pessoa com destino a Patos, levando consigo aproximadamente 6Kg de droga entre Crack e Pasta Base de Cocaína.

As menores de 16 e 17 anos respectivamente, inclusive uma delas grávida de 08 (oito) meses, vinham de João Pessoa num veículo (alternativo) modelo Doblò com a droga avaliada em R$ 100.000,00 (cem mil reais) com destino a Patos. Foram apreendidos 06 (seis) tabletes com aproximadamente 1Kg cada um.

Para a polícia as duas menores estão sendo usada apenas como "aviõezinhos". Duas conselheiras do Conselho Tutelar Sul estiveram na delegacia para à tomada dos procedimentos cabíveis.

Não houve denúncia sobre a droga que seria provavelmente distribuída em Patos. Apenas as informações são de que surpreendentemente a Polícia Militar realizava uma Blitzen de rotina a veículos que entravam ou saiam da cidade e acabou culminando a descoberta da droga.

As duas menores juntamente com a droga apreendida foram apresentadas a autoridade Judiciária para o procedimento de instauração de Inquérito Policial e posterior investigação sobre quem seria o receptor do entorpecente.

Sertao1

Luiza atrai a Globo e é destaque no Bom dia Brasil; veja

Luiza atrai a Globo e é destaque no Bom dia Brasil; veja

Pode ser uma dancinha, uma frase deselegante ou uma situação inusitada. Quando cai na internet, se espalha e todo mundo comenta sem parar. A última do momento nasceu na Paraíba. Todos certamente já ouviram a frase que está todo mundo repetindo, menos a Luíza, que está no Canadá.

Mas ela, com certeza, já sabe que virou celebridade no Brasil. Luíza, que está no Canadá estudando, se tornou um “meme”, ou seja, uma imagem, uma frase ou um comportamento que vai sendo repassado pela internet e vira mania. O Bom Dia Brasil conversou com o pai da Luíza e com a própria e mostra o susto que eles levaram com essa avalanche virtual.

Um comercial veiculado em João Pessoa (PB) – “Estou aqui com minha esposa, filho, menos Luíza, que está no Canadá” – e uma frase publicada no mundo pela internet, repetida à exaustão na última semana, inclusive por celebridades como Ronaldo Fenômeno. O colunista social Gerardo Rabello topou fazer a propaganda com a família. Seguiu o roteiro que citava a filha de 17 anos em intercâmbio no Canadá. Em princípio, aquilo pegou mal.

“Pareceu para um público inicialmente uma coisa assim de exibicionismo. Uma coisa pedante, que foi completamente revertida nas primeiras horas”, comenta o colunista social Gerardo Rabello, pai da Luíza.

Em poucos dias, virou um vírus que se espalha rapidamente. “Já chegou rádio do Canadá querendo encontrar Luíza de qualquer forma, porque o governo do Canadá está atrás de Luíza. Então, cria-se uma situação inusitada e muito engraçada. A gente, nos primeiros momentos, não parava de só rindo, porque parecia que não terminava. De uma canseira, uma ressaca que não terminava essa história”, acrescenta o colunista social Gerardo Rabello, pai da Luíza.

Luíza continua no Canadá, mas o pai dela topou conversar e deixou que a equipe de reportagem do Bom Dia Brasil falasse também com a filha, mas por enquanto só por telefone. “Para preservá-la tranquila no Canadá”, disse o pai. Quando ela chegou ao Canadá, Luíza era só uma estudante. Vai voltar conhecida no Brasil.

“É muito estranho, mas eu estou levando tudo na brincadeira. Pessoas que eu nunca tinha visto na minha vida, que eu nunca tinha falando na minha vida, falando e eu sem entender o porquê”, afirma Luíza.

A frase que cita o nome da Luiza virou um hit – ou o que os especialistas chamam de “meme”, do grego “mimeme”. É a imitação de frases, ideias, vídeos ou comportamentos.

“A gente não sabe por que, mas pode ser porque você achou engraçado. Pode ser para pertencer a algo – ‘Ah, ela está fazendo. Vou fazer, porque quero ser cool, quero ser parte da turma’. Às vezes porque você acha que, se você fizer isso, alguém fala que você vai ganhar dinheiro. Às vezes, porque se você não fizer você pode ser punido”, explica a professora de marketing digital Martha Gabriel.

