Um crocodilo gigante que foi capturado no ano passado na cidade de Bunawan, nas Filipinas, foi reconhecido neste domingo (1º) pelo Guinness, livro dos recordes, como o maior do mundo. A porta-voz do Guinness, Anne-Lise Rouse, disse que o crocodilo de água salgada apelidado de "Lolong" mede 6,17 metros e pesa mais de uma tonelada.
domingo, 1 de julho de 2012
Portuguesa x Santos marca duelo de gerações entre Dida e Neymar
Não seria absurdo dizer que Dida poderia ser pai de Neymar. Aos 38 anos, o consagrado e experiente goleiro da Portuguesa, de volta ao futebol depois de dois anos parado, terá um desafio diferente e indigesto. Campeão do mundo com a Seleção em 2002, como reserva de Marcos, o atleta vai encarar o craque de moicano, de 20 anos, maior esperança do futebol nacional para liderar a possível conquista da Copa de 2014, no Brasil.
O duelo de gerações colocará à prova a eficiência de Dida, que estreou sem sofrer gols pela Lusa na vitória por 1 a 0 contra o São Paulo, na última rodada do Campeonato Brasileiro, e de Neymar, artilheiro do Santos na temporada com 29 gols em 29 jogos. Se a Portuguesa conta com seu "paredão" para vencer em casa e seguir subindo na tabela, o Peixe aposta suas fichas no atacante para, enfim, conseguir o primeiro triunfo na competição nacional.
Portanto, quando Portuguesa e Santos iniciarem a partida deste domingo, às 16h, no Canindé, mais do que apenas o jogo válido pela sétima rodada do Brasileirão, o confronto marcará o encontro da mais nova joia nacional diante de um goleiro repleto de história, que largou a aposentadoria para retornar aos gramados.
Portuguesa: o técnico Geninho deve manter o 3-5-2 que venceu o São Paulo no último fim de semana. O atacante Ananias, recuperado de dores na coxa, pode voltar ao time, mas deve ficar no banco de reservas. Mudança certa é a saída de Luis Ricardo, que cumpre suspensão. O jovem Alê, de apenas 19 anos, é uma opção para a vaga na lateral direita. Geninho ainda pode deslocar Ivan para a direita e promover Raí a titular na esquerda. Assim, a Lusa deve entrar em campo com Dida; Rogério, Gustavo e Lima; Alê (Raí), Moisés, Guilherme e Léo Silva e Ivan; Diego Viana e Vandinho.A Portuguesa vai empolgada pela vitória na última rodada sobre o São Paulo, também no Canindé. A Lusa tem sete pontos, três a mais que o Peixe, que ainda está atrás da primeira vitória no Brasileirão. O jogo será transmitido para todo o Brasil pelo canal Premiére, por meio do sistema pay-per-view. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances, em Tempo Real.
Santos: apesar de ter algumas dúvidas em virtude de atletas no departamento médico, o técnico Muricy Ramalho, do Alvinegro, não deve mudar a equipe titular do Peixe, em relação ao time que treinou nos últimos dias no CT Rei Pelé. A provável novidade da partida será a estreia de Douglas (antes chamado de Wesley Douglas), jovem lateral-direito de 19 anos. Além do atleta recém-promovido da base, a outra surpresa para a torcida santista é a possível volta de Paulo Henrique Ganso, desfalque contra o Coritiba, ele está relacionado para o jogo contra a Lusa. Já Elano deve seguir no banco. Desta forma, o provável Santos terá: Rafael; Wesley Douglas, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Henrique, Arouca e Ganso; Neymar e Borges.

Portuguesa: Luis Ricardo, suspenso. William Xavier, Leandro Silva e Ricardo Jesus, lesionados.
Santos: Fucile, David Braz, Pedro Castro, Crystian, Galhardo, Bernardo, lesionados. Maranhão, barrado.
Portuguesa: os zagueiros Gustavo e Rogério.
Santos: os zagueiros Bruno Rodrigo e Edu Dracena.
Raphael Claus (SP) apita o jogo, auxiliado por Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Daniel Paulo Ziolli (SP). Raphael Claus arbitrou três partidas no Brasileirão, marcou 116 faltas (média de 38,7 por jogo), aplicou 10 amarelos (3,3 po jogo), nenhum vermelho e assinalou dois pênaltis. O campeonato tem média de 4,59 amarelos, 0,22 vermelhos e 37,7 faltas.

