sexta-feira, 13 de julho de 2012

Hebe Camargo segue internada em hospital de SP


Hebe durante evento em SP no começo do mês de março (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press)
A apresentadora Hebe Camargo continuava internada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, na manhã desta sexta-feira (13). A assessoria de imprensa do hospital confirmou na noite desta quinta (12) que ela deu entrada na instituição. A família da apresentadora, no entanto, não autorizou a divulgação de informações sobre a data da internação e nem o motivo da volta dela ao hospital.
Hebe havia recebido alta médica e deixado o hospital no dia 21 de junho. Ela havia se internado para se recuperar da cirurgia de emergência a que foi submetida. Na ocasião, a operação para a retirada da vesícula foi bem-sucedida, de acordo com o hospital.
Hebe passou por uma cirurgia de emergência para retirada de um tumor no dia 11 de março. Muito bem-humorada, ela deixou o hospital após 13 dias de internação. “Se vocês pensaram que eu ia embora, eu enganei vocês. Olha eu aqui outra vez”, brincou, na época.

Por conta do retorno ao tratamento, ela havia voltado a perder cabelo e, consequentemente, a usar perucas. "Evidentemente, todo remédio forte causa algum problema. O meu problema é que eu, de novo, fiquei carequinha. Eu não estou careca, mas quase. Então, evidentemente, estou de peruca", afirmou a apresentadora no comunicado enviado à empresa na ocasião.
Doença
Em janeiro de 2010, a apresentadora de 82 anos teve um diagnóstico de câncer no peritônio, membrana que envolve os órgãos do aparelho digestivo. Hebe Camargo passou por uma cirurgia para retirada de nódulos, ficou 12 dias internada e, depois, passou a realizar tratamento quimioterápico.

Em setembro de 2011, Hebe iniciou um novo tratamento contra o câncer, com sessões de quimioterapia preventivas. "Não estou doente, apenas continuo me tratando para poder ficar com vocês muito tempo ainda", disse à época.

g1

Americana admite ter colado mãos da filha em parede como castigo


A americana Elizabeth Escalona se declarou culpada de ter colado as mãos da sua filha de dois anos numa parede. Além disso, ela espancou a menina, que chegou a ficar dois dias em coma.
Segundo a polícia, a mulher atacou a criança como castigo por ela não saber usar o banheiro.
A americana Elizabet Escalona deixa julgamento em que admitiu ser culpada por maus tratos a sua filha (Foto: Reprodução)
O incidente ocorreu em setembro do ano passado, no Texas, mas só agora a mulher começou a ser julgada. "Só Deus pode me julgar", disse ela à rede de TV local WFAA (assista ao vídeo).
Elizabeth Escalona pode pegar até prisão perpétua.
g1

EX-AGENTE DA CIA DIZ QUE CAPTURA DE DISCO VOADOR NOS EUA É VERDADEIRA


No dia 8 de julho de 1947, um objeto voador muito suspeito foi encontrado em um rancho, na cidade de Roswell, no interior do Estado norte-americano do Novo México. Apesar de o governo dizer que se tratava de um balão meteorológico, ufólogos de todo o mundo não têm dúvida de que o episódio é uma das principais provas de que discos voadores já visitaram a Terra.

Agora, 65 anos depois do famoso incidente, um ex-agente da CIA, o serviço secreto americano, confirma o que muita gente já desconfiava.

“Não era a droga de um balão meteorológico. Era sim o que as pessoas achavam que era quando encontraram aquilo”, disse Chase Brandon. “Aquele objeto claramente não era deste planeta”, completou.
 

Brandon trabalhou por 25 anos em um departamento da CIA conhecido como Serviço Clandestino. Nos seus dez últimos anos de serviço, tornou-se diretor de publicações e teve a oportunidade de conhecer uma seção especial no quartel-general da agência, em Langley, no Estado da Virgínia.

Era um local tão secreto que poucas pessoas na CIA tinham acesso. “Um dia, eu estava caminhando pelo local até que uma caixa me chamou atenção. Ela tinha uma só palavra escrita nela: Roswell”, contou. “Eu a abri, dei uma olhada e disse: ‘Meu Deus, aquilo realmente aconteceu’.”

Brandon não diz exatamente o que encontrou, apenas afirma que leu alguns documentos e viu algumas fotos. “Aquele momento validou tudo o que eu acreditava”, disse.


