quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Sucesso na web, 'gata ranzinza' vira 'garota-propaganda' de comida felina

'Gata ranzina' será 'garota-propaganda' de marca de comida para gatos (Foto: Nestle Purina PetCare/AP Photo)
Após o sucesso na internet, a "gata ranzina" será "garota-propaganda" de uma marca de comida para gatos. Os donos da gata chamada "Tardar Sauce" fecharam um contrato com a Nestlé Purina PetCare, uma divisão da empresa suíça que produz ração animal.

Fenômeno na internet, a gata que pertence a um casal de Phoenix, nos EUA, tem mais de 1,37 milhão de fãs no Facebook e mais de 20 milhões de visualizações em seu canal no YouTube. Sua imagem com frases mal-humoradas virou meme na web.
G1

Surfista bate cabeça e morre afogado na praia do Campeche

Quando as equipes de salvamento chegaram ao local, surfista já estava morto (Foto: Naim Campos/RBS TV)
Um surfista morreu afogado no início da manhã desta quarta-feira (18) na praia do Campeche, no Sul de Florianópolis. As equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu foram chamadas por volta das 7h30 para socorrer o homem, mas, quando chegaram ao local, ele já estava sem sinais vitais.
De acordo com os relatos preliminares, ele estava surfando sozinho na praia. Os bombeiros disseram que os indícios mostram que o homem bateu a cabeça em uma bancada de areia, desmaiou e acabou morrendo afogado.
Ainda não há informações sobre a identidade da vítima. O corpo dele será encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).
G1

Namorado é preso suspeito de matar mulher e 4 filhos na Grande SP

O namorado da mulher encontrada morta com os quatro filhos em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, foi preso após prestar depoimento nesta terça-feira (17). Os corpos foram encontrados por ele na madrugada. De acordo com o Bom Dia São Paulo, o boliviano Alex Guinone Petraza, de 33 anos, estava preso na cadeia pública deSuzano, na região metropolitana, na manhã desta quarta-feira (18). Ele deve ser levado para uma prisão em Mogi das Cruzes.
Segundo os investigadores da Polícia Civil, há indícios de que Petraza tenha matado Dina Lopes da Silva, de 42 anos, e os quatro filhos dela,  três meninas de 7, 11 e 16 anos, um menino de 12 anos. Os corpos foram achados no apartamento onde moravam.
Mas, de acordo com a polícia, na sola do sapato dele havia resíduos encontrados dentro do apartamento. Os policiais descobriram também que Dina fez três queixas de agressão contra o namorado. A última foi há dois anos.Petraza disse, em depoimento, que pediu ajuda ao vigia do prédio para arrombar a porta do apartamento onde Dina e os filhos moravam porque ninguém atendia à campainha - e que não entrou no local.
A causa das mortes ainda não foi divulgada. A suspeita é de que eles tenham sidoenvenenados ou asfixiados, segundo o delegado Itagiba Franco, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). No entnato, somente a análise das provas determinará o que aconteceu.
G1

