quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Jacaré será ‘hostess’ de restaurante em cidade nos EUA

O jacaré Wally vai 'trabalhar' em restaurante de cidade nos Estados Unidos (Foto: Cajun Gator/AP)
O restaurante Cajun Gator, que deve abrir nos próximos dias em Port Huron, em Michigan, nosEstados Unidos, pretende ter entre os seus “funcionários” o jacaré Wally, que será como uma espécie de “hostess” do local, responsável por saudar os clientes.

O jacaré passará a “trabalhar” no restaurante depois que o conselho de Port Huron aprovou nesta semana uma resolução que permite a presença de jacarés americanos nos estabelecimentos do centro comercial da localidade.
G1

'Rolezinhos' em shoppings são grito por lazer e consumo, dizem funkeiros

“Eita p..., que cheiro de maconha”, trecho da música “Deixa eu ir”, de Daniel Pellegrini, alcunha de Mc Daleste, funkeiro assassinado durante show em Campinas em julho deste ano, foi entoado por um grupo de jovens logo no início do “rolezinho”, no último sábado (14), no Shopping Internacional de Guarulhos. A música ecoou no espaço como toque de recolher. Consumidores bateram em retirada, os lojistas desceram as portas e a polícia foi acionada. 
Convocadas pelo Facebook, as reuniões de funkeiros batizadas de “rolezinho” passaram a amedrontar administradores de shoppings e viraram alvo de investigações policiais. Nessa última, entretanto, não foi registrado furto, violência ou porte da droga citada na canção-hino de abertura do evento.  Os rapazes levados à delegacia foram liberados na sequência. Para os jovens, as cenas de correria foram resultado da abordagem de seguranças ou da chegada da Polícia Militar.
“Para mim isso surge como um grito de revolta. As músicas do Daleste são vistas pela nossa comunidade como um grito de revolta”, avalia Fabiola Pelegrini Scorzzo Elias, 35 anos, prima de Daleste e a mais nova Mc da família.Este tipo de encontro em lugares públicos-privados não é propriamente uma novidade emSão Paulo. Estacionamentos de supermercados e postos de gasolina também são corriqueiramente ocupados nas noites e madrugas aos finais de semana por um grupo que quer se fazer ouvir – ou apenas se divertir - independente do estilo musical que entoa.
As reivindicações, segundo a funkeira novata, são variadas. As disparidades sociais, a falta de infraestrutura e acesso de uma população cansada de viver à margem podem justificar o movimento. “A gente não tem muito meio para se divertir. A gente vai se divertir com a música. As pessoas procuram lazer, mas não tem. A música é a deliberação de ideias. O funk serve como porta-voz. Ele é o que você viveu o gostaria de viver.”
Como visto nas manifestações de junho, os atos têm a finalidade de incomodar. E isso não altera o caráter pacífico do motim. “Protesto já é para perturbar. Para se fazer ouvir. É um grito. Esses moleques precisam ser ouvidos”, defende Mc Fabiola.
Diversão, balé
Organizador do rolezinho no Shopping Internacional de Guarulhos, Jefferson Luís, de 20 anos, defende que o evento não tem ligação com o funk, mas com a falta de opções de lazer. Ele também negou que seja uma forma de protesto contra a opressão dos bailes funks nas ruas da cidade. “Não seria um protesto, seria uma resposta à opressão. Não dá para ficar em casa trancado”, disse.

