O presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, acusou Israel e os Estados Unidos de "intimidação" nuclear, nesta quarta-feira (26), em seu discurso na Assembleia Geral da ONU.
"Prevaleceu a corrida armamentista e a intimidação através de armas nucleares ou de destruição em massa por parte dos poderes hegemônicos", disse.
Ahmadinejad disse que seu país está sob ameaça de ação militar de "sionistas incivilizados", em uma clara referência a Israel, mas sem nomear o rival, acrescentando que essas ameaças servem para "submeter" as nações.
O presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, discursa na Assembleia Geral da ONU nesta quarta-feira (26) (Foto: AFP)
Durante a fala, diplomatas do Canadá deixaram o recinto.
Questão nuclear
OIrãenfrenta uma crescente pressão internacional por conta de seu programa nuclear. As potências ocidentais afirmam que o país tem a intenção de obter armas atômicas, mas Teerã nega.
Manifestantes e policiais de choque entraram em confronto nesta quarta-feira (26) em Atenas, capital da Grécia, durante um dia de greve geral contra as medidas de austeridade exigidas pela União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) como condição para seguir apoiando o país.
Os confrontos ocorreram na Praça Syntagma, no centro da capital. A polícia usou bombas de gás contra os manifestantes, que atiraram coquetéis molotov e pedras contra os policiais.
Alguns jovens também atearam fogo a um quiosque de uma empresa de telefonia e em lixeiras, além de quebrarem janelas, enquanto os hotéis de luxo ao longo da praça foram protegidos por um cordão policial.Os confrontos prosseguiram na praça e próximo ao ministério das Finanças, onde um caminhão dos bombeiros estava estacionado, enquanto a maioria dos manifestantes protestavam pacificamente, antes de um reforço policial chegar e expulsar alguns jovens.
Cerca de 50 mil pessoas participam dos protestos. Eles gritavam: "Não vamos nos submeter à troika (credores)" e "Fora UE e FMI!".
O dia de ação nacional, o primeiro desde junho, quando o governo de coalizão do primeiro-ministro conservador Antonis Samaras assumiu o poder, afeta consideravelmente o funcionamento da administração e os serviços públicos, com escolas fechadas e hospitais funcionando em ritmo lento.
Policial ajuda um colega atingido pelas chamas de um coquetel Molotov durante os conflitos na praça central de Atenas, na Grécia. (Foto: Yorgos Karahalis/Reuters)
Coquetel molotov explode ao lado de policial de choque nesta quarta-feira (26) durante protesto em Atenas (Foto: Reuters)
As férias de verão deram ao governo de coalizão liderado pelos conservadores uma calma relativa nas ruas desde que Samaras chegou ao poder com uma plataforma pró-euro e pró-resgate, mas os sindicatos preveem mais protestos com o fim do descanso.Manifestantes do Partido Comunista da Grécia marcham rumo ao Parlamento nesta quarta-feira (26) (Foto: Reuters)
"Ontem os espanhóis tomaram as ruas, hoje somos nós, amanhã serão os italianos e no dia seguinte, todo o povo da Europa", disse Yiorgos Harisis, sindicalista do sindicato dos servidores públicos Adedy.
Cerca de 3 mil policiais --o dobro do usado normalmente-- foram às ruas para proteger o centro de Atenas.
O último grande caso de violência nas ruas de Atenas havia ocorrido em fevereiro, quando manifestantes colocaram fogo em lojas e agências bancárias depois que o Parlamento aprovou as medidas de austeridade.
No Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência, uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do laboratório Bayer acende um alerta: 73% dos jovens não usam camisinha na primeira transa. A falta de prevenção pode levar a uma gravidez de risco, mas também é a porta de entrada para doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Uma delas é o HPV, que causa o câncer de colo do útero.
— Nas adolescentes, muitas lesões causadas pelo vírus HPV desaparecem sozinhas. Mas há um grupo em que elas evoluem para tumores. Esse câncer é um dos principais causadores de infertilidade, abortos, partos prematuros e mortalidade entre mulheres jovens — afirma Felipe Lorenzato, ginecologista e doutor em Patologia Molecular.
