quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Morre na China a mulher mais alta do mundo


Yao Defen, a mulher mais alta do mundo, em foto de maio de 2002. Sua morte foi anunciada nesta quarta (5) (Foto: AFP)Yao Defen, a mulher mais alta do mundo, em foto
de maio de 2002. Sua morte foi anunciada nesta
quarta (5) (Foto: AFP)
A mulher mais alta do mundo, uma chinesa que media 2,33 metros quando foi registrada pelo "Guinness World Records", em 2010, morreu aos 40 anos.
"Yao Defen morreu em meados de novembro", afirmou um porta-voz de Sucha, na província oriental de Anhui, onde vivia a mulher mais alta do mundo, nesta quarta-feira (5).
A causa da morte não foi revelada.
O gigantismo de Yao Defen era provocado por um tumor que afetava sua glândula pituitária e gerava um excesso de hormônios do crescimento.
Ela pesava cerca de 200 quilos e calçava 55, sofria hipertensão, várias doenças do coração, desnutrição e osteoporose devido ao gigantismo.
No momento da morte, em 13 de novembro, Yao Defen media 2,36 metros, segundo um jornal de Anhui. Aos 15 anos, ela já tinha mais de dois metros.
Mais velha
Também nesta semana morreu a americana Besse Cooper, considerada a pessoa mais velha do mundo pelo "Guinness World Records". Ela vivia em Monroe, estado da Geórgia, nos Estados Unidos, aos 116 anos de idade, informou a rede de TV "CNN".

Nascida em 26 de agosto de 1896, Besse ganhou a chancela de pessoa mais idosa do mundo em janeiro de 2011.
G1

Bombeiro é demitido por causa de papel higiênico com rosto de Obama


O bombeiro Clint Pierce foi demitido do Corpo de Bombeiros de Pompano Beach, no estado da Flórida (EUA), por colocar no banheiro da corporação um rolo de papel higiênico que trazia o rosto do presidente americano, Barack Obama.
Segundo o jornal "Orlando Sentinel", Pierce deixou a função por violar uma ordem que proíbe a colocação de apetrechos políticos em propriedades públicas. Ele já havia sido advertido anteriormente por tal comportamento.
Clint Pierce foi demitido por colocar um rolo de papel higiênico que trazia o rosto do presidente americano, Barack Obama. (Foto: Reprodução)Clint Pierce foi demitido por colocar um rolo de papel higiênico que trazia o rosto do presidente americano, Barack Obama. (Foto: Reprodução)
 Pierce foi afastado por violar uma ordem que proíbe a colocação de apetrechos políticos em propriedades públicas. (Foto: Reprodução)Pierce foi demitido por violar uma ordem que proíbe a colocação de apetrechos políticos em propriedades públicas. (Foto: Reprodução)
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G1

Saiba quando e como você deve 'chutar' a resposta em um concurso


Concurso Público (Foto: Biné Morais/O Estado)Concurso Público (Foto: Biné Morais/O Estado)
Qual é a melhor estratégia para conseguir um bom resultado nas provas de concurso, quando não se tem certeza da resposta? A melhor atitude para um bom resultado é sempre uma boa preparação. O estudo antecipado, de qualidade, é o que vai dar ao candidato as melhores chances de aprovação. Mas, mesmo bem preparado, há sempre questões que deixam o candidato inseguro, sem saber qual seria a resposta certa. Em alguns casos, dependendo do tipo de prova, o jeito é apelar para o "chute" na resposta.
É muito importante ler atentamente o enunciado e todas as opções ou itens a serem julgados. Palavras de sentido absoluto como: “nunca”, “sempre”, “não” merecem cuidado especial, porque podem esconder uma pegadinha e tornar a afirmação incorreta nos casos em que houver exceção. Ou não. Porque há casos realmente absolutos e só o conhecimento vai dar ao candidato condições de discernir uma situação da outra. Resolver muitas provas de concursos anteriores da banca examinadora do concurso que o candidato pretende prestar (o que só se sabe com certeza após a divulgação do edital) é uma boa forma de conhecer o estilo e as preferências da banca e isso pode “salvar” uma questão.
Esta coluna foi elaborada a partir de pergunta enviada pela internauta Nadja Medeiros.Mande dúvidas sobre concursos no espaço para comentários; perguntas selecionadas serão respondidas em coluna quinzenal

