terça-feira, 22 de maio de 2012

Jovem ourobranquense foi selecionada para o progama "Ídolos" da Rede Record


A jovem Ourobranquense Scarlett O'hara acaba de receber a notícia, via email, da confirmação de seu nome como uma das selecionadas para as audições do Programa Ídolos da Rede Record. A audição acontecerá em Salvador diante de três jurados e do apresentador do programa Rodrigo Faro.

Neste programa, os cantores de todo o país disputam um prêmio  em dinheiro e a gravação de um CD, além de um contrato com a Record Music.

 Scarlett O'Hara foi pega de surpresa com a notícia no email, pois ela não havia feito a inscrição no site da record, seu irmão, Hugo Donato, fã incondicional da cantora, fora o responsável pela inscrição.

 A jovem estudante de odontologia é considerada a mais bela voz de Ouro Branco com desempenhos memoráveis em alguns eventos religiosos da Igreja Católica, como podemos ver no vídeo abaixo.

Blog Priorado News


País tem poucas salas especiais para ouvir crianças vítimas de estupro


Apesar de recomendação de 2010 do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para a instalação de salas especiais para ouvir crianças vítimas de abuso sexual, existem atualmente no país pouco mais de 70, segundo dados da organização Childhood Brasil obtidos pelo G1.
Vara da Infância e Juventude de Rio Branco, no Acre, realiza depoimentos de crianças vítimas de estupro em sala especial desde 2010 (Foto: Divulgação/TJ-AC)
O objetivo do depoimento especial é diminuir o trauma das crianças e adolescentes nos depoimentos nos processos judiciais sobre o abuso. Para isso, tribunais têm sido orientados a instalar as salas especiais, semelhantes a um quarto de criança.
Segundo a recomendação 33 do CNJ, de novembro de 2010, os tribunais foram orientados a implementar “sistema de depoimento videogravado”, em ambiente separado da sala de audiência e com a participação de profissional especializado para atuar nessa prática.De acordo com a ONG, Minas Gerais e Rio de Janeiro ainda não possuem nenhuma sala. O Rio Grande do Sul, pioneiro na experiência no país, com a primeira sala especial instalada em 2003, ainda possui a maior parte: 50% do total.
Conforme os dados da ONG, o número de salas especiais vem crescendo, mesmo que lentamente. Em 2011, eram 43. O levantamento da organização com os dados de 2012 ainda está sendo finalizado. “Esse número deve ser um pouco maior, estamos levantando. Só São Paulo tem previsão para instalar mais 25 salas em 2012”, afirma Itamar Gonçalves, gerente de programas da Childhood Brasil.
No domingo (20), a apresentadora Maria da Graça Meneghel, a Xuxa, afirmou, em depoimento no quadro "O que vi da vida", do Fantástico, que sofreu abusos sexuais até os 13 anos de idade. Emocionada, disse que luta para que "nenhuma criança sofra" algo parecido. O desabafo da apresentadora, que participa de uma campanha contra o abuso sexual de crianças, fez com que a discussão sobre o assunto voltasse à tona.
Como funciona
