sábado, 27 de julho de 2013

Em discurso a líderes civis, Papa cita protestos e pede diálogo com o povo

'Cocar que dei ao Papa é um amuleto de proteção', diz indígena (Danilo Verpa/Folhapress)O Papa Franscisco pediu neste sábado (27), em encontro com representantes da sociedade civil no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro, "diálogo construtivo" para enfrentar o presente. "Entre a indiferença egoísta e o protesto violento, há uma opção sempre possível: o diálogo. O diálogo entre as gerações, o diálogo com o povo, a capacidade de dar e receber, permanecendo abertos à verdade", afirmou o pontífice (leia a íntegra do discurso no final da reportagem).
"Um país cresce, quando dialogam de modo construtivo as suas diversas riquezas culturais: cultura popular, cultura universitária, cultura juvenil, cultura artística e tecnológica, cultura econômica e cultura familiar e cultura da mídia. É impossível imaginar um futuro para a sociedade, sem uma vigorosa contribuição das energias morais numa democracia que evite o risco de ficar fechada na pura lógica da representação dos interesses constituídos", disse.
"A única maneira para uma pessoa, uma família, uma sociedade crescer, a única maneira para fazer avançar a vida dos povos é a cultura do encontro; uma cultura segundo a qual todos têm algo de bom para dar, e todos podem receber em troca algo de bom", completou Francisco.
Ao final do discurso, o Papa beijou crianças no palco, cumprimentou diversos representantes presentes no teatro e colocou um cocar na cabeça após receber o adereço de líder indígena. Antes ddle, o jovem Valmir Júnior, de 28 anos, fez um discurso emocionante, lembrou que foi usuário de drogas e que a igreja o ajudou a se recuperar. Ele destacou ainda que espera que a Jornada Mundial da Juventude "deixe um legado social" para a cidade do Rio de Janeiro.
Francisco deixou a residência no Sumaré, na Zona Norte, em carro fechado por volta das 8h. Já no Centro da capital, ele embarcou no papamóvel e percorreu o resto do trajeto até a igreja com o papamóvel, de onde acenou para os fiéis e beijou algumas crianças. Centenas de peregrinos correram pelas ruas para acompanhar o veículo, que chegou ao templo pouco antes das 9h.
Missa para bispos
Antes, o pontífice celebrou numa missa a bispos e padres na Catedral Metropolitana de São Sebastião, no Rio de Janeiro, e pediu para os religiosos, citando Madre Tereza de Calcutá, que promovam uma "cultura do encontro" e que sirvam aos pobres nas favelas, tendo "orgulho de nossa vocação". O pontífice criticou a "cultura da exclusão" na sociedade, na qual "não há lugar para o idoso, para a criança", e disse que é preciso ir contra essa tendência.

A missa foi restrita a bispos, padres e convidados que vieram de diversas partes do país para a Jornada Mundial da Juventude. Francisco cumprimentou e conversou com religiosos no interior da Catedral na sua chegada.
Ao fim dos primeiros compromissos oficiais do dia, ele segue para a casa no Sumaré, onde almoça com cardeais e integrantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Às 19h30, Francisco dá início à vigília em Copacabana.
Mudanças no trânsito
O trânsito do Centro e da Zona Sul tem alterações para a caminhada de 9,5 km da Jornada Mundial da Juventude. Os peregrinos que vão participar da vigília e da Missa de Envio irão percorrer da Central do Brasil a Copacabana, onde está montado o palco principal.

O trajeto tem início na Central do Brasil, passando pela Avenida Presidente Vargas, Avenida Rio Branco, Aterro do Flamengo, Enseada de Botafogo e Rua Lauro Sodré, chegando até o bairro de Copacabana pelo Túnel Novo na Rua Princesa Isabel. O bairro será fechado totalmente a partir das 12h, com 24 pontos de bloqueio.
Inicialmente, as cerimônias seriam realizadas em Guaratiba, na Zona Oeste. A transferência para Copacabana foi feita após as chuvas dos últimos dias alagarem o terreno. A caminhada feita pelos jovens até a vigília é uma tradição das Jornadas, e a manutenção dela, fazendo com que os peregrinos andem um longo percurso, foi um pedido feito pela organização (veja no mapa o trajeto da caminhada).
Encenação da Via Sacra
Na sexta (26), o Papa Francisco emocionou os fiéis de Copacabana em seu 5º dia no Brasil, benzendo a estátua de São Francisco de Assis durante sua passagem pela Orla, acenando para os peregrinos rumo à encenação da Via-Sacra e pedindo uma oração em homenagem às vítimas do incêndio da Boate Kiss, ocorrido no início do ano em Santa Maria (RS).