O rapaz conhecido como Mc Jota L, busca a oportunidade de se tornar um músico famoso e também canta músicas com refrões do funk ostentação. Após o tumulto ocorrido no Shopping Internacional, o organizador do evento cancelou a próxima reunião, marcada para o dia 21 de dezembro. Neste sábado (14), a Polícia Militar disse ter sido recebido "diversas chamadas" relatando um arrastão no local. Pelo menos 22 suspeitos foram detidos, entre eles o Mc Jota L. Todos foram averiguados e liberados após identificação.
“Eu organizei sim, mas não foi no intuito de incitar o crime. Desde o início, eu disse para manter a disciplina, minha intenção sempre foi boa”, disse.
Jefferson trabalha como ajudante geral em uma empresa que fornece som para eventos. O rolezinho no shopping é diversão e fomenta os sonhos de consumo. Para ostentar no peito uma corrente dourada – e não de ouro – ele conta que precisou economizar um mês de salário. A bijuteria foi usada no figurino da gravação de um vídeo disponível na internet.
O visual desejado não necessariamente representa o que o rapaz deseja ser. “Se eu tivesse um quarto só pra mim hoje já seria uma ostentação”, conta ele, que divide um único cômodo com mais oito pessoas (mãe, padrasto, 4 irmãos e 2 sobrinhos) em uma comunidade de Guarulhos, na Grande São Paulo.
Ele agora virou alvo da Polícia Civil de São Paulo, que instaurou inquérito para investigar os responsáveis por organizar os “rolezinhos” por suspeita de “furto, incitação ao crime, associação criminosa e perturbação do trabalho ou do sossego alheio”. Neste mês, houve tumulto e confusão no dia 7, no Shopping Metrô Itaquera, na Zona Leste da capital, e no último sábado (14) no Internacional Shopping, em Guarulhos, na região metropolitana.
“Vou apurar essa confusão que houve. Vi as imagens e diante do que vi abri um boletim e vou apurar contravenção por perturbação da paz pública”, disse o delegado Luiz Antônio da Cruz, titular do 65º Distrito Policial, Artur Alvim, nesta segunda-feira (16) ao G1. “Eu resolvi abrir inquérito porque não pode ficar barato. Porque há uma criminalidade: perturbação do sossego”.
Criminalização
O antropólogo e professor da Unifesp, Alexandre Barbosa Pereira, especialista no estudo de grupos com práticas culturais ou de sociabilidade, como são popularmente conhecidas academicamente as tribos urbanas, diz que ficou surpreso com as reações contra os encontros.

“O que mais me espanta é a reação que tem ocorrido por parte da mídia, da polícia, em criminalizar esses encontros”, afirmou Pereira.  De acordo com o antropólogo, o maior incômodo ocorre devido a classe social dos jovens que eram excluídos deste tipo de lazer.
Para ele, o que muitos chamam de invasão, nada mais é do que uma reivindicação ao consumo, mesmo que de forma inconsciente. “Vivemos em uma fase de incentivo ao consumo”, diz.“São jovens pobres que estão reivindicando o direito de frequentar um espaço de encontro, de diversão, de paquera, que antes não tinham acesso. Os shoppings são símbolos de segregação das cidades, que querem se proteger contra a violência”, ressalta.
Rota da ostentação
O cantor André Luiz Moura Pimentel, de 32 anos, conhecido como Mc Danado, virou músico há sete anos. Assim como os demais MCs, ele usa roupas de grife diariamente e não dispensa o uso de correntes de ouro e prata em seus shows – acessório-símbolos dos funkeiros da vertente ostentação.

Ex-office boy, Mc Danado hoje ganha cerca de R$ 40 mil mensais com seus shows. Ele defende os rolezinhos, mas rechaça a violência. “Eu acho legal o pessoal se reunir, mas o que alguns fazem é ridículo. Tem que ter paz”, diz ele. “O funk está em alta, os jovens acabam cantando (nos corredores dos shoppings) e fazem essa relação incorreta. Mas teve arrastão no Rock in Rio e lá a música era rock”, lembrou.
Ele também acredita que falta um espaço de lazer para os jovens, que não têm recursos financeiros para passear em outros lugares, e que somente às autoridades públicas poderiam resolver essa questão com o fornecimento de um espaço para reuniões.
Lojistas querem diminuir repercussão
De acordo com a assessoria de imprensa do Shopping Metrô Itaquera, 65 mil pessoas passam diariamente pelo centro comercial. Devido aos episódios recentes de encontros em massa nos shoppings, o superintendente do Shopping Metro Itaquera, Bruno Câmara afirmou que a segurança interna no estabelecimento foi reforçada.

