sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

BC lançará moedas comemorativas da Copa do Mundo 2014

Moedas comemorativas da Copa do Mundo (Foto: Divulgação/Banco Central do Brasil)
O Banco Central informou nesta sexta-feira (13) que vai lançar, em 24 de janeiro do ano que vem, uma série de moedas comemorativas brasileiras oficiais da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. Ao todo, serão nove modelos de moedas especiais: uma de ouro, duas de prata e seis de cuproníquel, informou o BC.

Segundo a autoridade monetária, a moeda de ouro fará alusão à Taça da Copa do Mundo da FIFA e ao momento do gol. Uma das moedas de prata apresentará a Mascote Oficial da "Copa do Mundo da FIFA 2014TM", enquanto a outra trará uma homenagem as doze cidades-sede da competição.

Também deverá ser comercializada, a partir de março, uma cartela com o conjunto das seis moedas de cuproníquel. As moedas de cuproníquel comporão a série “Jogadas do Futebol”, retratando lances típicos do esporte: a defesa do goleiro, a cabeçada, a matada no peito, o passe, o drible e o gol.
Compra
Após o lançamento, as moedas poderão ser adquiridas no site do Banco do Brasil ou nas representações regionais do Banco Central. Nas regionais do BC, o pagamento deverá ser feito em dinheiro. Nas compras pela internet, o pagamento poderá ser feito através de boleto bancário ou, se o comprador for correntista do BB, por meio de débito em conta, informou a autoridade monetária.

Moedas
A moeda de ouro terá o valor de face de R$ 10, mas custará R$ 1.180,00. O peso será de 4,4 gramas. Serão comercializadas inicialmente 2.720 mil moedas. A moeda de prata, por sua vez, terá valor de face de R$ 5, pesará 27 gramas, e custará R$ 190,00. Serão comercializadas 12 mil moedas de prata na tiragem inicial. Já as moedas de cuproníquel terão valor de face de R$ 2, pesarão 10,17 gramas e custarão R$ 30,00 cada. Inicialmente, serão comercializadas 7,4 mil moedas de cuproníquel.

G1

Greenpeace diz que Rússia não vai permitir saída de ativistas do país

GNews - Ana Paula Maciel (Foto: GloboNews)
Vinte e seis estrangeiros de 17 países, incluindo a brasileira Ana Paula Maciel, estão entre as 30 pessoas que foram presas no navio Arctic Sunrise após um protesto no qual ambientalistas tentaram escalar uma plataforma de petróleo russa no Ártico.Investigadores russos deram indicações de que os ativistas indiciados por um protesto contra a exploração de petróleo no Ártico não poderão deixar a Rússia, o que significa que passarão o Natal longe de casa, apesar de uma decisão em contrário emitida por uma corte internacional, disse o Greenpeace nesta sexta-feira (13).
Eles podem ser condenados a até 7 anos de prisão pela acusação de vandalismo, mas foram liberados sob fiança no mês passado por tribunais de São Petersburgo e esperavam conseguir retornar aos seus países antes dos julgamentos ou de outras ações tomadas pelos investigadores que demandem sua presença.
Mas em uma carta para um dos ativistas, a comissão federal de investigação russa rejeitou um pedido para que solicitasse vistos para a saída dos não-russos, disse o Greenpeace.
A comissão "escreveu para um dos 30 - Anne Mie Jensen, da Dinamarca - indicando que eles não estão livres para deixar o país", diz o grupo ambientalista sediado na Holanda em comunicado.
"Advogados do Greenpeace esperam que todos os representados não-russos sejam tratados da mesma maneira pelas autoridades, o que significa que serão forçados a ficar em São Petersburgo para o Natal e possivelmente bem além disso", diz o comunicado.
A comissão de investigação não quis comentar no momento.
O tribunal marítimo da ONU decidiu em 22 de novembro que o navio do Greenpeace e sua tripulação tivessem permissão para deixar a Rússia, mas Moscou se negou a participar do julgamento ocorrido na Holanda e sugeriu que contestaria a decisão.
G1

Rara nevasca cobre região de Jerusalém e da Cisjordânia

Mulher nada em piscina de hotel nesta sexta-feira (13) em Jerusalém (Foto: Brian Snyder/AP)
Uma nevasca de rara intensidade cobriu de branco Jerusalém e parte da Cisjordânia ocupada, nesta sexta-feira (13), congestionando a cidade e deixando centenas de veículos presos em vias intransitáveis.
As autoridades israelenses disseram que 50 centímetros de neve caíram desde quinta-feira, e a meteorologia prevê que a neve deverá continuar se acumulando ao longo do dia.
"Em meus 54 anos, não me lembro de uma visão assim, tanta quantidade eu não consigo lembrar", disse Nir Barkat, prefeito de Jerusalém.
A população foi orientada a não sair de casa, mas a reunião do secretário de Estado dos EUA, John Kerry, com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em Jerusalém, está mantida na sexta-feira.
A Rádio Israel disse que todas as rodovias que dão acesso à cidade estão interditadas, e que 500 pessoas retiradas de veículos presos na neve estão abrigadas em um centro de convenções. A queda de árvores deixou milhares de pessoas sem luz, segundo a rádio.
G1

