terça-feira, 11 de março de 2014

Menina que caiu de prédio em SP segue internada em estado grave

A menina de 4 anos que caiu do 5º andar de um prédio no Centro de São Paulo, na segunda-feira (10), seguia internada em estado grave no Hospital das Clínicas nesta terça. A criança foi operada e respirava com ajuda de aparelhos. Ela está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do centro médico.
De acordo com a Polícia Civil, a criança, que é peruana, estava sozinha no apartamento onde mora com os pais, na Avenida Rio Branco, na República. Ela se aproximou da sacada, perdeu equilíbrio e caiu de uma altura de 15 metros, do 5º andar até a marquise.
Os peritos chegaram ao prédio no meio da tarde e foram até o apartamento do quinto andar. Fotos tiradas pela Polícia Militar dentro do apartamento mostram uma cadeira colocada perto do parapeito da sacada.A avó da criança disse que estava cuidando da neta no apartamento, disse que deixou a criança dormindo pela manhã e saiu para comprar pão em um mercado que fica do outro lado da rua. Ela confirmou ainda à policia que trancou a porta do apartamento antes de sair. Os pais da criança tinham viajado a trabalho, mas já retornaram.
Uma grade improvisada estava colada com fita adesiva. “Dá para perceber que é primitivo, telas que o pessoal usa para colocar venda de produtos em lojas, colocadas de forma irregular na sacada”, afirmou o soldado da PM Vanderson Ribeiro. O caso foi registrado no 3º Distrito Policial, no Campos Elíseos, no Centro.
G1

Agentes impedem entrada de 14 caminhões com detentos em presídio

Agentes penitenciários em greve barraram na manhã desta terça-feira (11) a entrada e saída de caminhões e um ônibus com detentos que seriam tranferidos das penitenciárias de Martinópolis, onde 14 caminhões tentaram entrar, e Presidente Prudente, onde os servidores colocaram uma tubulação de concreto para impedir que um veículo com presos saísse.
Os veículos permaneceram lacrados, parados na rodovia que dá acesso aos presídios e, segundo o Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de São Paulo (Sindasp), não é possível contabilizar o total de presos que estavam nos veículos.
A informação dos agentes é que 42 detentos estavam no ônibus que tentava entrar em Martinópolis. Segundo a categoria, o presídio faz parte da rota de transporte de presos e são homens que estão vindo de outros presídios, indo para julgamento ou fazem parte da transferência estabelecida. Por volta das 10h30, os veículos deixaram o presídio e, conforme a Polícia Militar, algumas adequações foram definidas no local e as transferência de presos seguiu normalmente, após a saída de um veículo da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) deixar o presídio com oito presos.
Tubulação foi colocada após negociação com a direção do presídio, segundo sindicalista (Foto: Alex Brandão/Arquivo Pessoal)
Já em Presidente Prudente, cujo presídio fica no distrito de Montalvão, o agente e sindicalista Alex Brandão informou por telefone que o tubo foi colocado após negociação com o diretor do presídio. “Nós chegamos a um consenso, por que, a princípio, faríamos uma parede humana para realizar o bloqueio. Mas para evitar confrontos, colocamos o concreto e ninguém sai ou entra da unidade”.
Ainda segundo ele, por volta do meio-dia alguns presos costumam sair para prestar serviços no Fórum, mas que devido à paralisação isso não ocorrerá. “Não está autorizada a saída de ninguém. Hoje continuaremos a manter os portões bloqueados e, dependendo do que for discutido, voltaremos as atividades; do contrário, a greve continuará”, falou.
De acordo com o Sindasp, a intenção é pressionar o Governo Estadual para conseguir melhorias nas  condições de trabalho, como reajuste salarial referentes às perdas entre os anos de 2007 e 2012 e redução das classes da categoria, de oito para seis, que é o plano de carreira de acordo com os anos de trabalho.
Em Martinópolis, veículos ficaram parados às margens da rodovia (Foto: Reprodução/TV Fronteira)
“Nós queremos também que haja a construção de mais unidades prisionais, porque várias estão com superlotação e temos poucos funcionários. Em Martinópolis, a cadeia foi construída com capacidade para 792 presos e 240 agentes, hoje estamos com 1.800 detentos para 114 efetivos. É preciso rever essas condições”, informou um agente que não quis se identificar por medo de represálias.
A greve começou na madrugada desta segunda-feira (10). Conforme o sindicato, dos 30 mil servidores, 16 mil aderiram ao movimento e das 158 unidades prisionais do Estado de São Paulo, 80 unidades estão com serviços paralisados, como visitas, por exemplo.
Segundo o Sindasp, a greve deve permanecer durante o toda a terça-feira. Uma reunião com o presidente do sindicato e representantes da Secretaria de Planejamento, Secretaria da Fazenda e Administração Penitenciária deve ocorrer à tarde no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, para apresentar a pauta e reivindicações.
Com a resposta obtida pelos representantes na reunião, 14 assembleias serão realizadas em todo Estado entre as 18h e 19h para apresentar o que foi decidido aos demais sindicalistas. Se as adequações forem aceitas pelos agentes, a greve deve ter fim nesta quarta-feira (12), do contrário a paralisação continua.
Por telefone, a assessoria de imprensa da SAP comunicou que não há informações sobre o protesto em frente ao presídio de Martinópolis, entretanto, não há risco à população pois os detentos permanecem nos veículos e são escoltados pela Polícia Militar, que garante a segurança no local.
G1

