segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Criminosos fazem arrastão em trilha na Zona Sul do Rio


Três homens assaltaram pelo menos 10 pessoas, neste domingo (17), em uma das trilhas do Parque Lage, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Em depoimento à polícia, uma vítima contou que um dos criminosos, que aparentava ser menor de idade, estava armado e chegou a apontar o revólver na cabeça dos visitantes.
As vítimas registraram queixa na 15ª DP (Gávea). Segundo testemunhas, as pessoas foram abordadas no acesso a uma cachoeira. Os criminosos levaram mochilas, carteiras, óculos, celulares, dinheiro e câmeras fotográficas.
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G1

Cientistas afirmam que fragmentos em lago da Rússia são de meteorito


Cientistas da Universidade Federal dos Urais, na Rússia, afirmaram neste domingo (17) à agência de notícias russa "Ria Novosti" que fragmentos encontrados no Lago Chebarkul, na região de Chelyabinsk, são de um meteorito que caiu nesta sexta-feira (15) no país, deixando mais de mil pessoas feridas, atingidas por estilhaços de vidros que se quebraram com a passagem do corpo celeste.

À imprensa russa, o cientista Viktor Grohovsky afirmou que um estudo feito com partículas dos fragmentos encontrados na região do lago congelado apontaram que o material faz parte de um meteorito condrito ordinário – nome dado à classe mais comum de meteoritos. Sua composição tem 10% de ferro. O cientista afirmou ainda que o corpo celeste poderá ser batizado de “meteorito Chebarkul”.

Quando um corpo rochoso vem do espaço e entra na atmosfera, ele é inicialmente chamado pelos astrônomos de meteoro. Caso atinja o solo, em vez de se desfazer em atrito com a atmosfera, ele - ou seus fragmentos - passam a ser classificados de "meteorito", conforme explica o astrônomo Cássio Barbosa, colunista do G1.
Fragmento rochoso analisado por cientistas é parte de meteorito que caiu em região da Rússia na última sexta-feira (Foto: Reprodução)Fragmento rochoso analisado por cientistas é parte de meteorito que caiu em região da Rússia na última sexta-feira (Foto: Reprodução)
Maior em 100 anos
A agência espacial americana Nasa divulgou informações capturadas por uma rede de sensores que permitiu uma melhor avaliação do objeto que cruzou o céu da Rússia. Segundo a instituição, o tamanho do meteoro era de 17 metros e seu peso era de 10 mil toneladas antes de entrar na atmosfera terrestre.

Quando se desintegrou no céu, às 0h20 (horário de Brasília) desta sexta-feira, devido ao atrito com o ar, foram liberados 500 kilotons de energia (ou seja, aproximadamente o equivalente à detonação de 500 toneladas de TNT), segundo as estimativas.

O primeiro registro da entrada do meteoro na atmosfera terrestre foi feito no Alasca, a mais de 6.500 km da região russa, onde houve os estragos. Os sensores de infrassom indicam que, desde o momento da entrada do meteoro na atmosfera, até sua desintegração, se passaram 32,5 segundos.
Meteoro - arte (Foto:  )
Sem relação com asteroide
A agência americana voltou a reforçar que não há relação entre o meteoro que caiu na Rússia e o asteroide 2012 DA14, que passou perto da terra na tarde de sexta-feira (pelo horário de Brasília).

De acordo com o ministro russo de Situações de Emergência, Vladimir Pushkov, uma equipe especial do governo foi enviada à região para avaliar a estabilidade sísmica dos edifícios. Ele comentou ainda que haverá cuidados ao religar o gás dessas edificações.

O governo de Cheliabinsk iniciou uma grande operação para consertar os estragos provocados pelo fenômeno. Cerca de 20 mil pessoas foram mobilizadas no país para participar da limpeza e também do atendimento aos feridos, que ainda neste sábado permaneciam sob observação médica.

Último dado divulgado pelo Ministério do Interior russo aponta que ao menos mil pessoas tiveram ferimentos devido aos estilhaços de vidro, que se quebraram com a aparição da bola de fogo no céu. Deste total, 200 seriam crianças.

