sábado, 6 de outubro de 2012

Veja lista com peixes gigantes que não são 'histórias de pescador'


Na semana passada, o canadense Norman Daley fisgou um esturjão de 3,5 metros de comprimento e cerca de 500 quilos durante pescaria no rio Fraser, perto de Chilliwack, no Canadá. Abaixo, o G1 reúne esse e outros peixes gigantes.
Esturjão de 3,5 metros e 500 kg foi capturado no rio Fraser. (Foto: Reprodução)Esturjão de 3,5 metros e 500 kg foi capturado no rio Fraser. (Foto: Reprodução)
Jeremy Wade segura exemplar de peixe-tigre-golias, que foi capturado no Congo, o 2º maior da África.  (Foto: Caters)O biólogo britânico Jeremy Wade, que apresenta o programa 'Monstros do rio', segura exemplar de peixe-tigre-golias, que foi capturado no rio Congo, o segundo maior da África, atrás apenas do Nilo. (Foto: Caters)
Em 2010, o japonês Manabu Kurita pescou um 'black bass' (conhecido como achigã), peixe que é bastante 'manhoso', de 10,92 kg no lago Biwa, no Japão, e igualou o recorde mundial que já durava 77 anos. (Foto: AP)Em 2010, o japonês Manabu Kurita pescou um 'black bass' (conhecido como achigã), peixe que é bastante 'manhoso', de 10,92 kg no lago Biwa, no Japão, e igualou o recorde mundial que durava 77 anos. (Foto: AP)
Durante uma pescaria com a mulher, o americano John White fisgou em setembro do ano passado um peixe-espada de 206 quilos, durante pescaria a cerca de 50 quilômetros ao sul de Islamorada, no estado da Flórida (EUA).  (Foto: Andy Newman/AP)Durante uma pescaria com a mulher, o americano John White fisgou em setembro do ano passado um peixe-espada de 206 quilos, durante pescaria a cerca de 50 quilômetros ao sul de Islamorada, no estado da Flórida (EUA). (Foto: Andy Newman/AP)
Em abril de 2012, os pescadores alemães Stefan Seuss, Uli Schuppler e Patrick Nimz fisgaram um peixe-gato, conhecido no Brasil como bagre, de 98,8 quilos e 2,34 metros no rio Po, na Itália. (Foto: Reprodução)Em abril de 2012, os pescadores alemães Stefan Seuss, Uli Schuppler e Patrick Nimz fisgaram um peixe-gato, conhecido no Brasil como bagre, de 98,8 quilos e 2,34 metros no rio Po, na Itália. (Foto: Reprodução)
Em junho do ano passado, o americano Chad Aldridge e seu pai, Ron, fisgaram um peixe de 159,12 quilos próximo à cidade de Homer, no Alasca. Eles levaram uma hora e 20 minutos para conseguir erguer ao barco o peixe enorme. (Foto: Divulgação/ Homer Halibut Derby)Em junho do ano passado, o americano Chad Aldridge e seu pai, Ron, fisgaram um peixe de 159,12 quilos próximo à cidade de Homer, no Alasca. Eles levaram uma hora e 20 minutos para conseguir erguer ao barco o peixe enorme. (Foto: Divulgação/ Homer Halibut Derby)
Em setembro de 2011, o pescador britânico Matt Gallant fisgou um peixe-gato albino de 2,29 metros e 81,6 quilos no rio Ebro, na Espanha. (Foto: Reprodução)Em setembro de 2011, o pescador britânico Matt Gallant fisgou um peixe-gato albino de 2,29 metros e 81,6 quilos no rio Ebro, na Espanha. (Foto: Reprodução)
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G1