Portuguesa: Guilherme. O volante chegou a ser afastado da Lusa e perdeu o início do Brasileirão por conta das negociações com o Corinthians. O volante disse ter sido até ameaçado por torcedores da Portuguesa. Mas isso ficou para trás. Ele voltou a ser titular na partida contra o São Paulo, jogou bem e foi aplaudido no Canindé. Agora, ele espera fazer um gol no Santos para selar as pazes com a torcida.
Portuguesa: Guilherme. O volante chegou a ser afastado da Lusa e perdeu o início do Brasileirão por conta das negociações com o Corinthians. O volante disse ter sido até ameaçado por torcedores da Portuguesa. Mas isso ficou para trás. Ele voltou a ser titular na partida contra o São Paulo, jogou bem e foi aplaudido no Canindé. Agora, ele espera fazer um gol no Santos para selar as pazes com a torcida.
Santos: Neymar e Ganso. O atacante do Santos, artilheiro do time na temporada, com 29 gols em 29 jogos, marcou contra o Coritiba, no empate por 2 a 2, e é a principal esperança de bolas na rede do time. O craque tentará manter média de um gol por partida. Já o camisa 10 retorna para a equipe e deve melhorar a qualidade do passe no meio.

Moisés, volante da Portuguesa: "O Santos tem jogadores de qualidade, como Neymar, Ganso e Arouca, que sempre podem fazer a diferença. Não podemos nos descuidar na marcação, mas também precisamos atacar. Espero que possamos ter esse equilíbrio para buscar a vitória e mais três pontos importantes. Vencer dois clássicos seguidos nos daria uma confiança ainda maior para a sequência da competição"
Moisés, volante da Portuguesa: "O Santos tem jogadores de qualidade, como Neymar, Ganso e Arouca, que sempre podem fazer a diferença. Não podemos nos descuidar na marcação, mas também precisamos atacar. Espero que possamos ter esse equilíbrio para buscar a vitória e mais três pontos importantes. Vencer dois clássicos seguidos nos daria uma confiança ainda maior para a sequência da competição"
Muricy Ramalho, técnico do Santos: "É um time que passou por uma fase não boa no Paulistão. Ganhou um bom clássico contra o São Paulo e é sempre complicado jogar no Canindé. Será um jogo duro, como todos no Brasileiro"
* Quem tem vantagem? Confira o histórico do confronto na Futpédia
* Este é o pior início de Campeonato Brasileiro na história do Santos. Pela primeira vez desde 1971, quando o Campeonato Brasileiro começou a ser disputado, o Santos não conseguiu vitória alguma em suas seis primeiras partidas na competição.
* Além do jejum de vitórias (sete partidas sem ganhar, contando a Libertadores), o Santos vive um momento de escassez de gols. Depois de marcar 79 gols em 31 jogos até a decisão do Campeonato Paulista, o Peixe marcou apenas cinco gols em suas últimas dez partidas. Nestes jogos, o Santos conseguiu apenas uma vitória, empatou cinco vezes e sofreu quatro derrotas.
* No Canindé, a Portuguesa já disputou 15 partidas nesta temporada, obtendo oito vitórias, quatro empates e sofrendo apenas três derrotas, para Paulista e Santos no Paulistão, e Vasco no Brasileiro. Em 2012, a Lusa marcou 23 gols no Canindé e sofreu nove.
* Nas últimas cinco vezes que Portuguesa e Santos se enfrentaram no Canindé, houve quatro empates (0 a 0 no Brasileiro 2001; 1 a 1 no Torneio Rio-SP 2002; 0 a 0 no Brasileiro 2008 e 1 a 1 no Paulistão 2010) e uma vitória santista por 2 a 0 no Paulistão deste ano.
g1
Em meio à guerra contra o tráfico, mexicanos escolhem novo presidente
Aterrorizados com tiroteios, sequestros e massacres na guerra contra os cartéis da droga, os mexicanos vão às urnas neste domingo (1º) para escolher o próximo presidente do país, 128 senadores e 500 deputados federais. Se as pesquisas se confirmarem, Enrique Peña Nieto caminha para pôr o partido que governou o México por grande parte do século passado, o PRI, de volta ao poder.
A última sondagem, feita pela empresa Buendía & Laredo para o jornal 'El Universal', mostrou Peña Nieto, do opositor Partido Revolucionário Institucional, subindo 4,2 pontos percentuais, para 41,2% das intenções de voto, em comparação a uma pesquisa publicada em 18 de junho.
