quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

James Cameron é acusado de copiar história para fazer 'Avatar'


Cena de 'Avatar', de James Cameron, que voltará a cinemas dos EUA. (Foto: Divulgação)Cena de 'Avatar', filme de James Cameron (Foto:
Divulgação)
Um juiz americano ordenou que o diretor James Cameron entregue o roteiro de "Avatar" nesta quarta-feira (24) aos advogados de um homem que garante ter sido o autor da história em que se baseia um dos filmes mais rentáveis da história.
Em dezembro de 2011, Eric Ryder processou James Cameron e a produtora Lightstorm Entertainment, alegando que entre 1996 e 1998 ele escreveu uma história, "KRZ 2068", com elementos muito similares aos de "Avatar".
Nesta quarta-feira (23), o juiz Alan Rosenfield, do Tribunal Superior de Los Angeles garantiu aos advogados de Ryder o acesso ao roteiro do longa-metragem, que ganhou em 2010 três Oscars, mas não permitiu a eles ter os rascunhos.
"Devemos ser cuidadosos e sensíveis em relação às ideias e à informação", disse o juiz.
Cameron dirigiu os dois filmes mais lucrativos da história do cinema, "Titanic" (1997) e "Avatar", que arrecadaram US$ 2,2 bilhões e US$ 2,7 bilhões em todo o mundo, respectivamente.
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G1

Ex-motorista de ônibus cria chinelo de dedo 'quadrado' e vira empresário


Kuatro Kantos 3 (Foto: Raul Zito/G1)Chinelos 'quadrados' não deixam os dedos
'escaparem', diz empresário  (Foto: Raul Zito/G1)
Há cerca de um ano, um sinal vermelho de trânsito causou uma reviravolta na vida de Moisés Dias Pena, de 54 anos, despertando-lhe uma ideia que o tornou empresário após 18 anos de trabalho como motorista de ônibus na cidade de São Paulo. Parado no farol, ele viu uma mulher andando com chinelos tradicionais, mas que deixavam os dedos escaparem para fora do calçado. Para evitar a situação, ele teve a ideia de fabricar chinelos “quadrados”, e criou a Kuatro Kantos.

“Eu dirigia aqueles ônibus biarticulados. (...) Estava parado no farol, tinha um monte de pessoas passando em direção ao shopping, em direção ao trabalho. Naquela hora, ia passando uma moça, ela estava com uma sandália no pé. O dedo dela estava para fora”, explica. Foi quando ele teve a ideia: “já pensou se no pé daquela moça tivesse uma sandália quadrada?”, conta o empreendedor. De acordo com Moisés, o chinelo "quadrado" é bem confortável porque o pé fica "completamente distribuído pelo solado".

Um ano depois, com patente do produto e marca registrada, a empresa viu a produção mensal saltar de 80 para 800 pares, fora as 5 mil unidades vendidas durante feira de calçados e acessórios de moda que aconteceu na semana passada, em São Paulo, a Couromoda.
Antes do evento, os modelos já eram vendidos em quatro lojas espalhadas pela Grande São Paulo, além de comercializados por 15 sacoleiras. Na feira, contudo, foram fechados negócios com aproximadamente 30 lojistas de diferentes estados e do interior de São Paulo. “Essa feira foi a maior abertura de portas”, diz o empresário.
Moisés, entretanto, relata que o caminho até a venda do primeiro par não foi fácil. Após ter a ideia do produto, ele diz que não via a hora de chegar em casa para contar à esposa. “Ela falou, ‘sandália quadrada? Mas não tem’”, revela. “Eu falei, é claro que não tem, se tivesse, Deus não tinha me dado a ideia” - muito religioso, o empresário faz questão de ressaltar, o tempo todo, que foi graças a Deus que criou a sandália. “Ele direcionou tudo, e só designou Moisés para que ele colocasse em prática.”
Kuatro Kantos 2 (Foto: Arquivo Pessoal)Moisés comprou o maquinário com o dinheiro que ganhou da indenização; um ano após a criação, a empresa, que era de fundo de quintal, vai mudar para um novo espaço (Foto: Arquivo Pessoal)
Protótipo de pneu
O primeiro protótipo foi desenvolvido com borracha de pneu. O empresário conta que não tinha dinheiro para comprar uma placa inteira de E.V.A, que custava R$ 60 (o pedaço da borracha do pneu foi R$ 8). “Cheguei em casa, peguei o estilete, cortei quadrada do jeito que Deus me deu a ideia, peguei a furadeira, furei os três furos em cada pé, fui na feira, comprei um par de alças e montei. Quando minha esposa chegou do trabalho e viu, ela falou, ‘é esse tribufu?’”, relata. “Eu falei, calma, é só um modelo.”

