quinta-feira, 18 de abril de 2013

Cidade britânica estuda espaço para livre consumo de drogas


Cidade britânica estuda espaço para livre consumo de drogas (Foto: BBC)Cidade britânica estuda espaço para livre
consumo de drogas (Foto: BBC)
A cidade de Brighton, na Grã-Bretanha, poderá se tornar a primeira no país a ter salas onde usuários poderiam usar drogas livremente sem sofrerem penas judiciais.
O objetivo é reduzir o número de mortes ligadas à drogas na cidade, situada na região litorânea sul da Grã-Bretanha, e que, segundo autoridades locais, há anos apresenta um grave histórico de abuso de drogas.
Uma pesquisa realizada pela Comissão Independente de Drogas de Brighton e Hove sugeriu a criação de recintos em que indivíduos pudessem consumir drogas ilegais sob supervisão de funcionários com treinamento médico. A proposta está sob apreciação da administração municipal.
Se necessário, os usuários de drogas nessas salas poderiam receber cuidados médicos.
A intenção é diminuir o risco de overdoses e de mortes ligadas ao consumo de drogas, bem como reduzir o consumo de drogas nas ruas de Brighton.
Críticas
A proposta, no entanto, a exemplo do que ocorreu em outras cidades europeias que introduziram ou pensam em introduzir modelos semelhantes, conta com críticos ferrenhos.

Chip Somers, presidente do centro de reabilitação Focus 12, que defende a abstinência das drogas, afirma ser preciso encontrar um equilíbro entre dar apoio a viciados e técnicas para reduzir os males do consumo, mas que não se pode ''compactuar com opções ruins de estilos de vida e, nesse caso, comportamento ilegal''.
A comissão de Brighton é formada por dez pessoas, entre elas a mãe de uma jovem drogada em recuperação, que há dez anos atua em campanhas para reduzir os perigos das drogas na cidade.
Brighton e Hove contam com uma população de 270 mil pessoas. E, de acordo com a comissão, mais de 60 mil moradores locais já usaram drogas.
Durante anos o balneário encabeçou a lista de cidades britânicas com maior número de mortes ligadas ao consumo de drogas.
Entre os países em que há recintos em que viciados podem consumir entorpecentes livremente estão Alemanha, Luxemburgo, Holanda, Espanha, Noruega, Suíça, Canadá e Austrália.
G1

GAROTA DE 15 ANOS COMETE SUICÍDIO POR SOFRER BULLYING APÓS TER MOSTRADO SEIOS NO FACEBOO

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Amanda Todd relata ainda que tentou se envenenar bebendo água sanitária e pela ingestão remédios, pois sua tortura continuou no Facebook. Procurou várias formas de apoio, mas nunca conseguiu esquecer e nem superar a vergonha. E assim o corte dos pulsos se lhe apresentou como a solução mais rápida para dar fim à sua vida.

O caso gerou uma forte comoção entre os internautas de todo o mundo, que descarregaram na Internet palavras de condolências. Tanto no Twitter ou em inúmeras páginas criadas no Facebook as pessoa não param de lhe render tributo. No Youtube, uma enxurrada de vídeos responde ao que Amanda publicou.

O grupo ciberativista Anonymous confirma ter rastreado o homem que praticou ciberbullying contra Amanda Todd. Segundo o coletivo, o criminoso é um sujeito de 30 anos, que mora em New Westminster, na província canadense de British Columbia. Mas segundo a polícia canadense, o suspeito alega que era amigo de Amanda e indicou um morador de Nova York como o responsável pelo crime.

“Geralmente não gostamos de lidar com a polícia, mas fomos obrigados a colocar nossas habilidades em prática para proteger as crianças. Ironicamente, temos algumas boas pessoas em Vancouver, que chamaram a atenção de nosso admin para o caso. É uma história muito triste que afeta a todos nós”, diz uma mensagem enviada pelo grupo à uma emissora de TV canadense.


