segunda-feira, 25 de março de 2013

Natália é eliminada do BBB 13 com 66% dos votos do público


Natália (Foto: Reprodução)Natália (Foto: Reprodução/BBB13)
A 'sister' Natália foi eliminada neste domingo (24) do “Big Brother Brasil 13” com 66,39% dos votos, após disputar a preferência do público com Fernanda.

Andressa, Nasser e Fernanda estão na final e disputam na próxima terça-feira (26) o prêmio de R$ 1,5 milhão.

G1

Reitoria recebe estudantes, discute sobre a greve de professores e expõe projetos para a classe estudantil


DSC03122O reitor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), professor Rangel Junior, recebeu na manhã desta quarta-feira (20) um grupo de estudantes que buscaram esclarecimentos em torno das negociações que têm sido realizadas para pôr fim à greve dos professores. A reunião aconteceu no Gabinete do Reitor, no Campus I, em Campina Grande, e contou com a presença de mais de 30 alunos do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centros Acadêmicos (CAs).
Rangel ouviu atentamente os estudantes, mostrou que a Reitoria estava aberta a negociação com os dois sindicatos e, desde que o movimento foi deflagrado, estava buscando alternativas para solucionar o impasse. Ele reafirmou que o orçamento disponibilizado para a UEPB no exercício de 2013 – R$ 231 milhões – impossibilita a Administração Central de conceder os reajustes, o que iria estourar todo orçamento previsto para o ano.
O reitor apresentou, ainda, dados e números que retratavam a atual realidade financeira da Instituição. De forma enfática, mostrou que o orçamento proposto para esse ano é menor do que o executado em 2012 e que a UEPB só tem disponível R$ 30 milhões destinados para investimentos. “Estamos redefinindo toda planilha orçamentária, o chamado Quadro de Demonstrativo de Despesas (QDD), para saber onde podemos aplicar as fontes e as rubricas” explicou.
DSC03116Durante o encontro, os estudantes entregaram ao reitor uma petição assinada por mais de 1.400 alunos mostrando os prejuízos que a greve tem causado a mais de 22 mil alunos. A direção do DCE também entregou um documento com o mesmo objetivo. Eles pediram que os documentos fossem encaminhados ao governador do Estado, uma vez que o movimento grevista tem causado sérios prejuízos aos estudantes. De pronto, o reitor se comprometeu em protocolar os documentos e atender ao pedido dos representas da comunidade estudantil.
O reitor também elogiou a iniciativa dos estudantes e apresentou alguns projetos que pretende executar este ano visando garantir melhorias para a classe estudantil. Ele garantiu que, em 2013, a UEPB vai gastar com assistência estudantil mais do que no ano passado. Para isso, vai aumentar o valor das bolsas e o quantitativo na área de residência e alimentação.
Esse aumento, conforme explicou Rangel Junior, será possível porque a UEPB conseguiu R$ 1,5 do Ministério da Educação e Cultura (MEC) para a assistência estudantil. “O fato de termos entrado no SISU, com metade das vagas disponibilizadas para acesso pelo SISU, permitiu que a Universidade captasse recursos para ser utilizado para assistência estudantil”, ressaltou.
Em relação a melhorias nos laboratórios, uma das reivindicações dos estudantes, Rangel Junior garantiu que a Administração Central já determinou a Prefeitura Universitária para fazer reformas em alguns laboratórios. Ele se comprometeu em construir o laboratório de Química até o final do ano. Ao final, os estudantes pediram ao reitor para agendar uma nova reunião para a próxima sexta-feira pela manhã, desta vez com a presença dos representantes do comando de greve dos docentes.
Fonte: http://www.uepb.edu.br

Alunos pedem intervenção do Ministério Público


Sem aulas há quase um mês, estudantes da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) decidiram solicitar a intervenção do Ministério Público Estadual (MPPB) através da Promotoria da Educação. Uma portaria de inquérito civil público foi instaurada, na tarde de ontem, para investigar a legalidade da greve dos docentes da universidade. De acordo com o promotor Guilherme Câmara, a paralisação será acompanhada de perto a partir de agora.
No documento encaminhado ao MPPB, estudantes da UEPB alegaram que a greve dos professores fere o Princípio da Continuidade do Serviço Público, que visa justamente não prejudicar a população, uma vez que os serviços essenciais não podem ser interrompidos.
Em um dos trechos do ofício, eles pedem ao MPPB que tome as medidas cabíveis para requerer judicialmente a ilegalidade do movimento grevista, buscando o retorno imediato às atividades da classe docente.
“Nós sabemos que existem dois direitos em jogo. O direito dos estudantes, que é essencial, e o direito dos professores em realizar a greve. Vamos analisar bem o caso e se for comprovada a abusividade da greve, vamos tomar as medidas necessárias”, afirmou o promotor Guilherme Câmara.
O integrante do comando de greve da UEPB, José Andrade, contou que a paralisação continua sem dia determinado para acabar. Ele explicou que a categoria ainda aguarda uma contraproposta da reitoria, com relação ao reajuste salarial. “A greve será discutida em sessão pública na Assembleia Legislativa, no dia 3 de abril, inclusive com a participação do Ministério Público”, informou.
A reitoria da UEPB não se pronunciou sobre o assunto.
Fonte: http://www.jornaldaparaiba.com.br