Homem é levado para ser velado pela mãe e irmãs em presídio do RN


Corpo de homens é velado dentro de presídio em Caicó, RN (Foto: Sidney Silva/Cedida)Corpo de homem é velado dentro de presídio em Caicó, RN (Foto: Sidney Silva/Cedida)
Um fato inusitado chamou a atenção dos moradores de Caicó, município a 263 quilômetros de Natal, na tarde desta sexta-feira (5). O presídio da cidade, a penitenciária estadual do Seridó, foi usado como local de velório. Isso porque a mãe e as irmãs de Valdigley Souza do Nascimento, morto na quarta-feira (3), estão presas na unidade carcerária.
Gueguê, como era conhecido Valdigley Souza, também era presidiário. Ele cumpria pena por assaltos e tráfico de drogas na penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal. Na quarta-feira, ele e outros dois presidiários tentaram fugir, mas tiveram a fuga abortada por policiais militares. Os dois comparsas de Gueguê foram recapturados e ele, atingido por um tiro de fuzil no peito, morreu.
O corpo de Valdigley Souza foi levado para Caicó, de onde era natural. Durante toda essa sexta, ele foi velado na casa do pai. Antes de ser transladado para o cemitério Campo Jorge, na região Norte de Caicó, o cadáver foi levado para a penitenciária do Seridó. A mãe a as irmãs haviam solicitado permissão de irem velar o corpo do parente na casa delas, o que foi negado.
Com o não atendimento, colegas das detentas chegaram a atear fogo em colchões dentro da unidade prisional. A situação só foi contornada após o juiz Criminal de Caicó, Luiz Cândido Villaça, autorizar a ida do corpo ao presídio. O cadáver foi velado por cerca de 10 minutos, sendo levado para sepultamento em seguida.
G1

Exército turco responde a novo bombardeio vindo da Síria


Turquia voltou a bombardear o território da vizinha Síria neste sábado (6) depois que um novo ataque sírio atingiu na província meridional de Hatay.
O projétil caiu em um terreno baldio nas cercanias do povoado turco de Güvecci, a poucas centenas de metros da fronteira síria, sem deixar mortos ou feridos, informou a agência de notícias "Anadolu".
Uma unidade militar sediada na zona respondeu imediatamente ao fogo, seguindo um protocolo que vem virando rotina nos últimos dias.O projétil foi disparado durante os duros combates que o Exército regular sírio e grupos rebeldes travam ao redor do povoado de Harapjoz, na fronteiriça província síria de Idlib.
Já são três os projéteis que caíram na Turquia desde quarta-feira, quando um deles matou cinco membros de uma família turca no povoado de Akçakale, na província de Sanliurfa.
Ataque sem vítimas
Na sexta-feira (5), o exército da Turquia respondeu a um novo disparo de artilharia procedente da Síria que alcançou seu território, sem causar vítimas, na província de Hatay, no sudoeste, informou a cadeia de TV NTV.

O disparo atingiu a localidade turca de Altinozu, na fronteira, provocando a resposta imediata do Exército turco às 16h30 GMT (13h30 de Brasília), informou a NTV.
Governo turco
O premiê da Turquia, Tayyip Erdogan, disse nesta sexta-feira (5) que testar a "capacidade de dissuasão" da Turquia seria um "erro fatal", em um alerta à Síria dois dias após um bombardeio partido de território sírio ter matado cinco pessoas em uma cidade turca.

Falando em discurso em Istambul, Erdogan disse que a Turquia "não está interessada na guerra", mas "não está distante dela também".
Na véspera, o Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou o incidente.
Um "comunicado" dos 15 países membros do Conselho "exige que estas violações das leis internacionais se detenham imediatamente e não voltem a se repetir".
G1

