quarta-feira, 5 de março de 2014

Um ano após morte, Chávez ainda sustenta apoio a governo venezuelano

Imagem de Chávez se fortaleceu mais após sua morte (Foto: Getty)
Há um ano, numa tarde de terça-feira, a Venezuela parou. Alguns comemoraram em silêncio e muitos choraram - e continuam chorando até hoje - a morte do presidente Hugo Chávez, de câncer.

O luto e a paralisia gerados pela morte do líder da "revolução bolivariana" colocaram à prova o chavismo no ano mais difícil de sua história e dificultaram a transição do poder para seu herdeiro político, Nicolás Maduro.
Eleito em abril num pleito apertado - e contestado pelo líder opositor Henrique Capriles -, Maduro assumiu um governo adequado ao estilo de Chávez, uma das razões pelas quais se tornou difícil administrá-lo.
Sem contar com o carisma que auxiliava o líder bolivariano a driblar conjunturas adversas, Maduro assumiu as rédeas de um país com uma economia em crise.
Chavez onipresenteFilas intermináveis para comprar produtos escassos da cesta básica, uma inflação anual acumulada em 56% e altos índices de criminalidade aumentaram o descontentamento da população e colocaram à prova a capacidade de Maduro de levar adiante o projeto chavista, sem rupturas.
A imagem onipresente e onipotente de Chávez se fortaleceu ainda mais após sua morte e passou a servir de pilar fundamental de sustentação do governo. Qualquer ação do Executivo é feita "em nome do comandante".
Outdoors, murais, exposições fotográficas, tudo leva o nome do ex-presidente. "Não foi um ano com Maduro, continuou sendo um ano com Chávez. Maduro conta com apoio popular adquirido por sua condição de herdeiro político", afirmou à BBC Brasil Oscar Schemel, diretor da consultoria Hinterlaces.
Evocar Chávez e a unidade em torno de seu legado é uma tática utilizada por Maduro - de acordo com analistas - para evitar acirrar disputas internas entre as diferentes correntes do chavismo. Maduro continua sendo visto como o "administrador" da revolução idealizada por Chávez.
Sua popularidade, que chegou a alcançar 61% em dezembro, caiu drasticamente no último mês, para 46%, devido ao aumento da escassez de produtos básicos e uma "magnificação dos problemas econômicos", diz Oscar Schemel.
Os problemas econômicos acabaram se tornando a principal bandeira de estudantes e outros venezuelanos que simpatizam com a oposição antichavista e que tomaram as ruas para exigir a renúncia do presidente.
Polarização e pactos
A tensão gerada pelos protestos reacendeu a polarização política no país e levou o presidente venezuelano a pactuar, em rede nacional de rádio e TV, com a elite empresarial venezuelana, incluindo o magnata Lorenzo Mendoza - que chegou a ser ameaçado várias vezes por Chávez de ter suas empresas estatizadas caso não cumprisse com as regras estabelecidas pelo governo.

Para "ajudar" a controlar a escassez, os empresários exigem o fim dos controles de preços e uma revisão da lei que estabelece em 30% o limite de lucro sobre o valor dos produtos.
Para muitos chavistas, preocupados com o fortalecimento do pragmatismo do governo de Maduro em detrimento do projeto bolivariano, a oposição não se arriscaria a apostar em protestos violentos se Chávez estivesse no poder.
"Eles acham que Maduro é fraco. Com Chávez viam sempre a possibilidade de uma reação estratégica por ele ser militar", afirma o motorista Armando Robles, de 72 anos, que vive a poucos metros do Quartel da Montanha no bairro de 23 de Enero, bastião chavista - onde fica o caixão de mármore que envolve o corpo de Chávez.
O analista político Miguel Tinker Salas, professor de História Latino-Americana da Pomona College, da Califórnia, considera que Maduro não tem outra alternativa senão promover um diálogo nacional. "O país está dividido e tentar impor um modelo econômico, social e político dentro deste ambiente implica certos riscos", afirma. "O governo está tentando se consolidar dentro do cenário político adverso, mas não se pode falar ainda de uma moderação no chavismo."
Sem a força de Chávez, capaz de unificar políticos, movimentos sociais e as Forças Armadas ao redor da "revolução bolivariana", Maduro cedeu aos grupos mais conservadores do chavismo para manter a estabilidade.
Os principais beneficiados foram os militares, premiados com o controle de importantes ministérios, aumento salarial e aval para ampliar sua participação no setor de importação de produtos. Também estão à frente da direção de um banco e de um canal de televisão exclusivo para as Forças Armadas.
"A crise econômica e, em consequência os conflitos sociais, eram previsíveis e Maduro identificou que eram as Forças Armadas que lhe dariam respaldo", afirmou à BBC Brasil David Smilde, da ONG Washington Office on Latin America (WOLA), em Caracas. "É um governo com maior presença militar que durante o período Chávez."
Desafios econômicos
O principal desafio de Maduro, segundo especialistas, é reestruturar a economia e fazer com que o país, quinto maior produtor mundial de petróleo, volte a crescer.