Na sala especial, a vítima menor é interrogada apenas por uma psicóloga, que fica com um ponto eletrônico no ouvido. Cada estado possui uma estrutura própria. Alguns realizam a oitiva com um assistente social. Em Pernambuco, por exemplo, as crianças são ouvidas por pedagogos.
As perguntas são feitas e acompanhadas de outro local, por promotor, juiz e advogados. A ideia é que tudo ocorra em tempo real, com a transmissão por meio de microfones, câmera de vídeo e um monitor de televisão. “Não é somente o espaço, tem toda uma dinâmica, um método para receber a criança. Tem cartilha para a família”, explica Gonçalves. “A criança tem direito à voz e fala. Para garantir isso como um direito humano, temos que fazer de forma protegida.”
Sala do juiz e sala especial no Fórum Criminal Ministro Mário Guimarães, na Barra Funda, capital paulista; o sistema de transmissão informatizado ainda não foi instalado (Foto: Raul Zito/G1)
No Rio Grande do Sul, a experiência começou com o nome de "depoimento sem dano", que depois foi padronizado pelo CNJ como "depoimento especial". “Sem dano nunca foi, por mais que se tome cautela, quando se toca em determinados assuntos com crianças vitimadas, sempre algum dano acontece. Por isso a mudança de nome”, afirma o desembargador Antonio Carlos Malheiros, coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo. “O que a gente quer é diminuir o máximo possível o sofrimento dela.”
‘Juiz não é preparado’
Para isso, afirma o desembargador, a intenção do TJ de São Paulo é instalar o equipamento em todas as varas do estado, que conta hoje com quatro instalados: no Fórum Barra Funda, na capital paulista, e nas Varas de Infância de Atibaia, Campinas e São Caetano do Sul. “É uma pretensão nossa, os recursos viriam do governo federal, que aprova esse projeto”, diz Malheiros.
“Para nós todos esses equipamentos são importantíssimos. Dependendo do juiz, pode assustar a criança. O juiz não é preparado. Vai ter juiz, por exemplo, que ao falar de uma penetração que a criança teve, é capaz de perguntar isso na lata. Aquela ferida que já está mal cicatrizada se abre. Porque na verdade a criança vai ter a marca disso o resto da vida. Não tem remédio”, completa.
Na Barra Funda, no entanto, o sistema ainda não está funcionando. O G1 foi até o fórum conhecer a sala especial (foto abaixo), que está no 1º andar junto à Vara de Violência Doméstica. O recinto já possui brinquedos, mas, por enquanto, serve apenas para um interrogatório não informatizado, feito pela psicóloga.
Sala especial é utilizada no Fórum da Barra Funda para depoimentos de crianças a psicólogos (Foto: Raul Zito/G1)
Segundo a juíza Elaine Cristina Monteiro Cavalcanti, do Juizado da Vara de Violência Doméstica, o equipamento está no fórum, mas ainda faltam cabos para a instalação do sistema de transmissão.
Criança mais segura
Para juízes que já colocam em prática a experiência, o depoimento especial ajuda a diminuir o trauma das vítimas e também contribui para a tomada de decisões mais justas nos processos envolvendo o estupro de vulnerável.

