segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Brasileira relata tensão em aeroporto de Israel após ofensiva em Gaza


Brasileira no conflito entre Israel e Palestina (Foto: Luciana Benaduce, Arquivo Pessoal)Fotógrafa paulista estava em Israel a turismo
quando tiveram início os ataques a bomba na Faixa
de Gaza (Foto: Luciana Benaduce/Arquivo Pessoal)
Surpreendida com a escalada de violência entre Israel e Palestina em sua primeira visita à Terra Santa, a fotógrafa paulista Luciana Benaduce, 35 anos, passou por momentos de tensão ao deixar Tel Aviv, o centro econômico israelense, na manhã deste domingo (18), após uma visita de uma semana ao Oriente Médio.
Em entrevista por telefone ao G1, a brasileira relatou detalhes dos rígidos procedimentos de segurança a que foi submetida no aeroporto internacional Ben Gurion, o maior de Israel e considerado um dos mais seguros do mundo.
Residindo há dois anos na Holanda, Luciana aproveitou uma viagem de negócios do marido a Israel para conhecer os pontos turísticos do país. O casal desembarcou em Tel Aviv no último domingo (11), três dias antes de militantes palestinos da Faixa de Gaza lançarem foguetes contra a cidade.
O ataque, reivindicado pela Jihad Islâmica, desencadeou uma série de bombardeios entre os dois países. Desde quarta (14), quando teve início a operação “Pilar Defensivo”, 72 palestinos e três israelenses morreram.
Luciana e o marido retornaram a Amsterdam na madrugada deste domingo. A paulista classificou de “surreal” as medidas de seguranças impostas pelo governo de Israel para evitar atentados terroristas no principal aeroporto do país.
Assim que o veículo parou, ressaltou a fotógrafa, um policial questionou o nome dela, sua procedência e o destino para onde ela iria viajar. Somente depois de se convencerem de que o casal era realmente turista, as autoridades policiais autorizaram o táxi a seguir para a área de embarque.O controle da polícia israelense sobre os passageiros do terminal aéreo tem início antes mesmo do ingresso das pessoas no Ben Gurion. Luciana contou que o táxi em que ela e o marido se dirigiram ao aeroporto foi interceptado por policiais nas imediações do terminal para uma revista preliminar.
Dentro do aeroporto, antes mesmo de fazer o check-in, os passageiros eram submetidos a novo interrogatório. Desta vez, além de responderem às perguntas dos funcionários do terminal aeroviário sobre os motivos da viagem, todos eram obrigados a abrir malas e mochilas para comprovar que não estavam carregando nenhum artefato explosivo.
mapa gaza 16/11 (Foto: 1)
“Hoje (domingo), no aeroporto, foi algo surreal. Todo mundo que passava tinha de tirar tudo, roupas e equipamentos eletrônicos. Antes de chegar ao raio-x, faziam perguntas como por que vim ao país, se alguém mandou algum presente por meio da minha bagagem, qual a profissão do meu marido”, destacou Luciana, de volta à Holanda.
Realizado o check-in, relatou a fotógrafa, os passageiros ainda tinham de passar por uma última inspeção antes de ingressarem nas aeronaves. Na revista, as bagagens eram mais uma vez abertas e eram vistoriadas por equipamentos de raios-x e dispositivos capazes de identificar produtos inflamáveis.
Os procedimentos de segurança para embarcar no avião levaram cerca de 40 minutos. A brasileira contou ao G1 que as pessoas que estavam no aeroporto demonstravam estar temerosas com os bombardeios e aparentavam querer sair rápido do país. Segundo ela, os voos que partiam de Israel no final de semana estavam lotados.
“Foi muito bom conhecer Israel, mas foi um alívio retornar para Amsterdam”, desabafou a fotógrafa paulista.
Rotina inabalada
Apesar das medidas adicionais de segurança no aeroporto internacional, a fotógrafa Luciana Benaduce afirmou que a rotina dos israelenses praticamente não sofreu alterações com os bombardeios na Faixa de Gaza. De acordo com a brasileira, a população de importantes cidades do país, como Jerusalém e Tel Aviv, aparentou tranquilidade na maior parte do tempo em que ela esteve no Oriente Médio.

