quinta-feira, 21 de março de 2013

Coreia do Norte coloca Exército em alerta e ameaça bases dos EUA


Coreia do Norte colocou seu Exército de prontidão nesta quinta-feira (21) e ameaçou atacar as bases dos Estados Unidos no Japão, em resposta às manobras militares conjuntas de Coreia do Sul e EUA, informou o ministério sul-coreano da Unificação.
As forças norte-coreanas entraram em prontidão e um alerta foi emitido por rádio à população, disse um porta-voz do ministério encarregado das relações entre as duas Coreias.
Paralelamente, a agência oficial norte-coreana "KCNA" divulgou uma ameaça às bases militares americanas no Japão e em Guam como retaliação aos voos de bombardeiros B-52 sobre a península coreana, como parte das manobras conjuntas.
Na quarta-feira (20), a Coreia do Norte qualificou de "provocação imperdoável" o voo de treinamento de um bombardeiro B-52 americano sob o espaço aéreo sul-coreano, e ameaçou retaliar com uma ação militar. "É uma provocação imperdoável", afirmou um porta-voz do ministério norte-coreano das Relações Exteriores em declarações à agência KCNA."Os EUA não devem esquecer que a base aérea de Anderson, em Guam, de onde decolam os B-52, do mesmo modo que as bases navais na ilha principal do Japão e em Okinawa, estão no nosso alcance", advertiu o comando supremo do Exército norte-coreano em um comunicado transmitido pela KCNA.
"Os EUA introduzem meios de ataque estratégico nuclear na península coreana quando a situação está a ponto de descambar para a guerra", denunciou a chancelaria em Pyongyang, prometendo uma "resposta militar vigorosa caso tal bombardeiro realize uma nova saída".
O Pentágono revelou na segunda-feira (18) que no dia 8 de março um bombardeiro estratégico B-52 sobrevoou a Coreia do Sul durante as manobras "Foal Eagle" entre os dois países. A agência sul-coreana "Yonhap" informou outro voo de B-52, na terça-feira (19).
G1

Entenda por que redação do Enem com hino e miojo não vale nota zero


Os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que inseriram uma receita de miojo e trechos do hino do Palmeiras na redação disseram ao G1 que esperavam tirar nota zero na prova. Segundo eles, a intenção era testar o sistema de correção da prova de redação. No entanto, de acordo com Paulo Portela, diretor-geral do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe), órgão da Universidade Federal de Brasília (UnB) responsável pela aplicação do Enem, o edital do exame tem regras claras sobre as transgressões que anulam a prova. E trechos fora de propósito escondidos entre parágrafos pretensamente sérios não configura uma fuga completa ao tema. Esta falha só existe se o candidato não cita a proposta da prova em nenhuma parte de seu texto.
Fernando Maioto Júnior e Carlos Guilherme Ferreira tentaram testar sistema de correção da redação do Enem (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)Fernando Maioto Júnior e Carlos Guilherme Ferreira tentaram testar sistema de correção da redação do Enem (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)
Nesta semana, as redações de dois estudantes que já estavam matriculados no ensino superior, e por isso fizeram o Enem sem pretensão de tirar nota alta, acabaram ganhando destaque pela peculiaridade dos textos. Fernando César Maioto Júnior, de São José do Rio Preto (SP), inseriu no meio da redação sobre imigração no século 21 trechos do hino do Palmeiras e tirou nota 500 --a pontuação vai de 0 a 1.000.
Fernando e Guilherme afirmaram que a nota mais justa para seus textos seria zero. Porém, para Portela, do Cespe, as notas 500 e 560 para as redações dos dois estudantes é prova de que os corretores não só leram os textos, mas também os corrigiram seguindo os critérios previstos no edital. "Não é aleatória, se você verificar onde eles levaram a menor nota, vai ver que foi nessas competências específicas. A nota baixa reflete exatamente que, quando ele utilizou argumentos completamente fora de propósito, ele foi apenado justamente por isso", explicou Portela aoG1.Já Carlos Guilherme Custódio Ferreira, de Campo Belo (MG), decidiu ensinar uma receita de 'miojo' antes de concluir seu texto intitulado "Imigração ilegal", que acabou avaliado com a nota 560. O objetivo dos dois era provar que os corretores não liam as redações com atenção e, por isso, a nota dos candidatos era aleatória.
"Se quisesse testar o sistema, poderia fazer um texto sobre a imigração no século 21 no Brasil e apresentar uma proposta de intervenção que ferisse os direitos humanos. Se fizesse isso, ele teria a nota zero", afirmou.
Ele afirmou ainda que a pontuação dos dois candidatos é considerada "o limite da reprovação", já que, por exemplo, um participante que queira usar o Enem para conseguir a certificação do ensino médio deverá tirar no mínimo 500 na redação para obter a qualificação em linguagens e códigos.
Nota dividida em cinco partes
Pelas regras de correção, a nota final da redação do Enem é a soma aritmética de cinco notas, atribuídas de acordo com competências diferentes. Por isso, a correção não leva em conta apenas se o estudante falou apenas sobre o assunto proposto, mas também se seguiu as regras da norma padrão da língua portuguesa, se usou a estrutura de texto dissertativo-argumentativo, se concluiu a prova com uma proposta de intervenção para o problema apresentado, entre outros (veja as competências na tabela abaixo):