O prognóstico do analista político Luis Vicente León, diretor da consultoria Datanalisis, é pessimista. A seu ver é pouco provável que Maduro promova mudanças de fundo na política econômica porque isso incluiria decisões "impopulares".
Uma nova desvalorização da moeda, endividamento e negociação de preços com o setor privado são medidas que, na opinião de León, "têm um custo político e econômico que (Maduro) não tem patrimônio político para pagar".
Outro elemento fundamental, na opinião de Oscar Schemel, é acabar com a escassez. Segundo a consultoria Hinterlaces, os venezuelanos se preocupam mais com o desabastecimento do que com a inflação. A lógica é simples: os cidadãos têm dinheiro para comprar, ainda que o produto esteja caro; o problema é ter acesso aos produtos.
"Resolver o desabastecimento é vital para diminuir a percepção de instabilidade", afirmou Schemel. "Os setores que estão descontentes nunca haviam contado com tantos recursos, há uma demanda crescente de consumo, mas é necessário perder horas nas filas para conseguir comprar o que se necessita", afirmou.
O desabastecimento é gerado, segundo analistas, por quatro fatores fundamentais: desvio de recursos que deveriam ser usados para a importação de alimentos, excessivos controles estatais que impedem a liberação de dólares para compras internacionais, contrabando para a vizinha Colômbia, estimado em 40% do total das importações, e a estocagem praticada por alguns empresários como medida de pressão para acabar com o controle de preços.
Segundo pesquisa da Hinterlaces, a maioria dos venezuelanos não deseja uma mudança de projeto de governo e sim que as políticas públicas sejam eficazes.
Culto à imagem
O motorista Armando Robles reconhece que o governo precisa "corrigir muitas coisas, mas dentro do caminho da revolução". Na porta de sua casa, pintada de vermelho, a cor do chavismo, uma fotografia de Símon Bolívar e outra de Hugo Chávez reforçam o culto à imagem do ex-presidente.

Ele conta com orgulho ter recebido em sua casa o então tenente-coronel que acabava de tentar derrubar pela força o governo do presidente Carlos Andrés Perez, em 1989. "Como eu ia imaginar que aquele índio, porque ele tinha cara de índio, ia ser o presidente?".
O culto a Hugo Chávez - que em vida já assumia características religiosas - se aprofundou no último ano. Numa capela improvisada no bairro 23 de Enero não faltam flores, água e o principalmente o café expresso, um dos vícios do "comandante".
A peregrinação em torno do Quartel da Montanha iniciada no dia da morte do líder venezuelano - que desafiou a Casa Branca e defendeu o "socialismo do século 21" - persiste ainda hoje. "Muitos saem chorando, outros cantando as músicas que ele gostava", conta Robles.
Alheio às demandas que estimulam os protestos contra o governo que ocorrem no outro extremo da capital, Robles enxuga o rosto e imprime uma característica de divindade à Chávez. "Esse homem foi mandado por Deus. Estavam vendendo a Venezuela em pedaços para os Estados Unidos", afirma.
A seu ver, a juventude antichavista que protesta nas ruas de Caracas e de outras cidades do país são parte de um plano de desestabilização. "Eles estão buscando uma intervenção dos Estados Unidos. Isso esta preparado para isso e lembrem-se que temos sete bases militares dos Estados Unidos na Colômbia", afirmou. "A disputa é a mesma de sempre; a disputa pelo controle do petróleo".
G1

