quinta-feira, 3 de abril de 2014

Câmara de Várzea inova com a implantação do Portal Legislativo

Câmara de Várzea inova com a implantação do Portal LegislativoA atual Presidência da Câmara municipal de Várzea-PB inovou o processo de gestão Legislativa com a implantação do Portal Legislativo da Casa José Peregrino de Araújo. 

O projeto que foi desenvolvido pela ASCONTEC empresa de Contabilidade e Gestão Pública para Câmaras municipais, tornou-se uma importante ferramenta de divulgação dos trabalhos do Legislativo daquele município, tendo como destaque a implantação do processo de gestão transparente, em que, com base na Lei nº 12.527/2011, conhecida como Lei de Acesso à Informação - LAI, a qual regulamenta o direito previsto na Constituição, de qualquer pessoa solicitar e receber dos órgãos e entidades públicos, de todos os entes e Poderes, informações públicas por eles produzidas ou custodiadas, implantou desde o ano 2013 a publicação das peças contábeis da atual gestão, propiciando ao internauta o acesso às informações contábeis e financeiras da Câmara municipal durante o período. 

Outro avanço obtido na implantação do referido portal, foi proporcionar ao cidadão todas as informações referentes ao acervo das Leis municipais e demais documentos de extrema importância para o cidadão daquele município, como também dispor de uma linha direta do munícipe para com o seu representante no Parlamento Mirim, de forma individualizada ou por meio da ouvidoria presente no Portal da Câmara, “a nossa intenção é aproximar cada vez mais o cidadão do Vereador, fazendo com que as reivindicações da população possam ser atendidas de forma mais rápida e transparente”, afirmou o Presidente Alexandre Magno em entrevista a equipe da ASCONTEC, o qual afirmou ainda que a ligação entre o Portal Legislativo e as demais redes sociais a exemplo do Facebook da Câmara municipal, também tem proporcionado a toda população e principalmente à juventude, conhecer mais de perto os trabalhos dos seus representantes no Legislativo municipal.

Fonte: http://jeftenews.blogspot.com.br/

Aeroporto da Pampulha fica alagado durante forte chuva em BH

Alagamento no aeroporto da Pampulha. (Foto: Reprodução/TV Globo)
O temporal que atingiu Belo Horizonte, no fim da tarde desta quarta-feira (2), causou alagamento no Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, mais conhecido como Aeroporto da Pampulha. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), nenhum voo foi afetado.

De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), por volta das 17h20, a água começou a invadir o terminal de passageiros do aeroporto, chegando a atingir 25 centímetros acima do solo. Já na parte externa, o alagamento chegou a um metro. A água causou danos a livrarias e restaurantes do terminal.

O saguão foi tomado pela água. Enquanto muitos passageiros esperavam para embarcar, os funcionários limpavam a sujeira. De acordo com o bombeiro Ronaldo Eustáquio, um mutirão foi feito com praticamente todos os funcionários da Infraero para contornar a situação com rapidez.

Às 18h30, o Corpo de Bombeiros informou que a situação no local estava sob controle. Segundo a corporação, as pessoas foram resgatadas para um lugar seguro e não houve feridos.
Na manhã desta quinta-feira (3), a administradora do terminal informou que era feita a limpeza da área externa, sem comprometer o funcionamento.
Funcionários limpam o saguão do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte (Foto: Reprodução/TV Globo)
Temporal atinge Belo Horizonte
O temporal que atingiu Belo Horizonte no fim da tarde desta quarta-feira (2) teve um volume de chuva superior à media do mês de abril. De acordo com a Cemig, até as 19h, a precipitação registrada era de 63 milímetros. Em abril, o volume médio é de 61 milímetros.

O registro foi feito na estação meteorológica instalada no campus da Universidade Federal de Minas Gerais, na Região da Pampulha. A maior intensidade de água – 43 mm – caiu entre as 17h e as 18h, conforme a companhia.

Na manhã desta quinta-feira (3), foi resgatado o corpo de um homem que havia desaparecido nas águas do Córrego do Onça, no bairro Ribeiro de Abreu, na Região Norte da capital mineira. Testemunhas relataram à Defesa Civil que ele usou uma boia para escapar do alagamento. Mas, segundo uma irmã da vítima, ele teria pulado para brincar nas águas.