Sistema de defesa
Agências de notícias afirmam que autoridades da Rússia defenderam a criação de um sistema conjunto de combate a asteroides. Alexei Pushkov, chefe do Comitê de Assuntos Exteriores do Parlamento russo, escreveu em sua conta no Twitter que “'em vez de lutar na Terra, as pessoas deveriam criar um sistema conjunto de defesa dos asteroides”.

A opinião é compartilhada pelo presidente russo, Vladimir Putin. Segundo a agência de notícias "France Presse", o presidente convocou os Estados Unidos a se unir ao país e à China para criar um sistema de defesa contra asteroides.
Nesta semana, pela primeira vez um grupo de trabalho das Nações Unidas propôs um plano de coordenação internacional para detectar asteroides potencialmente perigosos e, em caso de risco para a Terra, preparar uma missão espacial com capacidade para desviar sua trajetória.
Imagem divulgada pelo Departamento de Polícia da região de Cheliabinsk neste sábado (16), mas feita na sexta (15), mostra pequeno fragmento encontrado na beira do lago Chebakul, local onde, supostamente, o meteoro teria caído (Foto: Divulgação/Departamento de Polícia de Cheliabinsk)
"O risco de que um asteroide se choque contra a Terra é extremamente pequeno, mas, em função do tamanho do asteroide e do local do impacto, as consequências podem ser catastróficas", indica um relatório entregue esta semana aos estados-membros pelo Escritório da ONU para o Espaço Exterior (Unoosa, na sigla em inglês).

O relatório de 15 páginas foi elaborado por um grupo de trabalho criado em 2007, em Viena, na Áustria. Atualmente são conhecidos cerca de 20 mil asteroides próximos à Terra, dos quais aproximadamente 300 são potencialmente perigosos, explica o diretor do grupo de trabalho que redigiu o documento, o mexicano Sergio Camacho.

Até 2020, o analista prevê que serão detectados até meio milhão de asteroides próximos a nosso planeta, graças à melhora da tecnologia de localização. "São objetos que estão aí, mas não sabemos onde estão", ressalta.
G1

Mãe de cantor sertanejo morta em GO era ameaçada por ex, diz vizinha


A aposentada Eva Bernardes, mãe do cantor sertanejo Adriano, estava sendo ameaçada pelo ex-namorado, segundo informações de uma vizinha. “Ele falou que viria matá-la. As coisas que eu escutei ele falar pra ela no telefone não eram normais”, conta a amiga, que não quis se identificar.
Eva Bernardes, de 66 anos, foi encontrada morta, com sinais de espancamento, por volta das 15h de sábado (16), dentro da própria casa, no Setor Pedro Ludovico, em Goiânia. O corpo dela foi enterrado no Cemitério Jardim da Paz, em Aparecida de Goiânia, na manhã de domingo (17).
De acordo com a Polícia Militar, o namorado de Eva é o principal suspeito de ter cometido o crime, pois foi encontrado um documento dele ao lado do corpo da vítima. Ele está foragido. "Estamos empenhados nas buscas, possuímos dados e algumas pistas. Estamos no encalço dele", ressaltou a tenente Dayanna Souza. O caso está sendo investigado pela Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), de Goiânia.
Dupla André e Adriano ficou conhec ida pelo sucesso 'Hoje a Jiripoca Vai Piá', em Goiás (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)Geovanny Bernardes de Sousa, conhecido como Adriano, estava em São Paulo quando recebeu a notícia, mas retornou a Goiânia. No dia do crime, ele faria um show com o parceiro, André, na cidade de Bebedouro (SP), mas cancelou a apresentação.Os vizinhos contaram que ouviram um som muito alto vindo de dentro da casa durante a madrugada de sábado. Para os policiais, o barulho pode ter sido proposital, para evitar que qualquer pedido de socorro da vítima fosse ouvido.
André e Adriano tornaram-se conhecidos em 1999, quando lançaram a canção "A Jiripoca Vai Piá", composta pelo filho da vítima. A música foi regravada por diversos artistas nacionais, entre eles o  cantor Daniel.
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G1