A pesquisa menos favorável ao candidato do PRI é a do jornal Reforma, que aponta 41% das intenções de voto para Peña Nieto, contra 31% para o esquerdista Andrés Manuel López Obrador, da coalizão Movimento Progressista, e 24% para Josefina Vázquez Mota, do governista Partido Ação Nacional (PAN) - que não obteve muito apoio do atual presidente para decolar sua campanha.
Os candidatos firmaram na última quinta um pacto no qual se comprometem a aceitar os resultados da eleição, em meio a temores de que López Obrador poderia não admitir sua provável derrota e comandar protestos, como fez em 2006. O esquerdista recentemente acusou seus rivais de tramarem uma fraude eleitoral dizendo ter pesquisas próprias que apontavam sua liderança, mas participou do evento e assinou o documento, assim como o restante dos candidatos.
Violência na pauta
Quando o presidente Felipe Calderón chegou ao poder, em 2006, lançou uma ofensiva militar para combater as drogas que deixou mais de 50 mil mortos - e até agora não conseguiu acabar com o poder dos cartéis. Segundo uma pesquisa do instituto Pew Research publicada no dia 20 de junho, oito em cada dez mexicanos apoia a política de Calderón, embora 47% digam que há progressos contra a guerra ao narcotráfico e 30% achem que o governo está perdendo.
Quando o presidente Felipe Calderón chegou ao poder, em 2006, lançou uma ofensiva militar para combater as drogas que deixou mais de 50 mil mortos - e até agora não conseguiu acabar com o poder dos cartéis. Segundo uma pesquisa do instituto Pew Research publicada no dia 20 de junho, oito em cada dez mexicanos apoia a política de Calderón, embora 47% digam que há progressos contra a guerra ao narcotráfico e 30% achem que o governo está perdendo.
"Tomara que vença o candidato que puder acalmar essa situação. Estamos cansados de tantas mortes. Dá medo sair de casa: começou um tiroteio quando comprava o uniforme do meu neto e vi o vendedor cair morto", contou à agência de notícias France Presse Elia Espinoza, dona de casa de 56 anos, em um comício.
Segundo escreveu o jornalista e autor Alan Riding em um artigo no jornal 'New York Times', "ao invés de derrotar os cartéis, [a política antidrogas de Calderón] trouxe a violência a uma escala não vista no México desde 1920, embora muito disso ocorra entre as gangues da droga. E mesmo quando os chefões do tráfico assassinam jornalistas e corrompem generais, o senhor Calderón defendeu sua política - com o apoio americano. Então, sim, os mexicanos querem mudança."
Segundo a análise, o PRI precisava de uma cara nova e viu em Peña Nieto uma boa saída para se reapresentar ao poder. O partido governou o México entre 1929 e 2000, quando foi retirado do poder pelo PAN em uma eleição presidencial. À época, a vitória do PAN foi vista como uma conquista da democracia, mas os problemas econômicos e o aumento da violência no país parecem estar abrindo caminho para a volta do PRI.
Os mercados financeiros mexicanos já embutiram nos preços dos ativos uma vitória de Peña Nieto, então uma vitória apertada que coloque em risco o seu mandato e as reformas econômicas pode assustar investidores e atingir os preços.
Peña Nieto prometeu fazer uma reforma fiscal e a abrir a estatal de petróleo Pemex para mais investimento privado, rompendo com as tradições do PRI, que nacionalizou a indústria de petróleo do México em 1938.
* Com informações da Reuters e AFP
g1
Real completa 18 anos; você lembra como era o dinheiro antes?
Neste domingo (1º), o real completa 18 anos em circulação no país. A moeda – a quinta à qual os brasileiros tiveram que se acostumar em uma década – marcou o final do período de instabilidade monetária e altas taxas de inflação, que chegaram a atingir 5.000% ao ano – de julho de 1993 a junho de 1994.
Antes do real, a moeda que circulava no país era o cruzeiro real (CR$), vigente de 1º de agosto de 1993 até 30 de junho de 1994. Ele funcionava junto com a Unidade Real de Valor, a URV, cujo valor, em cruzeiros reais, variava diariamente.
Antes do real, a moeda que circulava no país era o cruzeiro real (CR$), vigente de 1º de agosto de 1993 até 30 de junho de 1994. Ele funcionava junto com a Unidade Real de Valor, a URV, cujo valor, em cruzeiros reais, variava diariamente.