Vias da cidade ficaram alagadas. A Avenida Bernardo Vasconcelos, no bairro Palmares, foi totalmente tomada pela água. Carros foram arrastados. O Corpo de Bombeiros ainda recebeu chamadas de inundações e pessoas ilhadas em pontos da Avenida Antônio Carlos, na Pampulha e na Lagoinha; na Cristiano Machado, nos bairros São Paulo e Primeiro de Maio.
G1

Cabral deixa governo do RJ com mandatos de popularidades opostas

Após dois mandatos como governador doRio de Janeiro, Sérgio Cabral renuncia nesta quinta-feira (3) e deve tentar uma vaga no Senado Federal. Eleito em 2006, foi reeleito em 2010, no primeiro turno. Teve bons resultados, principalmente na área de segurança, com a criação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Desde 2013, no entanto, após as manifestações iniciadas em junho, o governador vê sua popularidade cair. No dia de sua despedida do cargo, oG1 faz um balanço dos sete anos e três meses do político à frente da população fluminense. (Assista acima a reportagem da posse de Cabral, em 2006. Abaixo, veja como foi a posse de 2010.)
Nesta quarta-feira (2), às vésperas da renúncia, o próprio Cabral resumiu seu trabalho e disse que entrega um estado diferente de quando começou a governar. “Nós temos a melhor Polícia Militar e a melhor Polícia Civil e isso não é ufanismo, nem demagogia. Valeu a pena investir no sistema de segurança pública. A gente fez isso como prioridade, sabendo a importância para o estado. Nós não ganharíamos as Olimpíadas, não chegaríamos aonde chegamos."
O governador celebrou os números das votações que o elegeram. "Não tenho do que me queixar com a população do Rio de Janeiro. Fui o governador mais votado da história em 2006 e 2010. Graças a Deus, temos democracia e rodízio de poder. Minha gratidão é eterna.”
Gráfico de Aprovação de Cabral  (Foto: Arte G1)
Queda de 35% na aprovação
Em outubro de 2006, Cabral teve 5,1 milhões de votos, 68% do total, e venceu a disputa contra a candidata Denise Frossard (PPS) no segundo turno. Em 2010, recebeu 5,2 milhões votos (66,08%), desbancando o candidato Fernando Gabeira (PV) já no primeiro turno. Menos de três anos após a reeleição, no entanto, uma pesquisa do Datafolha apontou que, no auge de sua popularidade, em novembro de 2010, Cabral tinha 55% de aprovação. Em novembro de 2013, a aprovação passou para 20%, 35 pontos percentuais a menos. 

As manifestações que tomaram as ruas do Rio a partir da Copa das Confederações, em junho de 2013, expuseram a baixa de popularidade do governador e fizeram de Cabral um dos principais alvos das críticas. A residência do governador no Leblon, bairro nobre da Zona Sul, virou um acampamento de ativistas, o "Ocupa Cabral".
Cerca de 20 pessoas continuam acampados na rua do governador Sérgio Cabral (Foto: Alessandro Buzas/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Aos gritos de “Ditador” e "Fora, Cabral", vários protestos terminaram em confronto com a Polícia Militar e quebra-quebra. Em entrevista, o governador pediu a saída dos manifestantes. "Não falo como governador, mas como pai. Tenho filhos pequenos", disse, na época.
A pauta de reivindicações dos protestos era extensa e a maior parte ligada à Cabral. Dentre as polêmicas estava o uso de helicópteros oficiais para fins particulares, investigado e arquivado pelo Ministério Público. De acordo com uma reportagem da Veja, de julho de 2013, o governador e a família usavam a aeronave para ir, em fins de semana, a Mangaratiba, na Região Metropolitana do Rio, onde têm casa de praia. As viagens custariam, por ano, R$ 3,8 milhões aos cofres públicos. Na época, o governador negou irregularidades (veja a reportagem no vídeo).
Relações com empreiteiro
A proximidade com o empresário Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta Construções, investigada pela Polícia Federal, também gerou polêmica. Em abril de 2012, foram divulgadas no blog do deputado federal Anthony Garotinho (PR) fotos em que Cabral e Cavendish aparecem simulando passos de dança na calçada, à frente de um hotel em Paris. Em outra imagem, o empresário aparece ao lado de dois secretários estaduais com guardanapos na cabeça. As imagens, segundo a assessoria do governo, foram feitas em  missão oficial à França, em 2009.