Aluna passa em 1º lugar em mestrado com projeto sobre Valesca Popozuda


Mariana Gomes passou em 1º lugar no mestrado em Cultura e Territorialidades na UFF (Foto: Arquivo Pessoal)Mariana Gomes passou em 1º lugar no mestrado
em Cultura e Territorialidades na UFF
(Foto: Arquivo Pessoal)
Mariana Gomes, de 24 anos, passou em primeiro lugar na Pós-graduação em Cultura e Territorialidades da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, com o projeto “My pussy é poder – A representação feminina através do funk no Rio de Janeiro: Identidade, feminismo e indústria cultural. Entre os objetivos do projeto está a desconstrução da ideia de que o funk seria o último grito do feminismo através das músicas de Valesca Popozuda, Tati Quebra Barraco, entre outras.Recentemente, Valesca foi escolhida como patronesse de uma turma de calouros de Mariana.
A ideia do projeto começou a surgir em agosto de 2008, quando a estudante ainda cursava a graduação em Estudos de Mídia, na mesma universidade. Ao estudar o funk e a sociabilidade da classe trabalhadora no município do Rio, ela visitou bailes funks em lugares como a Rocinha, na Zona Sul, em Santa Cruz, na Zona Oeste, e na Ladeira dos Tabajaras, também na Zona Sul.
“Eu fui observando que havia poucas mulheres cantando e que este papel ficava com os homens. As mulheres só estavam presentes dançando e quando havia erotismo. Parecia que não tinha espaço para a participação feminina em outros assuntos. E o público do baile é em sua maioria feminino”, explica a mestranda. A pesquisa deu origem ao seu projeto de conclusão de curso intitulado "Melancia, Moranguinho e melão: frutas estão na feira - A representação feminina do funk em jornais populares do Rio de Janeiro."

Ao longo do curso, a aluna pretende discutir se as letras de funk cantadas por Valesca Popozuda e outras intérpretes do gênero são um caso de libertação feminina ou apenas um atendimento da demanda do mercado erótico.

“A MC Dandara, que escreveu “Funk de sainha”, sucesso gravado pela Valesca, escreve músicas de protesto, como o rap “Nossa banheira”. É uma música muito politizada. Mas ela precisa escrever músicas para vender. Então é possível que o erotismo nas letras de funk seja um fator mercadológico. A questão do corpo é o que mais me interessa. A relação entre feminismo e erotismo é perigosa, inclusive para a Valesca. Ela se diz feminista, mas será que é mesmo?”, questiona Mariana, reiterando que em uma das músicas, a cantora de funk diz Mulher burra fica pobre/ Mas eu vou te dizer/ Se for inteligente pode até enriquecer/ Por ela o homem chora/ Por ela o homem gasta/ Por ela o homem mata / Por ela o homem enlouquece / Dá carro, apartamento, joias, roupas e mansão / Coloca silicone / E faz lipoaspiração / Implante no cabelo com rostinho de atriz / Aumenta a sua bunda pra você ficar feliz.

Segundo Mariana, as letras trazem o valor da mulher interesseira. “A cantora afirma o corpo como espaço de liberdade, mas ele pode ser uma prisão, neste caso, porque o objetivo é conseguir bens materiais. Não chega a ser uma prostituição, mas é um jogo perigoso”.

Abertura na universidade
A aprovação da aluna em primeiro lugar no curso com o tema e escolha de Valesca Popozuda para patronesse de uma turma de Estudos de Mídia indicam uma abertura na Universidade Federal Fluminense para um assunto que nem sempre foi acolhido pelo mundo acadêmico.

"Aquela turma ter escolhido a Valesca foi uma atitude ideológica. Estamos aqui para dizer que não existe baixa cultura. A minha turma escolheu o Saramago [José Saramago, escritor português morto em 2010]. Colocaram os dois em pé de igualdade, talvez para mostrar que a hierarquização da cultura só é prejudicial para a discussão", considera a estudante.