Comissão Europeia anuncia plano de 11 bilhões de euros para a Ucrânia

A Comissão Europeia apresentou nesta quarta-feira (5) um plano de ajuda de pelo menos 11 bilhões de euros para a Ucrânia, um dia antes de uma reunião de cúpula europeia extraordinária dedicada à crise no país.
Este programa, que inclui medidas de curto e médio prazo nas áreas comercial, econômica, técnica e financeira, poderá ser completada pelos Estados membros da UE, completou Barroso."A Comissão Europeia identificou um programa de ajuda para a Ucrânia. Esta é nossa contribuição à reunião de cúpula de chefes de Estado e de Governo de quinta-feira. No total, o pacote pode chegar a pelo menos 11 bilhões de euros nos próximos dois anos, que sairiam do orçamento da União Europeia e das instituições financeiras europeias", declarou o presidente do Executivo comunitário, José Manuel Durão Barroso.
A Comissão prevê 1,6 bilhão em empréstimos, 1,4 bilhão em doações, sendo 600 milhões nos próximos dois anos, três bilhões do Banco Europeu de Investimentos (BEI).
A Comissão também espera que o Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (BERD) possa destinar 5 bilhões e deve liberar 250 milhões do fundo para a política de vizinhança com o objetivo de levantar 3,5 bilhões de empréstimos.
Para coordenar os esforços de apoio da comunidade internacional, a Comissão propôs a criação de um "mecanismo especial de coordenação de doações" que a UE está disposta a gerenciar.
EUA
Nesta terça-feira (4), os EUA anunciaram um pacote de assistência técnica e econômica ao país em uma demonstração de apoio ao novo governo em meio à escalada de tensão com a Rússia.

O presidente Barack Obama "deixou claro que os Estados Unidos continuarão apoiando o governo da Ucrânia, incluindo ajuda econômica", indicou a Casa Branca em comunicado.
Como parte desse esforço internacional, o governo americano preparou uma ajuda bilateral "focada no atendimento das necessidades mais prementes e que ajude a Ucrânia aplicar as reformas necessárias para que seu programa com o Fundo Monetário Internacional tenha êxito".
O governo de Obama elabora com o Congresso e o governo da Ucrânia um programa de US$ 1 bilhão em garantias de empréstimos para proteger "os ucranianos vulneráveis com a redução dos subsídios à energia".
A russa Gazprom decidiu acabar a partir de abril com a redução do preço do gás vendido à Ucrânia, uma medida adotada no âmbito de um plano de ajuda a esta ex-república soviética.
G1

Acidente grave na PB-400 mata um e fere coronel da PM, no Sertão

Um grave acidente na PB 400 no município de Cajazeiras (a 409 quilômetros de João Pessoa e localizado no Sertão do Estado), matou uma pessoa e deixou um coronel da Polícia Militar ferido, na noite desta terça-feira (5). O acidente aconteceu próximo a empresa Catex.

De acordo com informações da polícia, um Fiat Palio invadiu a pista contrária e atingiu um carro importado. O vendedor João Inácio da Silva, 66 anos, que era motorista do Palio, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Já o coronel Botelho, que dirigia um veículo importado, saiu ferido e foi socorrido para o Hospital Regional de Cajazeiras, por uma equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência. Segundo a assessoria da unidade hospitalar, ele não corre risco de morte.
A polícia trabalha com possibilidade do idoso ter cochilado no volante, por isso, invadiu a contramão. 
Fonte: http://www.patosonline.com/