COMPETÊNCIAS AVALIADAS NA PROVA DE REDAÇÃO DO ENEM
Competência 1Competência 2*Competência 3Competência 4Competência 5
Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita.Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação.Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
Valor: 0 a 200Valor: 0 a 200
 
Valor: 0 a 200Valor: 0 a 200Valor: 0 a 200
(*) OBS: Caso o candidato tenha nota zero na Competência 2, ele terá a prova anulada
Fonte: MEC/Inep
Cada competência vale no máximo 200 pontos e, segundo Portela, a 2ª competência é a única que o candidato não pode zerar, porque isso anulará a prova. Ela fala justamente sobre abordar o tema proposto pela prova e, ainda, exige que o candidato elabore um texto usando a estrutura dissertativa-argumentativa. Segundo Portela, isso quer dizer, por exemplo, se candidato escreveu apenas sobre imigração, mas montou um texto em forma de poema, sua nota final será zero, mesmo que ele tenha cumprido as demais competências.

"Essas duas redações que vêm sendo discutidas na internet, quando você olha para a estrutura delas, há introdução, desenvolvimento, você percebe que eles entram em hinos de time e em uma receita, que perdem a coerência textual, mas no final ainda voltam e concluem o texto", explicou Portela.
Fuga do tema foi apenas parcial
No caso dos estudantes paulista e mineiro, o diretor-geral do Cespe/UnB diz que ambos cumpriram parcialmente a 2ª competência, porque sua redação foi dissertativa-argumentativa e o tema correto foi abordado tanto na introdução quanto na conclusão do texto.

"Eles entram no tema, se perdem um pouco, como se o participante estivesse se perdendo no desenvolvimento, e no final fazem uma conclusão. Não é a conclusão esperada para uma nota alta, tanto que foram notas muito baixas."
A correção, segundo ele, deve seguir as regras do edital, mas os corretores, que em 2012 tiveram uma capacitação durante dois meses sobre todos os itens da avaliação da prova, também levam em conta o fato de que os candidatos são concluintes do ensino médio e fazem a prova sem o uso de recursos como gramática, corretor ortográfico e internet para buscar argumentos na hora de desenvolver a dissertação.
Nota zero
Ainda de acordo com o diretor do Cespe, mesmo com o aumento anual no número de candidatos do Enem, "o percentual está mais ou menos estabilizado em termos de redações brancas". O item 14.9 do edital do Enem 2012 estabelece as regras para que uma redação leve nota zero e, portanto, seja anulada:

14.9 Em todos as situações expressas abaixo, será atribuída nota zero à redação:
14.9.1 que não atender a proposta solicitada ou que possua outra estrutura textual que não seja a do tipo dissertativo-argumentativo, o que configurará “Fuga ao tema/não atendimento ao tipo textual”;
14.9.2 sem texto escrito na Folha de Redação, que será considerada “Em Branco”;
14.9.3 com até 7 (sete) linhas, qualquer que seja o conteúdo, que configurará “Texto insuficiente”;
14.9.3.1 linhas com cópia dos textos motivadores apresentados no Caderno de Questões serão desconsideradas para efeito de correção e de contagem do mínimo de linhas;
14.9.4 com impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, que será considerada “Anulada”.

