quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Começam a valer metas da Anatel sobre velocidade da banda larga


A partir desta quinta-feira (1º), as empresas que prestam serviço de banda larga fixa passam a ter que seguir as regras determinada pela Anatel em resolução divulgada no "Diário Oficial" em outubro de 2011. Na prática, isso quer dizer que a banda larga disponibilizada ao consumidor terá que ter velocidade instantânea de ao menos 20% da velocidade contratada. A velocidade média tem que ser de pelo menos 60% da velocidade contratada.
Essas metas serão ampliadas ano a ano. A partir de novembro de 2013, por exemplo, a velocidade mínima deverá subir para 30% da contratada --no ano seguinte, o valor sobe para 40%. Já as velocidades médias devem subir para 70% (a partir de novembro de 2013) e 80% (a partir de novembro de 2014).
Quem quiser medir a velocidade de sua banda larga pode usar o Sistema de Medição de Tráfego de Última Milha, que é usado pelo Inmetro para avaliar a conexão. O serviço está disponível para ser usado em computadores, tablets e smartphones (acesse aqui). Há também um site disponibilizado pela própria Anatel para fazer a medição (veja aqui).
O usuário que descobrir que seu prestador não está cumprindo as metas deve, inicialmente, procurar a empresa que fornece o serviço, recomenda a Anatel. Se não houver mudanças, ele pode reclamar com a própria Anatel ou procurar outros órgãos de defesa.
A Anatel afirma que irá espalhar equipamentos para medir a qualidade da banda larga. Ao encontrar o descumprimento das metas de qualidade, a agência conta que abrirá um processo administrativo, que pode gerar advertências e multas de até R$ 50 milhões.
Regras
As regras divulgadas pela Anatel no "Diário Oficial" de 28 outubro de 2011 diziam que as companhias teriam um prazo de 12 meses para se adaptar aos índices mínimos, que passam a valer agora.

As velocidades terão de ser cumpridas no período de maior tráfego de dados, que ocorre das 10h às 22h. Pelas novas regras, as operadoras também terão de cumprir requisitos mínimos de disponibilidade mensal do serviço. No caso da banda larga fixa, a internet terá de estar disponível 99% do período, para a internet móvel, o índice será de 98%.
Além disso, no caso da banda larga móvel, a taxa de queda do acesso deve ser inferior a 5% no mês.
Os regulamentos também trazem outras novidades, relacionadas à publicidade e à transparência do serviço. As empresas terão, por exemplo, a obrigação de tornar disponível em seus sites um software de medição disponível da velocidade da internet.
As prestadoras e a própria Anatel deverão dar publicidade aos dados coletados em seus portais na internet e as operadoras terão ainda que elaborar uma cartilha informativa com todas as metas de qualidade, que devem ser entregues a todos os assinantes dos serviços.
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G1

Abaixo-Assinado de Cidadãos em apoio a vinda da UEPB para o VALE do SABUGY


Petição Pública Logotipo

Nós, Moradores do Vale do Sabugy,região que compreende as Cidades de: Santa Luzia de acordo com a estimativa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) População 14. 729 hab. IBGE/2010 habitantes. 

São José do Sabugi, município no estado da Paraíba (Brasil), localizado na região do Seridó Ocidental Paraibano. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) População 4 010 hab. IBGE/2010 habitantes. 

São Mamede é um município brasileiro do estado da Paraíba localizado na região do Seridó Ocidental, População 7 748 hab. IBGE/2010

Junco do Seridó é um município no estado da Paraíba (Brasil), localizado na Microrregião do Seridó Ocidental Paraibano População 6 643 hab. IBGE/2010 

Várzea, município no estado da Paraíba (Brasil), localizado na região do Seridó Ocidental. População 2 504 hab. IBGE/2010

Que juntos tem uma população de 35.634 habitantes segundo dados de 2010 . 

Estamos vindo via internet pedir sua assinatura digital para juntarmos força par reivindicar a UEPB para a Região do Vale do Sabugy . 