O depoimento especial existe na Vara desde 2010. Segundo o juiz, a técnica envolve um processo de aproximação da criança, por exemplo, abordando aspectos de sua vida, para deixá-la à vontade. Ela é ouvida por uma psicóloga em uma sala com decoração lúdica, monitorada por equipamentos de som e imagem.
“O depoimento especial foi muito importante, porque com a mediação de um profissional, um psicólogo, humaniza mais o depoimento, a criança fica mais à vontade, num ambiente mais próprio, se sente mais segura. Sem prejuízo da segurança jurídica”, afirma o juiz Romário Divino Faria, titular da 2ª Vara da Infância e da Juventude de Rio Branco, no Acre.
Se a criança não consegue contar o que houve, a psicóloga também utilizada instrumentos auxiliares, como fantoches e bonecos. “No ambiente formal, a criança fica inibida, não tem muita espontaneidade na fala”, afirma o juiz.
Sala especial na Vara de Infância e Juventude de Rio Branco, no Acre (Foto: Divulgação/TJ-AC)
“Muitas delas não conseguiam falar da violência sofrida. Já com o método do depoimento especial, teve caso que foi submetida a novo depoimento, já teve mais espontaneidade e revelou o abuso", diz o magistrado. "Desde então já foram feitos centenas de depoimentos com bastante sucesso.”
Por que a Justiça?
O representante da Childhood afirma que a organização decidiu encampar a instalação das salas junto ao Judiciário depois de constatar, em um estudo feito em 2007, que uma criança era ouvida em média 7 vezes em um processo judicial --sem incluir os depoimentos anteriores, como os feitos à polícia e ao Conselho Tutelar.
Segundo Gonçalves, nesse quesito “o Brasil está bastante atrasado em relação aos outros países". "Os EUA têm uma experiência de quase 30 anos", afirma.
Salas especiais no Brasil em 2011
Sul
25 (Paraná e Rio Grande do Sul)
Sudeste
7 (São Paulo e Espírito Santo)
Nordeste
6 (Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Ceará, Maranhão e Paraíba)
Centro-Oeste
3 (Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso)
Norte
2 (Acre e Pará)
Total
43 (23 apenas no RS)
Fonte: Childhood Brasil 2011
"No entanto, desde 2010 essa questão vem ganhando uma dimensão nacional, principalmente, depois da recomendação do CNJ. O que tem não é suficiente. Todas as Varas de Infância deveriam ter, pelo menos, uma sala”, completa.
“Se para um adulto já é difícil, para uma criança essa situação é muito pior. Um espaço frio, sisudo, na frente de adultos que ela não conhece. Elas acabavam desistindo. Diziam que tinham mentido”, afirma. "A apresentadora Xuxa levou mais de 40 anos para revelar um caso desses. Imagine uma criança comum."
Estudo do CNJ em parceria com o Ipea mostra que apenas 64 das 2.682 comarcas do país possuíam Vara exclusiva da Infância e Juventude até julho de 2010. Segundo publicação da ONG, a entrevista de crianças de forma protegida em salas especiais é aplicada em 28 países.
Casos extremos
Levantamento do G1 junto às decisões de segunda instância de todo o país em casos de estupro de vulnerável, ou seja, vítimas menores de 14 anos, mostra que juízes nem sempre estão preparados para interrogar crianças.
Em Campinas, um juiz chega a ser advertido por um desembargador sobre o modo como interrogou uma menina de 11 anos, que acusava um homem de 64 de molestá-la. “(...) advertiu-a [a vítima] diversas vezes, além de utilizar termos chulos com a garota”, escreveu o relator do caso, Silmar Fernandes.
O desembargador transcreveu parte das perguntas feitas pelo juiz: “Ele queria que você pusesse a boca no p... dele? ‘L: Não.’ (...) Ele chegou a por o p... pra fora da calça dele?” O réu estava em regime semiaberto, mesmo condenado a pena de 8 anos, quando a regra é o inicial fechado. O nome do juiz não aparece na decisão.
Silêncio
Outros depoimentos de vítimas mostram dificuldade ainda maior do que o constrangimento e o medo de denunciar nesse tipo de interrogatório. Em São Paulo, uma menina de 11 anos tentou dizer à mãe que havia sido vítima do tio, mas apenas sua professora conseguiu entendê-la. A menina era deficiente auditiva e tinha dificuldade na fala.
“Ao voltar para casa chorava muito e contou para sua mãe, mas não conseguia se expressar direito e sua mãe não entendia a linguagem de sinais; afirmou que o réu usou de violência física para segurá-la e o lençol ficou sujo de sangue”. O homem foi condenado a 10 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão.No depoimento ao juiz, ela foi auxiliada por uma intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais). Segundo o processo, ela disse que sua tia entrou no quarto, viu a cena, brigou com o acusado, mas não fez nada, pedindo para que ela ficasse quieta.
Em outros casos, os depoimentos foram cruciais para condenar o réu. Em Samambaia, Distrito Federal, o depoimento de uma criança de 10 anos ajudou a condenar seu tio a 6 anos de reclusão. “Eu falava para ele parar, que eu ia contar pra minha tia, aí ele falava para eu não contar, porque senão a minha tia ia separar dele. Eu não contava na hora, porque eu ficava com medo da minha tia separar dele e ficar triste”, disse a menina ao juiz.
Procurado pelo G1, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais informou que ainda não possui sala especial e, até a publicação desta reportagem, não informou se há previsão para a instalação. O TJ do Rio de Janeiro informou, por meio de nota, que está providenciando o espaço, recursos materiais e pessoais para implementar o serviço, mas que é preciso fazer licitações para compra de material e pessoas qualificadas e treinadas para este fim.
g1