Há décadas a TV é uma das grandes difusoras desses bordões que viram “manias”. Com a internet, elas se multiplicam rapidamente. “Hoje qualquer pessoa teoricamente pode ser o iniciador de um meme ou de um comportamento. Pode ser algo bastante bacana ou pode ser algo bem banal, bem simples e bem engraçado”, acrescenta a professora de marketing digital Martha Gabriel.

A foto com a cabeça no freezer ao lado de um número aparentemente aleatório foi copiada. O vídeo do travesti que mergulha na piscina também. Teve quase um milhão de acessos e ganhou muitas versões.

“O meme acaba sendo um formador de cultura. O que fica – os valores que ficam, as ideias, os comportamentos – eles são somados pelos memes mais fortes. O que é só uma onda, vem e vai, acaba desaparecendo sem problema nenhum”, afirma a professora de marketing digital Martha Gabriel.

Luíza, por enquanto, ainda não aproveita a fama repentina. Afinal, ela continua no Canadá. “Continuo sim, mas daqui a pouco eu estou voltando”, diz a estudante, que embarca nesta quinta-feira (19) para o Brasil. A moça já está cheia de compromissos agendados. A frase vai ter de mudar para: “Até a Luíza, que já voltou do Canadá”.


Saiba como agir em caso de estupro em momento vulnerável



Foto: Getty Images
O dicionário de língua portuguesa Michaelis diz que vulnerável é o lado fraco de um assunto ou questão e do ponto de onde o outro pode ser atacado ou ofendido ou ainda é aquele que dá presa à crítica e à censura. Seja como for, a legislação brasileira entende que a pessoa vulnerável é aquela que não consegue responder por seus atos e, por isso, uma mulher que bebeu demais e sofreu abuso sexual poderia ser qualificada desta forma. Saiba como agir caso tenha dúvidas da violência e onde procurar ajuda.
Questão recente
O estupro de vulnerável tornou-se o assunto da semana depois que um participante do reality show Big Brother Brasil 12 foi expulso do programa na tarde de segunda-feira (16) sob a suspeita de ter abusado de uma colega de confinamento com quem ficava. Daniel, o brother expulso, ficava com Monique, a suposta vítima, e, na noite de sábado (14), após beberem muito em uma festa, o casal foi para o quarto e mesmo com a moça desacordada, as carícias continuaram. “O fato trouxe luz à mercantilização, a banalização do corpo da mulher. Os comentários na Internet falaram ‘ah, ela bebeu, ela escolheu com quem ia dormir e agora se faz de vítima’ e esse não-respeito e banalização devem ser discutidos”, disse a psicóloga Branca Pappereti, coordenadora da Casa Eliana de Grammont, da capital paulista, que atende mulheres e crianças vítimas de violência.
O psicólogo Tadeu Roberto de Abreu trabalha no Centro de Estudos e Atendimento Relativos ao Abuso Sexual (Cearas) do Instituto Oscar Freire da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) lembrou que a lei de estupro mudou em 2009, já que anteriormente qualquer manifestação sexual que não fosse a penetração do pênis na vagina era considerado ato libidinoso. “Nem o estupro de homens era considerado estupro”, contou, “agora, até beijar na boca sem consentimento pode ser considerado estupro. A sociedade não enxergava a violação do corpo e da intimidade do outro como uma forma de violência sexual e, por isso, essa mudança foi importante”.
A questão é polêmica e bastante delicada já que há pessoas que acusam e outras que defendem Daniel. “Houve uma conduta dos dois e é difícil apontar quem é a vítima porque ele também poderia estar vulnerável do ponto de vista emocional. Essa questão é delicada porque temos que levar em conta as emoções que eles sentiam, o fato de todos estarem vendo, ser uma festa”, lembrou o psicólogo do Ceares.
Sentimento de culpa
Muitas das vítimas de violência sexual se sentem culpadas em relação ao ocorrido. “Quando você tem um trauma físico, é possível visualizá-lo, saber sua extensão e acompanhar sua melhora. Com o trauma emocional é diferente. Há o sentimento de culpa e a confusão pelo que aconteceu e, por isso, a cura é mais difícil”, contou Abreu.
Branca completou que muitas das mulheres têm esse sentimento porque não esperavam que a situação fosse acabar em estupro. “Às vezes elas só queriam ir até a paquera e como o homem ultrapassou esse limite, elas se sentem partícipes e sentem vergonha. Esse é até o principal motivo pelo qual a maioria não procura ajuda. Temos casos de mulheres que levaram anos para procurar apoio emocional e se libertar do trauma”, contou.
Tratamento
O psicólogo do Ceares lembrou que “o trauma é muito proporcional à personalidade” e no caso de Monique, poderá aparecer depois que ela sair do reality show e ver a repercussão do ocorrido. “Ela poderá viver algum tipo de dúvida e a terapia é recomendada para ajudá-la a rever o que aconteceu, as motivações que a levaram a essa exposição”, opinou Abreu.
Mas as mulheres que vivem a situação anonimamente podem – e devem – seguir uma conduta similar, sendo o primeiro passo, procurar um serviço de saúde para buscar orientação sobre DSTs e uma gravidez indesejada – principalmente se realmente houve a conjunção carnal. O serviço de saúde metal deve ser procurado também. “Ela pode procurar uma delegacia para fazer uma ocorrência formal se ela tiver certeza do estupro. Para fazer a acusação, ela precisa ter certeza do que aconteceu”, contou Branca.
A psicóloga e coordenadora da Casa Eliana de Grammont lembrou que é um direito feminino escolher e participar do ato sexual e se a mulher tiver alguma dúvida sobre a violência sexual, como por exemplo, em casos de golpes como “Boa Noite, Cinderella”, no qual a vítima é dopada, ela precisa tentar esclarecer o que aconteceu. “Ela pode procurar orientação em centros especializados como o Hospital Pérola Bayton, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Casa de Saúde da Mulher Dr. Domingos Deláscio, todos em São Paulo (SP), para conversar e se orientar sem a presença machista e o ranço de que ela deu mole”, orientou Branca.
A terapia para cuidar da saúde mental e emocional é fundamental para conseguir dar a volta por cima. “Elas se travam para outros relacionamentos e acabam ficando com sintomas psicossomáticos, agravando toda a saúde. Com a terapia, procuramos mostrar pra essa mulher que a vida continua e que elas devem seguir em frente. Mostramos ainda que elas não têm culpa e são vítimas que foram pegas em um momento de vulnerabilidade”, concluiu Branca.
Terra