BATISTA ALVES

Anac aumenta em até mil vezes multa por incidente no setor aéreo


Resolução publicada na edição desta quinta-feira (1º) do "Diário Oficial da União" eleva “em até mil vezes” o valor máximo da multa que poderá ser aplicada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a agentes do setor no caso de incidentes que provoquem grave dano à continuidade do serviço de transporte aéreo ou aos passageiros.
Com isso, passa de R$ 20 mil para até R$ 20 milhões o teto da multa que pode resultar de problemas que comprometam a ordem ou segurança pública, entre eles falhas em check-in de empresas aéreas ou o fechamento de pistas de pouso e decolagem de aeroportos.
A medida acontece após o acidente com um avião da empresa de transporte de cargas Centurion, que deixou fechada por 45 horas a pista do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).
Na semana passada, a Secretaria de Aviação Civil anunciou a criação de um grupo que vai estudar medidas para agilizar a resposta a incidentes em aeroportos. Uma delas pode ser a melhoria das pistas de taxiamento das aeronaves para que sirvam como pista alternativa para pouso e decolagem em caso de problemas.E a repetição de problemas com emisão de bilhetes apresentados por TAM e Gol nos últimos meses, que levou a Anac a anunciar, na semana passada, a realização de auditorias nos sistemas de check-in das duas empresas.
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G1

Governo federal e estadual divergem sobre ajuda na área de segurança


Governo federal e do Estado de São Paulo divergem sobre a oferta de ajuda para combater a onda de criminalidade no estado. Somente entre a noite de terça-feira (30) e a madrugada desta quarta-feira (31), dez assassinatos foram registrados em São Paulo.
O aumento recente do número de homicídios na Grande São Paulo e as execuções de PMs provocaram desentendimentos entre os governos. Desde o início do ano, 86 policiais foram executados.
Brasília oferece parcerias em um plano de inteligência contra o crime. O governo paulista reivindica verba para equipamentos. Na terça-feira, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, trocaram críticas sobre a ajuda.
“Foi em junho deste ano quando procurei o secretário, não para uma visita de cortesia, mas para apresentar a ele dados do serviço de inteligência da Polícia Federal que levavam a nossa preocupação em relação ao que estria acontecendo em São Paulo. O estado de São Paulo disse que não seria necessário porque o que acontecia em São Paulo era fruto de uma glamorização da imprensa”, diz o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.Primeiro, o secretário negou ter recebido oferta de apoio formal, disse ter apenas recebido visita de cortesia do ministro em julho e ainda questionou qual seria o papel da Polícia Federal na onda de violência. Após as declarações, à tarde, o ministério divulgou notarebatendo Ferreira Pinto.
Nessa terça, o Ministério da Justiça enviou o ofício para o governo de São Paulo no qual nega o pedido e afirma que o governo federal não pode ser um mero fornecedor de recursos para despesas ordinárias dos órgãos de segurança do Estado.Em ofício para o Ministério da Justiça, de 29 de junho de 2012, o governo de São Paulo pede quase R$ 149 milhões em recursos para investimento em segurança divididos em equipamentos, como scaners, rádios, veículos blindados, entre outros. Até aparelhos de ginástica.
Ainda oferece ajuda das forças federais para desenvolver ações a partir de um plano pré-definido, fundado no compartilhamento de informações na área de inteligência policial. Bota a disposição também, vagas nos presídios federais de segurança máxima para abrigar líderes de organizações criminosas.
O secretário de Segurança nega que tenha recebido oferta de ajuda do governo federal. “Se houvesse já teríamos aceitado antes. Ajuda na área de informação e inteligência nós nunca prescindimos. Nós não podemos falar em ajuda dando vagas em presídios federais, nós somos autosuficientes em São Paulo com relação a presos da facção criminosa que estão contidos em penitenciária”, afirma Ferreira Pinto.
Entre os dez assassinados nesta quarta em São Paulo, três eram moradores de rua. Segundo o secretário de Segurança, uma lista apreendida em uma favela inclui os nomes de dez policiais que supostamente estariam jurados de morte pelos bandidos.O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta quarta que aceita a ajuda federal. “Quero deixar muito claro que toda ajuda é muito bem-vinda. Nós temos um bom trabalho de integração com a polícia federal”, afirmou.
Ofício
O ofício enviado pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo ao ministro da Justiça “trata da proposta de projetos para a captação para recursos federais para aplicação na segurança pública”. Entre os pedidos, está a aquisição de 82 câmeras para monitoramento das marginais, no valor de R$ 5,6 milhões; a montagem de uma academia de ginástica para a Polícia Civil de R$ 348,1 mil; R$ 10,9 milhões para a compra de quatro veículos autoescada para o Corpo de Bombeiros e equipamentos para o Instituto Médico-Legal (IML).

