sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Adolescente liga para polícia e evita assalto na Zona Sul de SP


Um adolescente de 17 anos fez uma ligação rápida, de poucos segundos, para o 190, o número da Polícia Militar, e evitou que a casa dele fosse assaltada em Jabaquara, na Zona Sul da capital paulista, na tarde de quinta-feira (20).
Três homens arrombaram o portão eletrônico e estacionaram um carro que tinha sido roubado na semana passada. No momento em que os criminosos chegaram, o adolescente estava sozinho com a empregada.

Eles fizeram tanto barulho para a arrombar a porta que a empregada da família, que tem problema de audição, percebeu a presença deles. Enquanto ela segurava a porta para impedir a entrada dos criminosos, ela fez um gesto para o filho do casal telefonar para polícia. O rapaz de 17 anos ligou para o 190 e disse apenas uma frase: “Socorro, estão roubando minha casa”.

A Polícia Militar recebe 8 mil trotes por dia. Porém, nesse caso, a voz embargada da vítima chamou a atenção do atendente. O policial rastreou a ligação, descobriu o endereço e acionou as viaturas da região.

O pai do adolescente, o executivo de vendas Ricardo Medeiros, afirmou que a polícia chegou em cerca de cinco minutos.

O casal e a empregada reconheceram um dos criminosos. Ele pintou a casa da família no ano passado. A delegada Ancilla Vêga declarou que é preciso tomar bastante cuidado na hora de contratar um profissional para prestar serviços dentro de casa.

A dona do carro que havia sido roubado na semana passada foi localizada pela polícia. Três pessoas foram detidas. Uma delas é menor de idade e será encaminhada à Fundação Casa.

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G1

Deputado Pedro Henry não é 'super-homem', argumenta advogado


O advogado José Antonio Duarte Álvares, durante a defesa de Pedro Henry no STF (esq.) e o deputado (dir.) (Foto: Reprodução)O advogado José Antonio Duarte Álvares, durante
a defesa de Pedro Henry no STF (esq.) e o
deputado (dir.) (Foto: Reprodução)
Responsável pela defesa do deputado Pedro Henry (PP-MT) no julgamento do mensalão, o advogado José Antonio Duarte Álvares rechaçou a tese do relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, de que, por ter sido líder da bancada do partido na Câmara, tivesse poder para conduzir os votos do partido.
"O líder não é um super-homem", afirmou Álvares. Nesta quinta, o deputado recebeu umvoto pela condenação (de Barbosa) e outro pela absolvição (do ministro-revisor, Ricardo Lewandowski).
Em memorial distribuído aos magistrados nos últimos dias, o advogado rebateu a acusação, aceita por Barbosa, de que Henry teria recebido propina para influenciar os deputados do PP a votarem de acordo com os interesses do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre 2003 e 2005.
Em seu voto nesta quinta, o revisor da ação, Ricardo Lewandowski, divergiu de Barbosa e absolveu Pedro Henry das acusações de corrupção passiva (receber vantagem indevida na condição de servidor público), lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
O texto de três páginas do memorial, entregue a nove ministros do Supremo – somente Joaquim Barbosa não recebeu o documento –, tenta desmistificar as atribuições dos líderes de bancada.
Segundo o advogado do parlamentar do PP, o relator descreveu Pedro Henry em seu voto como uma pessoa "que tinha ascensão absoluta sobre todos os outros deputados".
"Você imagina que um parlamentar receba um dinheiro e convença outros 50 parlamentares, que é que tinha o PP na época (do suposto mensalão), a votar da maneira como ele quer. Dentre esses parlamentares estavam Francisco Dornelles (PP-RJ), Ibrahim Abi-Ackel (PP-MG) e Delfim Neto (PP-SP). Como você convence esses caras?", argumentou Álvares ao G1 na noite desta quinta.
Ênfase 'exacerbada'
O defensor de Pedro Henry ressalta que o objetivo de seu memorial foi rebater a ênfase "exacerbada" que o relator deu ao poder do ex-líder do PP.