A primeira providência é eliminar o que o candidato tem certeza que está errado – na múltipla escolha – e o que o ajude a definir o julgamento do item na prova de “certo” e “errado”, assinalando o motivo – palavras ou expressões que o fizeram tomar aquela decisão. Isso pode servir caso surjam dúvidas depois. Informações relacionadas ao assunto e que venham à mente durante a leitura devem ser anotadas ao lado do item correspondente, porque podem ser úteis para uma decisão posterior. Desta forma, mesmo que não seja possível chegar à resposta definitiva num primeiro momento, parte da análise da questão já estará feita.
Uma decisão precipitada pode levar o candidato ao erro. Por exemplo, uma prova com perguntas de múltipla escolha, há casos em que uma das respostas parece certa, mas outra está mais certa ainda. Ou seja, a letra “a” está correta, mas a “b” também, e a “c”, e só então o candidato percebe que o enunciado pedia a afirmativa incorreta. Na prova de itens para julgamento, a pressa também pode fazer com que detalhes passem despercebidos pelo candidato, induzindo-o ao equívoco.
A partir daí, se o candidato não conseguir escolher a alternativa, não deve gastar mais tempo naquela questão, e sim passar para a seguinte a fim de resolver o máximo de questões no mínimo de tempo. Depois vai retornar ao que não tiver sido respondido ainda.
Mas, e se depois de feito tudo o que o candidato sabe, ainda houver questões ou itens – e sempre há – cuja resposta não sabe?
Provas de múltipla escolha
No caso da prova de múltipla escolha, o melhor é o tradicional “chute”. Em geral, se o candidato está preparado, suas dúvidas se restringirão a ficar entre 2 ou 3 alternativas, porque as outras serão sumariamente eliminadas. Não há motivo para se deixar questões em branco, já que as chances de acerto serão de 50% ou 33%. Não há garantia, claro, mas vale arriscar, porque o erro não trará prejuízo para os pontos conquistados.

Mas há exceções. A gente sempre comenta a importância de o candidato ler o edital. Há casos em que, mesmo em provas de múltipla escolha, o edital define que a marcação em desacordo com o edital valerá pontos negativos.
Foi o que aconteceu nos concursos para o Inmetro (2010) e PM Alagoas (2012), ambos realizados pelo Cespe, cujos editais previram desconto de 0,20 e 0,25 pontos para marcações incorretas. Isso vai reduzir o percentual de chances de acerto e deverá ser levado em conta, mesmo na prova de múltipla escolha.
Provas de 'certo' e 'errado'
Nesse tipo de prova, é preciso um pouco mais de cautela para saber se vale ou não assinalar algum item sem certeza. O Cespe/Unb é a banca que tradicionalmente elabora prova com itens para julgamento com previsão no edital de que marcações incorretas valerão pontuação negativa. Mas, atenção, porque há variações. O mais comum é contar 1 ponto negativo (o popular “uma errada anula 1 certa”), mas há também editais que preveem que a marcação errada valerá meio ponto negativo (edital Ancine 2012, por exemplo). Não é comum, mas nada impede que o edital defina que não haverá desconto de pontos no caso de marcação incorreta, mesmo nesse estilo de prova.

Além dessa informação, é fundamental conhecer também como é o agrupamento de disciplinas na prova. Isso está definido no edital e, portanto, precisa verificado antes do dia do concurso. Há casos em que o mínimo de pontos exigido inclui todas ou algumas disciplinas agrupadas. E há situações em que a pontuação mínima é cobrada por disciplina individualmente.
Na hora da prova, e com base nessas informações, o candidato precisa fazer uma estimativa de quantas questões (itens) estão respondidas com relativa certeza. Vale lembrar que, mesmo com certeza, infelizmente, o candidato pode errar a questão. Se estiver ainda distante de chegar ao número mínimo de pontos, é preciso marcar alguns itens a mais, mesmo com dúvida, porque caso contrário será eliminado do concurso por não ter assinalado o mínimo. Assim, o risco é favorável e não marcar outros itens já o deixará fora do concurso.
'Chutar' ou não 'chutar'?
Se a quantidade de itens julgados passou com folga do mínimo exigido para a disciplina ou grupo, melhor ser prudente. Nos itens em que o candidato tiver mais certeza do que dúvida, suas chances de acerto são maiores e talvez valha o risco. Caso contrário, talvez seja melhor deixar a resposta em branco, para não ter a sua pontuação reduzida em caso de erro.

Mesmo assim, se o edital determinar desconto de 0,5 ponto em caso de marcação incorreta - em vez do habitual 1 ponto -, talvez seja vantagem arriscar. E nos raros casos em que esse tipo de prova não determine desconto de pontos, sempre será mais interessante assinalar a resposta, para aumentar as chances de uma melhor pontuação, já que eventual erro não trará prejuízos.
*Lia Salgado, colunista do G1, é fiscal de rendas do município do Rio de Janeiro, consultora em concursos públicos e autora do livro “Como vencer a maratona dos concursos públicos”
G1