Os recursos foram solicitados por meio do Sincov (Sistema de Convênios). Segundo o governo de São Paulo, houve pedidos que somam R$ 156 milhões em recursos do governo federal durante todo este ano e foram recebidos R$ 4 milhões.
O ofício solicitando os R$ 148 milhões teria sido entregue em mãos por Ferreira Pinto ao ministro em um encontro que eles tiveram em São Paulo em junho. “O primeiro que nós mandamos foi em meados de março. Reiterei em junho e depois em agosto lá em Brasília. E vou reiterar novamente na semana que vem”, disse o secretário.
G1 procurou o Ministério da Justiça nesta quarta-feira para novos esclarecimentos sobre o ofício e não obteve resposta até a publicação desta reportagem. Em nota divulgada nesta terça-feira, o Ministério da Justiça disse que não cabe a ele “ser um mero repassador de recursos financeiros”.
“O orçamento do Estado de São Paulo é um dos maiores do país e, por isso, a proposta de apoio federal sempre foi feita na perspectiva da elaboração de um plano integrado de ações, com uma matriz de responsabilidades recíprocas definidas”, diz a nota.
Confira abaixo o que foi pedido e o valor de cada item:
Polícia Miliar
ObjetoAquisiçãoValor para o governo federal
Vant AmbientalTecnologia de monitoramento eletrônico móvel com emprego de veículos não tripulados. Para ações de policiamento ambientalR$ 9,1 milhões
Videomonitoramento urbano82 câmeras com software para emprego nas marginaisR$ 5,62 milhões
Rádio digital (atualização e expansão)Rádios transceptores e equipamento para integração de sistema de rádio digital com sistema de telefonia
 
R$ 73 milhões
Segurança nas rodoviasScaner móvel (raios-x), 150 medidores de transmitância luminosa, 130 fibroscópicos flexíveisR$ 3,9 milhões
Operações especiais de polícia - reaparelhamentoOito veículos de transporte e intervenção em situações de emergência policial; dois veículos leves blindados de intervenção rápida; três trajes completos de proteção para técnicos em desativação de explosivos; três equipamentos de raios-x; três robôs; 25 explosores; seis canhões desruptoresR$ 10,4 milhões

Polícia Civil
ObjetoAquisiçãoValor para o governo federal
Montagem de Núcleo de Condicionamento Físico na Academia de PolíciaAparelhagem de musculação e acessórios de ginástica (42 itens)R$ 348 mil
Promover o traslado entre as unidades da Academia de Polícia na capital e em Mogi das CruzesDois ônibus, tipo passageiro, modelo rodoviárioR$ 784 mil





Corpo de Bombeiros
ObjetoAquisiçãoValor para o governo federal
Renovação da frota de autobombas64 autobombas importadosR$ 14,1 milhões
Sistema de armazenagem e transporte baseado em módulos de atendimento para grandes ocorrênciasUm caminhão com sistema de içamento e transporte equipado com dois módulos integrados de transporteR$ 1,64 milhões
Reaparelhamento do Corpo de Bombeiros para o combate a incêndio em edifícios altosQuatro viaturas autoescadaR$ 10,9 milhões
Viaturas para expansão do Corpo de Bombeiros no território paulista47 picapes, 24 viaturas tipo ABSR$ 6,7 milhões







Superintendência técnico-científica
ObjetoAquisiçãoValor para o governo federal
Sistema de cromatografia para uso entre o Núcleo de Exames de Entorpecentes e demais laboratóriosSistema de cromatografia líquida acopladaR$ 679,4 mil
Implantação de polo completo em identificação balísticaEquipamento capaz de escanear e armazenar imagens em 2D e 3D de cartuchos e projéteisR$ 9,8 milhões
Implementação de análise de ampla gama de casos de homicídio, suicídio, falsificação e contrabando envolvendo medicamentos e agrotóxicosCG-MS cromatografia gasoso acoplado a espectrômetro de massaR$ 392 mil
Digitalizadores radiográficos para adaptação nos equipamentos de raio-x existentes nas unidades descentralizadas do IMLCinco digitalizadores radiográficosR$ 931 mil
Equipamento para o IML para a realização de angiografia, conectado ao tomógrafo computadorizado instalado no IML CentralEquipamento de angiografiaR$ 313,6 mil






Quanto cada setor receberia
 Valor que receberia do governo federalValor total (inclui contrapartida do governo estadual)
Polícia MilitarR$ 102,1 milhõesR$ 104,2 milhões
Polícia CivilR$ 1,13 milhõesR$ 1,15 milhões
Corpo de BombeirosR$ 33,47 milhõesR$ 34,15 milhões
Superintendência técnico-científicaR$ 12,1 milhõesR$ 12,36 milhões
TotalR$ 148,8 milhõesR$ 151,9 milhões





































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G1

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