domingo, 14 de abril de 2013

Motorista perde controle e bate com buggy em poste, em João Pessoa

Um acidente envolvendo um buggy na tarde deste sábado (13) deixou o trânsito lento na Avenida Sérgio Guerra, no bairro dos Bancários, em João Pessoa. O condutor perdeu o controle do veículo e atingiu um poste. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, havia apenas uma pessoa no veículo, o motorista. Segundo os Bombeiros, o motorista do buggy apresentava um corte na cabeça, mas seu quadro iniciável não era considerado grave. Apenas o buggy se envolveu no acidente. O Corpo de Bombeiros não soube informar o que levou o condutor a perder o controle do buggy  (Foto: Walter Paparazzo/G1)Um acidente envolvendo um buggy na tarde deste sábado (13) deixou o trânsito lento na Avenida Sérgio Guerra, no bairro dos Bancários, em João Pessoa. O condutor perdeu o controle do veículo e atingiu um poste. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, havia apenas uma pessoa no veículo. Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, o motorista do buggy apresentava um corte na cabeça, mas seu quadro de saúde não era considerado grave. Apenas o buggy se envolveu no acidente. O Corpo de Bombeiros não soube informar o que levou o condutor a perder o controle do veículo (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Astronauta canadense posta foto de João Pessoa em rede social


Imagem postada em redes sociais mostra as cidades de João Pessoa e Cabedelo (Foto: Reprodução/Facebook/Col. Chris Hadfield)Imagem postada em redes sociais mostra as cidades de João Pessoa e Cabedelo (Foto: Reprodução/Facebook/Col. Chris Hadfield)
O astronauta canadense Chris Hadfield postou uma foto de João Pessoa na noite desta quinta-feira (11) no Facebook e em rede social. Até as 16h40 desta sexta, a imagem já tinha recebido 3.097 curtidas e 649 compartilhamentos. Hadfield está na Estação Espacial Internacional (ISS) desde dezembro do ano passado e vem fazendo vários registros pelo mundo.
Na legenda da foto, o astronauta comenta que João Pessoa é a cidade mais ao leste das Américas. “Onde o Sol nasce primeiro”, postou, em inglês.

Na imagem, é possível ver a Ponta do Seixas, considerada o ponto mais oriental das Américas. Ao lado, está a Falésia do Cabo Branco, onde fica localizada o Farol do Cabo Branco. Também é visível as ‘pontas’ onde ficam localizados o Busto de Tamandaré e o Hotel Tambaú. À direita inferior, está a península onde fica a cidade de Cabedelo, envolta pelo mar e pelo Rio Paraíba.

A grande mancha preta no meio da foto é o Jardim Botânico de João Pessoa, onde há reserva de Mata Atlântica. A pequena forma circular à direita dele, por sua vez, é a Lagoa do Parque Solon de Lucena, no Centro da capital paraibana.
G1pb

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G1pb

Cientista brasileiro analisa efeitos da gravidade zero em células do câncer


Células de tumor no ovário cultivadas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) (Foto: Divulgação/Nasa)Células de tumor no ovário cultivadas a bordo da Estação Espacial Internacional (Foto: Divulgação/Nasa)
Um estudo divulgado nesta sexta-feira (12) na "Nature Reviews Cancer", que conta com um pesquisador brasileiro como um dos autores, analisa dados divulgados nos últimos 40 anos sobre os efeitos da ausência de gravidade e de viagens ao espaço na biologia das células humanas. O artigo foca em células cancerígenas e no que ocorre com elas - alteração no citoplasma, na expressão das proteínas e outros fenômenos.
As primeiras análises celulares no espaço ocorreram nos anos 1970, diz o estudo. Desde então, além da famosa avaliação do sangue de astronautas que mostrou uma redução na quantidade de glóbulos vermelhos e alteração no formato destas células no período em órbita, outros experimentos foram feitos.
Isso não quer dizer que viagens espaciais causem câncer ou reduzam a propensão a ter um tumor, diz o pesquisador Glauco Souza, pós-doutorado em físico-química pela Universidade do Texas e um dos autores da pesquisa. "Não há evidência de que os dois fatores [viajar ao espaço e ter câncer] estejam ligados", pondera.Por exemplo, uma análise de 2011 citada no artigo da "Nature Reviews Cancer" aponta o que ocorreu com células de câncer cervical (de colo de útero) cultivadas na Estação Espacial Internacional (ISS), em um ambiente sem gravidade. Foi identificada alteração na expressão de genes que regulavam o ciclo celular, a morfologia da célula e a apoptose (morte celular programada, processo pelo qual células problemáticas causam a própria morte).
Revisão
O estudo produzido por Souza e a pesquisadora americana Jeanne Becker é uma revisão, ou seja, uma nova análise de dados que já foram apresentados. Efeitos da "gravidade zero" que podem surgir nas células incluem alterações no volume celular e no citoesqueleto (conjunto de proteínas responsável por manter a forma da célula e conter seu citoplasma e organelas), ressalta o pesquisador.