Raios matam 130 pessoas e deixam 200 feridas por ano no Brasil


Na mesma semana em que um meteoro assustou o mundo, em São Paulocaíram quase dois mil raios em um único dia. Há dez anos não se via uma tempestade elétrica tão violenta na cidade.
Em nenhum lugar do planeta cai tanto raio como no Brasil. São mais de cem mortes por ano. Por isso, o Fantástico pede a sua atenção para a série feita em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Clique aqui e confira uma cartilha de proteção contra raios.
Um guia repleto de curiosidades, dicas e histórias incríveis de sobrevivência. Vai começar a viagem pelo "país dos raios"!
Tem gente tão fascinada por descargas elétricas que fabrica raios por conta própria, com um equipamento chamado bobina de tesla. “Comecei a fazer com 14 anos, em 2009”, diz o estudante de Engenharia Eletrônica Grégory Gusberti.
Ele explica como funciona: “Ela acumula energia aos poucos, na parte metálica superior, até um ponto que a energia escapa, formando uma faísca”.
“O Grégory é meio autodidata. Ele se instruiu, estudou para chegar no ponto onde hoje ele desenvolveu essa estrutura bastante potente”, diz o professor e físico Giovane Mello. Ele explica que uma gaiola blinda a pessoa que está dentro para que ela não sofra nenhum choque elétrico. “Ela fica protegida”, garante.
“Mesmo sabendo que, teoricamente, essa gaiola vai evitar que eu seja eletrocutado, tenho que admitir que ficar aqui dentro é uma sensação eletrizante! Afinal de contas, não é todo dia que a gente fica bem na reta de uma faísca de mais de 700 mil volts”, conta o repórter Ernesto Paglia.
A simulação que não chega nem perto da intensidade, da força e do tamanho dos raios produzidos por uma tempestade de verdade
Na natureza, as descargas elétricas riscam vários quilômetros no céu até atingir o solo, com uma potência de 100 milhões de volts. Comparando com as tomadas que temos em casa, é uma voltagem praticamente um milhão de vezes maior.
Já a intensidade da corrente de um raio é, em média, de 30 mil ampéres. Para se ter uma ideia, essa corrente é mil vezes mais intensa do que a de um chuveiro elétrico.
É uma força devastadora.
No dia 16 de janeiro deste ano, um incêndio em uma usina de etanol no interior de Goiásdurou mais de nove horas. Um raio atingiu um tanque com 17 milhões de litros de combustível no município de Caçu. No mesmo dia, outro raio abriu um buraco na parede do quarto onde um bebê dormia no berço, em Brasília.
Em 27 de dezembro do ano passado, dois homens morreram atingidos por um raio enquanto jogavam futebol em Tangará da Serra, no Mato Grosso.
Um casal de turistas morreu durante o temporal do dia 6 de janeiro, em Bertioga. Foram as primeiras mortes por raio em 2013 no estado.
Notícias como essas são tristemente comuns. Os raios matam, em média, 130 pessoas  por ano no Brasil. Outras 200 ficam feridas. Estamos no auge da temporada: o período entre outubro e março é crítico.
O Brasil é o país que tem a maior concentração de raios de todo o mundo. São cerca de 50 milhões por ano e a explicação é geográfica. Nós somos o maior país da chamada zona tropical do planeta, essa região central, onde o clima é mais quente e, portanto, mais favorável à formação de tempestades. E onde há tempestades, há raio. Mas como se proteger deles? Como prever onde eles vão cair?
Em Cachoeira Paulista, no prédio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o tupã da era tecnológica pode ter a resposta. Tupã é o nome do supercomputador capaz de prever com mais precisão onde vão acontecer as tempestades.
“A previsão até hoje no Brasil era feita numa escala de 20 quilômetros. Ou seja, um quadradinho de 20 por 20 quilômetros era a resolução que nós tínhamos. Hoje, com esse novo supercomputador, esse quadradinho de 20 por 20 vai passar a ser de 5 por 5 quilômetros”, diz o maior especialista em raios do país, Osmar Pinto Junior.
Ele vai viajar com o Fantástico de norte a sul do país para mostrar o que há de mais avançado no monitoramento de tempestades.
“Nós já instalamos 60 sensores no Brasil e estamos instalando mais uns 40. Vai ser a segunda maior rede do mundo. Estamos investindo muito na geração de alertas confiáveis, com a máxima antecipação possível”, explica Osmar. Alertas assim são enviados, por exemplo, ao canteiro de obras da Arena Corinthians.
Com uma supercâmera lenta, é possível enxergar os raios em detalhes. Veja no vídeo.