“Teve reunião lá na Abrasce [Associação Brasileira de Shoppings Center]. Isso aconteceu e deu uma esfriada. A nossa orientação é parar de dar publicidade a isso que ocorreu no fim de semana [no Internacional Shopping Guarulhos]. A gente prefere esquecer. Sempre que surge volta a falar no caso de Itaquera. Foi muito menos do exposto na mídia, não teve arrastão. Esse fim de semana foi shopping normal. E eles [organizadores dos ‘rolês’] estão marcando em outros shoppings, não sei se isso vai tomar a proporção, mas a gente não está mais falando sobre isso não”, disse o superintendente Bruno Câmara.
Questionado se está tomando medidas de segurança, o superintendente respondeu. “As medidas, a gente entende que isso é um problema de segurança pública. A gente está mandando ofício, estamos conversando com a polícia, com batalhão [da PM], estamos tendo apoio. Mais as medidas normais, de reforço de segurança. Reforço interno, pedir patrulhamento mais ostensivo da PM perto dos shoppings”, disse Bruno Câmara.
No dia do encontro, o shopping informou por meio de nota que “os jovens se exaltaram, a polícia foi acionada e por medida de segurança e conforto dos nossos clientes e lojistas, às 20h30 o shopping encerrou suas atividades".
Associação prega cautela
De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE), uma reunião com os representantes dos shoppings foi convocada após o primeiro tumulto registrado no Shopping Itaquera.

“A única coisa que eu tenho a lamentar se isso realmente prejudicar o movimento saudável do Natal, que sempre é um período de muita frequência em shopping. Se isso, de alguma forma, prejudicar o movimento, eu acho que é uma pena, não só para nós, empreendedores, quanto também para o público que frequenta.”“O nosso cuidado, a nossa atenção máxima é com relação às pessoas que frequentam normalmente os shoppings centers. A defesa e a proteção deles é o que nós queremos sempre conseguir. Mas nós não tínhamos uma fórmula mágica não. Nós discutimos o assunto, cada um se encarregou disso e cada um partiu para tomar as medidas necessárias em defesa de seu empreendimento”, afirma Luiz Fernando Veiga, presidente da Abrasce.

Questionado se os encontros com mais de mil pessoas marcados pela internet devem ocorrer em shoppings, ele respondeu que “não gosta da ideia” já que  os centros de compras recebem clientes de forma não programada. “Mas não tem outra coisa a não ser conviver”, disse o presidente da Abrasce.

G1

Ativistas do Greenpeace presos recebem anistia do Parlamento russo

Grupo de 30 ativistas do Greenpeace que foram detidos na Rússia após ato contra exploração no Ártico; brasileira Ana Paula Maciel (embaixo, à direita) está entre eles (Foto: Dmitri Sharomov/Greenpeace International / AFP)
O parlamento russo aprovou nesta quarta-feira (18) um decreto que concede anistia a presos por atos de vandalismo e que beneficiará as 30 pessoas presas no país durante um protesto organizado pelo Greenpeace contra a exploração de petróleo no Ártico. A informação foi divulgada pela organização ambiental, em sua conta no Twitter.
De acordo com a organização ambiental, a anistia significa que os procedimentos legais contra os 28 ativistas e os 2 jornalistas freelancers devem ser cancelados e todos, exceto os 4 de nacionalidade russa, poderão ir para casa. Para isso, necessitam ainda de um visto que deve ser emitido pelo governo russo. Porém, segundo a assessoria de imprensa do Greenpeace, a organização ainda não sabe quando isso ocorrerá.
Ana Paula Maciel, ativista do Greenpeace, se encontra no aeroporto de São Petersburgo, na Rússia, com a sobrinha Alessandra e a mãe, Rosângela, neste domingo (24) (Foto: Dmitri Sharomov / Greenpeace)
O decreto aprovado nesta quarta-feira beneficiará também membros do grupo Pussy Riot, que cumprem pena de dois anos de prisão devido a um protesto que realizaram contra Vladimir Putin dentro de uma catedral. A decisão marca o aniversário de 20 anos da adoção da Constituição russa pós-comunista, em 1993. Segundo o texto aprovado por unanimidade, o perdão traz benefícios "para os setores sociais mais vulneráveis​​" e deverá libertar 25 mil pessoas. A anistia não contempla que tem uma condenação superior a cinco anos de prisão.
O grupo do Greenpeace foi preso no dia 19 de setembro e permaneceu detido durante dois meses sob a acusação de vandalismo. Em novembro, eles receberam o direito de responder ao processo em liberdade mediante pagamento de fiança, mas não poderiam deixar o país.
A prisão do grupo, chamado pelo Greenpeace de "30 do Ártico", provocou fortes críticas à Rússia por parte do Ocidente e foi vista como um sinal de que Vladimir Putin não pretende tolerar esforços para interromper a exploração de recursos da região do Ártico. O fim do processo representa a remoção de um dos obstáculos na relação da Rússia com o Ocidente nas vésperas de o país sediar as Olimpíadas de Inverno, em fevereiro.
  
