terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Tailandeses de 74 e 72 anos querem dar beijo mais demorado do mundo


Um casal septuagenário na Tailândia entrou em competição nesta segunda-feira (12) para quebrar o recorde de beijo mais longo do mundo, segundo o Guinness. Bunjed Yomjinda, de 74 anos, quer beijar Suwanna Yomjinda, de 72, pelo menos até na quinta-feira (14), superando a atual marca de 50 horas, 25 minutos e 1 segundo de beijo.
Outros oito casais também se beijam em Pattaya para tentar quebrar o recorde até a quinta-feira, quando é comemorado o Dia dos Namorados na Tailândia e em outros países. O atual recorde também é de um casal tailandês.
G1
Bunjed Yomjinda, de 74 anos, beija Suwanna Yomjinda, de 72, em tentativa de quebrar o recorde de beijo mais longo, em Pattaya,150 km  a leste de Bangkok, Tailândia, nesta terça-feira (12).  (Foto: Reuters/Chaiwat Subprasom )Bunjed Yomjinda, de 74 anos, beija a esposa Suwanna Yomjinda, de 72, em tentativa de quebrar o recorde de beijo mais longo, em Pattaya,150 km a leste de Bangkok, Tailândia, nesta terça-feira (12). (Foto: Reuters/Chaiwat Subprasom )
Bunjed Yomjinda, de 74 anos, beija Suwanna Yomjinda, de 72, em tentativa de quebrar o recorde de beijo mais longo, em Pattaya,150 km a leste de Bangkok, Tailândia, nesta terça-feira (12). (Foto: Reuters/Chaiwat Subprasom)Bunjed Yomjinda, de 74 anos, beija a esposa Suwanna Yomjinda, de 72, junto a outros casais em tentativa de quebrar o recorde de beijo mais longo, em Pattaya,150 km a leste de Bangkok, Tailândia, nesta terça-feira (12). (Foto: Reuters/Chaiwat Subprasom)
  •  
Bunjed Yomjinda, de 74 anos, beija Suwanna Yomjinda, de 72, e outros casais, em tentativa de quebrar o recorde de beijo mais longo, em Pattaya,150 km a leste de Bangkok, Tailândia, nesta terça-feira (12). (Foto: Reuters/Chaiwat Subprasom)Bunjed Yomjinda, de 74 anos, beija Suwanna Yomjinda, de 72, e outros casais, em tentativa de quebrar o recorde de beijo mais longo, em Pattaya,150 km a leste de Bangkok, Tailândia, nesta terça-feira (12). (Foto: Reuters/Chaiwat Subprasom)

Marinha faz operação de guerra para desmontar estação antártica no prazo



Homens da Marinha trabalham em obras na Antártica (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
Homens da Marinha trabalham em obras na Antártica (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
A Marinha do Brasil instalou uma verdadeira operação de guerra para limpar os destroços deixados pelo incêndio na Estação Antártica Comandante Ferraz, em fevereiro do ano passado, e colocar no local módulos emergenciais.
Duzentos homens, sendo cem em terra, trabalham diariamente no processo de desmontagem da antiga estação e construção do Módulo Antártico Emergencial (MAE). O conjunto de contêineres abrigará pesquisadores e militares por um período mínimo de cinco anos, até que saia do papel o projeto do novo complexo brasileiro no continente. A estrutura de alta tecnologia tem um custo estimado de R$ 100 milhões.
De lá, o grupo de militares e cientistas seguiu com o navio Ary Rongel até a Baía do Almirantado, represamento da água do Mar Antártico cercado por montanhas encobertas de neve e geleiras imensas. Um lago de água salgada banha a área, que é considerada território brasileiro na Antártica. No local, um aglomerado de contêineres brancos e vermelhos é visto entre a paisagem gélida e branca.G1 acompanhou uma expedição da Marinha até o local, que começou na segunda-feira passada (4). Os viajantes se reuniram em Punta Arenas, no sul do Chile, de onde os marinheiros, pesquisadores e jornalistas decolaram em um avião Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira na última quinta-feira (7), rumo à base militar Eduardo Frei, também chilena, que fica na Península Antártica.
Chegada à Estação Comandante Ferraz (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Chegada à Estação Comandante Ferraz (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
Operação de guerra
É só quando o bote conduzido por mergulhadores se fixa nas pedras da praia, com blocos de gelo e ventos que deixam uma sensação térmica de -10º C, que se constata uma verdadeira operação de guerra montada em uma das regiões mais inóspitas do planeta.