Ele foi atrás de patentear a invenção e também registrou a marca Kuatro Kantos. A inspiração para o nome surgiu certa noite, antes de dormir. “Eu estava deitado na minha cama e aí olhei para o teto. Pensei, o teto é quadrado e minha sandália é quadrada, aí pensei, são quatro cantos”, explica. A grafia com K foi escolhida para diferenciar a marca.
Com o projeto pronto, o então motorista de ônibus se deparou com um impasse: não tinha o dinheiro necessário para comprar as máquinas. “Eu corri atrás, patenteei, registrei a marca (...), deu tudo certo, mas não tinha um centavo para desenvolver.”“Desenvolvendo o projeto, a minha esposa depois que viu que a sandália ficou bonita no E.V.A. Aí. ela pegou uma florzinha e colocou na alça. Ela disse, ‘vai ficar legal se a gente customizar, dá um dinheiro a mais, agrega valor ao produto”, explicou. “Ela e a minha cunhada começaram colocando as flores, misturando cores, tanto da alça como o solado."
O empresário revela, porém, que conseguiu o dinheiro logo em seguida, quando uma notícia que era para ter sido ruim veio em momento certo: ele foi mandado embora da empresa de ônibus e recebeu a indenização. Moisés garante que não havia comentado nada com o chefe sobre a ideia de abrir a fábrica e também diz que não pediu para ser mandado embora. “A demissão veio, comprei o maquinário e uma tonelada de borracha.’ O investimento foi de R$ 12 mil.
Desde então, o empresário dedica todo o seu tempo para a fabricação dos chinelos de dedo quadrados.  As vendas começaram no boca a boca e depois surgiram as sacoleiras e as lojas.
Do salário de R$ 1,4 mil que ganhava como motorista, Moisés viu o faturamento chegar a R$ 8 mil em dezembro. Só na feira, foram vendidos R$ 32 mil em produtos.
O modelo mais simples custa, no preço final ao consumidor, R$ 27. As sandálias femininas customizadas saem por até R$ 50 cada (há modelos com flores, pedrinhas e até pelo sintético).
O filho Vinicius Batista Pena, a cunhada Wanesca Batista, Moisés e a esposa Valdete Batista Pena compõem a empresa familiar (Foto: Arquivo Pessoal)
De lá para cá, a esposa do empresário também abandonou o emprego que tinha há anos como bancária para se dedicar à administração da empresa. O filho do casal, de 21 anos, é responsável pela parte de tecnologia e a cunhada, pela parte comercial e de marketing.
A empresa familiar, inclusive, está de mudança. Do fundo do quintal da casa de Moisés, na Penha, Zona Leste de São Paulo, ganhará um espaço comercial no mesmo bairro, com direito a escritório e loja de fábrica.
De acordo com Wanesca Batista, a cunhada do empresário, é preciso aumentar a produção, já que foram fechados muitos negócios com lojistas de diferentes estados e interior de SP durante a feira do setor. “A feira mudou o cenário, a gente já teve que sair correndo para contratar mão de obra”, afirma.
O empreendedor acabou de contratar o primeiro funcionário para ajudá-lo na fabricação. Além disso, estão sendo contratadas mais artesãs para confeccionar os adereços das sandálias femininas. “Já falamos com o contador e vamos mudar o registro para empresa de pequeno porte”, diz. O cadastro inicial é de Microempreendedor Individual (MEI).
Cearense, Moisés revela que chegou a São Paulo com 23 anos e sempre foi motorista de ônibus, até abrir a Kuatro Kantos. “Eu amo o que eu faço, mas eu também amava ser motorista de ônibus”, diz. Hoje, ele afirma que espera que a empresa continue crescendo. “Eu só peço que Deus continue a abençoar do jeito que tem abençoado até hoje".
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G1

Aeromoça pede que passageiro tire camiseta com frase polêmica


Wynand Mullins embarcou em um voo da companhia Qantas em Auckland, na Nova Zelândia, com uma camiseta reproduzindo a frase de um filme de comédia que continha dizeres que deixaram alguns passageiros preocupados: “prepare-se para morrer”.
A frase, na verdade, é um excerto do filme americano “A princesa prometida” (1987), dita pelo protagonista: “Meu nome é Inigo Montoya. Você matou meu pai. Prepare-se para morrer”. Todavia, isso foi o suficiente para que a aeromoça pedisse para que Mullins tirasse a camiseta, e vestisse outra roupa, de acordo com o jornal “The Guardian”.
Frase 'prepare-se para morrer' deixou passageiros do voo assustados (Foto: Reprodução)Frase 'prepare-se para morrer' deixou passageiros do voo assustados (Foto: Reprodução)
“Toda a experiência foi um pouco exagerada, mas também cômica”, contou Mullins, que chegou a postar uma foto usando a camiseta dentro do avião. Um porta-voz da companhia afirmou que a empresa "possui padrões de vestimentas para os passageiros, principalmente para roupas que contenham frases que outros passageiros interpretem como ofensivas ou ameaçadoras”.
O voo seguiu viagem, todavia, não ficou esclarecido se Wynand usou uma camiseta fornecida pela empresa ou virou a roupa do avesso.
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G1