Com a ajuda de satélites e de sensores no solo, o Inpe consegue identificar o "quadradinho" de cinco por cinco quilômetros onde há maior incidência de raios, hoje, no Brasil. Ele fica na região amazônica, uma área onde o calor e a umidade favorecem a formação de tempestades.
A chance de você repetir oito vezes seguidas, o mesmo resultado, num dado, é quase impossível, mas essa é a probabilidade, ou o risco, de alguém ser atingido, em média, por um raio, no território brasileiro. Mas, se for na Amazônia, a coisa muda. No trecho que existe entre a cidade de Coari e Manaus, a capital do estado do Amazonas, a probabilidade de alguém ser atingido por um raio é a mesma coisa que você tirar três vezes o mesmo resultado no dado.
É difícil, mas não é impossível. “Eu perdi a minha cunhada, que estava grávida, faltando duas semanas pra ganhar o bebê”, diz Edilaine.
Com o dado não tem problema, mas dados estatísticos fazem a gente se preocupar. Raio é coisa séria.
Manaus é a cidade do Brasil onde mais pessoas morreram atingidas por raios na última década. São 16 pessoas só na cidade de Manaus”, aponta Osmar.
Segundo o Inpe, 80% das mortes por raio no Brasil poderiam ser evitadas. Basta as pessoas saberem como devem se proteger.
“Eu tampo os espelhos, porque diz que os espelhos puxam o raio”, diz uma mulher.
“A gente não pode ficar em campo aberto”, conta uma menina.
“Acho que o medo deve ser tão grande que a cabeça acaba não racionando e pensando como a gente deve realmente agir”, acredita outra mulher.
Para tirar as dúvidas, o Inpe preparou uma cartilha de proteção contra raios, que o Fantástico começa a mostrar neste domingo (17).
O primeiro mandamento é não ficar em lugares abertos, como praias ou beira de rio, durante uma tempestade.
Em outubro de 2011, quando o tempo fechou na prainha do rio Tarumã, em Manaus, as filhas de Raimundo Alves da Silva procuraram abrigo em um quiosque. “Começou a chover muito forte. Aí deu o primeiro raio, escureceu o céu todo. Aí no segundo raio ninguém lembra mais de nada”, conta Andreza.
Ela, a irmã e três amigos que estavam embaixo do quiosque desmaiaram ao receberem a descarga elétrica que veio pelo chão.
“Às vezes eu me emociono porque você vê as suas filhas desmaiadas, assim, e sente aquele momento que você ta perdendo duas filhas”, diz seu Raimundo, emocionado. Eles contam que elas ficaram cinco minutos desmaiadas.
Quando um raio atinge o solo, a corrente elétrica se espalha até cerca de 50 metros em volta do ponto de contato. Isso significa que, quem estiver descalço, como Andreza e a irmã estavam, pode ser atingido por essa corrente indireta que vem pelo chão.
Na água, o raio se propaga a uma distância ainda maior. Por isso, é muito perigoso ficar no mar ou em uma piscina durante uma tempestade.
“Eu aprendi que em temporais a gente não pode ficar embaixo só de uma casinha, a gente tem que se proteger mais”, diz Andreza.
Quiosque, guarda-sol, barraca de praia, marquise ou ponto de ônibus, nada disso serve. Para ser eficiente, o abrigo tem que ser totalmente fechado. “O que deveria ser feito em uma situação como essa é ir para os automóveis. A maioria das pessoas vem para cá de carro e o carro é um lugar totalmente seguro”, aponta Osmar.
Mas tem que ser dentro do veículo, com as portas e janelas fechadas.
Raimundo e Nilzimar não estavam na praia, mas usaram o carro como abrigo quando uma tempestade caiu sobre o sítio onde moram nos arredores de Manaus.
“A tempestade era muito pesada mesmo e, quando começou a cair os primeiros pingos de chuva, aí caiu o primeiro raio. Deve ter caído um ou dois raios na imediação aqui, mas o primeiro caiu exatamente no transformador, no poste da energia, derrubando o fio de alta tensão no chão”, relembra o marceneiro Raimundo Bezerra.
Ele conta quando foi para o carro: “Quando eu vim tentar desligar o disjuntor na outra casa, eu já percebi que estava dando choque no chão, eu corri peguei minha esposa e coloquei ela no carro e fiquei dentro”.
O carro é seguro porque funciona como isolante elétrico. A corrente se distribui pela estrutura metálica sem atingir quem está dentro.
É o mesmo princípio da máquina de raios mostrada no início da reportagem. Na física, esse efeito é conhecido como ‘gaiola de Faraday’
Na próxima tempestade, a gente já sabe: o melhor é ficar dentro de um carro ou de outro veículo fechado, como um ônibus, por exemplo.
Mas nessa história de raio, o que é mito, o que é verdade? Por exemplo: o raio pode atingir o mesmo lugar duas vezes? No próximo domingo, o Fantástico continua a expedição pelo País dos Raios.
G1