Mais cedo, ele ambém ouviu a confissão de jovens, encontrou menores infratores erezou o Ângelus, que tratou da importância dos anciãos e das crianças na construção do futuro dos povos. Na mensagem, o pontífice pediu que os jovens presentes enviassem uma saudação aos seus avós.
Confira a íntegra do discurso do Papa:
Excelências,
Senhoras e Senhores!

Agradeço a Deus pela possibilidade de me encontrar com tão respeitável representação dos responsáveis políticos e diplomáticos, culturais e religiosos, acadêmicos e empresariais deste Brasil imenso. Saúdo cordialmente a todos e lhes expresso o meu reconhecimento. Queria lhes falar usando a bela língua portuguesa de vocês mas, para poder me expressar melhor manifestando o que trago no coração, prefiro falar em castelhano. Peço-vos a cortesia de me perdoar! Agradeço as amáveis palavras de boas vindas e de apresentação de Dom Orani e do jovem Walmyr Júnior. Nas senhoras e nos senhores, vejo a memória e a esperança: a memória do caminho e da consciência da sua Pátria e a esperança que esta, sempre aberta à luz que irradia do Evangelho de Jesus Cristo, possa continuar a desenvolver-se no pleno respeito dos princípios éticos fundados na dignidade transcendente da pessoa.
Todos aqueles que possuem um papel de responsabilidade, em uma Nação, são chamados a enfrentar o futuro "com os olhos calmos de quem sabe ver a verdade", como dizia o pensador brasileiro Alceu Amoroso Lima [“Nosso tempo”, in: A vida sobrenatural e o mundo moderno (Rio de Janeiro 1956), 106]. Queria considerar três aspectos deste olhar calmo, sereno e sábio: primeiro, a originalidade de uma tradição cultural; segundo, a responsabilidade solidária para construir o futuro; e terceiro, o diálogo construtivo para encarar o presente.
1. É importante, antes de tudo, valorizar a originalidade dinâmica que caracteriza a cultura brasileira, com a sua extraordinária capacidade para integrar elementos diversos. O sentir comum de um povo, as bases do seu pensamento e da sua criatividade, os princípios fundamentais da sua vida, os critérios de juízo sobre as prioridades, sobre as normas de
ação, assentam numa visão integral da pessoa humana. Esta visão do homem e da vida, tal como a fez própria o povo brasileiro, muito recebeu da seiva do Evangelho através da Igreja Católica: primeiramente a fé em Jesus Cristo, no amor de Deus e a fraternidade com o próximo. Mas a riqueza desta seiva deve ser plenamente valorizada! Ela pode fecundar um processo cultural fiel à identidade brasileira e construtor de um futuro melhor para todos. Assim se expressou o amado Papa Bento XVI, no discurso de abertura da V
Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, em Aparecida. Fazer que a humanização integral e a cultura do encontro e do relacionamento cresçam é o modo cristão de promover o bem comum, a felicidade de viver. E aqui convergem a fé e a razão, a dimensão religiosa com os diversos aspectos da cultura humana: arte, ciência, trabalho, literatura... O cristianismo une transcendência e encarnação; sempre revitaliza o pensamento e a vida, frente a desilusão e o desencanto que invadem os corações e saltam para a rua.

2. O segundo elemento que queria tocar é a responsabilidade social. Esta exige um certo tipo de paradigma cultural e, consequentemente, de política. Somos responsáveis pela formação de novas gerações, capacitadas na economia e na política, e firmes nos valores éticos. O futuro exige de nós uma visão humanista da economia e uma política que realize cada vez mais e melhor a participação das pessoas, evitando elitismos e erradicando a pobreza. Que ninguém fique privado do necessário, e que a todos sejam asseguradas dignidade, fraternidade e solidariedade: esta é a via a seguir. Já no tempo do profeta Amós era muito forte a advertência de Deus: «Eles vendem o justo por dinheiro, o indigente, por um par de
sandálias; esmagam a cabeça dos fracos no pó da terra e tornam a vida dos oprimidos impossível» (Am 2, 6-7). Os gritos por justiça continuam ainda hoje.