'Mais difícil foi mudar a mente', avalia jovem do PR depois de eliminar 27 kg


Joyce perdeu 27 kg em pouco menos de 1 ano (Foto: Arquivo pessoal)Joyce perdeu 27 kg em pouco menos de 1 ano
(Foto: Arquivo pessoal)
Ter consciência da alimentação e não resistir às tentações do dia a dia não é uma tarefa fácil, mas é essencial para quem quer perder peso e levar uma vida saudável. Para a carioca Joyce Ribeiro, de 28 anos, aprender a pensar dessa maneira foi a maior dificuldade na tentativa de emagrecer.
“Foi muito difícil não pensar mais como gordinha. Tive que mudar a mentalidade e pensar como magra, ou seja, comer para matar a fome e não mais por gula”, lembra a jovem, que atualmente mora em Curitiba, no Paraná. Foi com esse novo pensamento que ela saiu dos 85 kg para os 58 kg, 27 kg a menos na balança.
O excesso de peso veio nos últimos 5 anos, depois que Joyce saiu do Rio de Janeiro, mudou-se para Curitiba e engravidou. “No fim de 2011, fui procurar um médico porque queria fazer uma cirurgia de redução dos seios e ele me perguntou por que eu ia gastar tanto dinheiro com aquilo se eu tinha tanta gordura sobrando”, lembra.
A jovem, que já tinha ouvido de outras pessoas que estava gordinha, se incomodou mais especialmente com a palavra do médico e usou aquilo como um incentivo para começar a mudança no estilo de vida. “Eu tinha uma imagem distorcida de mim, me acostumei com o excesso de peso. Precisei ouvir de outra pessoa para perceber que eu não estava feliz com o que via no espelho”, avalia.
Após o fim do ano, em janeiro de 2012, ela procurou um nutricionista. “Não queria tomar remédios porque sabia que engordaria de novo depois. A minha ideia era chegar no meu peso ideal com mudança de hábitos para conseguir manter”, lembra Joyce. O nutricionista então montou uma dieta de 1.400 calorias diárias e estipulou um prazo de 6 meses para o resultado.
O nutricionista passou uma dieta de 1.400 calorias diárias para a jovem seguir. Na imagem à esquerda, Joyce ainda está acima do peso; na direita, depois de emagrecer (Foto: Arquivo pessoal)O nutricionista passou uma dieta de 1.400 calorias diárias para a jovem seguir. Na imagem à esquerda, Joyce ainda está acima do peso; na direita, depois de emagrecer (Foto: Arquivo pessoal)
Ela teve que cortar doces e refrigerantes e adotar uma alimentação equilibrada, com salada, frutas, cereais e integrais, sempre em intervalos de 3 horas. “Comia muito mal. E foi difícil mudar, senti falta de algumas coisas no começo”, recorda.
Somada à reeducação alimentar, veio a atividade física. Mas como musculação não era a preferência da carioca, ela procurou um esporte com que se identificasse e encontrou o muay thai. “Quando entrei na aula pela primeira vez, era a mais sedentária e a mais gordinha. Mas não senti vontade de desistir porque era algo que eu tinha gostado”, conta. Com aulas três vezes por semana, ela diz que está prestes a conseguir sua primeira faixa na modalidade.A jovem, que viaja bastante a trabalho, passou a levar marmita, frutas e biscoitos integrais na bolsa. “A tentação é maior quando não temos rotina. Quando viajo, prefiro restaurantes por quilo e não mais fast food, que é o que eu comia antes”.
A nova vida melhorou a saúde, diminuiu os níveis de colesterol e açúcar da jovem e influenciou também a família. “Antes, eu dizia para o meu filho que não podia, mas fazia. Por exemplo, ele não podia tomar refrigerante, mas eu tomava. Isso era errado”, lembra a carioca.
Ela também aposentou o carro e passou a usar a bicicleta como meio de transporte. Mesmo depois de perder o excesso de peso, a batalha não terminou: ela adicionou a musculação à rotina para ganhar massa magra.Com o novo peso, vieram também o novo cabelo, o novo guarda-roupa e a nova aparência. “Mudei tudo! Fiquei mais vaidosa e mais disposta”, conta.
“Ninguém pode fazer por você. O maior problema é que as pessoas não querem emagrecer, elas querem ser emagrecidas. Não querem esforço, não querem malhar, mas não existe isso. Tem que batalhar”, avalia Joyce. Agora a nova luta é para ganhar 4 kg de massa magra e chegar aos 62 kg.
Atualmente com 58 kg, ela se sente mais vaidosa e disposta para as atividades do dia a dia (Foto: Arquivo pessoal)Atualmente com 58 kg, ela se sente mais vaidosa e disposta para as atividades do dia a dia (Foto: Arquivo pessoal)
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G1

Aniversariante do dia






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