domingo, 15 de dezembro de 2013

Praia do Jacaré, na Paraíba, está imprópria para banho, diz Sudema

Estuário do Rio Paraíba, na praia de Jacaré, deve ser evitado por banhistas (Foto: Krystine Carneiro/G1)
A Praia do Jacaré, em Cabedelo, cidade da Grande João Pessoa, é a única que deve ser evitada por banhistas esta semana. Isto porque a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) classificou a margem direita do estuário do Rio Paraíba, localizada nesta praia, como imprópria para banho.

Outras 55 praias da Paraíba estão consideradas adequadas para o banho e são classificadas nas categorias excelente, muito boa e satisfatória. O relatório é válido até a próxima quinta-feira (19).

Apesar de classificar várias praias como próprias à balneabilidade, a Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

G1pb

Duas tartarugas são encontradas presas em rede de pesca na Paraíba

Animais foram resgatado com auxílio de prancha, na praia do Bessa, em João Pessoa  (Foto: Arquivo Pessoal/David Montenegro)
Duas tartarugas foram encontradas presas em uma rede de pesca na manhã deste sábado (14) na praia do Bessa, em João Pessoa. Segundo David Montenegro, um dos banhistas que ajudou no resgate, os animais estavam enroscados na rede que estava presa em uma barreira de corais em uma área conhecida como Caribessa, no litoral da capital paraibana. Uma das tartarugas estava morta e em estado de decomposição, segundo David Montenegro. A outra foi liberada da rede e reintegrada ao habitat natural.
Segundo David Montenegro, os animais foram encontrados pelo atleta Gustavo Tadeu, quando ele praticava Stand Up Paddle, modalidade de surfe que se pratica em pé com um remo. “Gustavo encontrou e foi me avisar, porque eu estou sempre na área porque trabalho com passeios ecoturísticos de caiaque na praia. Por conta disso, sou praticamente um voluntário do Ibama na proteção da vida no local. Já colaborei muitas vezes com resgates e flagrei muitos crimes ambientais na área”, explicou.
A intenção das pessoas que frequentam o trecho da praia do Bessa é transformar a barreira de corais em Área de Preservação Permanente (APP), como é o caso da faixa de terra de Areia Vermelha na praia do Poço, em Cabedelo na Grande João Pessoa, e os corais de Picãozinho, na praia de Tambaú, na capital.Ele conta que aciona os órgãos competentes quando presencia algum tipo de crime de degradação ambiental, mas nem sempre vê ação por parte de quem deveria fiscalizar o local. “Algumas vezes ouvimos deles que falta equipamento para fiscalização, em outros casos falta pessoal. No mês passado vi um homem roubando parte do coral, liguei para Polícia Ambiental e felizmente conseguiram detê-lo. É um trabalho de fiscalização diário”, comentou.
G1 entrou em contato com a Superintendência do Ibama na Paraíba, mas as ligações não foram atendidas.
G1pb

PM foi morto em tentativa de assalto, diz delegada em Campina Grande

As investigações preliminares sobre o assassinato do  polícial militar de 28 anos, morto a tiros na última quinta-feira (12) emCampina Grande apontam que o soldado foi vítima de uma tentativa de assalto, que terminou em homicídio, conforme a delegada Cassandra Duarte, que está investigando o caso.
"A princípio colhemos a informação de que o mototaxista deu fuga ao autor dos disparos, conforme relatos dos envolvidos. Os outros dois presos estavam presentes dando apoio contra uma possível reação de terceiros, já que eles pretendiam roubar a vítima que estava naquele momento em um bairro de pessoas consideradas de alto poder aquisitivo, ao lado de um carro bom e com objetos de valores, o que atraiu a atenção dos quatro suspeitos”, relatou.
Os quatro suspeitos  do crime foram presos entre a noite da sexta-feira (13) e neste sábado (14) em uma ação conjunta entre as Polícias Civil e Militar. Após encontrarem um dos suspeitos, os policiais chegaram ao restante do grupo, que foi apresentado em uma coletiva de imprensa que aconteceu na Central de Polícia neste sábado (14) e contou com a participação do secretário de Estado da Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima, e do comandante geral da Polícia Militar, Coronel Euller Chaves.
De acordo com informações do tenente Thiago Feitosa, do Batalhão de Operações Especiais (Bope),  as informações para chegar ao primeiro suspeito do crime já começaram a ser coletadas poucas horas depois do assassinato e levaram a um rapaz de 23 anos, que morava próximo ao local onde o policial foi morto.
“Nós montamos um cerco na sexta-feira na rua da casa dele e conseguimos interceptá-lo quando ele chegava em casa. Na delegacia ele disse que no momento do crime estava na casa de um amigo, que encontramos no bairro da Conceição e também levamos até a delegacia, lá os dois entraram em contradição, confessando em seguida a participação no crime, mas apontaram outro rapaz como autor dos disparos”, detalhou.
O quarto suspeito de ter participado do assassinato do policial foi preso enquanto trabalhava. De acordo com o subcomandante do 2º Batalhão de Polícia MIlitar, Major Sinval Albuquerque, ele teria recebido uma ligação informando que o último suspeito do assassinato, era um mototaxista de 29 anos, que estaria circulando na região onde o crime aconteceu.As buscas pelo suspeito dos disparos, continuaram durante a madrugada deste sábado, o rapaz de 23 anos foi preso também no bairro do Alto Branco. De acordo com a polícia, ele já responde por tráfico de drogas, roubo, e cumpria pena alternativa, prestando serviços na sede do 2º Batalhão, em Campina Grande.
O soldado de 28 anos, que servia na equipe de Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), foi enterrado na tarde de sexta, no Cemitério do Monte Santo, também em Campina Grande. A cerimônia de sepultamento foi realizada com honras militares e contou com a presença de colegas da corporação, amigos e familiares.
O polícial militar morreu  na noite de quinta-feira após ser baleado cinco vezes dentro do seu carro. Segundo testemunhas, o soldado ainda saiu do veículo para tentar perseguir os criminosos, mas caiu poucos metros depois. Ele chegou a ser atendido pelo Samu e levado para o Hospital de Trauma da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no caminho. Há cerca de dois anos, o soldado havia perdido um irmão, que também era policial, vítima de assalto em Campina Grande.
G1pb