sábado, 23 de março de 2013

Após confusão em manifestação no Rio, GM diz que vai apurar imagens


Em uma nota enviada à imprensa, a Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GM-Rio) disse vai apurar através de imagensas cenas de violência entre agentes e manifestantes no Centro do Rio, na tarde de sexta-feira (22). De acordo com a GM, os agentes "foram recebidos de forma extremamente hostil pelo grupo que protestava". Cerca de 150 militantes que são contra a desocupação do antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte do Rio, foram para a porta da Assembléia Legislativa do Estado (Alerj) para continuar o protesto iniciado pela manhã na Radial Oeste.

A nota diz ainda que "uma guarda chegou a ser agredida por um dos participantes do movimento, que quebraram o para-brisa de uma viatura da GM-Rio". Os casos foram registrados na 1ª e na 5ª delegacias de polícia, como lesão corporal e dano ao patrimônio público, respectivamente.
 
A corporação afirmou que os manifestantes atiraram objetos contra os agentes, que tiveram um rádio de comunicação extraviado. "Mesmo diante de cenário desfavorável, a Guarda Municipal condena de forma veemente o uso da violência para conter a população. As imagens serão encaminhadas para a Corregedoria da Corporação, para que os agentes que possam ter cometido qualquer abuso sejam identificados e punidos", diz a nota.

Manifestação
Cerca de 150 estudantes e militantes que são contra a desocupação do antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte do Rio, foram para a porta da Assembléia Legislativa do Estado (Alerj) na tarde de sexta-feira para continuar o protesto iniciado pela manhã na Radial Oeste. Pouco depois das 15h, eles fecharam a Avenida Presidente Antonio Carlos, causando retenção no tráfego, por cerca de 30 minutos. Segundo a PM, cinco manifestantes foram detidos e levados para a 5ª DP (Mem de Sá) e uma policial ficou levemente ferida.

Um táxi que passava pelo local também foi atingido por cocos. "Tinha acabado de deixar um passageiro e não tive nem como sair do meio do protesto. Quebraram o meu carro com um coco. Sou motorista auxiliar e vou ter que arcar com o prejuízo", disse chorando o taxista Marcelo de Souza.Os estudantes jogaram cocos nos policiais que tentavam dispersar a manifestação. Um carro da PM foi depredado e teve o para-brisa quebrado. Para liberar a via, a PM usou spray de pimenta e só conseguiu dispersar os manifestantes pouco antes das 16h. Muitos policiais também usaram a força para conter a manifestação, o que causou revolta de estudantes e militantes.
PM usa força para conter manifestante  (Foto: Gabriel Barreira/G1)PM usa força para conter manifestante (Foto: Gabriel Barreira/G1)
Manifestante foi detido por guardas municipais (Foto: Gabriel Barreira / G1)Manifestante foi detido por guardas municipais (Foto: Gabriel Barreira / G1)
O único índio presente na manifestação era ASH. "Nós queremos que os direitos indígenas sejam respeitados. Para nos, é importante que o museu fique vivo e a Aldeia Maracanã deveria continuar. O governador nunca quis dialogar com a gente. Ele queria tirar a gente de lá e privatizar o espaço", disse.
Policiais do Batalhão de Choque entraram no antigo Museu do Índio por volta das 11h45 desta sexta. O clima ficou tenso, houve confronto, e os PMs utilizaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo. Os policiais dispararam tiros de bala de borracha. Manifestantes revoltados, muitos com os rostos pintados, ocuparam as vias no entorno e bloquearam a Radial Oeste nos dois sentidos. Um dos manifestantes passou mal e foi socorrido pelo Samu.
Após a retomada do museu, PMs do 4º BPM (São Cristóvão) vão patrulhar o local até o começo das obras do Museu Olímpico.
A invasão aconteceu após término da negociação, que começou às 3h com a chegada do Choque. Pouco antes das 11h, a PM começou a desfazer o cerco, dando indício de que havia um acordo, mas o clima de tranquilidade durou pouco: às 11h30, um grupo ateou fogo em uma oca erguida no terreno e começou a fazer uma dança. Bombeiros foram acionados para apagar as chamas.
Protesto teve depredação de carro da PM e de um táxi (Foto: Priscilla Souza /  G1)Protesto teve depredação de carro da PM e de um táxi (Foto: Priscilla Souza / G1)
Pouco depois, o Choque se posicionou e invadiu o local. Segundo o coronel Frederico Caldas, a decisão de entrar no antigo museu ocorreu por causa do incêndio na oca. "A Polícia Militar agiu na legalidade para uma saída negociada até que eles resolveram por fogo, que já estava se alastrando pelas árvores", afirmou o oficial. Segundo o coronel, na operação havia 200 policiais do Bope. Ainda de acordo com Caldas, não foram índios que atearam fogo na oca, mas militantes.
Por volta das 12h20, as ruas ao redor do antigo Museu do Índio pareciam uma praça de guerra. Manifestantes com pedras, paus e faixas tentavam fechar algumas das vias.
A todo momento era possível ouvir disparos feitos por policiais do Batalhão de Choque. Manifestantes foram detidos.
A ação foi acompanhada pelo deputado Marcelo Freixo, que criticou a atuação da PM. "De repente você tem tiro para cima, spray de pimenta nos parlamentares, no promotor, no defensor público. Não é possível dizer que é necessário. Mesmo que alguns resistissem era possível que eles fossem retirados sem violência", declarou Freixo. "Nós vamos agir contra esse procedimento da polícia", afirmou.
O defensor público federal Daniel Macedo, que representa os índios, criticou a entrada da PM no antigo museu. Para Macedo, os policiais do Batalhão de Choque agiram de maneira truculenta. “Foi uma arbitrariedade. Não precisava disso, eles [os índios] já estavam prestes a sair. Apenas um pequeno grupo permanecia no prédio. Eles me pediram 10 minutos para fazer uma dança de despedida, quando os PMs entraram. Vou analisar imagens e talvez entre com uma representação pedindo a responsabilidade da polícia.”
O major da PM Ivan Blaz afirmou que se houve truculência durante a desocupação do antigo Museu do Índio, será averiguado. “Ainda estamos em ação. Tudo vai ser verificado e apurado no seu momento. Por enquanto ainda estamos em operação. Peço a compreensão de todos para que a gente possa liberar a via para que milhões de pessoas possam voltar às suas rotinas”, declarou.
Detidos e feridos
Entre os manifestantes havia estudantes, integrantes de grupos sociais e até ativistas do Femen. Uma delas, de seios de fora, foi detida pouco antes da invasão. Revoltada, ela gritava "assassinos".