Quem detém uma função de guia deve ter objetivos muito concretos, e buscar os meios específicos para consegui-los. Pode haver, porém, o perigo da desilusão, da amargura, da indiferença, quando as aspirações não se cumprem. A virtude dinâmica da esperança incentiva a ir sempre mais longe, a empregar todas as energias e capacidades a favor das pessoas para quem se trabalha, aceitando os resultados e criando condições para descobrir novos caminhos, dando-se mesmo sem ver resultados, mas mantendo viva a esperança. A liderança sabe escolher a mais justa entre as opções, após tê-las considerado, partindo da própria responsabilidade e do interesse pelo bem comum; esta é a forma para chegar ao centro dos males de uma sociedade e vencêlos com a ousadia de ações corajosas e livres. No exercício da nossa responsabilidade, sempre limitada, é importante abarcar o todo da realidade, observando, medindo, avaliando, para tomar decisões na hora presente, mas estendendo o olhar para o futuro, refletindo sobre as consequências de tais decisões. Quem atua responsavelmente, submete a própria ação aos direitos dos outros e ao juízo de Deus. Este sentido ético aparece, nos nossos dias, como um desafio histórico sem precedentes. Além da racionalidade científica e técnica, na atual situação, impõe-se o vínculo moral com uma responsabilidade social e profundamente solidária.
3. Para completar o “olhar” que me propus, além do humanismo integral, que respeite a cultura original, e da responsabilidade solidária, termino indicando o que tenho como fundamental para enfrentar o presente: o diálogo construtivo. Entre a indiferença egoísta e o protesto violento, há uma opção sempre possível: o diálogo. O diálogo entre as gerações, o diálogo com o povo, a capacidade de dar e receber, permanecendo abertos à verdade. Um país cresce, quando dialogam de modo construtivo as suas diversas riquezas culturais: cultura popular, cultura universitária, cultura juvenil, cultura artística e tecnológica, cultura econômica e cultura familiar e cultura da mídia. É impossível imaginar um futuro para a sociedade, sem uma vigorosa contribuição das energias morais numa democracia que evite o risco de ficar fechada na pura lógica da representação dos interesses constituídos. Será fundamental a contribuição das grandes tradições religiosas, que desempenham um papel fecundo de fermento da vida social e de animação da democracia. Favorável à pacífica convivência entre religiões diversas é a laicidade do Estado que, sem assumir como própria qualquer posição confessional, respeita e valoriza a presença do fator religioso na sociedade, favorecendo as suas expressões concretas. Quando os líderes dos diferentes setores me pedem um conselho, a minha resposta é sempre a mesma: diálogo, diálogo, diálogo. A única maneira para uma pessoa, uma família, uma sociedade crescer, a única maneira para fazer
avançar a vida dos povos é a cultura do encontro; uma cultura segundo a qual todos têm algo de bom para dar, e todos podem receber em troca algo de bom. O outro tem sempre algo para nos dar, desde que saibamos nos aproximar dele com uma atitude aberta e disponível, sem preconceitos. Só assim pode crescer o bom entendimento entre as culturas e as religiões, a estima de umas pelas outras livre de suposições gratuitas e no respeito pelos direitos de cada uma. Hoje, ou se aposta na cultura do encontro, ou todos perdem; percorrer a estrada justa torna o caminho fecundo e seguro.

Excelências,
Senhoras e Senhores!

Agradeço-lhes pela atenção. Acolham estas palavras como expressão da minha solicitude de Pastor da Igreja e do amor que nutro pelo povo brasileiro. A fraternidade entre os homens e a colaboração para construir uma sociedade mais justa não constituem uma utopia, mas são o resultado de um esforço harmônico de todos em favor do bem comum. Encorajo os senhores no seu empenho em favor do bem comum, que exige da parte de todos sabedoria, prudência e generosidade.
Confio-lhes ao Pai do Céu, pedindo-lhe, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, que cumule de seus dons a cada um dos presentes, suas respectivas famílias e comunidades humanas de trabalho e, de coração, a todos concedo a minha Bênção.
G1

