terça-feira, 3 de julho de 2012

Foram registrados 80 assassinatos de mulheres este ano na Paraíba até o último dia 25 de junho.


As mulheres são vítimas destes crimes bárbaros principalmente quando o motivo é passional. De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social (Seds), foram registrados este ano 80 assassinatos de mulheres na Paraíba até o último dia 25 de junho. Os dados contabilizam todos os homicídios que tiveram mulheres com vítimas na Paraíba, independente da motivação.

Conforme informações da Seds, em 196 municípios paraibanos não houve registro de homicídios este ano, os chamados 'Crimes Violentos Letais Intencionais' (CVLI), com vítimas do sexo feminino. “Em 2010 foram 135 assassinatos de mulheres, em 2011 aconteceram 146”, disse o secretário de Segurança, Cláudio Lima.

Segundo a secretária da Mulher e Diversidade Humana do Estado, Iraê Lucena, existe uma casa abrigo em João Pessoa e outra em Campina Grande, com objetivo de atender as mulheres vítimas de violência doméstica. “É essencial que as mulheres denunciem, é a melhor forma de evitar o assassinato da mulher.

Estamos ainda analisando a possibilidade de implantar serviço de atendimento especializado às mulheres nas delegacias distritais dos municípios”, afirmou.

De acordo com a Organização Não Governamental Centro 8 de Março, que analisa crimes envolvendo mulheres como vítimas, o maior motivo é o sentimento de posse do homem sobre o sexo feminino, além do envolvimento das mulheres com as drogas.

Além disso, segundo a coordenadora Irene Marinheiro, as vítimas ainda denunciam muito pouco seus agressores.

JP Online
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Crueldade em mortes por assassinatos assusta os paraibanos


Os primeiros meses do ano vêm demonstrando uma grande incidência de crimes bárbaros, com vítimas esquartejadas, executadas a sangue frio, torturadas e em geral mortas com requintes de crueldade na Paraíba. A população está assustada e os especialistas analisam os casos como geralmente marcados por motivos irracionais, passionais ou por envolvimento da vítima em crimes como o tráfico de entorpecentes.

Não há dados oficiais relativos aos índices de crimes bárbaros na Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social (Seds), nem sua relação com os números gerais de homicídios em 2012.

A estatística mais atualizada sobre o total de homicídios registrados no Estado é de janeiro a maio deste ano. No período, 667 assassinatos foram contabilizados na Paraíba, de acordo com os dados oficiais do Núcleo de Análise Criminal e Estatística da Seds, divulgados em 4 de junho. Este número representa uma redução de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 697 pessoas assassinadas.

Para os especialistas, assassinatos desta natureza são objetos de repúdio e deixam marcas profundas entre familiares e amigos das vítimas e até em pessoas que não têm proximidade com os alvos da violência.

"A complexidade do tema é visível e impossibilita precisar as características predominantes, mas se pode identificar traços de personalidade compatíveis entre os que recorrem a este delito.

Existe uma relação de resolução máximo dos conflitos interiores e exteriores através da violência explícita e absoluta, onde há inclusive interesse do agressor na exposição gratuita do crime praticado", afirma a psicóloga Silvânia Barbosa.

Segundo o cientista político José Maria Nóbrega, especialista que estuda o fenômeno da violência, tais mortes são reflexo não apenas da carência de infraestrutura do aparato estatal, como também do modo de analisar a segurança pública.

"Não existem estudos empíricos sobre isso, mas para quem faz gestão da política de segurança pública, são dados simples e fundamentais", afirmou o pesquisador da Universidade Federal de Campina Grande.

Para o estudioso, a explosão da violência no Nordeste atinge direitos básicos de cidadania. "A desigualdade social e de renda e a pobreza não são fatores determinantes para o controle dos homicídios em taxas suportáveis. O problema está na 'engenharia institucional', ou seja, na eficácia das instituições responsáveis pela garantia da lei e da ordem", disse.

Jornal da Paraiba
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Crueldade em mortes por assassinatos assusta os paraibanos


Os primeiros meses do ano vêm demonstrando uma grande incidência de crimes bárbaros, com vítimas esquartejadas, executadas a sangue frio, torturadas e em geral mortas com requintes de crueldade na Paraíba. A população está assustada e os especialistas analisam os casos como geralmente marcados por motivos irracionais, passionais ou por envolvimento da vítima em crimes como o tráfico de entorpecentes.

Não há dados oficiais relativos aos índices de crimes bárbaros na Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social (Seds), nem sua relação com os números gerais de homicídios em 2012.

A estatística mais atualizada sobre o total de homicídios registrados no Estado é de janeiro a maio deste ano. No período, 667 assassinatos foram contabilizados na Paraíba, de acordo com os dados oficiais do Núcleo de Análise Criminal e Estatística da Seds, divulgados em 4 de junho. Este número representa uma redução de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 697 pessoas assassinadas.

Para os especialistas, assassinatos desta natureza são objetos de repúdio e deixam marcas profundas entre familiares e amigos das vítimas e até em pessoas que não têm proximidade com os alvos da violência.

"A complexidade do tema é visível e impossibilita precisar as características predominantes, mas se pode identificar traços de personalidade compatíveis entre os que recorrem a este delito.

Existe uma relação de resolução máximo dos conflitos interiores e exteriores através da violência explícita e absoluta, onde há inclusive interesse do agressor na exposição gratuita do crime praticado", afirma a psicóloga Silvânia Barbosa.

Segundo o cientista político José Maria Nóbrega, especialista que estuda o fenômeno da violência, tais mortes são reflexo não apenas da carência de infraestrutura do aparato estatal, como também do modo de analisar a segurança pública.

"Não existem estudos empíricos sobre isso, mas para quem faz gestão da política de segurança pública, são dados simples e fundamentais", afirmou o pesquisador da Universidade Federal de Campina Grande.

Para o estudioso, a explosão da violência no Nordeste atinge direitos básicos de cidadania. "A desigualdade social e de renda e a pobreza não são fatores determinantes para o controle dos homicídios em taxas suportáveis. O problema está na 'engenharia institucional', ou seja, na eficácia das instituições responsáveis pela garantia da lei e da ordem", disse.

Jornal da Paraiba
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Febraban lança consulta de cheques gratuita pela internet


Quem tem dúvidas se um cheque está bloqueado, sustado ou foi roubado já pode checar a informação, gratuitamente, pela internet. Recém-lançado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o Portal Cheque Legal permite que empresas e pessoas físicas consultem a situação do cheque e evite possíveis transtornos.

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