“Não vi pânico nas ruas. Não tinha isso. As pessoas apenas deixam de sair para os bares e restaurantes”, disse.
Assim que os combates entre Israel e Palestina tiveram início, na quarta, amigos israelenses do casal brasileiro tentaram tranquilizá-lo, enfatizando que os bombardeios eram “normais” no país.
A população local, conta Luciana, só passou a demonstrar preocupação com o conflito depois que as Forças Armadas israelenses mataram o líder militar do Hamas durante um ataque aéreo e mísseis palestinos caíram nas proximidades de Jerusalém, considerada uma terra sagrada. A segurança pública na cidade santa foi reforçada depois dos ataques, observou Luciana.
Neste sábado (17), afirmou a fotógrafa de São Paulo, após as sirenes antibomba terem alertado a população de Tel Aviv que um foguete havia sido lançado de Gaza na direção da maior cidade de Israel, a população apenas procurou se manter mais tempo em casa. Mesmo assim, Luciana e o marido decidiram sair à noite para jantar fora.
“O dia mais tenso foi neste sábado, quando deram o toque de recolher. As pessoas tiveram segundos para se esconder. Eu estava chegando à cidade quando as sirenes soaram. O que deu um certo pânico na população é que fazia muitos anos que não acontecia o toque de recolher”, ponderou a brasileira.
 

Procedimento padrão
A diretora do Ministério do Turismo de Israel no Brasil, Suzan Klagesbrun, afirmou ao G1 nesta segunda (19) que os procedimentos de segurança a que a fotógrafa Luciana Benaduce foi submetida no aeroporto de Tel Aviv neste final de semana fazem parte da rotina do terminal aeroviário.

Segundo a dirigente do ministério israelense, as revistas e entrevistas realizadas no aeroporto internacional Ben Gurion ocorrem também nos principais terminais do mundo. Suzan disse que mesmo ela, que é cidadã de Israel, também tem de passar pela inspeção das autoridades policiais nos veículos, antes de chegar ao aeroporto.

“Vão me parar para checar quem eu sou. O aeroporto é um local sensível. Param todo mundo”, destacou a diretora.

Suzan Klagesbrun ressaltou ainda que, provavelmente, a fotógrafa paulista e o marido tiveram de abrir suas malas para os funcionários do terminal aéreo porque algum objeto da bagagem deles deve ter chamado a atenção dos modernos equipamentos de inspeção instalados no aeroporto de Tel Aviv.

De acordo com a chefe local do Ministério do Turismo de Israel, os dispositivos de segurança existentes no Ben Gurion são capazes de revistar as bagagens mesmo fechadas. Quando identificam algo suspeito, observou Suzan, os funcionários são orientados a pedir que os passageiros abram suas malas e expliquem a origem de objetos não-identificados.
G1

Hamas e Fatah anunciam união por conta dos ataques a Gaza, diz agência


As facções rivais palestinas Fatah e Hamas afirmaram nesta segunda-feira (19) que decidiram terminar com anos de disputas em uma demonstração de solidariedade pela crise de Gaza, segundo a France Presse.
"A partir daqui, anunciamos com outros líderes (de facções) que estamos acabando com a divisão", afirmou Jibil Rajoub, do Fatah, grupo do presidente palestino Mahmoud Abbas, a uma multidão de cerca de mil pessoas que se reuniram para um protesto em Ramallah, a capital política da Cisjordânia.
Os seis dias de ataques israelenses à Faixa de Gaza já deixaram 90 palestinos e 3 israelenses mortos.
Jovens palestinos bloqueiam estrada entre Ramallah e Nablus, usada por colonos israelenses, para protestar nesta segunda-feira (19) contra a ação israelense na Faixa de Gaza (Foto: AFP)Jovens palestinos bloqueiam estrada entre Ramallah e Nablus, usada por colonos israelenses, para protestar nesta segunda-feira (19) contra a ação israelense na Faixa de Gaza (Foto: AFP)