PlayStation 2, sinônimo de videogame, chega ao final da vida


O PlayStation 2 'fat', o primeiro modelo do segundo console da Sony lançado em 2000 (Foto: Divulgação)O PlayStation 2 'fat', o primeiro modelo do
segundo console da Sony lançado
em 2000 (Foto: Divulgação)
Uma névoa azulada, cubos transparentes flutuando no espaço, quatro pequenas luzes nas cores rosa, vermelha, verde e azul - as mesmas cores dos botões Quadrado, Círculo, Triângulo e X, respectivamente, do controle - dando volta sobre eles, até que, quase como mágica, eles desaparecem dando lugar ao nome "PlayStation 2".
Quem teve um "PlayStation 2" - "PS2" ou "Play 2" para os fãs - o segundo videogame da Sony, certamente se lembra desta cena, chamada de "tela de boot" (clique aqui para assistir ao vídeo), que aparecia toda a vez que um jogo era iniciado ou o console era ligado.
Após quase 13 anos de vida, o console, apresentado como um monolito - remetendo à clássica cena de "2001 - Uma Odisseia no Espaço" - e que marcou uma geração chegou ao final de sua vida.
De forma oficial - lê-se um videogame que entra no Brasil por meio de importação legal - é difícil encontrar um PlayStation 2. "Se alguma loja minha vende PS2 hoje é porque ainda tem o aparelho no estoque. Não temos mais aparelhos desde outubro passado", conta Marcos Khalil, dono da rede de lojas UZ Games.Após quase 154 milhões de unidades vendidas durante quase 13 anos, no final de dezembro de 2012, a Sony anunciou que não iria mais distribuir o PlayStation 2 no Japão, medida que foi levada para o restante do mundo em janeiro de 2013. Em comunicado ao G1, no entanto, a empresa afirma "que continuará enviando o PS2 às lojas da América do Sul". A empresa não quis dar entrevista sobre o fim do videogame. Curiosamente, a empresa não vende mais o PS2 de forma oficial em seu site Sony Style (veja aqui).
Arte PlayStation 2 (Foto: Arte G1)
Lançado em 4 de março de 2000 no Japão e em outubro do mesmo ano nos Estados Unidos, o PlayStation 2 carregava o nome do seu antecessor e que já tinha um nome estabelecido no mercado e games com marcas muito fortes como "Final Fantasy" e "Metal Gear Solid", games estes que dariam as caras no novo console.
A promessa de um poder gráfico que superaria tudo o que já foi visto nos jogos foi um dos pontos que a Sony acertou ao apresentar o aparelho. "Lembro de como fiquei impressionado com um vídeo que mostrava a dança de Squall e Rinoa, de 'Final Fantasy VIII' [do PSone] em tempo real com a tecnologia do PlayStation 2. Era a promessa de que, com ele, a qualidade gráfica das animações do PSone seria possível e até comum para os gráficos dos jogos. E isso parecia incrível demais para ser verdade", lembra Humberto Martinez, editor da "Revista Oficial PlayStation", que antes se chamava "Dicas & Truques para PlayStation", uma das primeiras revistas especializadas nos videogames da Sony no Brasil.
'Metal Gear Solid 2' é um dos games mais populares do PS2 (Foto: Divulgação)
A publicação comemora 14 anos em fevereiro e, em março, será a revista de games com o maior número de edições no mercado, superando a antiga "Ação Games".
Embora os gráficos 3D do console já tivessem aparecido no PSone e no Nintendo 64, o nível de detalhes era muito maior e permitiu que jogos como "Grand Theft Auto III", "Metal Gear Solid 2", "Gran Turismo 3" e "Final Fantasy X" tivessem um visual à frente de qualquer outro jogo da época, ajudando na popularidade do PlayStation 2.
Outro fator determinante para o sucesso do aparelho foi que ele reproduzia filmes em DVD. Esta função, aliada ao preço do PS2 de US$ 300 no lançamento, o tornaram o tocador de DVD mais barato do mercado na época.
O fato de usar DVD como mídia para os jogos permitiu também que eles fossem maiores e melhores. Os vídeos dos games tinham uma melhor definição e não eram pixelados como os de jogos em CD-ROM. Títulos como "Gran Turismo" puderam ter centenas de carros e RPGs como "Final Fantasy" horas e horas de diálogos em áudio.
E é inegável que a polêmica série "Grand Theft Auto", da Rockstar, ajudou o videogame a ser um dos mais populares de todos os tempos. A prova disso é que os três títulos lançados para o PS2 estão entre os cinco jogos que mais venderam na história do aparelho. São eles, em ordem de lançamento, "Grand Theft Auto III", "Grand Theft Auto: Vice City" e "Grand Theft Auto: San Andreas".
'Grand Theft Auto: San Andreas', o jogo mais vendido do PlayStation 2 (Foto: Divulgação)'Grand Theft Auto: San Andreas', o jogo mais vendido do PlayStation 2 (Foto: Divulgação)
Boas lembranças
O servidor público Alan Araújo, de 23 anos, lembra muito bem dos jogos do PlayStation 2 e diz que, apesar da geração atual de videogames - do PS3 e do Xbox 360 - muitos daqueles games ainda merecem atenção. Ao VC no G1, ele disse que um destes jogos é "Final Fantasy X". “[Admirei] os gráficos incríveis para a época, o novo e dinâmico sistema de batalha, os personagens carismáticos, a história coesa e bem construída e a trilha sonora espetacular”, relembra. Além de “FFX”, que ele caracteriza como uma “experiência incrível, como várias outras que o PS2 me proporcionou”, Allan destaca os games “Metal Gear Solid 2 e 3” como outros favoritos.