Em junho de 2011, a queda de um helicóptero que transportava convidados para a festa de aniversário de Cavendish em Trancoso, Bahia, provocou a morte de sete pessoas, incluindo a namorada do filho de Cabral. O governador havia embarcado em um voo anterior.
Imagens divulgadas mostram viagem a Paris e relação com Cavendish (Foto: Reprodução / TV Globo)
As demolições do complexo do Maracanã também foram alvo das manifestações. Segundo o edital de concessão, o Parque Aquático Julio de Lamare, o Estádio de Atletismo do Célio de Barros, a Escola Municipal Friedenreich e o antigo Museu do Índio deveriam ser demolidos. Após Cabral pedir desculpas no Twitter e dizer que “ouviu os protestos”, as demolições foram canceladas e o contrato, revisto.
Diminuição da violência
Entre os indicadores positivos do governo de Cabral se destaca o combate à violência. Com José Mariano Beltrame à frente da Secretaria de Segurança, o projeto de pacificação chegou a 39 favelas, incluindo a Maré, ocupada no domingo (30).

Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) mostraram que, em 2012, o índice de homicídios dolosos (quando há intenção de matar) foi o menor em 21 anos. O indicador "letalidade violenta", que inclui, além de homicídio doloso, os crimes de latrocínio, auto de resistência e lesão corporal seguida de morte, registrou seu menor índice desde 2000.
(No vídeo acima, veja Cabral dançando funk inspirado em música de James Brown, em 2009, durante evento de liberaração de recursos para projetos culturais em Vigário Geral.)
Cerimônia de inauguração da Cidade da Polícia foi neste domingo (29) (Foto: Lívia Torres/G1)
Promessas cumpridas
A construção do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) foi uma promessa realizada pela gestão de Sérgio Cabral em maio de 2013. O moderno centro, localizado na Cidade Nova, reúne órgãos das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros, da Guarda Municipal, da Defesa Civil, da Polícia Rodoviária Federal, do Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da CET-Rio. Outra conquista foi a criação da Cidade da Polícia, em setembro de 2013. O espaço abriga 13 delegacias especializadas, a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), cinco órgãos da Chefia de Polícia, além de uma prefeitura para cuidar da área administrativa.

Presidente Dilma faz selfie com operários durante visita ao canteiro de obras do Metrô  (Foto: Carlos Magno/Governo do Estado )
Metrô
Também promessa de campanha, a Linha 4 do Metrô, que vai ligar a Barra da Tijuca a Ipanema, inicialmente prevista para ficar pronta em dezembro de 2015, pretende transportar, a partir do primeiro semestre 2016, mais de 300 mil pessoas por dia.

A retomada das obras na Linha 3, que ligará Niterói a Itaboraí, ganhou maior expectativa depois de a presidente Dilma Rousseff anunciar, em setembro de 2013, a liberação de R$ 2,5 bilhões para o projeto, resgatado no mandato de Cabral.
Professores
Em 2010, a campanha de Cabral prometia melhorar o salário dos professores da rede estadual, sem especificar números. Após diversos protestos e uma greve de agosto a outubro de 2013, o reajuste para os professores ficou em 8%, mas a categoria reivindicava 19%.

Nesta quinta, Cabral se despede oficialmente do cargo. Está previsto um discurso de renúncia à tarde, na Assembleia Legislativa (Alerj). Na sexta (4), também na Alerj, Luiz Fernando Pezão, vice-governador e pré-candidato ao governo nas eleições de outubro, toma posse oficialmente.
G1

Mulher de Nem é transferida de Campo Grande para o Rio de Janeiro

A mulher do traficante Antônio Francisco Lopes, conhecido como Nem, foi transferida de Mato Grosso do Sul para o Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira (3), segundo a Polícia Federal (PF).

Danúbia de Souza Rangel embarcou às 7h55 (8h55 pelo horário de Brasília), em um voo comercial da Tam, que decolou do Aeroporto Internacional de Campo Grandeàs 8h41, segundo a Infraero. A mulher foi escoltada por policiais federais e entrou no avião algemada.

Danúbia foi presa na capital sul-mato-grossense na segunda-feira (31), em uma casa no bairro Piratininga. Até esta quinta, ela ficou detida na Superintendência da PF.

