sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

95% dos municípios da PB já pagaram 13º salário, revela Famup


As prefeituras paraibanas estão conseguindo saldar os compromissos com a folha de pessoal, com destaque para o pagamento do 13º salário dos seus funcionários. Segundo a Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), 95% delas estão quitando esse pagamento com o funcionalismo. Com isso, a entidade acredita que um volume expressivo de recursos seja injetado na economia, aquecendo, principalmente, as vendas no comércio varejista. 

Somente a Prefeitura de Campina Grande, com o pagamento das folhas de novembro, dezembro e 13º salário, fará circular na economia do município, algo em torno de R$ 45 milhões. 

Por meio da Confederação Nacional dos Municípios, os prefeitos estão reivindicando ao Governo Federal que, em 2014, seja concedido um acréscimo de dois por cento no repasse de recursos do FPM. No caso da Paraíba, esse acréscimo, os municípios receberiam um incremento anual de R$ 200 milhões.

PATOS GANHARÁ CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS 24H

Ilana MottaA cidade de Patos acaba de ser contemplada com a aquisição de um Centro de Atenção Psicossocial AD III (CAPS AD III – 24horas). A Secretária de Saúde de Patos, Ilana Motta, informou que o município está aguardando que o Ministério da Saúde libere 20% do recurso, para que seja aberta a licitação da obra, que soma o valor de 1 milhão de reais. Mais 60% será liberado quando for dada a ordem de serviço, e por último mais 20% na conclusão da obra.

“Através do deputado Hugo Motta, o principal incentivador dessa aquisição, recebemos a notícia de que o Ministério da Saúde aprovou o nosso projeto para implantação de um CAPS AD III, que funciona 24 horas. Com certeza será mais um grande avanço para a rede de Saúde Mental de Patos”, relata a secretária.

O CAPS AD III será construído próximo à UPA do Campo da Liga, zona oeste de Patos.

Ilana Motta ainda destacou que o município já conseguiu aprovar os projetos de mais um CAPS Infanto-juvenil, um CAPS II - 24horas e um Consultório de Rua, todos pertencentes à lista de melhorias previstas para serem acrescidas à rede de Saúde Mental de Patos.

Atualmente a cidade de Patos conta com 3 (três) serviços de referência na área de Saúde Mental, sendo eles o CAPS II, CAPS AD II e CAPSi (infanto-juvenil), que realizam uma média mensal de 3.500, 2.300 e 4.200 procedimentos, respectivamente.

Dilma Rousseff sanciona com vetos minirreforma eleitoral

A presidente Dilma Rousseff sancionou parcialmente o projeto de lei que introduz mudanças pontuais na legislação eleitoral, chamado de minirreforma eleitoral. O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União desta quinta-feira (12).
Cinco dispositivos da proposta aprovada em novembro pelo Senado foram vetados por Dilma. A chefe do Executivo assinou a sanção do projeto que altera trechos da lei eleitoral na quarta (11).
Entre os pontos que foram vetados pela presidente, está o que proibia o uso de bonecos, pinturas em muro, placas, faixas, cartazes e bandeiras em bens particulares. Na mensagem encaminhada ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para justificar o veto, Dilma enfatizou que a regra criada pelos parlamentares "limita excessivamente os direitos de os cidadãos se manifestarem a favor de suas convicções político-partidárias", por meio do uso exclusivo de seus bens particulares.
Também sofreu veto da Presidência da República o dispositivo que impedia a Justiça Eleitoral de determinar a suspensão do repasse de cotas do Fundo Partidário no segundo semestre de anos com eleições.
Dilma justificou o veto argumentando que impedir a aplicação de sanções aos partidos que cometerem irregularidades na prestação de contas reduz a "eficácia" da fiscalização feita pela Justiça Eleitoral e "prejudica" a transparência na aplicação do dinheiro do fundo que financia as legendas políticas.
A presidente também vetou um trecho que ampliava o rol de pessoas jurídicas que poderiam fazer doações para siglas e candidatos. Inicialmente, o autor do projeto, senador Romero Jucá(PMDB-RR), tentou liberar que concessionárias de serviços públicos pudessem doar dinheiro às campanhas, o que é proibido atualmente.
No entanto, após a ideia sofrer duras críticas no parlamento, Jucá recuou. O Congresso, porém, deixou uma brecha para permitir que associações civis, como cooperativas, fizessem as doações aos candidatos. Para o Palácio Planalto, a proposta mudava as regras sem oferecer, "em contrapartida", outras medidas para assegurar um "maior controle e transparência" sobre essas atividades.
"Nesse sentido, a inclusão das associações civis poderia servir como um veículo para doações indiretas das pessoas jurídicas", explicou o governo em mensagem enviada a Renan Calheiros.