Celso de Mello decide nesta quarta se réus terão direito a novo julgamento

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), dará nesta quarta-feira (18) voto de desempate sobre a validade dos embargos infringentes, recurso para quem obteve ao menos quatro votos favoráveis e que pode levar a um novo julgamento nos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha para 12 dos 25 condenados no processo do mensalão.
Como poderiam ficar as penas se réus obtiverem absolvições após análise dos embargos infringentes no mensalão (Foto: Editoria de Arte / G1)
A expectativa no Supremo é de que o ministro, que em 2012 se manifestou a favor do recurso, mantenha seu entendimento sobre o tema. Na semana passada, ele próprio disse que a decisão já estava tomada e que não mudaria seu voto. Celso de Mello deve levar um voto longo à sessão para fundamentar sua decisão.
Será a primeira sessão do Supremo com a participação do novo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que poderá reiterar pedidos de prisão imediata aos condenados.
Ao analisar o mesmo pedido feito pelo ex-procurador Roberto Gurgel, o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, entendeu que as prisões deveriam ser executadas após o fim do processo, quando não couber mais nenhum recurso.
Os embargos infringentes são recursos previstos no artigo 333 do Regimento Interno do Supremo, mas que não constam na lei 8.038/1990, que regula as ações no STF.
Até a semana passada, cinco ministros entenderam que a lei de 1990 revogou tacitamente (quando não há anulação explícita de um artigo) a existência dos infringentes (Joaquim Barbosa, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello).
Outros cinco ministros consideraram que a lei simplesmeste não tratou do recurso e que, por isso, o regimento do Supremo é válido para definir sua existência (Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski) - confira a argumentação de cada um.
A eventual aceitação pelo Supremo dos embargos infringentes poderá levar à mudança do regime de prisão de três réus do fechado para o semiaberto (José Dirceu, Delúbio Soares e João Paulo Cunha), caso eles sejam absolvidos. Pelo Código Penal, penas entre 4 a 8 anos são cumpridas no semiaberto (quando se pode deixar o presídio para trabalhar e voltar somente para dormir). Penas maiores que 8 anos são cumpridas no fechado, em presídio de segurança média ou máxima.
Mesmo que os condenados não consigam absolvições, mas obtenham diminuição das penas, isso pode levar a prescrição (situação em que o condenado não pode mais ser punido em razão do tempo decorrido do cometimento do delito).
Para dois dos 12 condenados (Breno Fischberg e João Cláudio Genu), que têm apenas uma condenação, há chance de que a punição se reverta para absolvição - veja abaixo o que poderia acontecer com os 12.
Ao analisar os infringentes, porém, o Supremo também pode decidir manter as penas de todos os condenados.

Trâmite no tribunal
Caso aceitos, esses recursos só devem ser apresentados depois da publicação da decisão dos embargos de declaração, que contestam omissões, contradições ou obscuridade e cujo julgamento foi concluído no começo de setembro. Pelo regimento, o prazo para publicação do acórdão (documento que resume as decisões do julgamento) é de 60 dias - a expectativa é de que ele saia em novembro.

O regimento prevê 15 dias após a publicação para apresentação do recurso - condenados pediram para ampliar para 30 dias, mas isso ainda não foi decidido e pode ser debatido nesta quarta caso o tribunal aceite os infringentes.
Apesar de ser um recurso para fase posterior, a discussão sobre a validade dos infringentes foi antecipada porque o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares apresentou o recurso. Em decisão individual, Joaquim Barbosa negou por entender que não era cabível, e a defesa recorreu para que o plenário decidisse sobre a validade.
Além dos infringentes, os outros 10 condenados no processo ainda poderão entrar com segundos embargos de declaração após a publicação da decisão sobre os primeiros recursos.
É somente no julgamento desses segundos embargos que deve ser determinada a prisão dos condenados. Foi assim que o Supremo agiu no caso do deputado Natan Donadon. No entanto, caso a Procuradoria Geral da República peça a antecipação das prisões, o Supremo poderá decidir se aguarda ou não os recursos.
Saiba o que pode mudar nas penas caso os condenados consigam decisões favoráveis nos embargos infringentes.
O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu foi punido em 10 anos e 10 meses de prisão por corrupção ativa e formação de quadrilha. Sem a pena de quadrilha (2 anos e 11 meses), na qual obteve quatro votos favoráveis, passaria do regime fechado (em presídio de segurança média e máxima) para 7 anos e 11 meses de prisão, o que permitiria a ele cumprir a pena em regime semiaberto (quando se pode deixar o presídio para trabalhar).

O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares foi punido em 8 anos e 11 meses no regime fechado por corrupção ativa e quadrilha. Sem a pena de quadrilha, passaria para 6 anos e 8 meses de prisão no semiaberto.

João Paulo Cunha
O deputado federal João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara, foi condenado a 9 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato em regime fechado. Sem a pena de lavagem, na qual obteve cinco votos favoráveis, passaria para 6 anos e 4 meses de prisão no semiaberto.

José Genoino
O ex-presidente do PT José Genoino, condenado a 6 anos e 11 meses no semiaberto pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha, mesmo se absolvido de quadrilha, no qual obteve quatro votos favoráveis, continuaria no semiaberto, mas teria pena de 4 anos e 8 meses de prisão. Com a pena baixa e em razão dos problemas de saúde, Genoino poderia obter prisão domiciliar.