Dentre os presentes, estavam integrantes do alto escalão do Hamas na Cisjordânia, assim como funcionários da liderança de sua rival menor Jihad Islâmica, informou um correspondente da France Presse.
A Praça Manana de Ramallah se tornou um mar de bandeiras palestinas, enquanto a multidão gritava "Unidade!" e "Atinjam, atinjam Tel Aviv", em um apelo aos militantes do Hamas que dispararam ao menos cinco foguetes contra a cidade costeira deste quinta-feira.
O Fatah e o Hamas, as duas principais facções nacionais palestinas, travaram uma intensa disputa por anos."Quem fala sobre divisão depois de hoje é um criminoso", disse o líder do Hamas Mahmud al-Ramahi, à multidão.
Mas o atual derramamento de sangue na Faixa de Gaza, governada pelo Hamas, onde Israel realizava nesta segunda-feira um sexto dia de ofensiva aérea que já matou até agora 90 palestinos, parece ter levado a uma reconsideração das rivalidades tradicionais.
Israel afirma que atacou para se defender de foguetes lançados por militantes palestinos sobre seu território.
Como começou?



No dia 14 de novembro, uma operação militar israelense matou o chefe do braço militar do grupo Hamas na Faixa de Gaza, Ahmed Jaabali. Segundo testemunhas, ele dirigia seu carro quando o veículo explodiu. Seu guarda-costas também morreu.

Israel afirma que Jaabali era o responsável pela atividade "terrorista" do Hamas - movimento islâmico que controla Gaza - durante a última década. Após a morte, pedidos imediatos por vingança foram transmitidos na rádio do Hamas e grupos militantes menores alertaram que iriam retaliar. "Israel declarou guerra em Gaza e eles irão carregar a responsabilidade pelas consequências", disse a Jihad Islâmica.
No dia seguinte à morte de Jaabali, foguetes disparados de Gaza mataram três civis israelenses, aumentando a tensão e ampliando o revide aéreo de Israel - que não descarta uma operação por terra. Os bombardeios dos últimos dias, que já atingiram a sede do governo do Hamas na operação chamada de "Pilar defensivo", são a mais intensa ofensiva contra Gaza desde a invasão realizada há quatro anos na região, que deixou 1.400 palestinos mortos e 13 israelenses.
Acredita-se que a metade dos mortos sejam civis, o que desperta críticas à ação de Israel. O país alega que os membros do Hamas se escondem entre a população civil.
G1

Skol vai lançar nos próximos dias um sorvete de cerveja


Skol vai lançar nos próximos dias um sorvete de cerveja
 A Ambev vai lançar no final do mês uma versão inédita da Skol.

Estará chegando nos próximos dias no mercado um sorvete de cerveja, em potes de 150 ml, que será vendido apenas pela fan page da marca no Facebook.

A informação foi publicada neste domingo no blog do colunista da Veja, Lauro Jardim.
Fonte: http://www.pbagora.com.br

Centro de Patos registra 740 veiculos em circulação por hora



veiculosO Instituto Patoense de Pesquisa e Estatística-INPPE, realizou neste final de semana, um trabalho de observação sobre a movimentação de três das principais ruas de escoamento de tráfego das áreas centrais de Patos.

A pesquisa aconteceu em dois horários distintos, considerando trechos de escoamento do centro para os bairros da cidade e para outros municípios.

O primeiro ponto observado foi na Rua Felizardo Leite, próximo a Primeira Igreja Batista, área que dá acesso as zonas sul e oeste de Patos, bem como a saída para os municípios do vale do Piancó e da Serra de Teixeira. Em apenas dez minutos, por volta das 19:00h, 90 veículos passaram pelo ponto de observação, entre carros e motos.

De acordo com o INPPE, se projetado o resultado do movimento para um período maior, a média corresponde a 540 veículos por hora ou 8.100 veículos em 15 horas de grande movimentação naquele ponto.