VC no G1 pediu que leitores enviassem suas lembranças com o PlayStation 2 (clique aqui para ler a reportagem).
Humberto Martinez, fã de jogos como "Silent Hill" e "Metal Gear Solid" diz em sua lembrança estão pequenos detalhes dos jogos que só foram vistos com o poder gráfico inédito do PS2. Para ele, "Metal Gear Solid 3: Snake Eater", "Silent Hill 2" e "Grand Theft Auto: San Andreas" são os melhores do console.
"A chuva do início de 'Metal Gear Solid 2' deve ser umas das incríveis até hoje. Havia uma árvore em 'ICO' que era tão bem modelada e volumosa, que eu ficava um tempão debaixo dela para ver todos os seus ângulos e complexidade. A sensação de escala opressora ao passar ao lado de um colosso em 'Shadow of the Colossus'. Os passeios de bicicleta em 'GTA: San Andreas'. A mão no ombro no início de 'Fatal Frame 2'. É fácil perceber que um videogame foi incrível quando as suas lembranças mais legais estão relacionadas a ele."
'Metal Gear Solid 3' é considerado um dos melhores jogos do PS2 (Foto: Divulgação)'Metal Gear Solid 3' é considerado um dos melhores jogos do PS2 (Foto: Divulgação)
Ele conta que o PlayStation 2 foi o principal console da história da revista "Dicas & Truques para PlayStation", justamente porque, no Brasil, PlayStation virou sinônimo de videogame. "O Play conseguiu dar uma sequência fabulosa para franquias famosas do console anterior, como 'Metal Gear Solid', 'Silent Hill' e 'Gran Turismo', ao mesmo tempo em que trouxe novas propriedades intelectuais como 'God of War' e 'ICO'. Nenhum jogador podia ficar imune a isso e a procura pela revista ficava cada vez mais intensa."
Marcos Khalil nem pensa duas vezes para responder: "O PlayStation 2 foi o aparelho que mais vendeu na rede". "Um amigo tinha ido ao Japão e pedi que ele trouxesse o videogame para vender aqui. Rapidamente, conversei com clientes e eles aceitaram comprar o aparelho, que vendi por um valor que hoje seria cerca de R$ 7 mil."
O simulador 'Gran Turismo' teve sua melhor fase no PS2 (Foto: Divulgação)
Ele conta que os jogos de futebol como "Winning Eleven", hoje conhecido como "Pro Evolution Soccer" estão entre os mais vendidos ao lado de "Street Fighter", "Tekken" e, claro, jogos da série "GTA". "Se eu colocar para vender qualquer jogo da série 'GTA', ele vende na hora até hoje".
Khalil, que diz até hoje jogar games de PlayStation 2 como "Disney Golf" e a série "Maximo", da Capcom, conta que não vende mais o videogame porque não quer frustrar clientes. "Existe a procura, principalmente das classes D e E. Mas se eu vender um PS2, o cliente pode se sentir lesado, já que não há mais jogos novos para o console".
Mas, aqueles que, por conta da nostalgia, quiserem comprar um PlayStation 2, podem dar uma garimpada em lojas de games ou em sites de leilões. Mas jogar o aparelho nas TVs de alta definição atuais não deixará o visual dos jogos tão belo quanto era no passado, já que o PS2 não era compatível com a alta definição.
A série de futebol 'Winning Eleven', hoje 'Pro Evolution Soccer' era a principal franquia de futebol no PlayStation 2 (Foto: Divulgação)A série de futebol 'Winning Eleven', hoje 'Pro Evolution Soccer' era a principal franquia de futebol no PlayStation 2 (Foto: Divulgação)
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G1
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