quinta-feira, 28 de junho de 2012

Destaque Nacional


O Município de Várzea recebeu hoje, dia 27 de junho, o convite da representante da Editora Interesse Público Juliana Rodrigues Carvalheiro, para o Prefeito José Ivaldo de Morais (Galego) participar na cidade de São Paulo, no Centro de Convenções Rebouças, dia 12 de julho, da entrega dos troféus no Prêmio “Município que faz”, para os municípios que se destacaram nos índices e estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos Ministérios da Saúde, Educação e do Trabalho, divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro - FIRJAN e Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, que estiveram acima da média nacional, de acordo com o ranking do município, disponível no site www.municipioquefaz.com.br.
 
O prêmio "Município que faz" é uma iniciativa do Instituto Interesse Público que tem por objetivo destacar as melhores ações de desenvolvimento de todos os 5.564 municípios brasileiros nas seguintes áreas: Emprego e Renda, Educação e Saúde.

Apenas os municípios que alcançaram indicadores acima da média nacional serão contemplados. O prêmio é um reconhecimento das atividades desenvolvidas pelos municípios nessas áreas. O critério matemátcio estatístico é de fácil entendimento, o índice varia de 0 a 1, quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento do município.


Além disso, sua metodologia possibilita determinar, com precisão, se a melhora relativa ocorrida em determinado município decorre de políticas específicas ou se o resultado obtido é apenas reflexo da queda dos demais municípios. Essa iniciativa visa evidenciar os bons exemplos, que podem se tornar referência para outros municípios brasileiros. O reconhecimento será através da entrega do troféu "Município que faz", em solenidade realizada durante o Forúm "Boas Práticas".

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Conheça o artista que fazia os chapéus de Luiz Gonzaga


Zé de Mestre é um artista. Ele confeccionou os chapéus de Luiz Gonzaga e explica como o Rei do Baião gostava de usar o acessório.  Interprograma exibido na TV Pernambuco durante a programação junina. Imagens feitas pelo coletivo Jacaré Filmes para uma homenagem ao centenário do Gonzagão.
Assista ao vídeo a entrevista:


Radar Sertanejo

Coca-cola vendida no Brasil teria maiores taxas de corante cancerígeno


Um estudo divulgado nos Estados Unidos pelo Centro de Ciência de Interesse Público (CSPI, na sigla em inglês), nesta terça-feira (26), mostra que as latas do refrigerante Coca-cola vendidas no Brasil têm a mais alta concentração da substância 4-metil imidazol (4-MI), que, em altas quantidades, poderia levar ao câncer.

As latinhas analisadas no país apresentaram 267 mg de 4-MI por 355 ml de refrigerante. A substância é usada na fabricação do corante caramelo. Pelas normas brasileiras, estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), seu uso é permitido, “desde que o teor de 4-metil imidazol não exceda no mesmo a 200mg/kg (duzentos miligramas por quilo)”.

O valor encontrado nas latinhas brasileiras está abaixo do limite da Anvisa, mas é o mais alto entre os países analisados. O Quênia fica em segundo lugar, com 177 mg de 4-MI por 355 ml, seguido por Canadá (160 mg), Emirados Árabes Unidos (155 mg), México (147 mg), Reino Unido (145 mg), Estados Unidos (Washington - 144 mg), Japão (72 mg) e China (56 mg).

A pesquisa foi feita pelo mesmo instituto de pesquisas que, em março fez o mesmo alerta para a substância em latinhas de refrigerante encontradas na Califórnia. Depois disso, a Coca-cola alterou sua fórmula e a taxa de 4-Mi local caiu para 4 mg por 355 ml.

Em 8 de março, a Coca-Cola Brasil informou em nota que os ingredientes e as quantidades utilizados nos seus produtos “seguem rigorosamente os limites estabelecidos pela Anvisa e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”. No dia seguinte, em outra nota, a empresa afirmou: "O corante caramelo utilizado em nossos produtos é absolutamente seguro".

Também em março, o toxicologista Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (Ceatox), explicou ao G1 que a substância se mostrou tóxica para ratos e camundongos na concentração de 360 mg/kg, que é pouco menos que o dobro do limite legal no Brasil.

O especialista explicou que o órgão mais exposto ao câncer nesses animais foi o pulmão. O fígado também ficou sujeito a diversas alterações, incluindo câncer. Além disso, foram registradas mudanças neurológicas, como convulsões e excitabilidade.

G1
JEFTE NEWS
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