Portela afirma que o fato de os candidatos receberem o espelho da redação desde a edição de 2012 do exame pode fazer com que mais estudantes tentem repetir o exemplo de Fernando Maioto Júnior e Carlos Guilherme Ferreira.
"É possível que um candidato tente testar a banca, mas essa banca vai estar cada vez mais preparada para tratar uma situação como essa."
G1

Armas e droga em casa levam Hudson para prisão pela segunda vez


Cantor Hudson, no momento em que foi detido por porte ilegal de arma, em Limeira (Foto: reprodução EPTV)O músico foi preso durante a madrugada por
porte ilegal de arma (Foto: Reprodução/EPTV)
A Polícia Militar de Limeira (SP) apreendeu na noite desta quarta-feira (20) duas armas, munições (incluindo projéteis de uso restrito do Exército) e uma porção de maconha na casa do cantor sertanejo Udson Cadorini Silva, de 40 anos, da dupla Edson & Hudson. O músico foi detido pela segunda vez no dia e encaminhado ao plantão da Polícia Civil para prestar depoimento.
Durante a madrugada, o cantor havia sido preso em flagrante por porte ilegal de arma. Ele foi pego com uma pistola 380 e um revólver calibre 38 municiados. As armas estavam regularizadas, mas o cantor não tinha permissão para transportá-las. Hudson pagou fiança de R$ 6 mil para responder ao processo criminal em liberdade.
Munição apreendida na casa do cantor sertanejo Hudson em Limeira (Foto: Reprodução / EPTV)
A PM recebeu uma denúncia anônima de que o cantor teria mais armas escondidas em casa, no condomínio Estância Eldorado, em Limeira. Com um mandado de busca e apreensão, os policiais encontraram uma carabina calibre 38, uma bereta calibre 22 e diversas munições, inclusive de uso restrito do Exército, além de uma porção de maconha.
A carabina estava com registro vencido desde 2010. Já a bereta, de acordo com o que Hudson declarou aos policiais, não funcionava mais. O G1 procurou a assessoria de imprensa do cantor para comentar a nova detenção, mas não houve retorno. Segundo a PM, Hudson estava dormindo quando a equipe chegou à casa dele. O cantor não dificultou o trabalho dos policiais e até mostrou os locais onde as armas estavam, de acordo com a PM.
Arma, munição, faca e soco inglês apreendidos com o cantor Hudson, da dupla Edson & Hudson (Foto: Reprodução EPTV)
'Apenas sou colecionador'
Em relação à primeira ocorrência, Hudson disse ao G1 por telefone no final da manhã que havia "esquecido" as armas no carro abordado pela PM em uma rua da Vila Cláudia, em Limeira. “Apresentei todas as documentações na delegacia para provar. Eu não tenho armas para atirar em pessoas. Apenas sou colecionador”, disse o cantor. Além das armas, havia no carro do sertanejo um soco-inglês, uma faca e um canivete.

Marido da ex acionou PM
Quem acionou a PM na ocorrência da madrugada foi o marido da ex-esposa de Hudson. O mecânico de 35 anos, que pediu para não ter o nome publicado, disse que recorreu à Polícia Militar depois de ver uma mensagem no celular da esposa em que o cantor dizia que iria passar na residência do casal, no bairro São Manoel, em Limeira. "Sei que ele anda armado e achei que iria arrumar confusão", afirmou ao G1.