Pronto falei
Reforçando a discussão da hierarquização da cultura, a jovem lembra das expressões "pronto falei" e "vou confessar que" utilizadas pelas pessoas que dizem que gostam de funk. "É comum você ouvir: vou confessar que gosto da Valesca. As pessoas já sabem que serão julgadas, ou elas mesmas se julgam. É importante quebrar este paradigma de séculos. Fazer isso vir à academia é muito importante", encerra Mariana.

G1

PM faz megaoperação contra o tráfico de drogas em Costa Barros, no Rio


Policiais militares realizam uma megaoperação de combate ao tráfico de drogas no Morro do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, na manhã desta quinta-feira (18). A ação conta com pelo menos 200 agentes do Batalhão de Choque (BPChq) e do Batalhão de Operações Especiais (Bope).
Segundo o relações públicas do Bope, major Ivan Blaz, a ação conta com informações da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança e com apoio de veículos blindados e um helicópteros.
Houve troca de tiros durante a entrada dos agentes, mas ninguém ficou ferido. Até as 7h35, também não havia informações sobre prisões ou apreensões.
G1

Suspeito de enviar carta com veneno para Obama é preso, diz agência


O suspeito de enviar uma carta com uma"substância suspeita" ao presidente Barack Obama e ao senador Roger Wicker foi preso na noite desta quarta-feira (17), segundo a agência de notícias Reuters. O suspeito detido na cidade de Tupelo, no estado de Mississippi, portava uma carta que apontou positivo no teste para o veneno ricina.
arte mapa boston versão 5 (Foto: 1)arte mapa boston versão 5 (Foto: 1)
Segundo o FBI, o nome do suspeito detido  é Paul Kevin Curtis, informou a Reuters. Ainda de acordo com o órgão, ele é responsável pelas expedições das três cartas endereçadas a um senador dos EUA, a Casa Branca e a um oficial de justiça Mississippi. As cartas foram postadas a partir de Memphis, no Tennessee, e são datadas do dia 8 de abril.
De acordo com um boletim do FBI, obtido pela NBC News, as cartas tinham a assinatura "KC" e os seguintes dizeres: "Ver algo de errado e não expor é tornar-se um parceiro silencioso para a sua manutenção".
A substância ricina, uma toxina de origem vegetal, pode levar à morte, segundo o FBI (polícia federal dos EUA). Novas avaliações do material serão feitas em 24 e em 48 horas.
O incidente foi anunciado dois dias após um ataque ter matado 3 pessoas e ferido 176 na chegada da Maratona de Boston, mas o FBI descartou conexão entre os incidentes.
"Em 16 de abril de 2013, uma carta dirigida ao presidente que continha uma substância suspeita foi recebida no centro postal da Casa Branca", afirmou Edwin Donovan, porta-voz do Serviço Secreto. O centro fica fora do complexo residencial da Casa Branca, segundo o porta-voz.
"Este centro detecta habitualmente as cartas ou pacotes que devem passar por um exame adicional ou análise científica antes de serem entregues", acrescentou Donovan.
Na véspera, uma carta com a mesma subtância letal enviada ao senador republicano Roger Wicker foi interceptada no Capitólio.
O veneno foi detectado durante uma inspeção de rotina em uma dependência externa do prédio do Congresso.
A carta não chegou ao gabinete de Wicker no Capitólio, segundo um colaborador, citando o líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, que o informou sobre o incidente.
Outros casos
Em fevereiro de 2004, o Senado e a Casa Branca foram alvo de um ataque com ricina, agente biológico enviado na forma de pó.


No outono de 2001 no hemisfério norte, porém, ataques com antraz deixaram cinco mortos. O autor do crime nunca foi identificado.
O incidente não fez vítimas.
Desde então, qualquer correspondência enviada para os parlamentares americanos é examinada fora do prédio do Capitólio, antes de ser entregue.
G1
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