Uol

JEFTE NEWS

O Arame Farpado




Os seres humanos costumam desejar ardentemente a mudança, mas possuem um arraigado e poderoso receio dela.

Não por acaso, Thoreau observou que “muitos homens vivem vidas de silencioso desespero”. A espécie humana é dotada da faculdade de pensar e sonhar, por isso eventualmente se dá conta de que vive aquém do que gostaria e elabora fantasias sobre como aproveitar melhor sua existência na Terra. Essa crônica insatisfação poderia ser o gatilho da liberdade, mas na verdade costuma provocar angústias colossais quando bate de frente com uma característica atávica: o irracional medo da mudança. Ou, dito de outra forma, o medo do arame farpado.

Esqueçam fantasmas, feras selvagens, aranhas ou tsunamis. A entidade que mais provoca medo em seres humanos é o arame farpado.

 Por força das circunstâncias, quase todos os homens e mulheres deslizam para uma vida de acomodação; para uma atividade, um emprego ou um casamento que não lhes ofereça grandes riscos mas também não lhes proporcione grandes emoções.

Uma metáfora perfeita para esta situação é a do  cercado com cobertura, rodeado por uma espessa cerca de arame farpado. O animal preso neste cercado tem um local onde se abrigar da chuva, do frio e do calor. Recebe um mínimo necessário de comida e água para sobreviver. Dentro do cercado, está seguro do ataque de predadores, não morrerá de inanição, de frio ou calor. No entanto, através das frestas do arame farpado  pode ver o mundo imenso que há lá fora, com suas planícies e rios, colinas e caminhos para trilhar,  o sol a se por sobre montanhas, o cheiro da brisa do mar. Com estes estímulos, é possível sonhar uma vida melhor, mais rica, mais emocionante, mais plena.
E o animal cercado sonha. Nos sonhos, tudo é perfeito. Fora do cercado, andará descalço às margens dos rios… frutas e animais silvestres lhe darão sustento, verá praias de sonho e ouvirá o som plácido de uma floresta ao entardecer. Encontrará outros de sua espécie, poderá correr, saltar e dançar sobre a grama. Mas ao baixar os olhos percebe que não será fácil atravessar o arame farpado… não sem graves ferimentos e arranhões. E, tal qual a raposa frente às uvas que não pode alcançar, começa a imaginar os obstáculos, os óbices: e se lá fora não houver comida? E se os animais selvagens vierem a seu encalço? E se a neve o soterrar no inverno e o sol o esturricar no verão?

Eis que estremece, vislumbra o fio do arame apontado para si… o fio que vai cortar a carne, que vai roubar-lhe o sangue e deixar cicatrizes longas e duradouras. O arame farpado grita, e o animal resigna-se a voltar para a palha do cercado. Ali… ora, ali a comida é quase intragável, mas não falta. O teto é horrendo, mas protege da chuva. Ali os leões e lobos não podem entrar. Acomodemo-nos, é mais seguro. O animal então adormece, amedrontado demais para sequer imaginar uma forma de fugir.
Fonte:Polifonias

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Operação sobre rixa de famílias no Sertão da PB tem mais uma audiência


Aconteceu, nesta quarta-feira (11), mais uma audiência da Operação Laços de Sangue, que investiga homicídios causados por uma guerra entre famílias tradicionais de Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba. O caso julgado pelo juiz Fabrício Meira corresponde ao assassinato de Raimundo Enilson de Mesquita, executado ano passado na cidade.

Na 1ª Vara do Fórum de Catolé do Rocha tramitam seis processos da operação. Até agora, apenas um deles teve a primeira fase do processo concluído.


Uma das testemunhas que prestou depoimento foi a irmã da vítima Cleide Batista de Oliveira, que está presa há 10 meses acusada de ser mandante de homicídios de membros de uma família rival. Segundo o promotor Túlio Neves, após o depoimento, ela solicitou também ser ouvida pelo Ministério Público porque soube de algumas novidades e queria relatá-las para apuração do MP.

Redução de violência
De acordo com dados da Justiça, houve uma redução de 40% no índice de criminalidade na cidade de Catolé do Rocha após a Operação Laços de Sangue e o funcionamento do mutirão judiciário na cidade.

Segundo a polícia, já faz mais de um ano que não há homicídios relacionados com a guerra entre famílias tradicionais de Catolé do Rocha. No entanto, muitos assassinatos relacionados a esse caso ainda não foram julgados.
g1

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