A candidatura de Cássio

Há algum tempo venho remando contra a maré. Apesar de todas as evidências lançadas aos quatro ventos pelos seus partidários, ainda não acredito na candidatura de Cássio. A própria admissão feita por Cássio no início desta semana de que pode ser candidato ainda me parece fantasia.
         Nada a nosso ver justifica uma disputa entre Cássio e Ricardo. Aliás uma única coisa poderia justificar. Cássio tem a “cara lisa”, é simpático. Ricardo tem a “cara dura”, é antipático. Mas João Agripino também tinha a cara dura, era antipático e foi o maior governador da história recente da Paraíba.
         As outras comparações que possam ser feitas entre Cássio e Ricardo depõem contra Cássio. Em termos de realizações, quem realizou mais na Paraíba? Não vou enumerar obras para não parecer que quero “vender o peixe” de A ou B. Mas alguém se lembra de alguma obra importante de Cássio em seus seis anos de governo? Ricardo tem espalhado estradas asfaltadas por toda a Paraíba, muitas delas prometidas por vários governadores antes dele. Só para dar um exemplo, a estrada de Quixaba para Assunção, criando nova opção para quem vai do sertão para Campina Grande e João Pessoa, a chamada Rodovia da Reintegração, que permitirá reitegrar Quixaba, Cacimba de Areia, Passagem, Areia de Baraúna e Salgadinho ao resto do Estado.
           Deputados reclamam de insensibilidade de Ricardo Coutinho para atender os seus pleitos. Na realidade o que eles mais têm a reclamar de Ricardo é que o governador tirou deles o direito de indicar vários cargos que eram preenchidos em governos anteriores por indicação do deputado da região. Que nomeavam seus cabos eleitorais, muitos deles sem a menor qualificação para os cargos. Ao tirar dos deputados essa prerrogativa, Ricardo tirou deles uma grande fonte de votos. Quem mais perdeu é quem mais reclama. Já os prefeitos, até adversários, elogiam Ricardo por que os trata bem e atende muito dos seus pleitos, outra causa da ciumada dos deputados.
         Que Cássio tem carisma, que é mais simpático e mais acessível do que Ricardo não há a menor dúvida. Mas Cássio ainda tem quatro anos de mandato como senador. Por que não fica “na dele” e deixa para se candidatar daqui a quatro anos, quando não tem concorrente visível. Mas, por falar em candidato simpático, quem mais simpático do que Collor e “deu no que deu”?
       Cássio está sendo pressionado a ser candidato por quem só pensa no próprio interesse. Os maiores exemples são Cícero Lucena e Ruy Carneiro. Sem Cássio, os dois não têm condições nem de serem candidatos. Depois vêm os deputados, que perderam “prestígio” no governo de Ricardo. Depois os órfãos da administração cassista que ocupavam cargos comissionados, muitas vezes sem a habilitação necessária, e que ficaram “a ver navios” depois que Ricardo assumiu o governo. Por fim, os tradicionais financiadores de campanha, que investiam no candidato para receber contrapartida dele, através de contratos de obras ou prestação de serviços, depois que assumia o governo. No atual governo mudou a prática ou pelo menos diminuiu consideravelmente. O maior exemplo é que as obras de estradas mais importantes têm sido “tocadas” por empresas de fora, com muito mais condições operacionais do que as empresas da terra. As obras têm caminhado com rapidez e são muito mais bem feitas. Outro tipo insatisfeito é o daquele funcionário público que não trabalhava ou trabalhava pouco e recebia o salário, mesmo com atraso, mas recebia. Esse é inimigo de Ricardo. Como seria de qualquer um que agisse do mesmo modo.
         Conclusão, os maiores partidários de Cássio são os defensores do “statu quo” anterior. E eles querem voltar à mesma “vida mansa”. Mas será que ao povo e ao Estado da Paraíba interessa isso?
         A maior contribuição que Cássio deu ao Estado foi dar seu apoio para que Ricardo fosse eleito governador na última eleição. Em termos estratégicos ninguém pode negar isso. Cássio levou o nome de Ricardo a todo o Estado, que em sua maior parte não conhecia o prefeito de João Pessoa. Quatro anos depois, Ricardo é conhecido e reconhecido em todo o Estado. A maior contribuição que Cássio pode dar e que ele pode cobrar em forma de apoio em 2018, é deixar Ricardo concluir a sua tarefa, governando mais quatro anos.
         Mas, você me perguntaria: “Mas o que Cássio pode fazer para “amansar” os seus órfãos?” Conciliar os interesses de Cícero Lucena e Ruy Carneiro junto a Ricardo, seria a tarefa mais fácil. Difícil é contentar os órfãos menores. O que eles querem é difícil de ser obtido de Ricardo Coutinho. Para muitos bastaria um pouco de “sombra” do Governo, alguns cargos e algumas obras para tocar, já que o “Cabeludo” de Campina Grande não inspira muita esperança, nem que o PT se junte a ele. Se Cássio for candidato, o PMDB só tem chance se se juntar a ele. Caso contrário será massacrado. Se Cássio continuar com Ricardo o massacre é muito maior.  Com relação aos deputados, sem Cássio candidato, eles correriam para a “sombra” do Governo. “Ruim com ele, pior sem ele.”
         Por fim, resta uma classe que, segundo dizem, é a mais revoltada com o Governo de Ricardo. O funcionalismo do Estado. Os mais revoltados não são os funcionários como um todo, são os funcionários que perderam “boquinhas” as mais diversas. Afinal, depois de governadores que não deram um aumento sequer, Ricardo vem dando aumento todo ano. Pode não ser o merecido e o desejado, mas é pelo menos o que é possível diante da Lei de Responsabilidade Fiscal. E nós já ouvimos muito funcionário público elogiando o governador, por pagar em dia e dar aumento todo ano. Para a maioria do funcionalismo talvez isto baste. E lembrar-lhes que alguns nunca deram aumento ou pagaram com atraso. Para concluir, lembramos uma afirmação que nos fez alguns anos atrás o nosso amigo Chico Sátyro, comentando a revolta dos funcionários com o prefeito de então. “Em muitos anos de serviço público, nunca vi funcionário público satisfeito com o prefeito. Ele sempre quer mais”. E é natural.
Fonte: http://www.patosonline.com/