Matrícula presencial para USP, Unesp e Unicamp começa nesta segunda


Vestibulandos conferem a lista dos aprovados divulgada nesta sexta (1°) (Foto: Flavio Moraes/G1)Vestibulandos conferem a lista dos aprovados na
Fuvest (Foto: Flavio Moraes/G1)
Os candidatos aprovados nos vestibulares da Fuvest, Unesp e Unicamp devem fazer a matrícula presencial a partir desta segunda-feira (18). Na Universidade de Campinas (Unicamp), a matrícula será feita somente nesta segunda. Na Universidade Estadual Paulista (Unesp), na Universidade de São Paulo (USP) e na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, ocorre na segunda e terça-feira (19).
Antes de passar pela matrícula presencial, os convocados para as três universidades tiveram de fazer as matrículas online. A unificação das datas de matrícula e o processo de confirmação virtual têm como objetivo acelerar o preenchimento das vagas, uma vez que muitos candidatos são aprovados em duas ou até nas três grandes universidades estaduais paulistas.
APROVADOS NA FUVEST
VEJA O CALENDÁRIO DA FUVEST
18 e 19/2Matrícula presencial para os candidatos
convocados nas duas primeiras chamadas
22/2Divulgação da 3ª chamada
25/2Matrícula presencial dos convocados na 3ª chamada
28/2Divulgação da 4ª chamada
4/3Matrícula presencial dos convocados na 4ª chamada
Ao fazer a matrícula no site da Fuvest, o candidato aprovado deverá obrigatoriamente, escolher uma das seguintes opções:

Satisfeito (S): Efetuar matrícula no curso para o qual foi convocado, na condição de satisfeito. Este candidato não concorrerá, em chamadas posteriores, às outras opções de curso indicadas no ato da inscrição no vestibular.
Desistente (D): Não efetuar matrícula no curso para o qual foi convocado, mas continuar concorrendo a uma vaga, nas chamadas seguintes, nas opções anteriores de curso.
Matriculado (M) – Efetuar matrícula no curso para o qual foi convocado e continuar concorrendo a uma vaga, nas chamadas nas opções anteriores de curso.
O candidato aprovado na primeira ou na segunda chamada deverá ir à unidade onde fica o curso para o qual foi aprovado nesta segunda ou terça-feira para fazer sua matrícula presencial. Se o aluno já estudar em algum curso de graduação da USP, ele automaticamente perderá a vaga anterior ao fazer a matrícula. Veja os locais de matrícula
Documentos para matrícula
Universidade de São Paulo (USP)
1) Certificado de conclusão de curso de ensino médio ou equivalente e respectivo histórico
escolar, ou diploma de curso superior devidamente registrado (uma cópia);
2) Documento de Identidade oficial (uma cópia);
3) Uma foto 3 x 4, datada, com menos de um ano.

A entrega dos documentos mencionados nos itens 1 e 2 deverá ser acompanhada da apresentação do respectivo original ou de cópia autenticada para conferência.

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
1) Prova de conclusão do Ensino Médio e respectivo histórico escolar;
2) Documento de Identidade – RG;
3) Cadastro de Pessoa Física – CPF;
4) Duas fotos 3 x 4 recentes.
Os documentos deverão ser apresentados em duas cópias autenticadas.
O pagamento deverá ser efetuado no ato da matrícula, de acordo com o valor do curso.