Pedro Henry renuncia ao mandato e se entrega à Polícia Federal

Carta de renúncia do deputado Pedro Henry encaminhada à presidência da Câmara (Foto: Reprodução)O deputado federal Pedro Henry (PP-MT), condenado no processo do mensalão, encaminhou nesta sexta-feira (13) carta à presidência da Câmara dos Deputados renunciando ao seu mandato parlamentar, informou a Secretaria-Geral da Casa. O deputado de Mato Grosso se entregou à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal por volta das 13h. Pela manhã, o Supremo Tribunal Federal (STF) havia expedido o mandado de prisão de Henry.
Com a entrega de Henry, do total de 25 condenados, 17 já estão presos. Outros três condenados  - Emerson Palmieri, Enivaldo Quadrado e José Borba - começarão a cumprir penas alternativas neste mês; um - Henrique Pizzolato- está foragido; um - Roberto Jefferson - aguarda decisão sobre prisão domiciliar; e outros três aguardam análise de novos recursos - João Paulo Cunha, João Cláudio Genu e Breno Fichberg.
Apesar de a carta de renúncia ter sido encaminhada nesta sexta à presidência da Câmara, a leitura do comunicado no plenário da Casa deverá ocorrer somente na próxima segunda-feira (16). A renúncia só poderá ser oficializada depois da leitura da mensagem diante dos parlamentares.
Acusado de ter recebido dinheiro em troca de apoio político no Congresso ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o deputado do PP foi condenado pelo Supremo no processo do mensalão a 7 anos e 2 meses pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Nas duas condenações, o placar foi de 7 votos pela condenação e 3 pela absolvição.
Pedro Henry protocolou embargos infringentes (recursos que levam a novo julgamento) nos dois crimes, mesmo sem ter obtido ao menos quatro votos pela absolvição, número mínimo exigido para que um réu possa solicitar a revisão. Monocraticamente, o presidente do STF e relator do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, rejeitou os recursos.
O magistrado argumentou que Henry não preenchia o critério mínimo para ter direito a um novo julgamento.
Câmara dos Deputados
Mesmo depois de Joaquim Barbosa ter determinado o trânsito em julgado do processo para o deputado do PP, Pedro Henry chegou a marcar presença no plenário da Câmara nesta quinta. Ele estava em Brasília quando soube do mandado de prisão.

Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a prisão imediata de Henry. Em parecer encaminhado ao STF, Janot afirmou entender que os embargos infringentes deveriam ser rejeitados por considerar que o ex-deputado não tinha os requisitos necessários.

Janot, no entanto, havia acolhido um dos pedidos do deputado de Mato Grosso, recomendando que o Supremo rediscutisse a cassação automática dos parlamentares condenados na ação penal. Apesar do parecer favorável do Ministério Público, Pedro Henry optou por renunciar ao mandato.

O deputado do PP é o terceiro parlamentar condenado no processo do mensalão que renuncia ao mandato no intervalo de duas semanas. No dia 3, José Genoino (PT-SP), que foi detido na primeira leva de mandados de prisão, renunciou para evitar a abertura do processo de cassação. Em 5 de dezembro, Valdemar Costa Neto (PR-SP) também anunciou sua renúncia após o Supremo ordenar sua prisão.

Críticas ao STF
Na carta de renúncia enviada à Câmara, Pedro Henry disse ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal “apesar da ausência de provas”. Ele afirmou que "trechos incompletos" de depoimentos levaram os ministros do STF a "entedimento equivocado" sobre sua participação no caso do mensalão.

“Neste ano, apesar da ausência de provas cabais do meu envolvimento, que levaram inclusive o ministro Ricardo Lewandowski  a afirmar que não encontrava sequer razões do porque da representação proposta contra mim, me vi condenado pelo Supremo Tribunal Federal. Quando tentei contra argumentar minha inocência  e o entendimento equivocado de alguns ministros que extraíram  trechos incompletos  de depoimentos, que quando analisados na sua integridade, levariam  a conclusões diferentes daquela, me foi negado o duplo grau de jurisdição, que pudesse garantir minha defesa”, afirmou Henry na carta.
G1

Homem é assassinado a tiros dentro de carro em Bayeux, na Paraíba

Ex-presidiário foi assassinado a tiros dentro de carro, em Bayeux (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Um homem de 28 anos foi assassinado a tiros na noite de quinta-feira (12) dentro de um carro no bairro Sesi, em Bayeux, na Grande João Pessoa. De acordo com a polícia, um homem se aproximou a pé do veículo, sacou uma pistola e disparou várias vezes. Ainda segundo a polícia, a maioria dos tiros acertaram a cabeça da vítima.
Segundo a Polícia Civil, o homem assassinado dentro do veículo era ex-presidiário. A companheira da vítima mora nas proximidades de onde o carro foi encontrado com o corpo. De acordo com a polícia, ela será convocada para prestar depoimentos.
O corpo do ex-presidiário passou por perícia e foi encaminhado para a Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), no bairro Cristo Redentor. Até as 9h (horário local) desta sexta-feira (13) nenhum suspeito havia sido preso, conforme informações da polícia.
G1
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