segunda-feira, 25 de março de 2013

Acidente deixa feridos em avenida da Zona Sul de SP


Três carros, um ônibus e uma moto se envolveram em um acidente na Avenida Senador Teotônio Vilela, em São Paulo. Um dos carros capotou; 4 pessoas ficaram feridas, uma ficou presa nas ferragens. O acidente teria ocorrido durante uma perseguição policial. (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo)Veículos ficaram destruídos após o acidente (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Três carros, um ônibus e uma moto se envolveram em um acidente na Avenida Senador Teotônio Vilela, na Zona Sul deSão Paulo, no início da manhã desta segunda-feira (25). Um dos carros capotou. Quatro pessoas ficaram feridas e uma delas chegou a ficar presa nas ferragens. As vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros por volta das 5h.
Às 9h30, o acidente ainda inteditava duas das três faixas da avenida. O tráfego de veículos fluía apenas pela faixa da direita. Como reflexo dos bloqueios na pista, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), havia lentidão por aproximação para quem deixava a região de Parelheiros, no sentido Centro.
G1

Diretora de escola municipal do Rio é agredida por aluno de 15 anos


Diretora da Escola Municipal João Kopke é agredida por aluno. (Foto: Isabela Marinho / G1)Diretora da Escola Municipal João Kopke é agredida por aluno. (Foto: Isabela Marinho / G1)












A diretora da Escola Municipal João Kopke, Leila Soares, em Piedade, no Subúrbio do Rio, foi espancada na quinta-feira (21) por um aluno de 15 anos. Segundo informou a diretora-adjunta da escola, Ana Paula, nesta segunda-feira (25), Leila sofreu lesões no rosto, ficou com a face muito machucada e está de licença. Ainda de acordo com Ana Paula, o caso foi "pontual" e "a violência não é comum na escola".
A mãe de uma aluna de 13 anos, identificada apenas como Aline, afirmou que desde que a diretora Leila chegou à escola, ela tenta "melhorar o ambiente".
De acordo com Aline, antes do aluno agredir a diretora, uma briga entre dois jovens, na semana retrasada, movimentou a escola. "Minha filha me contou que um aluno jogou pedra em outro, que revidou", disse. A mãe ressaltou ainda que o consumo de drogas no entorno da escola é comum.
Jennifer foi aluna da escola há cinco anos e seu irmão estuda na instituição atualmente. Segundo ela, naquela época, já havia presenciado a tentativa de agressão de um aluno à mesma diretora.
"Acho que é porque ela quase não fica na escola. É difícil encontrá-la aqui. E quando chega quer botar moral e não consegue", afirmou a ex-aluna. De acordo com Jeniffer, o irmão dela costuma comentar que "a pancadaria" na escola é frequente.
Segundo nota da Polícia Civil, a vítima procurou a delegacia informando ter sido agredida por um aluno de 15 anos. O menor foi ouvido e a vítima encaminhada para exame de corpo de delito. De acordo com a delegada Cristiane Carvalho, da 24ª DP (Piedade), a vítima compareceu à delegacia sem apresentar lesões externas, contudo, foi encaminhada ao IML para averiguar lesões internas, no ouvido.
Ainda segundo a polícia, na delegacia, o aluno contou que agrediu Leila após a diretora do colégio o repreender por ele não voltar à sala após o intervalo de aula.
A Secretaria Municipal de Educação esclareceu, em nota, que não admite este tipo de conduta nas escolas da Prefeitura do Rio e já aplicou o Regimento Escolar Básico do Ensino Fundamental ao caso, com a transferência do aluno para uma outra unidade.
"É triste e lamentável. Não admitimos qualquer tipo de violência nas nossas escolas", declarou a secretária de Educação, Claudia Costin.
De acordo com a Polícia Civil, o caso foi enviado a Vara da Infância e Juventude e foi registrado na 24º DP (Piedade). A informação foi publicada pelo jornal O Dia nesta segunda-feira (25).
G1

Natália é eliminada do BBB 13 com 66% dos votos do público


Natália (Foto: Reprodução)Natália (Foto: Reprodução/BBB13)
A 'sister' Natália foi eliminada neste domingo (24) do “Big Brother Brasil 13” com 66,39% dos votos, após disputar a preferência do público com Fernanda.

Andressa, Nasser e Fernanda estão na final e disputam na próxima terça-feira (26) o prêmio de R$ 1,5 milhão.