Equipamentos pesados voltados para a construção civil – como empilhadeiras, guindastes e outras máquinas – tentam dar uma cara de “reconstrução” em meio aos entulhos de aço retorcido ainda presentes da antiga estação. O incêndio que destruiu boa parte da base matou dois militares.
Mais de 700 toneladas de aço, que formavam os blocos da antiga construção já foram retirados e levados para o navio alemão Germânia, que ronda a baía aguardando novas remessas de lixo. O material deve ser todo enviado de volta ao Brasil a partir do dia 26 de março, prazo final para término da “faxina geral”. A partir de abril, o fim do verão torna impossíveis quaisquer medidas para operar na região.
Barracas como dormitórios
A 31ª Operação Antártica, que está dentro do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) começou em outubro passado. Desde então, homens como o capitão Paulo Cesar Galdino de Souza, chefe da operação logística na estação Comandante Ferraz, têm passado noites e dias preocupados em entregar tudo no prazo. Ele conta que a limpeza da área passou por uma série de dificuldades, como a remoção de 60 mil metros cúbicos de neve que encobriam a antiga estação e o frio constante de 1º C – agravado pela sensação térmica de -12º C.

“Demoramos dez dias para limpar a neve da área e tivermos que dormir duas noites em barracas, devido ao mau tempo”, conta o militar, que deve permanecer na estação até meados de abril, quando termina a operação.
Destroços deixados pelo incêndio de fevereiro de 2012 ainda estão na Antártica (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Destroços deixados pelo incêndio de fevereiro de 2012 ainda estão na Antártica (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
Complexo provisório
Os contêineres brancos, trazidos na última semana pelo barco argentino San Blas desde Punta Arenas, no Chile, já começaram a ser montados onde funcionava o heliponto da estação. Até a sexta-feira (8), momento em que a reportagem do G1 estava presente na estação Comandante Ferraz, ao menos cinco contêineres estavam posicionados. No interior deles era possível observar lâmpadas já instaladas e portas divisórias de ambientes.

Até o final de março, 39 “caixas de metal” serão agrupadas e formarão um abrigo provisório que dará continuidade aos trabalhos de pesquisa e observação da região – atualmente parte desenvolvidos de forma improvisada nos navios Ary Rongel e Almirante Maximiano, parte tocados em contêineres que pertencem ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Atualmente, em terra são utilizados espaços que antes abrigavam equipamentos receptores de dados meteorológicos e informações sobre o clima. Mas agora, servem de abrigo para que militares utilizam a internet e o telefone – que funcionam precariamente no local.
Esta movimentação é acompanhada pelos militares e engenheiros Ricardo Ferreira e Carla Costa. Os dois contam que a estação provisória funcionará por um tempo mínimo de 5 anos, até que saia do papel a nova estação, que tem custo estimado de R$ 100 milhões (incluindo todo o processo logístico).
Eles afirmam ainda que uma das preocupações dos engenheiros é interligar o sistema de tratamento de esgoto do MAE. Segundo eles, o objetivo é ter “impacto zero” em relação dos detritos humanos na natureza. Além disso, a água utilizada na estação será coletada de dois lagos existentes na ilha Rei George – local que sedia a estação. “Toda a água consumida deverá ser reutilizada”, explica Carla.
Agentes do Ibama também trabalham no local (Foto: Eduardo Carvalho/G1)Agentes do Ibama também trabalham no local (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
Pegada ambiental
A avaliação do impacto ambiental causado pelo Brasil em Comandante Ferraz está sob a responsabilidade de Marcelo Amorim, coordenador de atendimento a acidentes naturais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).

Além de analisar o andamento da retirada do entulho, ele tem a função de verificar os danos causados pelo incêndio da estação brasileira à biodiversidade da Antártica. Amorim chegou à estação na última sexta-feira e deve permanecer no local por mais uma semana. Outras duas técnicas do Ibama já estiveram no local realizando levantamentos sobre o assunto.
“Havia muito material químico nos laboratórios da estação. Esses resíduos podem ter escorrido para o mar. Desde outubro nosso pessoal tem ido para a estação com objetivo de avaliar onde os resíduos da antiga estação podem ser colocados e como devem ser procedimentos futuros”, conta Marcelo ao G1.
Ele explica ainda que é cedo para avaliar um dano ambiental na região, mas amostras do solo e da água foram recolhidas e levadas ao Brasil para analisar a possível existência de contaminação.
Custos
A operação de desmonte da estação Comandante Ferraz é custeada pela verba de R$ 40 milhões liberada pela presidente Dilma Rousseff do ano passado. No entanto, o transporte dos módulos emergenciais pelo navio argentino não está incluso. De acordo com Galdino de Souza, o governo brasileiro pagará apenas o combustível gasto pelo navio – número que não foi divulgado pelos oficiais.