Em 1º de julho de 1994, uma URV passou a ser igual a R$ 1. Para a equivalência, o valor da nova moeda foi fixado com a cotação da URV do dia anterior, que era de 2.750 cruzeiros reais. Dessa forma, CR$ 5.000 equivaliam a cerca de R$ 2 – o suficiente para comprar, na época, meio quilo de carne, três litros de leite ou duas latas de refrigerante, por exemplo.
Como comparação, em São Paulo, o preço médio da cesta básica em maio deste ano era de R$ 283,69.Preços
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) calcula mensalmente o preço da cesta básica em 17 capitais brasileiras. Para se ter uma ideia, em junho de 1994 o preço da total da cesta era de CR$ 148.561,94. Se levado em conta o valor da URV de 2.750 cruzeiros reais, seria o equivalente a R$ 54 no dia 1º de julho de 1994 (ou seja, sem a inflação de lá para cá).
InflaçãoDe acordo com levantamento da consultoria Economática, de maio de 1989 até junho de 1994, a inflação média anual pelo IGP-M (índice da "inflação do aluguel, por ser usado para calcular os reajustes grande parte dos contratos), por exemplo, atingiu os robustos 1.874,9%. Nos 18 anos de lá para cá (de 30 de junho de 1994 a 31 de maio de 2012), ficou em 11,96% ao ano.
O IPCA, índice usado pelo governo para a "inflação oficial" do país, teve variação média de 507,3% de dezembro de 1979 até junho de 1994. Nos 18 anos seguintes, a taxa média anual foi de 8,28%.
O IPCA, índice usado pelo governo para a "inflação oficial" do país, teve variação média de 507,3% de dezembro de 1979 até junho de 1994. Nos 18 anos seguintes, a taxa média anual foi de 8,28%.
Apenas como comparação, o IPCA em 12 meses em maio deste ano acumula alta de 4,99%.
Em outro exemplo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que mede a inflação na cidade de São Paulo, variou 50,75% em junho de 1994. Em maio deste ano, a taxa foi de 0,35%.
g1
Estado da Paraíba tem o maior e o menor candidatos do Brasil
O município de Assunção, localizado na região do Cariri
paraibano, a 94,5 quilômetros de João Pessoa, tem pouco mais de três mil
habitantes. Sem grandes atrativos naturais e com uma economia minguada, a
cidadezinha chamou a atenção pela chapa montada para fazer oposição ao atual
prefeito, Luiz Waldvogel de Oliveira (PTB).
O candidato a vice-prefeito, confirmado em convenção
realizada na tarde da sexta-feira (29), é Joellison Fernandes, conhecido
nacionalmente como Ninão, um dos homens mais altos do mundo. Ele compõe chapa
ao lado de Nezinho França.
Com seus 2,29m de altura, Ninão (PT do B) enfrentará
problemas diferentes dos que está acostumado a enfrentar no seu cotidiano. O
município que ele pretende co-administrar não possui grandes atrativos físicos,
tem uma vegetação pobre - formada basicamente por caatinga - e as atividades
econômicas se resumem em pequenas produções agropecuárias.
Além disso, a cidade que tem no repasse do Fundo de
Participação dos Municípios (FPM) sua principal fonte de renda e é um dos mais
atingidos pelas estiagens prolongadas que têm castigado várias regiões da
Paraíba.
O MENOR CANDIDATO
E não é apenas Ninão que chamará a atenção da disputa
eleitoral deste ano pela estatura física. No outro extremo, Santino Feliciano
da Silva, um anão de apenas 1,08 m, vai disputar uma das vagas da Câmara
Municipal de João Pessoa, pelo PV.
Santino, como é conhecido, sempre gostou de política e
cresceu circulando pelos corredores da Assembléia Legislativa e dos principais
órgãos públicos. Muito conhecido na cidade, ele tem uma voz aguda como a de uma
criança, compra roupas em lojas infantis (tamanho 6 anos) e calça número 25.
Santino é falante e faz planos para o caso de ser eleito.
"Vou trabalhar muito", diz, levantando a bandeira da defesa dos
direitos dos portadores de necessidades especiais, em especial a
acessibilidade. "Eu sinto isso na pele todos os dias", justifica.
RECORDE
Como registro das candidaturas de Ninão e Santino, a Paraíba
poderá entrar no Guiness Book (O livro dos recordes) por ter os candidatos mais
alto e mais baixo das eleições de 2012.
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