Candidatos que optaram pelo Sistema de Pontuação Acrescida devem apresentar, na matrícula, histórico escolar, certificado de conclusão do ensino médio (Inclusp) ou dos ensinos fundamental e médio (Pasusp), de exame supletivo, madureza ou Educação de Jovens e Adultos – EJA que comprovem a realização integral desses estudos em escola pública no Brasil, para justificar a concessão do respectivo bônus.
Após a matrícula referente à 4ª chamada, os candidatos não matriculados na USP, e que não tenham sido eliminados nem desclassificados do vestibular, poderão manifestar interesse pelas vagas ainda não preenchidas. Para mais informações sobre a matrícula acesse o site da Fuvest.
VEJA O CALENDÁRIO DA UNICAMP
18/2Matrícula presencial para os candidatos
convocados na primeira chamada e divulgação da 2ª chamada
21/2Matrícula presencial para os candidatos
convocados na 2ª chamada e divulgação da 3ª chamada
25/2Confirmação de matrícula para os aprovados nas duas primeiras chamadas
26/2Início das aulas
APROVADOS NA UNICAMP
Os convocados que fizeram a matrícula virtual no início de fevereiro e os da segunda chamada devem realizar a  matrícula presencial nesta segunda, nos respectivos campi, conforme indicado noManual do Candidato. Está prevista ainda a confirmação das matrículas das duas primeiras chamadas no dia 25 de fevereiro.

Documentos exigidos pela Unicamp e Famerp
1 - Diploma ou Certificado de Conclusão do ensino médio, ou equivalente, e Histórico Escolar completo do ensino médio;
2 - Certidão de Nascimento ou Casamento;
3 - Cédula de Identidade Nacional para
brasileiros, Registro Nacional de Estrangeiro para estrangeiros residentes no Brasil e Passaporte para estrangeiros não-residentes no Brasil;
4 - Cadastro de Pessoa Física – CPF, para os brasileiros ou estrangeiros com Registro Nacional de Estrangeiro. Não será aceito CPF de responsável;
5 - Título de Eleitor para os brasileiros maiores de 18 anos;
6 - Certificado de Reservista ou Atestado de Alistamento Militar ou Atestado de Matrícula em CPOR ou NPOR, para os brasileiros maiores de 18 anos, do sexo masculino;
7 - Uma foto 3x4 recente para a Unicamp e duas fotos 3x4 recentes para a Famerp.

Os candidatos que optaram pelo PAAIS (ver pág. 9) precisam comprovar, mediante apresentação de cópia autenticada em cartório ou acompanhada do original do Histórico Escolar, ter cursado integralmente o ensino médio em escolas da rede pública, inclusive, no caso do ensino médio supletivo no Programa de Jovens e Adultos.
APROVADOS NA UNESP
Os convocados fazem as matrículas em primeira chamada nesta segunda e terça-feira, na unidade onde é oferecido o curso escolhido pelo candidato.

A segunda e a terceira chamada serão divulgadas nos dias 22 de fevereiro e 1º. de março, respectivamente. Nos dias 20 e 21 de março todos os alunos deverão confirmar a matrícula. Mais informações estão no Manual do candidato.
VEJA O CALENDÁRIO DA UNESP
18 e 19/2Matrícula presencial para os candidatos
convocados na 1ª chamada
22/3Divulgação da 2ª chamada
25 e 26/2Matrícula presencial para os candidatos
convocados na 2ª chamada
1º/3Divulgação da  3ª chamada
4 e 5/3Matrícula presencial para os candidatos
convocados na 3ª chamada
20 e 21/3Confirmação de matrícula de todos os alunos.
 Documentos exigidos pela Unesp
Duas cópias autenticadas ou duas cópias simples acompanhadas dos originais de:
1) Certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente;
2) Histórico escolar completo do curso de ensino médio ou equivalente;
3) Certidão de nascimento ou casamento;
4) Cédula de identidade ou Registro Nacional de Estrangeiro – RNE (que comprove sua condição temporária ou permanente no país) ou protocolo atualizado do RNE;
5) Título de eleitor, para brasileiros maiores de 18 anos;
6) Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou protocolo de solicitação;
7) Certificado que comprove estar em dia com o Serviço Militar, para brasileiros maiores de 18 anos, do sexo masculino;
8) 2 fotos recentes 3 X 4.
 

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G1
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