Segundo informações da polícia, a mulher de Nem é suspeita de repassar ordens e informações do traficante – que chefiava o tráfico de drogas na Favela da Rocinha, no Rio, e está preso no Presídio Federal de Campo Grande – para outros integrantes da quadrilha.

Com Danúbia, foram apreendidos dez celulares, uma motocicleta, três tablets, um pendrive e um HD de computador, informou a Polícia Federal.

A mulher de Nem chegou a ser detida em novembro de 2011, poucos dias após a prisão do traficante, mas foi libertada quatro meses depois.
G1

Para diminuir pobreza, Maricá, no RJ, cria 1ª moeda social eletrônica do país

Secretário Miguel (à esquerda) participa da inauguração do banco Mumbuca (Foto: Divulgação/Prefeitura de Maricá)
A cidade de Maricá, no interior do Rio de Janeiro, lançou a primeira moeda social eletrônica do país no fim do ano passado, segundo a Rede Brasileira de Bancos Comunitários. Diferente de outras moedas já existentes no Brasil, a "mumbuca" ainda faz parte de uma política da prefeitura para complementação de renda de famílias carentes.
O Mumbuca foi o mais recente banco comunitário inaugurado no país. Com ele, o Brasil chegou à atual marca de 104 instituições no país – mais que o dobro do total registrado (51) há cinco anos.
Desde dezembro de 2013, cada família cadastrada no programa "Bolsa Mumbuca" recebe 70 mumbucas – o equivalente a R$ 70 –, por meio de cartões de débito. Os cartões são aceitos apenas em estabelecimentos locais que também aderiram à iniciativa. O objetivo é reduzir a pobreza na cidade, onde vivem cerca de 13 mil famílias que ganham até um salário mínimo por mês.
"É uma forma de complementação de renda em que os recursos são usados apenas dentro da cidade. Com isso, estimulamos o comércio. Nossa estimativa é que, em breve, vamos ter injetado R$ 1 milhão na economia local através dessa bolsa", diz o secretário de Direitos Humanos de Maricá, Miguel de Moraes Filho.
Para o comércio local, o uso da mumbuca também representou um aumento nas vendas. "O movimento melhorou muito [desde o início do programa], tivemos até que contratar mais um funcionário. Está sendo bom tanto para a empresa quanto para a população, pois já surgiu mais uma vaga de emprego”, afirma o proprietário do Mercado Jolumar, José Cláudio Ribeiro Policarpo.Segundo ele, a ideia de usar o cartão de débito surgiu após comparações com o programa "Bolsa Família", do governo federal, que é sacado em reais. "Dessa forma, não há um controle de onde o dinheiro é usado. Com a moeda eletrônica, além de garantir o consumo de mercadorias no território, impedimos que os recursos sejam usados de forma indevida, como a compra de mercadorias ilícitas", destaca.
O mercado dele foi o primeiro da cidade a trabalhar com a nova moeda eletrônica - que é usada como débito pelos favorecidos, mas funciona como crédito para os comerciantes por causa do tempo necessário para receber o valor da compra. "A prefeitura nos procurou oferecendo a ideia. Nós instalamos a maquineta e tudo funciona como um cartão de crédito. Depois de 30 a 40 dias da compra, o banco comunitário nos deposita o dinheiro em reais", explica Policarpo.
Cartão de débito da Bolsa Mumbuca (Foto: Divulgação/Instituto Palmas)
Segundo Joaquim Melo, diretor da Rede Brasileira de Bancos Comunitários e coordenador do Instituto Palmas, que ajudou a inaugurar o programa em Maricá, um banco na periferia de Fortaleza deve ser o segundo do país a receber a moeda eletrônica. "Governos de muitos municípios estão no ligando, pois a ideia é boa não só para quem consome, mas também para quem produz", afirma.
Próximas fases do programa
De acordo com Moraes Filho, o uso da mumbuca para complementar a renda é a primeira fase do programa. "Estamos criando formas legais para usar recursos das sobras da Câmara de Vereadores na elaboração de um cartão que poderá ser utilizado pelos universitários da cidade na compra de livros", diz.

A prefeitura também pretende abrir, por meio do banco comunitário, um sistema de linha de crédito de até 15 mil mumbucas para micro e pequenos empreendedores. "Além disso, ao longo do ano que vem, queremos aumentar a bolsa para até 300 mumbucas", revela o secretário de Maricá.
G1
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