MP baixa portaria proibindo uso indevido de som em Santa Luzia



A Promotoria do Meio Ambiente de Santa Luzia baixou uma portaria proibindo o uso indevido de aparelhos sonoros ou sinais acústicos fora dos padrões legais, que estejam perturbando o sossego ou a tranquilidade das pessoas em toda a cidade de Santa Luzia. De acordo com a promotora Carmem Eleonora Perazzo, a portaria foi baixada porque o abuso de instrumentos sonoros na praça principal de Santa Luzia, nos fins de semana, está causando prejuízo aos cidadãos, e inúmeras reclamações chegaram à Promotoria.

A portaria determina ainda a proibição do uso de todo e qualquer tipo de som que possa ser ouvidos à distância de 5 metros, e em qualquer horário, seja de dia ou de noite, de segunda à segunda-feira, na praça principal de Santa Luzia, em virtude dos transtornos ocasionados aos moradores da cidade e visitantes. Os policiais militares devem recolher os instrumentos sonoros que estejam desrespeitando tais normas e os enviando à delegacia de polícia local para as providências.
Outra determinação da portaria é a condução coercitiva do infrator à delegacia de polícia com a consequente lavratura do TCO (termo circunstanciado da ocorrência) e a tomada de seu compromisso de comparecer a audiência preliminar dos juizados especiais, bem como a apreensão do veículo perturbador ou instrumento utilizado para tal e o seu recolhimento nas dependências da delegacia de polícia do município.
De acordo com a portaria, o veículo só poderá ser liberado pela autoridade policial ou pelo Juiz da comarca, desde que a documentação esteja em ordem e não pairem dúvida sobre a legalidade. Caso o veículo não esteja com a documentação em dia, o referido veículo deverá ser encaminhado ao Detran para as devidas providências administrativas.
A Polícia Militar deverá realizar, durante dois meses seguidos, a partir do próximo final de semana, abordagens nos carros que veiculam som abusivo na cidade, com o envio da comunicação das apreensões dos referidos sons e pessoas ao Ministério Público para acompanhamento.
Sertao1

Aniversariante do dia


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