Polícia prende acusado de estuprar filha de apenas dois anos em Campina Grande

A Policia Civil, através da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Infância e Juventude (DRCCIJ), deu cumprimento a mandado de prisão preventiva, no domingo (2), em Campina Grande, contra um homem acusado de abusar sexualmente de sua filha de apenas dois anos de idade.
A prisão foi representada pelas delegadas Alba Tania e Ana Alexandrino, após ser confirmada por perícia técnica a presença de sêmen na região anal da criança. Segundo Alba Tania, após ser registrado Boletim de Ocorrência no dia 16 de fevereiro, a Policia Civil iniciou investigação a fim de elucidar o fato. Testemunhas foram ouvidas e a vítima foi submetida a exame sexológico.
O delegado seccional em Campina Grande, Iasley Almeida, disse que a Polícia Civil já recebeu o laudo pericial que deu resultado positivo de antígeno prostático específico (PSA), o que confirma a materialidade do crime e os indícios suficientes contra o pai da criança.
“No crime de estupro, por ser praticado às escondidas, há escassez da prova testemunhal ocular, mas com a junção das declarações de parentes e testemunhas e com a prova pericial, que oferece grau de certeza, comprovamos a prática do crime sexual”, disse Iasley.
O delegado informou que outro detalhe reforça os indícios da autoria do crime. “A criança faz sinal de silêncio, com o dedo indicador na boca, quando alguém conversa sobre o assunto com ela”, declarou o delegado.
O acusado será encaminhado ao Sistema Penitenciário, onde ficará à disposição da Justiça. “Vale destacar o empenho dos policiais dessa delegacia, que em menos de duas semanas desvendaram mais uma denúncia de crimes contra menores, identificando e prendendo o acusado”, concluiu Iasley Almeida.
Fonte: http://www.patosonline.com/
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