Minirrefoma
A lei sancionada por Dilma Rousseff traz medidas que, supostamente, devem reduzir o custo das campanhas eleitorais, como a limitação de cabos eleitorais.

Entre as ações propostas para diminuir os gastos eleitorais, que agora viraram lei, também está a limitação das despesas com alimentação e combustível nas campanhas. O texto proíbe ainda o "envelopamento de carros" com adesivos.
Além disso, o projeto acaba com o chamado "candidato secreto" – pessoas que, às vésperas da eleição, substituem candidatos que tiveram o registro eleitoral impugnado pela Justiça. Com a nova lei, a troca de candidatos só poderá ser feita até 20 dias antes das eleições.
A nova lei também autoriza que políticos que receberam punição da Justiça Eleitoral parcelem a multa em até 60 vezes, desde que cada parcela não ultrapasse o limite de 10% de seus rendimentos.
Com a nova legislação, quem fizer boca de urna poderá receber pena de prisão, pagar multa e ser processado. Atualmente, a prisão pode ocorrer, mas fica a cargo da autoridade policial que realizar o flagrante.
O projeto sancionado por Dilma assegura que manifestações em redes sociais não serão consideradas campanha e que o autor de ofensa na internet poderá responder pelo ato nas esferas civil e criminal. Além disso, a nova legislação autoriza a realização de comícios até a madrugada do dia das eleições.
Validade das regras
Não há consenso dentro do Congresso Nacional sobre a aplicação das regras da minirreforma já nas eleições de 2014. A legislação determina que só valem para uma eleição regras aprovadas até um ano antes da disputa.

O primeiro turno das eleições de 2014 vai ocorrer no dia 5 de outubro. Entretanto, o Legislativo só concluiu a votação da minirreforma eleitoral em 20 de novembro deste ano, um mês e meio após o prazo-limite para que as regras fossem aplicadas no pleito do ano que vem.
O autor do projeto, senador Romero Jucá, faz parte do grupo de parlamentares que apostam na validade da lei já para a eleição de 2014, porque, segundo ele, a minirreforma trata apenas de regras administrativas.
Um dos parlamentares que questionam a validade das mudanças para a eleição do ano que vem é o líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF). Na visão dele, há um "equívoco" por parte dos congressistas que defendem a aplicação da minirreforma no próximo ano.
"Entendo que podemos estar cometendo um equívoco. Qual é o equívoco? De trazer dúvidas, controvérsias, e, mais uma vez, ficará para o Tribunal Superior Eleitoral decidir, muito próximo da eleição, efetivamente, o que pode e o que não pode", ponderou o senador do PSB.
G1