Após início pacífico, protesto depreda bancos na região da Avenida Paulista

Agência bancária depredada na Av. Paulista (Foto: Rodrigo Mora/G1)Após o início pacífico da manifestação na Avenida Paulista em apoio aos protestos no Rio e contra o governador Sérgio Cabral, um grupo depredou na noite desta sexta-feira (26) pelo menos 10 agências bancárias, uma concessionária de automóveis, bases da Polícia Militar, duas estações do Metrô e um carro de reportagem da Rede Record. Foram quase duas horas de atos de vandalismo e pichações nas vias da região.
O protesto começou por volta das 18h no Museu de Arte de São Paulo (Masp). Às 18h55, os manifestantes ocuparam os dois sentidos da Avenida Paulista e caminharam em direção ao Paraíso.
Cerca de meia hora depois, mascarados começaram a pichar a Estação Trianon-Masp do Metrô e uma agência do Banco Itaú, que também teve um corrimão arrancado e vidros quebrados. Eles colocaram fogo em sacos de lixo espalhados na via e quebraram relógios no canteiro central da avenida.
Neste momento, um grupo gritava “sem vandalismo”, enquanto outros manifestantes respondiam “sem pacifismo”. Pessoas que se identificaram como integrantes do movimento Black Bloc distribuíram panfletos.
Durante a destruição, um homem mascarado dizia que "vandalismo é o que fazem nas escolas, cheias de gente sem educação". Ele afirmou que "manifestação pacífica é passeio pela cidade".
Mapa mostra trajeto percorrido pelos manifestantes nesta sexta-feira (26) (Foto: Arte/G1)
Manifestantes contrários à violência pediam para os atos de vandalismo pararem. "Isso é loucura. Para com isso", disse um dos participantes do protesto.
Depois que a primeira agência foi atacada, grupos começaram a depredar outros bancos na região, sem intervenção da Polícia Militar. O G1 flagrou depredação em cinco agências do Banco Itaú, duas do Bradesco, duas do Santander e uma do Banco do Brasil. Uma agência do Citibank foi pichada.
Na agência do Banco do Brasil, grupos mascarados usavam pedaços de ferro para quebrar os caixas eletrônicos. Sacos de lixo foram abertos e atirados dentro de uma agência do Itaú. Móveis foram retirados e jogados no meio da rua. 
O grupo seguiu pela Avenida Bernardino de Campos e desceu para a Avenida 23 de Maio, onde forçou um ônibus biarticulado a bloquear a pista sentido aeroporto. Manifestantes sacudiram uma van da Rede Record e tentaram colocar fogo no veículo, mas foram dispersados pela Polícia Militar. Foram jogadas bombas de gás para dispersar o grupo.
Bancos depredados após manifestação em São Paulo
1) Banco Santander: Av. Brigadeiro Luís Antônio, altura do número 1.800
2) Banco do Brasil: Av. Bernardino de Campos, 250
3) Banco Itaú: Av. Paulista, perto da esquina com a Rua Pamplona
4) Banco Itaú: Avenida Paulista na esquina com Brigadeiro Luís Antônio
5) Banco Itaú: Avenida Paulista, 459
6) Banco Itaú: Avenida Paulista, 171
7) Banco Itaú: Avenida Paulista, 07
8) Banco Santander: Av.Paulista, 457
9) Banco Bradesco: Av. Paulista, 329
10) Banco Bradesco: Av. Paulista, 57
Os manifestantes correram para ruas da região e um pequeno grupo depredou uma concessionária de veículos Chevrolet na Rua Pedroso.
Depois, eles subiram a Avenida Brigadeiro Luís Antônio e voltaram a bloquear o cruzamento com a Avenida Paulista.
Motoristas que subiam a Brigadeiro foram surpreendidos e trafegaram na contramão para fugir do bloqueio. A PM voltou a usar bombas de gás para dispersar os manifestantes.
Por volta das 21h, as pessoas que participaram do protesto tinham se dispersado. Policiais continuaram na Avenida Paulista para evitar mais atos de vandalismo.
Cacos de vidro das agências bancárias ficaram espalhados pela via. Pichações sujaram as fachadas do Itaú Cultural, de bancos e de estações do Metrô.
Presença da PM
Policiais da Força Tática tentaram conter os atos de vandalismo. A Tropa de Choque não chegou a ser acionada.