Unasul deve criar comissão para tratar de crise na Venezuela, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira (11), no Chile, que os ministros das relações exteriores da Unasul (União das Nações Sul-Americanas) devem discutir nesta quarta a criação de uma comissão para acompanhar a crise na Venezuela. Dilma viajou para acompanhar a posse da presidente eleita do Chile, Michelle Bachelet.
A Venezuela tem enfrentado momentos de tensão desde o início de fevereiro, com protestos de estudantes e opositores contra o governo. Ao menos 21 pessoas já foram mortas e mais de 300 ficaram feridas.
"Os presidentes mandataram seus ministros das relações exteriores para amanhã fazer uma reunião, criar uma comissão - que pode ser incluisve com todos países da região, representantes de todos os países da região -, e fazer uma interlocução pela construção de um ambiente de consenso, de acordo, de estabilidade lá na Venezuela", afirmou Dilma.Antes de se encontra com Bachelet, na cidade chilena de Viña del Mar, Dilma foi questionada por jornalistas sobre reunião da Unasul para tratar sobre a Venezuela. A presidente disse que os  chanceleres dos países da região vão se encontrar na quarta para debater o tema.
A presidente também comentou sobre o novo mandato de Michelle Bachelet, que já presidiu o país entre 2006 e 2010. De acordo com Dilma, a redução da desigualdade social é um "desafio" tanto para a colega chilena como para os demais presidentes da região.
A presidente ainda disse que, para ela, é um "momento de muito orgulho estar aqui vendo mais uma vez uma líder importante da América Latina assumir um país como o Chile".
Dilma defendeu ampliação das relações comerciais entre o Brasil e o país. "Significa não só investimentos diretos de empresas brasileiras aqui no Chile, mas também de empresas chilenas lá no Brasil. É integração regional. Serve para construir um ambiente de desenvolvimento, inclusão social e democracia nos nossos países", afirmou.
G1

'O PMDB só me dá alegrias', diz Dilma Rousseff no Chile

A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira (11), no Chile, que o PMDB só lhe dá "alegrias". Dilma viajou para participar da cerimônia de posse da presidente chilena eleita, Michelle Bachelet.
Antes de se encontrar com a colega, na cidade chilena de Viña del Mar, a presidente foi questionada por jornalistas sobre a relação do governo com o PMDB.
"Olha aqui, eu vou te falar uma coisa: o PMDB só me dá alegrias", afirmou a presidente.
A relação entre o governo e o PMDB tem se deteriorado nos últimos meses.
O maior foco da crise está na Câmara dos Deputados, onde sete partidos da base aliada, sob o comando do líder do PMDB, formaram um "blocão", para ampliar o poder de negociação com o Executivo em votações da Casa. O clima ficou mais tenso na semana passada, depois que Eduardo Cunha defendeu, em sua conta do microblog Twitter, que seja "repensada" a aliança da legenda com o PT.A sigla reclama da demora da presidente Dilma Rousseff em realizar a reforma ministerial, critica o não cumprimento de compromissos quanto à liberação de recursos de emendas parlamentares e quer maior diálogo sobre as alianças regionais com o PT nas eleições de outubro. A legenda também reclama que não é chamada a participar de decisões do Executivo e de lançamentos de programas do governo federal, o que fortalece candidaturas no pleito deste ano.
Reunião com líderes do PMDB
Nesta segunda (10), Dilma se reuniu com lideranças do partido aliado no Palácio do Planalto para tratar sobre a aliança com o governo, mas não convidou Cunha, o que, na visão de peemedebistas, significou uma tentativa de isolar o líder do PMDB.

"Foi no mínimo deselegante a presidente não convidar o nosso líder para negociar e tratar da relação com o PMDB. O PMDB tem unidade na bancada da Câmara e apoia Eduardo Cunha", afirmou o deputado Danilo Forte (PMDB-CE), um dos vice-líderes do partido na Casa.
Forte ficou responsável por elaborar a nota de desagravo a Cunha por agressões que o peemedebista teria sofrido de lideranças do PT e contra a tentativa do Planalto de isolar o parlamentar. "Vamos aprovar na reunião da bancada uma nota de desagravo por causa das agressões. A mensagem será de reforçar a liderança do Eduardo Cunha. Ele tem falado em nosso nome."
G1

Britânico azarado faz estrago em Ferrari parada ao manobrar carreta

Veículo avaliado em R$ 1,7 milhão foi atingido durante manobra de carreta de entregas na Inglaterra (Foto: Reprodução/Twitter/G.L. White)
No distrito de Kensington, em Londres, na Inglaterra, o dono de uma Ferrari e um motorista de caminhão tiveram um dia de azar quando a carreta de uma companhia de entregas atingiu o carro de luxo durante uma manobra.

De acordo com o jornal “Daily Mail”, o acidente ocorreu em um dos bairros mais antigos, conhecido por casas com valores milionários. Em uma curva, o parachoque traseiro do caminhão atingiu a lateral do esportivo, avaliado em mais de R$ 1,7 milhão, e causou um dano considerável no carro.
A polícia foi chamada e informou que, apesar do susto, o motorista da carreta não se feriu. Já o dono da Ferrari informou que não mora na região, e que havia apenas estacionado ali.
Usuários que estava no local no acidente registraram o estrago, e publicaram fotos em perfis no Twitter.
G1
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