Ações do Facebook abrem em queda no terceiro dia na bolsa


A desvalorização das ações do Facebookcontinuou nesta terça-feira (22), terceiro dia que a rede social é cotada na Nasdaq.

Após abrir o dia valendo US$ 32,61, as ações chegaram a ser negociadas a US$ 30,98 nesta terça (22), 8,9% abaixo do fechamento de segunda (21), e uma queda de 18% do seu valor na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês). Os papéis tiveram seu preço inicial estabelecido em US$ 38 antes da entrada na bolsa.

No preço mais baixo, as ações registraram uma perda de 30% a partir da cotação mais alta de US$ 45, atingida no começo das negociações na sexta-feira (18). Mais de 28 milhões de ações estavam sendo trocados nesta terça (22), se tornando um dos papéis mais negociados nos mercados dos Estados Unidos. No final desta manhã, as ações valiam US$ 31,75, uma queda de 6,7% no dia.
A rede social surpreendeu os investidores depois da divulgação, poucos dias antes do IPO, de que sua receita pode ser atingida pelo fato de que mais usuários estão migrando para plataformas móveis, onde a publicidade é menos comprovada.
Início do IPO
O Facebook apresentou seus documentos para realizar o IPO ao órgão regulador dos mercados norte-americano no início de fevereiro. A faixa de preço inicial de ações estimada pela companhia foi de US$ 28 a US$ 35, mas o valor acabou aumentando para uma faixa de US$ 34 a US$ 38 e estabelecido no número mais alto.

O início das vendas ocorreram na sexta-feira (18) após meses de espera e após uma turnê do fundador da rede social, Mark Zuckerberg, apresentando a empresa para investidores.
Entre as instituições envolvidas na oferta do Facebook estão Morgan Stanley, JP Morgan, Goldman Sachs, Bank of America, Barclays e Allen & Co. O banco de investimentos brasileiro Itaú BBA também está entre os coordenadores da oferta pública inicial do Facebook.
Na abertura dos negócios, Zuckerberg postou em sua página na rede social: "Mark Zuckerberg listou uma empresa na NASDAQ. — com Chris Cox e outras 4 pessoas". Ele "tocou a campainha" que deu início às vendas das ações diretamente dos escritórios da empresa, na Califórnia.
David Ebersman, executivo responsável pela área financeira do Facebook, estava presente na sede da Nasdaq na Times Square, em Nova York, onde telas gigantes exibiam um sinal “Bem-vindo Facebook”.
g1

Termina cirurgia de Pedro Leonardo em hospital de SP


A cirurgia do cantor Pedro Leonardo terminou por volta das 11h15 desta terça-feira (22) no Hospital Sírio-Libanês, emSão Paulo, segundo informou a assessora de imprensa do cantor Leonardo, Ede Cury. O procedimento ortopédico foi realizado na perna esquerda do jovem para corrigir uma fratura no fêmur. Pedro acordou no domingo (20) após passar um mês em coma depois de um acidente de carro em Minas Gerais.
Segundo Ede, a cirurgia transcorreu bem. Pedro vai permanecer no centro cirúrgico por cerca de uma hora e meia antes de voltar para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para recuperação. Ele deve ficar desacordado nesta terça-feira por causa da anestesia. A previsão é que o cantor acorde apenas pela manhã de quarta-feira (23).