Questionado se a polícia demorou para reagir, o porta-voz da Polícia Militar, major Marcel Lacerda Soffner, disse que a corporação fazia acompanhamento da manifestação para não colocar em risco as pessoas que agiam pacificamente.
A Secretaria da Segurança Pública informou, em nota, que "todos os fatos relativos à manifestação ocorrida na Avenida Paulista serão apurados".
G1

Prédio residencial mais alto do Brasil é inaugurado em Balneário Camboriú

Prédio tem 160 metros de altura (Foto: Embraed/Divulgação)Com 160 metros de altura, o prédio residencial mais alto do Brasil vai ser inaugurado na noite deste sábado (27) em Balneário Camboriú, no Vale do Itajaí. O Villa Serena, que fica no bairro Barra Sul, tem duas torres com 46 andares cada. São 60 mil metros quadrados e cerca de 20 mil toneladas de concreto.

Comprar um apartamento no residencial requer um investimento de cerca de R$ 2 milhões. O mercado imobiliário de Balneário Camboriú é um dos que mais crescem em Santa Catarina. Por ano, são entregues 70 novos edifícios na cidade. Só este mês, 160 estão em construção. E já existem projetos de outras construtoras para prédios ainda mais altos do que este na cidade.

A lista dos prédios mais altos do mundo é feita pelo Skyscrapper Center, que reúne dados de arranha-céus pelo mundo. À frente do Villa Serena existem quatro edifícios mais altos no Brasil, três em São Paulo - Palácio W. Zarzur (170m), Edifício Itália (165m) e Altino Arantes (161m) - e um no Rio de Janeiro - Rio Sul Center (163m), mas todos são comerciais.

Ainda segundo a lista, existem três edifícios residenciais em construção em Balneário Camboriú que devem ficar no topo da lista quando estiverem prontos. O Infinity Coast Tower, com 240 metros, o Sky Tower, com 210 metros e o Alameda Jardins Residence, com 170 metros.
80% das unidades já foram vendidas (Foto: Embraed/Divulgação)
De acordo com a Embraed, construtora do Villa Serena, 80% das unidades já foram vendidas. "Privilegiamos a altura e acabou se tornando o prédio residencial mais alto do país", diz Rogério Rosa, dono da construtora.
Além de apartamentos com duas suítes, duas demi-suítes, sacada com churrasqueira, living, lavabo e até quartos vagas de garagem, os moradores terão nas áreas comuns opções de lazer como duas salas de cinema, boate, espaço gourmet com churrasqueira, piscina aquecida com hidromassagem, beauty center, parque aquático, campo de mini golf e lan house.
G1

Pente-fino em presídio na Paraíba encontra estiletes, agulhas e seringas

Pente-fino na Colônia Penal Agrícola de Sousa encontrou estiletes e seringas (Foto: Divulgação/14ºBPM)
Uma operação pente-fino realziada nesta quinta-feira (25) encontrou lâminas, seringas e estiletes artesanais na Colônia Penal Agrícola de Sousa, no Sertão paraibano. De acordo com o 14º Batalhão da Polícia Militar, a ação contou com a colaboração também do Corpo de Bombeiros e agentes penitenciários.
Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) da Paraíba, as operações pente-fino acontecem de forma randômica nos presídios do estado, conforme um cronograma pré-estabelecido. Os apenados que foram flagrados com materiais ilícitos irão sofrer restrições de progressão de regime.Foram flagrados durante a ação policial nas celas um total de 30 estiletes artesanais, três tesouras pequenas, um carregador de celular, uma bateria de celular, três cortadores de unha, 54 seringas com agulhas, um aparelho celular e 16 lâminas de barbear.
A ação contou com a participaçao de 44 policiais militares, sendo 20 do Batalhão de Operações Especiais (Bope) de Sousa e Cajazeiras, 16 bombeiros militares e 22 agentes penitenciários.
G1pb

Baleia é encontrada morta no Litoral Sul da Paraíba

Uma baleia foi encontrada morta na  noite de quinta-feira (25)  na praia de Pitimbu, Litoral Sul da Paraíba. O animal estava encalhado e tinha uma corte profundo.
A suspeita é que o animal tenha sido atingido por uma hélice de um navio.
G1pb
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