Álvares revelou que sua pulsação "subiu às alturas" no momento em que Lewandowski começou a ler seu voto, ansioso para verificar se ele havia conseguido convencer o revisor sobre sua tese de defesa.
Os votos divergentes do relator e do revisor em torno da suposta participação do deputado Pedro Henry no esquema do mensalão não surpreenderam o advogado, segundo ele afirmou.
Para Álvares, em razão de Barbosa ser egresso do Ministério Público, "há uma tendência" de ele acolher a denúncia dos procuradores da República.
Apesar da vitória parcial alcançada com o voto de Lewandowski pela absolvição de Pedro Henry, o advogado não arrisca dizer que a questão está vencida. Após a manifestação do revisor, votam os outros oito ministros da corte. "Não vou criar essa expectativa e nem vou deixar que o meu cliente crie", disse.
G1

Deputado Pedro Henry não é 'super-homem', argumenta advogado


O advogado José Antonio Duarte Álvares, durante a defesa de Pedro Henry no STF (esq.) e o deputado (dir.) (Foto: Reprodução)O advogado José Antonio Duarte Álvares, durante
a defesa de Pedro Henry no STF (esq.) e o
deputado (dir.) (Foto: Reprodução)
Responsável pela defesa do deputado Pedro Henry (PP-MT) no julgamento do mensalão, o advogado José Antonio Duarte Álvares rechaçou a tese do relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, de que, por ter sido líder da bancada do partido na Câmara, tivesse poder para conduzir os votos do partido.
"O líder não é um super-homem", afirmou Álvares. Nesta quinta, o deputado recebeu umvoto pela condenação (de Barbosa) e outro pela absolvição (do ministro-revisor, Ricardo Lewandowski).
Em memorial distribuído aos magistrados nos últimos dias, o advogado rebateu a acusação, aceita por Barbosa, de que Henry teria recebido propina para influenciar os deputados do PP a votarem de acordo com os interesses do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre 2003 e 2005.
Em seu voto nesta quinta, o revisor da ação, Ricardo Lewandowski, divergiu de Barbosa e absolveu Pedro Henry das acusações de corrupção passiva (receber vantagem indevida na condição de servidor público), lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
O texto de três páginas do memorial, entregue a nove ministros do Supremo – somente Joaquim Barbosa não recebeu o documento –, tenta desmistificar as atribuições dos líderes de bancada.
Segundo o advogado do parlamentar do PP, o relator descreveu Pedro Henry em seu voto como uma pessoa "que tinha ascensão absoluta sobre todos os outros deputados".
"Você imagina que um parlamentar receba um dinheiro e convença outros 50 parlamentares, que é que tinha o PP na época (do suposto mensalão), a votar da maneira como ele quer. Dentre esses parlamentares estavam Francisco Dornelles (PP-RJ), Ibrahim Abi-Ackel (PP-MG) e Delfim Neto (PP-SP). Como você convence esses caras?", argumentou Álvares ao G1 na noite desta quinta.
Ênfase 'exacerbada'
O defensor de Pedro Henry ressalta que o objetivo de seu memorial foi rebater a ênfase "exacerbada" que o relator deu ao poder do ex-líder do PP.

Álvares revelou que sua pulsação "subiu às alturas" no momento em que Lewandowski começou a ler seu voto, ansioso para verificar se ele havia conseguido convencer o revisor sobre sua tese de defesa.
Os votos divergentes do relator e do revisor em torno da suposta participação do deputado Pedro Henry no esquema do mensalão não surpreenderam o advogado, segundo ele afirmou.
Para Álvares, em razão de Barbosa ser egresso do Ministério Público, "há uma tendência" de ele acolher a denúncia dos procuradores da República.
Apesar da vitória parcial alcançada com o voto de Lewandowski pela absolvição de Pedro Henry, o advogado não arrisca dizer que a questão está vencida. Após a manifestação do revisor, votam os outros oito ministros da corte. "Não vou criar essa expectativa e nem vou deixar que o meu cliente crie", disse.
G1