Idoso que morou no Galeão por mais de 1 mês consegue retornar aos EUA


Adauto mostra a passagem de avião: embarque previsto para a noite desta terça (Foto: Isabela Marinho/G1)Adauto mostra a passagem de avião: embarque
previsto para a noite desta terça
(Foto: Isabela Marinho/G1)
Após mais de um mês morando no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, o pernambucano Adauto Luiz de Souza, de 81 anos, que morava há décadas nos Estados Unidos conseguiu retornar ao país. Uma pessoa que não quis ser identificada comprou uma passagem para ele, que embarcou em um voo para Houston da United Airlines, às 20h41, noite desta terça-feira (5).
O idoso contou que veio ao Brasil, em outubro, para tentar reencontrar a família em Pernambuco. Ele chegou a viajar para o estado, mas não encontrou os parentes. Na volta, chegou ao Rio de Janeiro, mas perdeu o dinheiro e os documentos. Desde então, ele passou a dormir nos bancos do aeroporto. A mesma história foi relatada no filme "O Terminal", protagonizado por Tom Hanks.
Sem chave e sem dinheiro
Antes de embarcar, Adauto estava contente com a partida, depois de tanta espera para conseguir a documentação. No entanto, ele não escondia a preocupação com o que vai encontrar na sua volta. O idoso disse que não sabe onde está a chave de sua casa, e contou ainda que pretende chegar à sua cidade por meio de uma carona, já que não tem dinheiro para pagar o transporte.


Adauto contou que tem duas aposentadorias nos Estados Unidos, e criticou a burocracia brasileira.
"Deixei a chave da casa onde eu moro com uma pessoa que ajudou a levar a minha mala no aeroporto, quando vim para o Brasil. Se eles não tiverem alugado, dará tudo certo. Se não, não sei como vou fazer para achar outro lugar para viver", disse preocupado.
"Lá, em poucos dias eu conseguiria resolver a minha documentação que perdi aqui. No Brasil é que foi complicado. Achei que não conseguiria meu passaporte para voltar", diz o homem, acrescentando, que em compensação, o povo brasileiro foi generoso, em dar dinheiro para garantir sua alimentação.
Para enfrentar o frio no Alasca, Adauto tem apenas um casaco, já que também perdeu as malas em sua viagem ao Brasil.
Sobrinho achava que tio havia morrido
A história de Adauto ganhou ainda mais contornos de filme, quando ele conheceu o sobrinho Roberto Luiz de Souza.

O homem disse que só tomou conhecimento que o tio estava vivo, após reportagens veiculadas na imprensa. Para a família, Adauto havia morrido há 60 anos.
“Cresci vendo a foto dos meus tios mortos num quadro na sala da casa da minha avó. Ela sempre chorava pelos filhos que achava que tinha perdido. Ela ficaria imensamente feliz de saber que o filho está vivo”, afirma Roberto, ressaltando que no início da década de 50 dois tios e seu pai saíram de Frei Miguelinho, em Pernambuco, e vieram para o Rio de Janeiro.
Para fazer sua higiene pessoal durante o período em que dormiu nos bancos do aeroporto, um funcionário, que preferiu não se identificar, deu sabonetes, mas, o aeroporto não dispõe de chuveiros e Adauto utilizou um copo para tomar banho.
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G1

PM é baleado em troca de tiros com suspeitos no Alemão, no Rio


O cabo da Polícia Militar Fábio Barbosa, de 36 anos, foi baleado na cabeça e na perna após trocar tiros com criminosos no alto do Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, na noite de terça-feira (4). O agente fazia patrulhamento de rotina na Rua Joaquim de Queiroz, próximo à localidade conhecida como Areal, quando foi surpreendido por um grupo armado, como mostrou o Bom Dia Brasil.

Já o cabo Fábio, foi encaminhado para o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha, também na Zona Norte. Em seguida, ele foi transferido para o Hospital Central da Polícias Militar (HCPM), no Estácio. Até as 6h40 desta quarta-feira (5), não havia informações sobre o estado de saúde da vítima.
De acordo com a polícia, ele estava com outros seis PMs – todos trabalham na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade. Dois policiais foram levados para a Unidade de Pronto de Atendimento (UPA) da região com arranhões e ferimentos leves - eles caíram no chão durante o confronto. Todos passam bem.
Por causa do clima tenso, agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) reforçavam o policiamento na favela com blitze, por volta do mesmo horário.
No final de novembro, durante quatro dias consecutivos, moradores da região da Penha e também do Alemão sofrerem com tiroteio na área. Em um deles, o soldado José Antônio de Oliveira Mesquita, da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, foi atingido por um tiro nas costas. Ele foi salvo pelo colete que impediu que a bala penetrasse em seu corpo
Dois anos de ocupação
No dia 28 de novembro, fez exatamente dois anos que forças de segurança ocuparam os Conjuntos de Favelas do Alemão e também da Penha. Desde então, a região passou a ser patrulhada pelo Exército.

Neste período, houve confrontos entre policiais e traficantes. Um dos mais graves aconteceu em julho deste ano. A soldado Fabiana Aparecida de Souza, de 30 anos, morreu após levar um tiro de fuzil 762, em um ataque à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade de Nova Brasília.
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G1
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