'Sacos' de cultura para células cancerígenas a bordo da ISS (Foto: Divulgação/Nasa)
Souza avalia que estudar células cancerígenas em "gravidade zero" pode ajudar a desenvolver medicamentos para certos tipos de tumor.
"Uma proteína do citoesqueleto, a tubulina, em alguns casos passa por alteração no espaço. Então é um ambiente único para estudar o efeito de drogas contra o câncer que afetem essa proteína, por exemplo", afirma Souza. Alterações na tubulina devido à falta de gravidade seriam dificílimas de serem reproduzidas na Terra, diz o pesquisador.
Tridimensional
Outra questão é que o cultivo celular na Terra ocorre de forma bidimensional - as células são depositadas em uma placa e acabam "achatadas" pela interação com a superfície do objeto e a força da gravidade, explica Souza. Já no espaço, pela ausência da força gravitacional, as células crescem e se multiplicam de forma tridimensional em equipamentos projetados para a cultura. Este formato permite ter novas visões sobre a divisão celular, a composição de aglomerados de células e a interação entre elas, de acordo com Souza.

"Você tem um ponto de vista diferenciado com relação à formação das células. Elas têm mais espaço para crescer, permite estudá-las de forma diferente do que estamos acostumados", explica ele, referindo-se às células que crescem em ambiente 3D. O pesquisador avalia que as células do corpo se reproduzem num ambiente com três dimensões, parecido com o que ocorre nestas culturas no espaço - mas com a existência, na Terra, da força gravitacional.
Tecnologias estão sendo desenvolvidas para copiar um ambiente sem gravidade, diz Souza. Ele é presidente da Nano3D Biosciences, empresa que no seu surgimento foi "incubada" na Universidade Rice, nos EUA, e que hoje atua em colaboração tanto com essa instituição quanto com a Universidade do Texas para estudos e desenvolvimento de tecnologia na área.
"Queremos mostrar a importância da ciência espacial, que não é só focada em colocar as pessoas em órbita. Os frutos das pesquisas espaciais terão impacto grande na ciência biológica", pondera o pesquisador.
Usar células que cresceram em um ambiente tridimensional, por exemplo, permite entender a interação com um medicamento novo de formas diferentes, além de garantir uma avaliação inovadora da toxicidade do remédio, diz Souza. A análise fica mais previsível e parecida com o que ocorre no corpo humano em um ambiente 3D, na opinião do cientista. Só foi possível pensar nisso e criar máquinas que simulem este ambiente graças aos experimentos com células ocorridos no espaço.
G1
Equipamento para cultivar células a bordo da estação espacial; células de tumor no ovário foram cultivadas por 14 dias (Foto: Divulgação/Nasa)Equipamento para cultivar células a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS); células de tumor no ovário foram cultivadas por 14 dias (Foto: Divulgação/Nasa)

Lista traz Lamborghini destruída a marretadas e outros casos curiosos


Na Suíça, uma companhia de seguros esmagou uma Mercedes com uma pá carregadeira como parte de uma campanha publicitária. O veículo amassado foi exibido no centro de  Zurique. Abaixo, o G1 reúne casos curiosos envolvendo carros de luxos.
G1
Mercedes destruída foi exibida perto de estação de trem em Zurique, na Suíça (Foto: Arnd Wiegmann/Reuters)Mercedes destruída foi exibida perto de estação de trem em Zurique, na Suíça (Foto: Arnd Wiegmann/Reuters)
Em 2011, o prefeito de Vilnius (Lituânia), Arturas Zuokas reconheceu que encenou o ato em que passou com um blindado por cima de um carro de luxo, uma Mercedes-Benz S-Class, que estava estacionado irregularmente em uma ciclofaixa (Foto: AP)Em 2011, o prefeito de Vilnius (Lituânia), Arturas Zuokas reconheceu que encenou o ato em que passou com um blindado por cima de um carro de luxo, uma Mercedes-Benz S-Class, que estava estacionado irregularmente em uma ciclofaixa (Foto: AP)
Chineses destruíram em março de 2011 um Lamborghini Gallardo L140, carro esportivo de luxo, para marcar o Dia Mundial dos direitos do consumidor em Qingdao, na província chinesa de Shandong. O dono do carro convocou pessoas para destruir o veículo depois que ele parou de funcionar após passar por reparos em uma oficina da marca (Foto: AFP)Chineses destruíram em março de 2011 um Lamborghini Gallardo L140, carro esportivo de luxo, para marcar o Dia Mundial dos direitos do consumidor em Qingdao, na província chinesa de Shandong. O dono do carro convocou pessoas para destruir o veículo depois que ele parou de funcionar após passar por reparos em uma oficina da marca (Foto: AFP)
O americano Andy House foi acusado de ter jogado propositadamente, em 2009, um Bugatti Veyron dentro de uma lagoa na cidade de La Marque, no estado do Texas (EUA), com o objetivo de receber uma apólice de seguro. Ele teria danificado o veículo para receber uma apólice de mais de US$ 2 milhões (Foto: AP)O americano Andy House foi acusado de ter jogado propositadamente, em 2009, um Bugatti Veyron dentro de uma lagoa na cidade de La Marque, no estado do Texas (EUA), com o objetivo de receber uma apólice de seguro. Ele teria danificado o veículo para receber uma apólice de mais de US$ 2 milhões (Foto: AP)
Em 2009, o norte-americano David Dopp, de Santaquin, no estado de Utah (EUA), bateu uma Lamborghini Murcielago de US$ 380 mil apenas seis horas depois de ganhá-la em um concurso (Foto: Alex Cabrero/The Deseret News/AP)Em 2009, o norte-americano David Dopp, de Santaquin, no estado de Utah (EUA), bateu uma Lamborghini Murcielago de US$ 380 mil apenas seis horas depois de ganhá-la em um concurso (Foto: Alex Cabrero/The Deseret News/AP)
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