Índios colocam fogo em oca que fica no terreno do antigo Museu do Índio. (Foto: Reprodução / TV Globo)Índios colocaram fogo em oca que fica no terreno do antigo Museu do Índio. (Foto: Reprodução / TV Globo)
Mais cedo, o advogado Arão da Providência, que diz ser irmão de um dos índios que vivem no prédio, pulou o muro para falar com os indígenas. Ele foi repreendido por policiais militares do Batalhão de Choque, contido com uso de força e levado para o camburão. A manifestante Mônica Bello também foi detida após discutir com os PMs.
O fotógrafo do jornal "O Globo" Pablo Jacob foi atingido na perna por granada de efeito moral.
Entenda o caso
A polêmica sobre o destino do espaço começou em outubro de 2012, quando o governo do estado anunciou mudanças no entorno do Maracanã, para que o estádio pudesse receber a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016.

Pelo projeto da Casa Civil, o Maracanã seria transferido para a iniciativa privada, que deveria construir um estacionamento, um centro comercial e áreas para saída do público. Para isso, alguns prédios ao redor do estádio deveriam ser demolidos, entre eles o casarão do antigo Museu do Índio, que funcionou no local de 1910 até 1978.
O edifício com área de cerca de 1600 m² está desativado há 34 anos. O grupo de indígenas que ocupa o prédio – e deu ao museu o nome de Aldeia Maracanã – está no local desde 2006.
Esse ano, no entanto, a 8ª Vara Federal Cível do Rio de Janeiro concedeu imissão de posse em favor do governo estadual. Os índios foram notificados em 15 de março.
G1
Os pertences dos índios que ocupavam o antigo museu, no Maracanã, foram retirados por volta de 13h10. (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)Os pertences dos índios que ocupavam o antigo museu, no Maracanã, foram retirados por volta de 13h10. (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)

Bola de fogo cruza o céu da Costa Oeste dos EUA


Uma bola de fogo cruzou o céu da costa oeste dos Estados Unidos e surpreendeu as pessoas nesta sexta-feira (22).
O fenômeno aconteceu por volta das 20h (local) em Seaford. Uma câmera de segurança de um estacionamento flagrou o objeto.
O chefe do escritório de meio ambiente da Nasa, Bill Cooke, disse que pode se tratar de um meteoro, que se desintegrou ao entrar na atmosfera da Terra. Estes objetos são considerados meteoritos apenas quando sobrevivem ao atrito com a atmosfera e conseguem chegar ao solo terrestre.
G1
Bola de fogo pode ser meteorito que se desintegrou na atmosfera da Terra, diz Nasa. (Foto: Reprodução / Globo News)Bola de fogo pode ser meteorito que se desintegrou na atmosfera da Terra, diz Nasa. (Foto: Reprodução / Globo News)
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