Como Pedro permanecerá dormindo nesta terça, todos os outros procedimentos agendados foram suspensos. A família deixou o hospital após a cirurgia, pois não pode visitá-lo enquanto ele se recupera.
A cirurgia durou pouco mais de três horas, tendo começado por volta das 7h45. A operação ocorreu para resolver uma fratura na cabeça do fêmur da perna esquerda. Segundo a equipe médica explicou ao SPTV, o osso havia se quebrado em vários pedaços, que puderam ser reunidos sem a colocação de placas.
OtimismoPedro teve uma noite agitada, acordando diversas vezes. Entretanto, segunda Ede, ele estava tranquilo para a operação. “A família está um pouco apreensiva. Hoje é um dia um pouco tenso, mas vai dar tudo certo”, disse a assessora do cantor Leonardo.
Ainda de acordo com a assessora, Pedro mandou beijos para as enfermeiras enquanto seguia para o centro cirúrgico. “Ele está muito alegre. Ontem o pai perguntou o que ele queria fazer quando sair do hospital, e ele falou ‘um almoço’. Ele beijou muito o pai, de um monte de selinhos no pai.”
Após acordar do coma, Pedro reclamou de dores na perna. No acidente, o cantor também sofreu traumatismo craniano e lesões na outra perna. Pedro já passa por sessões de fisioterapia e fonoaudiologia e por testes neurológicos. As primeiras reações após a saída do coma têm sido um bom sinal.
Estado de saúde do cantor Pedro - 22 maio, 12h (Foto: Arte/G1)
Pedro terá que passar por uma segunda cirurgia na perna direita, que teve ligamentos rompidos, segundo Ede Cury. O procedimento ainda não tem data para ocorrer. Após a cirurgia desta terça, o cantor poderá voltar a ficar sentado – o que é importante já que ele está deitado desde o acidente, há um mês.
VisitasPedro recebeu diversas visitas nesta segunda-feira (21), e reconheceu todas as pessoas. “Ele está respondendo às perguntas, tudo direitinho. Matei a vontade de ouvir a voz dele. Saio daqui renovado, ele está com uma cara boa, está entendendo tudo direitinho. Vê-lo como a gente via, sorrindo, mostrando até os dentes, foi uma alegria muito grande”, afirmou Leonardo.
O cantor perguntou ao filho quem ele queria ver primeiro. “Quer ver a vó?”, questionou Leonardo ao jovem, que respondeu com uma careta. “Eu já sei por que você está fazendo essa cara. Porque o pessoal de mais idade já chega para dar bronca”, relatou Leonardo sobre a conversa com o filho. Em seguida, Pedro disse “te amo, pai”.
O jovem, então, pediu o rádio. “Peguei o iPhone do Thiago, meu sobrinho, e perguntei, como não sou besta, se poderia ser Leandro e Leonardo. Ele falou que podia e coloquei as músicas mais antigas”, lembrou. Segundo o cantor, o filho chegou a pedir que tocasse a música “A Rotina (Fim de Semana)”.

Histórico

Pedro sofreu um acidente de carro há exatamente um mês, em 20 de abril, próximo ao município de Tupaciguara, em Minas Gerais, quando voltava de um show. Ele foi inicialmente levado ao Hospital Municipal deItumbiara, em Goiás, onde passou por cirurgia para conter hemorragia abdominal, e foi transferido no mesmo dia para Goiânia. Depois, foi de avião ao hospital em São Paulo.
Horas após o acidente, ainda no interior de Goiás, Pedro foi submetido a uma cirurgia para retirada do baço. Ele sofreu traumatismo craniano e trauma abdominal e teve de ser colocado em coma induzido. No mesmo dia, foi transferido para hospital de Goiânia.
Em 23 de abril, Pedro Leonardo sofreu uma parada cardiorrespiratória. No dia 26, o sertanejo foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Em 29 de abril, a equipe médica decidiu suspender a sedação do cantor, para verificar como ele reagiria sem a medicação. Ele permaneceu em coma.
Nos últimos dois dias, parentes relataram que ele vinha reagindo, mesmo inconsciente, cada vez mais aos estímulos provocados por amigos e familiares.
g1

Aniversariante do dia


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