G1

Reitoria recebe estudantes, discute sobre a greve de professores e expõe projetos para a classe estudantil


DSC03122O reitor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), professor Rangel Junior, recebeu na manhã desta quarta-feira (20) um grupo de estudantes que buscaram esclarecimentos em torno das negociações que têm sido realizadas para pôr fim à greve dos professores. A reunião aconteceu no Gabinete do Reitor, no Campus I, em Campina Grande, e contou com a presença de mais de 30 alunos do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centros Acadêmicos (CAs).
Rangel ouviu atentamente os estudantes, mostrou que a Reitoria estava aberta a negociação com os dois sindicatos e, desde que o movimento foi deflagrado, estava buscando alternativas para solucionar o impasse. Ele reafirmou que o orçamento disponibilizado para a UEPB no exercício de 2013 – R$ 231 milhões – impossibilita a Administração Central de conceder os reajustes, o que iria estourar todo orçamento previsto para o ano.
O reitor apresentou, ainda, dados e números que retratavam a atual realidade financeira da Instituição. De forma enfática, mostrou que o orçamento proposto para esse ano é menor do que o executado em 2012 e que a UEPB só tem disponível R$ 30 milhões destinados para investimentos. “Estamos redefinindo toda planilha orçamentária, o chamado Quadro de Demonstrativo de Despesas (QDD), para saber onde podemos aplicar as fontes e as rubricas” explicou.
DSC03116Durante o encontro, os estudantes entregaram ao reitor uma petição assinada por mais de 1.400 alunos mostrando os prejuízos que a greve tem causado a mais de 22 mil alunos. A direção do DCE também entregou um documento com o mesmo objetivo. Eles pediram que os documentos fossem encaminhados ao governador do Estado, uma vez que o movimento grevista tem causado sérios prejuízos aos estudantes. De pronto, o reitor se comprometeu em protocolar os documentos e atender ao pedido dos representas da comunidade estudantil.
O reitor também elogiou a iniciativa dos estudantes e apresentou alguns projetos que pretende executar este ano visando garantir melhorias para a classe estudantil. Ele garantiu que, em 2013, a UEPB vai gastar com assistência estudantil mais do que no ano passado. Para isso, vai aumentar o valor das bolsas e o quantitativo na área de residência e alimentação.
Esse aumento, conforme explicou Rangel Junior, será possível porque a UEPB conseguiu R$ 1,5 do Ministério da Educação e Cultura (MEC) para a assistência estudantil. “O fato de termos entrado no SISU, com metade das vagas disponibilizadas para acesso pelo SISU, permitiu que a Universidade captasse recursos para ser utilizado para assistência estudantil”, ressaltou.
Em relação a melhorias nos laboratórios, uma das reivindicações dos estudantes, Rangel Junior garantiu que a Administração Central já determinou a Prefeitura Universitária para fazer reformas em alguns laboratórios. Ele se comprometeu em construir o laboratório de Química até o final do ano. Ao final, os estudantes pediram ao reitor para agendar uma nova reunião para a próxima sexta-feira pela manhã, desta vez com a presença dos representantes do comando de greve dos docentes.
Fonte: http://www.uepb.edu.br

Alunos pedem intervenção do Ministério Público


Sem aulas há quase um mês, estudantes da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) decidiram solicitar a intervenção do Ministério Público Estadual (MPPB) através da Promotoria da Educação. Uma portaria de inquérito civil público foi instaurada, na tarde de ontem, para investigar a legalidade da greve dos docentes da universidade. De acordo com o promotor Guilherme Câmara, a paralisação será acompanhada de perto a partir de agora.
No documento encaminhado ao MPPB, estudantes da UEPB alegaram que a greve dos professores fere o Princípio da Continuidade do Serviço Público, que visa justamente não prejudicar a população, uma vez que os serviços essenciais não podem ser interrompidos.
Em um dos trechos do ofício, eles pedem ao MPPB que tome as medidas cabíveis para requerer judicialmente a ilegalidade do movimento grevista, buscando o retorno imediato às atividades da classe docente.
“Nós sabemos que existem dois direitos em jogo. O direito dos estudantes, que é essencial, e o direito dos professores em realizar a greve. Vamos analisar bem o caso e se for comprovada a abusividade da greve, vamos tomar as medidas necessárias”, afirmou o promotor Guilherme Câmara.
O integrante do comando de greve da UEPB, José Andrade, contou que a paralisação continua sem dia determinado para acabar. Ele explicou que a categoria ainda aguarda uma contraproposta da reitoria, com relação ao reajuste salarial. “A greve será discutida em sessão pública na Assembleia Legislativa, no dia 3 de abril, inclusive com a participação do Ministério Público”, informou.
A reitoria da UEPB não se pronunciou sobre o assunto.
Fonte: http://www.jornaldaparaiba.com.br
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