Apontado como operador do mensalão, Marcos Valério foi condenado a 40 anos, 4 meses e 6 dias no regime fechado pelos crimes de corrupção ativa, formação de quadrilha, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Sem a quadrilha, crime no qual obteve quatro votos, a pena ficaria em 37 anos, 5 meses e 6 dias, ou seja, continuaria no regime fechado.

O ex-sócio de Marcos Valério Ramon Hollerbach foi condenado por corrupção ativa, formação de quadrilha, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas em regime fechado a 29 anos, 7 meses e 20 dias. Se absolvido da quadrilha, continuaria no regime fechado com pena de 27 anos, 4 meses e 20 dias.

Também ex-sócio de Marcos Valério, Cristiano Paz foi condenado por corrupção ativa, formação de quadrilha, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas em regime fechado a 25 anos, 11 meses e 20 dias. Se absolvido da quadrilha, continuaria no regime fechado com pena de 23 anos, 8 meses e 20 dias de reclusão.

Acionista do Banco Rural, Kátia Rabello foi condenada a 16 anos e 8 meses por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta em regime fechado. Sem a quadrilha, seria punida em 14 anos e 5 meses e permaneceria no regime fechado.

Ex-presidente do Banco Rural, José Roberto Salgado foi condenado a 16 anos e 8 meses por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta em regime fechado. Sem a quadrilha, seria punido em 14 anos e 5 meses e permaneceria no regime fechado.

João Cláudio Genu
O ex-assessor parlamentar João Cláudio Genu foi condenado a 4 anos pelo crime de lavagem de dinheiro em regime aberto. Ele ainda poderá pleitear a conversão para prestação de serviços. Como obteve quatro votos a favor na condenação, na reanálise do caso pode ser absolvido.

Breno Fischberg
Ex-dono da corretora Bônus Banval, Breno Fischberg foi condenado a 3 anos e 6 meses pelo crime de lavagem de dinheiro em regime aberto. Ele ainda poderá pleitear a conversão para prestação de serviços. Como obteve quatro votos a favor na condenação, na reanálise do caso pode ser absolvido.

A ex-diretora das agências de Marcos Valério Simone Vasconcelos também obteve quatro votos favoráveis no crime de quadrilha, mas a punição prescreveu e ela não pode mais pagar por este crime. A quadrilha não foi considerada na soma total da pena, fixada em 12 anos, 7 meses e 20 dias pelos crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. No entanto, ela ainda poderá recorrer porque nas penas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas ela obteve quatro votos favoráveis por uma pena menor.

G1

Manifestantes fazem protesto seminus no gramado do Congresso

Jovens protestam seminus no gramado em frente Congresso Nacional pelo voto aberto  (Foto: Luciana Amaral/G1)
Manifestantes protestaram seminus no gramado em frente ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (18). Eles pedem que os parlamentares aprovem o projeto que acaba com o voto secreto no Congresso.

Nesta quarta-feira (17) a Comissão de Constituição e Justiça do Senado analisa projeto, já aprovado pela Câmara, que acaba com o voto secreto em todas as votações do Congresso. OG1 entrevistou os senadores sobre o término do voto secreto. A maioria deles disse que é favorável ao voto aberto em todas as votações, mas alguns ainda defendem o sigilo para votações de certos temas, como vetos presidenciais.
Um dos organizadores do protesto, Michael  Mohallem, disse que a intenção do grupo é chamar a atenção dos senadores para aprovarem o projeto. "A democracia não se faz com segredo, com voto secreto. Nós estamos cansados de Renans, de Jacquelines Roriz, de Donadons. É por isso que nós precisamos do voto aberto", afirmou. Ele disse que o grupo não pretende levar o ato para dentro do Senado.
Senador Supliccy participou do protesto ao lado dos manifestantes (Foto: Luciana Amaral/G1)Durante o protesto, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) se juntou aos manifestantes e chegou a caminhar de mãos dadas com eles. "Acho que o povo tem o direito de saber como é que nós, senadores e representantes do povo, votamos, então minha posição é pelo voto aberto", comentou.
G1
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