Segundo informações divulgadas pelo Greenpeace, a brasileira Ana Paula Maciel, uma das ativistas presas no país, disse que está aliviada, mas não celebrando. "Fui acusada e permaneci dois meses presa por um crime que não cometi, o que é um absurdo. Mas finalmente parece que essa saga está chegando ao fim e em breve estaremos com nossas famílias", disse.

G1

'Não há nada que o Brasil não possa segurar', diz Dilma sobre crise

“Não há nada que o Brasil não possa segurar”. A frase foi dita pela presidente Dilma Rousseff, na manhã desta quarta-feira (18), em entrevista por telefone à Rádio Jornal, no Recife, do subsolo do Palácio da Alvorada, em Brasília, no dia seguinte à visita a Pernambuco. A declaração foi dada em resposta ao questionamento sobre o possível impacto da crise econômica dos Estados Unidos no Brasil – um alerta feito pelo ex-ministro da Fazenda Delfim Netto. De acordo com Dilma, a turbulência vai ser momentânea porque o preparo do Brasil é sólido.
A presidente afirmou, no entanto, que as recomendações de Delfim Netto serão levadas a sério e o governo está atento ao que ocorre no mundo. "Os EUA estão se recuperando. A economia americana influi na do resto do mundo – eles colocam 85 bilhões por mês no mercado. O que o ministro alerta é para quando o Fed [banco central dos EUA] começar a reduzir esses 85 bilhões, ninguém sabe o quanto, pode ter um impacto, mas nós estamos extremamente preparados para isso”, garantiu. Os US$ 85 bilhões a que a presidente se refere fazem parte do programa de compra de ativos norte-americanos. O futuro deste programa será definido nesta quarta em reunião do Fed e anunciado por volta das 17h, horário de Brasília.“A dívida nacional está sob controle pelo 11º ano consecutivo, temos um grande volume de investimentos estrangeiros no Brasil, temos reservas - e sabemos usá-las - e temos um índice de desemprego muito baixo”, detalhou. Segundo a presidente, não existe mais a imagem de “espirro nos Estados Unidos, pneumonia no Brasil”. “Queremos que a turbulência seja rápida, vamos tranquilamente enfrentar esse momento”.
Salário mínimo
O salário mínimo deve ficar entre R$ 722 e R$ 724 em 2014 de acordo com a presidente. “A gente aguarda o fechamento do PIB para saber se o valor vai ser R$ 722, 723 ou 724. Se estiver próximo de 24 nós arredondamos. O patamar é esse e com esse viés de alta, nós sempre damos essa força ao salário mínimo. O pessoal pode ficar satisfeito antecipadamente porque o salário mínimo vai sofrer um bom reajuste.”