Enem: veja temas de atualidades que podem estar na prova


O Exame do Nacional do Ensino Médio (Enem) será aplicado nos dias 3 e 4 de novembro. Com a proximidade da prova, é importante o candidato estar atentos aos temas de atualidades.
Embora eles não façam parte do edital, a prova conhecida por estar alinhada com o cotidiano do estudante, utiliza os temas para compor suas questões. O professor de história do Sistema Elite de Ensino, Paulo Eduardo Souza, explica:
- Geralmente, as atualidades são utilizadas na introdução das questões da prova. A banca se utiliza de um tema atual e o vincula a um tema de origem histórica.
O VIDA DE CALOURO que, em agosto, selecionou cinco atualidades que podem estar no Enem, aponta agora outros temas que podem influenciar as questões.
Rio+20
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, foi realizada de 13 a 22 de junho de 2012, no Rio de Janeiro. O evento marcou os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Eco-92).
O objetivo da Conferência foi renovar o compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.
A cerimônia de abertura da Arena Socioambiental, na Cúpula dos Povos, durante a Rio+20
A cerimônia de abertura da Arena Socioambiental, na Cúpula dos Povos, durante a Rio+20 Foto: Márcia Foletto / O Globo
A Rio+20 teve dois temas principais: a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.
Os 100 anos do início da Guerra do Contestado
Ocorrido entre outubro de 1912 e agosto de 1916, a Guerra do Contestado foi um conflito armado travado entre a população cabocla de uma área rica em erva-mate e madeira entre Paraná e Santa Catarina e o governo desses estados. Estes eram apoiados por determinação do então presidente Hermes da Fonseca.
Originalmente, os moradores da região eram posseiros e pequenos fazendeiros que viviam da comercialização daqueles produtos. Sob liderança de José Maria, os camponeses expulsos de suas terras começaram a se reunir e se revoltaram contra os governos.
As tropas militares conseguiram massacrar os rebeldes em 1916, apesar da resistência dos revoltosos. Com 46 meses de conflito, a Guerra do Contestado superou até Canudos em duração e número de mortes.
A usina de Belo Monte e a questão energética no Brasil
A Usina Hidrelétrica de Belo Monte é uma central hidrelétrica que está sendo construída no Rio Xingu, nas proximidades da cidade de Altamira, no Pará. Desde o início de sua construção, o projeto Belo Monte é criticado por ambientalista brasileiros e internacionais e tribos indígenas locais. A polêmica construção da central hidrelétrica é tema recorrente nas provas de vestibular, principalmente, abordando os impactos socioambientais relacionados a ela.
Manifestantes protestam contra a usina de Belo Monte, no STF, durante o julgamento do Mensalão
Manifestantes protestam contra a usina de Belo Monte, no STF, durante o julgamento do Mensalão Foto: Gustavo Miranda / O Globo
Novo Código Florestal
O Código Florestal Brasileiro trata das vegetações em território nacional, define a Amazônia Legal, os direitos de propriedade e restrições de uso para algumas regiões que compreendem estas formações vegetais e os critérios para supressão e exploração da vegetação nativa.
O Novo Código Florestal brasileiro (Projeto de Lei nº 1.876/99) é uma reforma do código promulgado em 1965. O país ganha, depois de 47 anos, um novo conjunto de leis que define regras para a produção agrícola e para a preservação ambiental, a partir de uma série de remendos ao longo das décadas.
Comissão da Verdade
Criada em 2012, o Governo Federal nomeou um grupo de juristas e professores para integrar a Comissão da Verdade, cujo objetivo é realizar investigações sobre crimes cometidos pelo Estado brasileiro entre 1937 e 1985. Nesse período, vale lembrar, acontecem os dois regimes ditatoriais desse período: o Estado Novo e a Ditadura Militar.
A comissão não vai investigar supostos crimes praticados por grupos de esquerda, opositores do regime militar. Até 2014, a Comissão da Verdade deve entregar um relatório final.
Fonte: extra.globo


Aniversariante do dia




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