G1

Pai conhecia motorista que matou criança atropelada: 'É colega nosso'


A família de João Victor Lima Rodrigues, de 6 anos, está revoltada com a morte do menino, que foi atropelado por um carro desgovernado enquanto brincava com o pai, Waldemir Rodrigues, na porta da casa onde morava, no Setor Comendador Walmor, em Aparecida de Goiânia, no domingo (10). O motorista do carro, que está preso, é inabilitado e estava bêbado. Ele é conhecido do pai de João Victor. “Era colega nosso, nunca esperava isso dele”, conta Waldemir.
O pai do menino nem pode ir ao velório do filho, pois não consegue se levantar da cama, já que machucou as pernas no atropelamento. João Victor foi velado no início da noite de segunda-feira (11), em Aparecida de Goiânia.
“Ele tirou nosso chão, nossa vida. Queremos justiça”, lamenta a tia Vanúsia Silvia. O menino de 6 anos era filho único. Além disso, a mãe não pode engravidar de novo.O pai conta que o tentou salvar o garoto, mas não foi o suficiente. “Vi o carro e tentei empurrar meu filho. Mas, quando trisquei o dedo nele, o carro já estava batendo na minha perna”, lembra Waldemir Rodrigues.
Embriaguez
O motorista que atropelou João Victor e Waldemir Rodrigues estava bêbado, além disso, ele só tem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do tipo A, ou seja, apenas para motocicletas. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro no momento do acidente. Entretanto, os policiais militares que atenderam à ocorrência afirmaram que ele estava bêbado. “Estava em visível estado de embriaguês”, ressaltou o sargento José Ribeiro Barbos.

Garoto de 6 anos morreu após ser atropelado na calçada de casa, em Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
Garoto foi atropelado na calçada de casa
(Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
O exame de sangue feito no Instituto Médico Legal (IML) comprovou que o motorista tinha ingerido bebida alcoólica. Como ele, outros 35 motoristas foram flagrados dirigindo bêbados no final de semana, em Goiás. O número é sete vezes mais do que o carnaval do ano passado, segundo a Polícia Militar..
O condutor está preso no 4º Distrito Policial de Aparecida de Goiânia. Ele será indiciado pela Polícia Civil por homicídio culposo e lesão corporal. O homem não teve o direito de pagar fiança e está à disposição da Justiça.
Para ler mais notícias de Goiás, clique em g1.com.br/goias. Siga também o G1 Goiás noTwitter e por RSS.cortam Goiás.
G1

Bombeiros localizam corpo que pode ser de jovem que caiu de cruzeiro


Rapaz caiu do navio MSC Fantasia (Foto: Arquivo Pessoal)Luciano de Lucca caiu do navio MSC Fantasia
(Foto: Arquivo Pessoal)
O Corpo de Bombeiros localizou na manhã desta terça-feira (12), em Santos, no litoral de São Paulo, o corpo de um homem com a mesma aparência do arquiteto Luciano de Lucca, que caiu do navio MSC Fantasia na noite do último sábado (9). A família deve reconher o corpo nas próximas horas.
A vítima foi encontrada por uma equipe dos bombeiros por volta das 9h, em torno dos armazéns 33 e 34 do Porto de Santos. De acordo com o comandante Marcelo Ribeiro de Souza, capitão dos Portos da Capitania do Estado de São Paulo, o passageiro caiu do navio que estava atracado no armazém 32. “Pela descrição seria o Luciano, mas vamos aguardar o reconhecimento do corpo, que será feito pela família”, diz.
O comandante ainda afirma que o laudo do Instituto Médico Legal (IML), vai auxiliar na investigação do caso. “O laudo da perícia vai, independente da causa da morte, analisar se houve imperícia ou negligência por parte do navio”, explica o comandante Ribeiro.
Caso
Segundo a Capitania dos Portos, o passageiro, identificado como Luciano De Lucca, morador de São Paulo, ocupava a cabine 11063, e caiu no mar instantes antes de o navio zarpar, por volta das 18h50 deste sábado (9). O comandante do MSC Fantasia informou que um tripulante viu a queda do passageiro no mar pelo lado esquerdo do navio. Um rapaz que estava em uma moto aquática teria presenciado a queda e tentado resgatar, sem sucesso, o passageiro. Após buscas e depoimentos dos passageiros, o navio saiu do Porto de Santos na madrugada deste domingo (10).