Após quebra, barcos deixam de fazer travessia em praia da Paraíba

Barco quebrado em praia da Paraíba  (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Um dia após uma embarcação quebrar e deixar passageiros à deriva, as viagens de travessia entre Lucena e Cabedelo, Litoral da Paraíba, foram canceladas nesta sexta-feira (13). De acordo com a empresa responsável pelo serviço, os 'barcônibus' foram retirados do trajeto para que pudessem passar por manutenção.

A informação do cancelamento das viagens foi repassada à reportagem da TV Cabo Branco, durante a manhã, no local de onde as 'barcônibus' partem. No entanto, por volta das 15h30 (horário local), o proprietário da empresa Olit Fluv, José de Oliveira, negou que as travessias tivessem sido canceladas. Segundo ele, das três embarcações que fazem o serviço apenas a que apresentou o problema foi para a manutenção. Oliveira não quis informar quando ela vai voltar a ficar disponível.
A outra opção para os passageiros que precisam fazer a travessia Lucena-Cabedelo  é a balsa. O serviço funcionou normalmente nesta sexta-feira.
Cerca de 70 pessoas estavam no barco no momento do acidente. José de Oliveira disse na quinta que a direção  da embarcação quebrou e o leme caiu. Segundo ele, esse tipo de problema não é comum e só aconteceu duas vezes em 27 anos, tempo que ele explora o serviço.
Segundo o tenente Wellington Guanabara, responsável pela divisão de Tráfego Aquaviário da Capitania dos Portos, uma equipe foi enviada para o local do fato para levantar informações que vão ajuda na identificação das causas. O resultado só deve sair em 90 dias.

Guanabara garante que o órgão está fiscalizando as embarcações, especialmente no que se refere às questões de segurança, e que a Capitania tem encontrado embarcações em boas condições. "Elas têm atendido às especificações, mas é claro que pode acontecer de alguma dar problema. E por isso continuarmos fazendo as fiscalizações e, caso seja identificado alguma desconformidade, serão dadas as providências", diz.
G1pb

IFPB realiza provas para cargos técnicos neste domingo

Gislaine Santos e Gean Carla são duas dos quase 44 mil candidatos que fazem provas do concurso para nível técnico do IFPB neste domingo (Foto: Aline Oliveira / G1-PB)
A manhã deste domingo (15) começou movimentada no locais de prova do concurso para cargos técnicos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB). A prova está sendo realizada em dez municípios do estado e reúne 43.976, de acordo com a Comissão Permanente de Concursos Públicos (Compec), organizadora do concurso. A partir das 8h (horário local) teve início a prova dos cargos de níveis C e D. À tarde, a partir das 14h, se iniciam as provas para os cargos de nível E, com os portões abrindo às 13h20.
Uma das candidatas ao cargo de assistente administrativo, Gislaine Santos disse que se sentia preparada para fazer sua primeira prova de concurso. Ela deixou o trabalho numa fábrica para se dedicar aos estudos e decidiu tentar uma vaga no serviço público. "Estou crendo que vou passar, estudei muito e me sinto bem preparada", confessou. Há dois meses e meio ela criou uma rotina de estudos em casa mesmo com a irmã, que está concorrendo ao mesmo cargo.Em João Pessoa, o trânsito ficou mais intenso do que o comum para um domingo próximo aos locais de prova. No Lyceu Paraibano, no Centro, às 7h (horário local) o movimento de candidatos já era intenso e muita gente já aguardava a abertura dos portões para ter acesso às salas.
Quem também estava confiante era Gean Carla, que há um ano concilia trabalho, faculdade e cursinho desde que decidiu estudar para concursos. "As aulas de preparação são todo sábado e domingo e durante a semana me divido entre trabalho e faculdade. Mas estou tranquila", garante. Ela e o esposo estão tentando uma vaga para assistente administrativo e não vão parar na prova do IFPB. "Quero adquirir mais conhecimento e experiência", justifica.
Enquanto os candidatos aguardavam para começar as provas, quem aproveitava para faturar uma renda extra era Olga Sueli, que trabalha como assistente administrativo durante a semana, mas atua como vendedora ambulante nos dias de concurso. "Eu e meu marido mapeamos os concursos da cidade e onde tem um, eu vou lá", conta. No tabuleiro, itens de bomboniere, água e canetas na cor exigida pela organizadora da prova. Segundo ela, a prova do IFPB "vai ajudar a melhorar a festa de Natal da família".
G1
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