G1

Para oposição, projeto de Haddad acabou com inspeção veicular em SP


Vereadores da oposição ao prefeito Fernando Haddad (PT) e ambientalistas afirmam que a aprovação do projeto de lei 24/2013, que trata da inspeção veicular ambiental, significa retrocesso na legislação ambiental da cidade e não atinge a promessa de campanha de Haddad.
Aprovado nesta quarta-feira (20) com 35 votos a favor e 15 contra em segundo turno, o projeto depende ainda de sanção de Haddad. Para entrar em vigor, ainda depende de regulamentação dentro dos próximos 60 dias. O texto prevê reembolso da taxa de R$ 47,44 em 2013 e isenção a partir de 2014.
A partir de 2014, os veículos novos não precisarão passar por inspeção nos três primeiros anos, incluindo o ano em que o primeiro licenciamento foi ou deveria ter sido realizado. A inspeção será bienal a partir do quarto ano e anual a partir do decimo ano. A liberação, entretanto, não vale para veículos novos a diesel, que continuarão obrigados à inspeção anual.
"São Paulo pode virar uma Pequim logo, logo", disse o médico e dirigente esportivo Marco Aurélio Cunha, integrante do PSD, mesmo partido do ex-prefeito Gilberto Kassab, antecessor de Haddad. "O projeto conseguiu acabar com a inspeção veicular em São Paulo. Aquilo que era promessa de campanha de abolir uma taxa provocou uma descaracterização completa do programa. Tudo aquilo que avançamos, o esforço de conscientização ao qual a população aderiu foi descaracterizado completamente", afirmou.Para o vereador Floriano Pesaro, líder do PSDB, o projeto promove a precarização da inspeção veicular e empurra o gasto com a inspeção para o sucessor de Haddad. "É um retrocesso para a cidade", afirmou. Andrea Matarazzo, do mesmo partido, afirma que o projeto, na prática, termina com a inspeção veicular, mantém a taxa e a dilui, inclusive com aqueles que não têm automóvel.
Cunha afirmou que São Paulo é um modelo das grandes lei, como a do cinto de segurança e a proibição de fumar. "Esse retrocesso, por conta de uma campanha de marketing... O prefeito Fernando Haddad se enganou", afirmou Cunha.
Nova inspeção veicular (Foto: Arte/G1)
Também integrante do PSD, o ex-presidente da Câmara José Police Neto afirmou que o partido de Kassab estava disposto a votar a favor do projeto, uma vez que foi convencido de que o Tesouro Municipal poderia arcar com o custo da inspeção.
"Todos já estavam convencidos de que o Tesouro deveria suportar o pagamento desse sistema. O que ninguém esperava é que mudanças radicais acontecessem neste projeto. Porque o prefeito, originariamente, falou que só o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) teria condições de definir a periodicidade. De uma hora para outra, o PT apareceu estabelecendo essa periodicidade. Tudo está muito cercado por dúvidas, mas sobre o tema principal o prefeito já tinha construído um consenso, inclusive com a bancada do PSD, que já tinha anunciado que votaria a favor do projeto, inclusive com uma emenda que garantiria a presença na cidade do Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV). Foi feito um grande esforço para que tivéssemos uma votação consagradora. Foi feita uma votação envergonhada porque ninguém sabia o que estava sendo votado", afirmou Police Neto.
Police afirmou que a dificuldade em entender o projeto acabou gerando ideias como a contida na emenda, retirada a tempo, que tentava estabelecer a suspensão da inspeção veicular na cidade de São Paulo até a aprovação do projeto  tramitação na Assembleia Legislativa que estabelece a inspeção em âmbito estadual. "Se a gente não faz uma votação enérgica, essa emenda ia ser aprovada", afirmou.
Para o vereador Ricardo Young, do PPS, empresário e ambientalista, o resultado representa o fim da inspeção em São Paulo. "Achei péssimo porque acho que equivale ao fim da inspeção veicular em São Paulo. Mais um atraso."
De acordo com Young, o único interesse da Prefeitura era ficar bem com os eleitores, com o fim da taxa, o que não conseguiu porque percebeu que não poderia transgredir o princípio do poluidor-pagador (quem polui, paga), uma vez que o governo só conseguiu isentar da taxa os não-poluidores.
Ainda segundo Young, o segundo objetivo era acabar com o contrato com a Controlar, "que resolveram eleger um inimigo". Para atingir esses dois objetivos, segundo Young, o governo acabou propondo um projeto que precariza completamente a inspeção,  uma vez que leva para três anos a inspeção de veiculos novos, bianual a partir de três anos e a anual só a partir do nono ano.
"Como nós temos uma frota em torno de cinco anos, isso significa que a maior parte da frota não vai ser inspecionada. E aquele argumento de que vão inspecionar os carros de fora de São Paulo desaparece porque a maioria vai ficar com isenção. Todas as apresentações feitas por especialistas mostram que o carro ao sair da fábrica tem o motor desregulado. Isso foi um grande retrocesso."
Young tembém disse que não disseram com clareza qual o sistema de concessão que vai substituir a Controlar. "Colocaram uma cláusula esdrúxula que permite a autorização de oficinas sem nenhum balizamento técnico, o que entrega essa inspeção para sabe-se lá quem. Embora concorde que a inspeção não poderia ficar na mão de uma só empresa, e que o contrato com a Controlar é polêmico, não se pode jogar a água do banho com a criança junto."
"Tivemos um retrocesso enorme, que custou ao governo um racha na base, porque o PSD abandonou o governo, votou com a oposição. E o Partido Verde, que é da base do governo, se recusou a votar com o governo em uma emenda que subordinava a continuidade do que restou do programa de inspeção à lei estadual. A intenção de melhorar  o projeto de inspeção veicular foi embora. O prefeito vai ficar com a fama de acabar com o projeto de inspeção veicular, não vai ter atingido o objetivo da campanha, gerou instabilidade na inspeção e foi contra a lei de mudanças climáticas do município, que impõe 30% de redução nas emissões. A população não fica nem com a taxa e nem com a inspeção veicular", afirmou Young.
Líder do governo, Arselino Tatto (PT) afirmou que a emenda de Paulo Frange (PTB) foi retirada porque a orientação do governo era que não tivesse emenda e Frange entendeu que a retirada da emenda garantiria o projeto mais de acordo com o que o governo encaminhou. Segundo ele, o prefeito  "não influenciou em nada."  Tatto afirmou que "foi uma vitória maravilhosa" e que o projeto acabou com o monopólio da Controlar em são Paulo. "A base está mais firme do que nunca", afirmou.
Reembolso
Arselino disse que com a previsão de reembolso em 2013, os proprietários aprovados na inspeção devem entrar em contato com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente para solicitar o reembolso. Os que não foram aprovados terão de pagar. "Quem polui vai ter de pagar. Porque é a mesma coisa de quem passa no sinal vermelho: tem de pagar multa. Quando poluir a cidade, vai ter de pagar", afirmou.