Para ler mais notícias do G1 Santos e Região, clique em g1.globo.com/santos. Siga também o G1 Santos e Região no Twitter e por RSS.
G1

Após teste nuclear, Coreia do Norte ameaça com 'ações mais fortes'


A Coreia do Norte afirmou nesta terça-feira (12) que o teste nuclear desta manhã é só uma "primeira etapa" e advertiu sobre ações "mais fortes", se houver novas sanções contra o país no âmbito das Nações Unidas.
A ameaça foi feita em um comunicado divulgado pela agência oficial norte-coreano.
Ao mesmo tempo, um diplomata do país disse, no fórum de desarmamento das Nações Unidas, que Pyongyang não vai se curvar a resoluções que limitem seu programa nuclear, e que as perspectivas são "ruins" para a desnuclearização da Península da Coreia, por conta do que chamou de "política hostil" dos Estados Unidos.
"Os Estados Unidos e seus seguidores estão tristemente enganados se acreditam que a Coreia do Norte iria respeitar as inteiramentes desarrazoadas resoluções contra ela. A Coreia do Norte nunca vai se curvar a nenhuma resolução", disse Jon Yong Ryong, primeiro-secretásrio da missão norte-coreana em Genebra.
mapa teste nuclear coreia (Foto: 1)
Terceiro teste
As declarações foram feitas no mesmo dia em que a Coreia do Norte anunciou ter feito seu terceiro teste nuclear, em descumprimento às resoluções da ONU. A atitude gerou reprovação da comunidade internacional.

O país disse que foi feito com sucesso um teste nuclear subterrâneo em seu território, usando o que chamou de um artefato "miniaturizado", confirmando a suspeita levantada pouco antes pela vizinha e rival Coreia do Sul, após o registro de um terremoto provocado por causas "artificiais".
O governo norte-coreano disse que o ensaio atômico tem como objetivo "proteger sua segurança nacional e soberania" contra o que chamou de a "hostilidade" dos EUA, seu inimigo declarado.
A Coreia do Norte disse que o teste teve "maior força explosiva" do que os de 2006 e 2009, que foram amplamente analisados como de pequena escala.“Verificou-se que o ensaio nuclear que foi realizado a um nível elevado de segurança, utilizando um dispositivo miniaturizado e sem impacto negativo sobre o ambiente”, diz a agência estatal.
De acordo com a Yonhap, a explosão, segundo estimativa da Coreia do Sul, teria potência entre 6 e 7 quilotons.
As agências americanas de inteligência afirmaram que a Coreia do Norte provavelmente conduziu uma explosão nuclear subterrânea de "aproximadamente muitos quilotons", disse o escritório do Diretor de Inteligência Nacional.
Segundo o serviço de inteligência sul-coreano, a região onde o sismo ocorreu abriga a base de Punggyer-ri, onde a Coreia do Norte realizou ensaios atômicos em 2006 e 2009.
Preocupação internacional
O teste foi criticado duramente pelo secretário-geral da ONU, pelo presidente dos EUA, pela União Europeia e pela Otan.

Em Viena, a Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares afirmou que a explosão constituiu uma "clara ameaça à paz e à segurança".
O Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência para as 14h GMT (12h de Brasília), em Nova York.
O Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) detectou um tremor de magnitude 4,9 na região de Sungjibaegam.
O sismo ocorreu às 10h57 da manhã (horário local).
O USGS informou que o epicentro terremoto ocorreu a apenas 1 quilômetro de profundidade.
Seus sismógrafos registraram o tremor nas coordenadas geográficas 41.299 graus norte e 129.081 graus leste. O epicentro se situou a 24 km de Sungjibaegam, 34 km de Hau-ri, 42 km de Kilju, 51 km de Hoemul-li e 378 km de Pyongyang.
A exemplo da Coreia do Sul, a Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares, agência de monitoramento nuclear internacional ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), informou em Viena, na Áustria, que sua rede de estações de medição detectou um “evento sísmico incomum” na Coreia do Norte.
TV em estação de trem de Seul mostra telejornal noticiando possível teste nuclear na Coreia do Norte. (Foto: Lee Jin-man / AP Photo )TV em estação de trem de Seul mostra telejornal noticiando teste nuclear na Coreia do Norte. (Foto: Lee Jin-man / AP Photo)

O presidente de Coreia do Sul, Lee Myung-bak, convocou reunião de emergência de seu Conselho de Segurança Nacional para analisar a questão. O Exército sul-coreano entrou em alerta, e o governo anunciou que vai posicionar mísseis em todo o território com capacidade para atingir a Coreia do Norte.
A Coreia do Norte havia ameaçado, em 24 de janeiro, realizar sua terceira prova atômica como resposta à resolução tomada dois dias antes pelo Conselho de Segurança da ONU, que ampliou as sanções ao país comunista como castigo ao recente lançamento de foguete de longo alcance.
G1
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...