Sinais podem demorar
Entre o contágio pelo vírus e a manifestação de sintomas podem se passar décadas. Ao serem contaminados na adolescência — 82% fazem sexo antes dos 17 anos, ainda segundo o estudo — homens e mulheres podem passar os anos mais intensos de sua vida sexual disseminando o HPV, sem saber.
— O sintoma que mais aparece nessa faixa etária é a verruga, que é benigna. Mas cuidado: uma mulher com esse quadro, tem quatro vezes mais chances de apresentar uma lesão no colo do útero no futuro — alerta Denise Monteiro, professora da Uerj e especialista em Ginecologia da Infância e Adolescência.
Em 2009, a pesquisadora publicou um artigo onde relatava seus estudos no Instituto Fernandes Figueira, no Rio, com meninas de 11 a 19 anos. Nos dois primeiros anos de atividade sexual, 20,5% delas apresentaram alterações no exame que indicavam infecções por HPV.
— A melhor saída é vacinar as meninas de 9 a 14 anos contra o HPV. Se elas ainda não tiverem vida sexual ativa, a eficácia da prevenção é de 100% — afirma a chefe de Virologia do Instituto Ludwig e coordenadora do Instituto do HPV, Luisa Villa.
Rio terá vacina para meninas de 9 a 11 anos
A Secretaria estadual de Saúde abriu licitação para a compra de vacinas contra o HPV, que devem ser oferecidas nos postos de saúde, em 2013. O estado é o primeiro do país a oferecer as doses.
A reação dos pais fluminenses, porém, pode ser um desafio na implantação da imunização. Numa pesquisa do Hospital do Câncer de Barretos, que implementou a vacinação de forma experimental, alguns pais foram contra a iniciativa. Dentre os que não aceitaram a vacinação das filhas, 21% alegaram razões pessoais e 10% disseram que a menina não precisava, pois não fazia sexo.
— O sinal vermelho para o câncer não é um sinal verde para o sexo. A vacina não estimula as relações precoces. Ela apenas evita doenças — orienta Felipe Lorenzato.
O Município de Várzea recebeu hoje, dia 27 de junho, o
convite da representante da Editora Interesse Público Juliana Rodrigues
Carvalheiro, para o Prefeito José Ivaldo de Morais (Galego) participar na
cidade de São Paulo, no Centro de Convenções Rebouças, dia 12 de julho, da
entrega dos troféus no Prêmio “Município que faz”, para os municípios que se
destacaram nos índices e estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos
Ministérios da Saúde, Educação e do Trabalho, divulgado pela Federação das Indústrias
do Estado do Rio de Janeiro - FIRJAN e Índice de Desenvolvimento Humano – IDH,
que estiveram acima da média nacional, de acordo com o ranking do município,
disponível no site www.municipioquefaz.com.br.
O prêmio "Município que faz" é uma iniciativa do
Instituto Interesse Público que tem por objetivo destacar as melhores ações de
desenvolvimento de todos os 5.564 municípios brasileiros nas seguintes áreas:
Emprego e Renda, Educação e Saúde.
Apenas os municípios que alcançaram indicadores acima da
média nacional serão contemplados. O prêmio é um reconhecimento das atividades
desenvolvidas pelos municípios nessas áreas. O critério matemático estatístico
é de fácil entendimento, o índice varia de 0 a 1, quanto mais próximo de 1,
maior o desenvolvimento do município.
Além disso, sua metodologia possibilita determinar, com
precisão, se a melhora relativa ocorrida em determinado município decorre de
políticas específicas ou se o resultado obtido é apenas reflexo da queda dos
demais municípios. Essa iniciativa visa evidenciar os bons exemplos, que podem
se tornar referência para outros municípios brasileiros. O reconhecimento será
através da entrega do troféu "Município que faz", em solenidade realizada
durante o Forúm "Boas Práticas".