Como votaram os vereadores
Veja abaixo como foi votado o projeto de lei:

A FAVOR
Abou Anni (PV) - Sim
Adilson Amadeu (PTB) - Sim
Alessandro Guedes (PT) - Sim
Alfredinho (PT) - Sim
Arselino Tatto (PT) - Sim
Atílio Francisco (PRB) - Sim
Aurélio Miguel (PR) - Sim
Calvo (PMDB) - Sim
Conte Lopes (PTB) - Sim
Dalton Silvano (PV) - Sim
David Soares (PSD) - Sim
Edemilson Chaves (PP) - Sim
George Hato (PMDB) - Sim
Jean Madeira (PRB) - Sim
José Américo (PT) - Sim
Juliana Cardoso (PT) -  Sim
Laércio Benko (PHS) - Sim
Marquito (PTB) - Sim
Milton Leite (DEM) - Sim
Nabil Bonduki (PT) - Sim
Nelo Rodolfo (PMDB) - Sim
Noemi Nonato (PSB) - Sim
Orlando Silva (PCdoB) - Sim
Ota (PSB) - Sim
Roberto Trípoli (PV) - Sim
Paulo Fiorilo (PT) - Sim
Paulo Frange (PTB) - Sim
Reis (PT) - Sim
Ricardo Nunes (PMDB) - Sim
Sandra Tadeu (DEM) - Sim
Senival Moura (PT) - Sim
Souza Santos (PSD) - Sim
Toninho Paiva (PR) - Sim
Vavá (PT) - Sim
Wadih Mutran (PP) - Sim

CONTRA
Andrea Matarazzo (PSDB) - Não
Ari Friedenbach (PPS) - Não
Aurélio Nomura (PSDB) - Não
Claudinho de Souza (PSDB) - Não
Coronel Camilo (PSD) - Não
Eduardo Tuma (PSDB) - Não
Floriano Pesaro (PSDB) - Não
José Police Neto (PSD) - Não
Marco Aurélio Cunha (PSD) - Não
Mario Covas Neto (PSDB) - Não
Marta Costa (PSD) - Não
Natalini (PV) - Não
Patrícia Bezerra (PSDB) - Não
Ricardo Young (PPS) -  Não
Toninho Véspoli (PSOL) - Não

G1

Polícia acha píton de 5 m congelada em freezer em operação antidrogas


As autoridades australianas divulgaram a imagem de uma píton enorme que foi encontrada congelada em um freezer de uma casa durante uma operação antidrogas em Manly West, subúrbio de Brisbane, no estado de Queensland, segundo o jornal "Courier Mail".
Autoridades divulgaram a imagem de uma píton enorme que foi encontrada congelada em freezer (Foto: Reprodução)Autoridades divulgaram a imagem de uma píton enorme que foi encontrada congelada em freezer (Foto: Reprodução)
"Eu nunca vi algo assim antes", disse o sargento Mark Norrish, do Distrito Policial de Wynnum, sobre a descoberta inusitada. O réptil de cinco metros de comprimento foi encontrado após uma investigação que apurava o comércio e produção de drogas.
G1
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...