Preços de 21% dos produtos subiram na 'Black Friday', mostra Provar

Movimentação de consumidores na loja do Extrana região oeste de SP, durante a madrugada. O hipermercado iniciou a promoção Black Friday à 0h desta sexta-feira.  (Foto: Avener Prado/Folhapress)
A "Black Friday", dia de descontos que o Brasil importou dos Estados Unidos, teve mais preços subindo que caindo, mostrou uma pesquisa do Programa de Administração de Varejo (Provar), em conjunto com a Íconna Monitoramento de Preços no E-commerce.
A entidade avaliou cerca de 1,3 mil produtos, incluindo lavadoras, fogões, notebooks, TVs, games e livros. Entre os itens pesquisados, 21,4% tiveram alta de preços na Black Friday, que aconteceu no último dia 29. Por outro lado, apenas 9,53% dos produtos ficaram mais baratos. A média de alta dos preços ficou bem próxima da média de queda, de 10,12% e 10,96%, respectivamente.
Como resultado, a média de preços dos produtos pesquisados passou de R$ 1.202,68 antes da promoção para R$ 1.220,87 na "Black Friday". Apesar disso, o levantamento aponta que houve produtos com redução de até 47,09% no preço na data.
ReclamaçõesQuem esperou para comprar depois, no entanto, pode ter sido beneficiado. A média de preços no período seguinte, segundo o Provar, ficou em R$ 1.201,87, com uma redução média de 8,39% nos preços. Nos dias que se sucederam à "Black Friday", 22,56% dos itens avaliados tiveram queda de preços, enquanto 6,8% tiveram alta.
Realizada no final de novembro, a "Black Friday" deste ano bateu recorde de reclamações, segundo o Reclame Aqui. Foram 8,5 mil queixas dos consumidores, uma alta de 6,2% em relação às 8 mil registradas no ano passado.
Em 2012, o evento ganhou o apelido de “Black Fraude” e o slogan-piada "a metade do dobro" depois de suspeitas de que alguns varejistas teriam inflado os preços para forjar descontos maiores. Também houve relatos de vitrines virtuais fora do ar e dificuldades para finalizar compras. O episódio resultou na notificação de grandes companhias pela Fundação Procon-SP.
G1

Dono de prédio quebra concreto de carro fixado na calçada em BH

Trabalhadores de obra removeram cimento das rodas do carro, na Avenida Barão Homem de Melo. (Foto: Flávia Cristini/ G1)
A calçada onde um carro foi concretado no bairro Nova Granada, em Belo Horizonte, foi quebrada para a liberação do veículo. Um desentendimento entre um revendedor de automóveis e o dono de um prédio foi o motivo que levou o carro a ser fixado no local, na Avenida Barão Homem de Melo, na Região Oeste de Belo Horizonte. Eles discordam sobre a regularidade da calçada. Nesta sexta-feira (13), funcionários da obra disseram que o patrão determinou o serviço de retirada do concreto.
A expectativa, segundo os trabalhadores, é que o proprietário leve o veículo embora. “Nós temos autorização para tirar o concreto e deixar o veículo onde está. Retiramos para ver se o dono vai remover o carro. O cidadão [revendedor de automóveis] está errado, está dentro do nosso local de trabalho”, disse Adílson de Souza, que é funcionário da obra. Segundo outro trabalhador, a decisão pode ter sido tomada porque o caso está chamando muito atenção. O dono do prédio não foi localizado nesta sexta-feira (13).
Desde o episódio, o local virou um "ponto turístico". Nos últimos dias, várias pessoas pararam para fazer fotos ou apenas dar uma espiada. Motoristas frequentemente diminuíam a velocidade para observar a cena, causando lentidão no trânsito.
O funcionário Adilson de Souza diz que o carro está atrapalhando a execução da obra. (Foto: Flávia Cristini/ G1)O possível reboque não será feito pela Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans). A empresa informou que não pode intervir na situação, enquanto se tratar de uma questão judicial entre o dono da obra e o revendedor de carros.Por telefone, o revendedor Márcio Parreiras Drumond, que deixou o carro no local onde a calçada foi construída, informou que o veículo não vai ser retirado. Ele disse que vai provar na Justiça que o trecho é uma via pública. Segundo Drumond, um processo foi aberto em nome do proprietário do carro. Já, de acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte, a calçada foi construída corretamente.
G1
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