sábado, 9 de junho de 2012

Corpo de Bombeiros faz simulação de salvamento em praia na Paraíba


O Corpo de Bombeiros realizou uma simulação de salvamento na praia de Manaíra em João Pessoa. Um integrante da corporação fez o papel da vítima de afagamento. A simulação aconteceu na sexta-feira (8). Os banhistas que estavam no local receberam orientações sobre os cuidados ao entrar no mar.
A ação fez parte das festividades em comemoração aos 95 anos de atividades do Corpo de Bombeiros da Paraíba.
Quatro guardas vidas fizeram o resgate e três bombeiros cuidaram do atendimento pré-hospitalar. De acordo com o major Marcelo Lins, relações públicas do Corpo de Bombeiros, a operação foi realizada com a simulação de dois tipos de resgates aquáticos, sendo um por vítima em afogamento e o outro por estar distanciada da terra, sendo levada pelas correntes marinhas.
Dentro da programação dos 95 anos do Corpo de Bombeiros, haverá internamente torneios de futebol de campo e de voleibol, palestras nas unidades da corporação, além de simulações de resgates em vários municípios paraibanos.
g1

Polícia apreende 150 veículos em blitz na capital paraibana


Morre no DF bebê que esperou 3 dias por cirurgia cardíaca na rede pública


O bebê de menos de 2 meses que esperou três dias para passar por cirurgia cardíaca na rede pública de saúde do Distrito Federal morreu às 20h15 desta sexta-feira (8), informa o pai da criança, o vendedor Guilherme Leandro Júnior. O garoto teve três paradas cardíacasenquanto aguardava atendimento.
Ambulância do Samu levou menino de 1 mês e 18 dias do Hospital Regional da Asa Sul (Hras) para o Insituto de Cardiologia do DF, na manhã desta sexta-feira (1º), em Brasília. Mãe do bebê seguiu na ambulância (Foto: Rafaela Céo/G1)
O bebê foi operado no Instituto de Cardiologia do DF  (ICDF) em 1º de junho. O procedimento para corrigir cinco falhas no sistema cardíaco da criança durou cerca de 7 horas. No sábado (2), porém,  ele entrou em coma. “Ele entrou em coma depois da cirurgia e nesta sexta teve morte cerebral, em seguida, falência dos órgãos”, informa Guilherme Leandro Júnior.

“A gente fez a nossa parte, lutamos muito por ele. Mas houve demora no atendimento e no diagnóstico da doença. O problema tinha que ter sido detectado na maternidade mesmo. Liberaram ele para casa, mas ele tinha que ter saído para cirurgia”, fala o pai do bebê.
A cirurgia ocorreu três dias após do diagnóstico do problema cardíaco e internação no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), na Asa Sul. Diante da urgência do caso e da demora no atendimento, os pais da criança conseguiram determinação judicial na madrugada do dia 31 para que a intervenção ocorresse o mais rápido possível.
G1 tentou contato com a assessoria do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.
A Secretaria de Saúde do DF informou que, quando esteve internado no Hmib, o bebê recebeu todo acompanhamento médico e também o diagnóstico para realização de cirurgia cardiáca. 

O garoto deve ser enterrado na tarde deste sábado, no cemitério Campo da Esperança.
g1

China promete lançar voo espacial tripulado em junho


A China anunciou que vai lançar ainda em junho um voo espacial tripulado, o último passo no programa da potência asiática para abrigar uma estação espacial em 2020, anunciou neste sábado (9) a agência oficial "Xinhua". Segundo o texto, que não especifica o dia da decolagem, o foguete que transporta a nave Shenzhou-9 já foi instalado em uma plataforma no noroeste do país.
"O lançamento acontecerá em algum momento em meados de junho", disse um porta-voz do programa espacial, segundo a Xinhua.
O Shenzhou-9 antes de ser transferido para a plataforma de lançamento neste sábado (9) no centro de lançamento de satélites chinês de Jiuquan, na província de Gansu (Foto: AFP)O Shenzhou-9 antes de ser transferido para a plataforma de lançamento neste sábado (9) no centro de lançamento de satélites chinês de Jiuquan, na província de Gansu (Foto: AFP)
Será a primeira missão espacial tripulada da China desde setembro de 2008, e dela participarão três astronautas que se transferirão ao módulo orbital Tiangong-1, ao qual a aeronave se acoplará.
Depois do acoplamento, os astronautas entrarão temporariamente no Tiangong-1, onde desenvolverão experimentos científicos.
"As preparações finais vão bem, e os astronautas selecionados completaram seu treinamento e estão em perfeitas condições físicas e mentais", disse o porta-voz.
Em novembro passado, a nave não tripulada Shenzou VIII retornou à Terra após completar dois acoplamentos ao Tiangong-1, na primeira conquista chinesa desse tipo.
A China se tornou o terceiro país, depois de Estados Unidos e Rússia, a finalizar com sucesso um lançamento tripulado em outubro de 2003, com a nave Shenzou V e o astronauta Yang Liwei.
O Tiangong-1 é o primeiro módulo espacial chinês e foi lançado em setembro passado, mas a China planeja substituí-lo por uma estação espacial própria em 2020, onde uma tripulação possa viver de forma independente durante vários meses.
g1

Entreviste os líderes indígenas Raoni e Megaron


Raoni Metuktire e Megaron Txucarramãe são dois dos principais líderes indígenas do Brasil. Kayapós de Mato Grosso, entraram em contato pela primeira vez com os não-índios na década de 1950, em expedição dos irmãos Villas-Bôas que resultou, décadas depois, na criação do Parque Indígena do Xingu. Eles aprenderam português com os Villas-Bôas, e passaram a atuar na defesa de direitos políticos e na demarcação de terras indígenas.
Raoni ganhou notoriedade no final da década de 1980. Junto com o cantor Sting, ele percorreu 17 países pedindo recursos para enfrentar o desmatamento e ajuda para impedir a construção da hidrelétrica de Kararaô, no rio Xingu. O projeto foi barrado na época, mas nos anos 2000 foi retomado pelo governo brasileiro, com o nome de Belo Monte.
A luta contra a usina de Belo Monte já gerou problemas para os líderes. Megaron, que foi o primeiro indígena a assumir um posto de chefia no Parque Indígena do Xingu e atuava desde 1995 na Funai de Mato Grosso, foi exonerado de seu cargo em outubro do ano passado. A demissão revoltou os kayapós, que disseram que foi motivada pela atuação de Megaron em protestos contra a usina de Belo Monte. A Funai negou motivação política na exoneração.
Raoni e Megaron estarão no Rio este mês, para a conferência das Nações Unidas Rio+20. Eles vão divulgar o Fundo Kayapó, um fundo de investimentos que busca criar alternativas econômicas para os povos indígenas e reforçar o monitoramento de seu território.
No Rio de Janeiro, antes da Rio +20, eles vão responder às perguntas do leitores de ÉPOCA. Envie a sua por meio da área de comentários abaixo. Não se esqueça de preencher os campos com nome, sobrenome e e-mail. 
g1
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