O segundo ponto observado em Patos foi na Rua Pedro Firmino, próximo a loja Insinuante, por volta das 12:30h deste sábado, 17. Em apenas dez minutos, 118 veículos passaram nos dois sentidos da avenida, que dá acesso a entrada e saída de veículos para Campina Grande e João pessoa, os principais centros urbanos do estado.

Se projetado o resultado em uma hora, a média daquela rua é de 708 veículos por hora, ou 10.620 veículos num intervalo de 15 horas, que pode ser compreendido das 6 da manhã às 9 da noite.

O terceiro ponto pesquisado, foi a junção das ruas Solon de Lucena e Epitácio Pessoa, próximo ao Banco do Brasil. Nos 10 minutos de observação, o INPPE percebeu a movimentação de 162 veículos nos dois sentidos da área monitorada, o mesmo que 972 veículos em uma hora, ou 14.580 veículos em 15 horas de movimentação.

Ainda de acordo com o Instituto, a média observada é de 123,3 veículos em circulação a cada dez minutos, o que representa 740 por hora, ou 11.100 veículos em circulação num intervalo de 15 horas diárias.
Fonte: http://www.patosonline.com

Raio-X no Bolsa Família da Paraíba




Na Paraíba, 485.488 alunos beneficiários do Bolsa Família tiveram sua frequência escolar acompanhada pela Secretaria de Educação de João Pessoa, no período que compreende agosto e setembro deste ano. No estado, 96,2% do público acompanhado cumpriu as exigências do programa, que requer o mínimo de 75% de comparecimento às aulas.
O número supera a média nacional, que foi de 94,6%, porém ficou abaixo da média do Nordeste, de 96,5%. No total, 573.998 alunos paraibanos recebem o benefício de transferência de renda do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), contudo, apenas 485.488 crianças e adolescentes, com idades de 6 a 17 anos, tiveram as informações de presença cadastradas no Sistema Presença. De acordo com o MDS, 467.233 alunos cumpriram a taxa de frequência exigida para permanecer no programa.
No Nordeste, o estado que apresentou maior taxa de cumprimento da frequência foi o Piauí, com 97,7%, enquanto nacionalmente o Pará obteve o melhor resultado, com 98,5%.
Segundo o secretário adjunto de Educação de João Pessoa, Genildo Lucena, o controle é feito pela Secretaria de Educação em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).
Conforme a assessoria de imprensa do MDS, os alunos cuja frequência foi acompanhada responderam por 87,3% de todos os 18,2 milhões de crianças e jovens beneficiários. Mesmo com o maior público da série histórica do acompanhamento, criada em 2006, o resultado foi superior ao período anterior (86,8%), referente a junho e julho de 2012.
Quando consideradas as crianças e jovens de 6 a 15 anos, o público acompanhado chegou a 89,5% do total. Nesta faixa etária, 95,2% cumpriram a presença mínima de 85% das aulas. Já entre os jovens de 16 e 17 anos que tiveram informações registradas no sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC), 92,7% cumpriram a exigência de presença.
Os formulários referentes à assiduidade escolar dos beneficiários do Bolsa Família entre outubro e novembro já estão disponíveis para impressão. Entre os dias 1º e 22 de dezembro, os formulários preenchidos pelas escolas devem ser inseridos no Sistema Presença.
Em João Pessoa, os formulários já foram impressos e serão enviados a todas as escolas particulares a partir da próxima segunda-feira. Já o monitoramento da frequência dos alunos que estudam em escolas municipais é feito através de um sistema on-line.
Nesse etapa, serão acompanhadas 17,9 milhões de crianças e adolescentes, na faixa etária de 6 a 17 anos. As que têm entre 6 e 15 anos devem apresentar chamada escolar mensal mínima de 85% da carga horária. Já os estudantes entre 16 e 17 anos devem ter frequência de 75%, ao menos.
Além do registro da frequência escolar, o programa exige semestralmente dados sobre vacinação, peso e medida de crianças abaixo de 7 anos e pré-natal das grávidas. Tais registros devem ser feitos no Sistema Gestão do Programa Bolsa Família na Saúde (do Ministério da Saúde) até o dia 28 de dezembro.
Fonte: http://www.falaprefeitopb.com.br
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