Transposição do Rio São FranciscoMais Médicos
O senador Aécio Neves (PSDB), até agora principal concorrente de Dilma na sucessão presidencial, divulgou que no seu programa de governo o Bolsa Família e o Mais Médicos vão ser reforçados, e a presidente comentou o assunto. “É sempre bom ver que eles reconhecem alguma coisa. O Bolsa Família já foi chamado de 'bolsa esmola' e hoje sabem do reconhecimento internacional que esse programa tem”, disse.

Dilma lembrou que o programa hoje vem junto com o Pronatec, uma forma de incluir produtivamente as pessoas - atualmente 850 mil estão se formando e, ao conseguir emprego, sairão do Bolsa Família. “Não estou falando do senador [Aécio Neves], mas do partido dele. Eles fizeram críticas ácidas ao Mais Médicos, acredito inclusive que não votaram a favor. Se votaram agradeço antecipadamente e fico muito feliz. É uma prova de que oposição não pode ser ‘o quanto pior melhor’”, afirmou.

Dilma argumentou que não havia tempo para esperar oito anos até que os médicos se formassem e a população fosse atendida. Por isso foi aberta a chamada pública para brasileiros e só quando sobraram vagas o programa foi aberto aos estrangeiros. "Aí em Pernambuco, dos 185 municípios, 134 pediram profissionais, 532 médicos. No Recife foram demandados 34. Hoje, em atividade, desses 532 pedidos já tem 433 dando cobertura para 1,5 milhão de pessoas. Fico muito feliz do semiárido estar sendo especialmente beneficiado", afirmou.

Segundo Dilma, a forma como as obras de transposição do Rio São Francisco estão sendo conduzidas foi modificada, de maneira a garantir a chegada da água progressivamente aos municípios beneficiados. Segundo a presidente, à medida que vai sendo concluída uma etapa, já tem que chegar água. São 12 milhões de pessoas em 390 municípios do Agreste e do Sertão de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Em Pernambuco, de acordo com a presidente, além da integração do São Francisco estão sendo realizadas obras estruturantes para garantir a segurança hídrica, que são barragens, adutoras e sistemas de abastecimento. Dois dos principais exemplos são a Adutora do Oeste, que já está pronta e beneficia 274 mil pessoas no Sertão do Araripe, e a primeira etapa da Adutora do Pajeú, abastecendo todas as cidades e atendendo 567 mil pessoas. "Esta tirou tanto Serra Talhada como Afogados da Ingazeira do colapso em 2013, quando inauguramos um dos trechos", reforça.O projeto tem 55% das obras prontas no eixo leste; 49%, no eixo norte. “Dá mais ou menos o seguinte: metade das obras estão concluídas. Tivemos de refazer alguns contratos e licitações, por isso houve esse atraso. Agora não tem mais nenhuma obra civil que não esteja contratada. O valor do projeto chegou agora a R$ 8,2 bilhões”, afirma. A presidente detalhou o andamento das obras em cada um dos eixos, informando as previsões de conclusão de cada uma delas. "Resumindo, entre junho de 2014 e dezembro de 2015, todas as etapas com as obras de engenharia ficam prontas. E nós já começamos a contratar todas as obras de eletromecânica. Agora estamos fazendo da forma brasileira”, afirmou.
G1

'Objeto estranho' no céu assusta moradores de cidade da Paraíba e faz sucesso nas redes sociais


Objeto no céu em Nova Floresta
Um objeto luminoso e não identificado chamou a atenção dos moradores da cidade de Nova Floresta, distante 249 de João Pessoa, nessa terça-feira (16). Filmado por um morador, as imagens tiveram centenas de compartilhamento nas redes sociais.


O objeto se movimentava devagar deixando parte da população assustada por pensar que o  ponto luminoso se tratava de um Óvni. O assunto ganhou os comentários tanto nas ruas como na internet.

Em sua página do Facebook, o cinegrafista amador identificado como Hemerson Dantas, assustado disse que “não deu para ver exatamente o que era, acabei de filmar isto aqui em casa, provavelmente um objeto não identificado no céu de Nova Floresta”.
Clique aqui para ver o vídeo 

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