domingo, 11 de maio de 2014

Com obras de ampliação atrasadas, Viracopos é alvo de vistoria da Anac

Com obras de ampliação atrasadas, Aeroporto de Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), é alvo de vistoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) (Foto: Marcello Carvalho/G1 Campinas)
Técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) iniciaram na manhã deste domingo (11) uma vistoria no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), para verificar quais itens do primeiro ciclo de contrato de concessão foram concluídos e questões operacionais do novo terminal de passageiros. Pelo contrato, a primeira etapa de ampliação precisaria estar operacional neste domingo, mas inspeções recentes da Anac indicaram que Viracopos não entregaria o projeto na data prevista. Na semana passada, a Aeroportos Brasil, concessionária que administra o aeroporto, também admitiu o atraso.
Os técnicos chegaram de avião no aeroporto de Campinas, se reuniram com a equipe da concessionária e iniciaram a vistoria por volta das 10h. Em caminhonetes da empresa, a equipe da Anac foi para o canteiro de obras e não falou com a imprensa. A inspeção deve durar pelo menos até segunda-feira (12). Depois disso, será produzido um relatório de fiscalização com a análise da situação de Viracopos. O descumprimento dos prazos estipulados em contrato com o governo federal em 2012 resultará em aplicação de penalidades pela Anac. A multa máxima pode chegar a R$ 170 milhões  e mais R$ 1,7 milhão por dia de atraso, mas depende do que for citado no relatório.
A agência e a concessionária esclarecem que a transição das operações para o novo terminal de Campinas será feita de forma gradativa para não haver impactos operacionais durante o período da Copa do Mundo. Segundo a Aeroportos Brasil, a obra do prédio (com três píeres e capacidade para até 22 milhões pessoas por ano) está 92% concluída, dos pátios de aeronaves (com 3,5 mil m² e 37 novas posições), 97%, edifício-garagem (4 mil), 95%, adequações nas pistas de pousos e taxiamento, 100%. A Anac fala em pouco mais de 90% de conclusão das obras, de forma geral.
Obras de ampliação do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), estão atrasadas (Foto: Marcello Carvalho/G1 Campinas)
Interdição
O píer A do novo terminal do Aeroporto de Viracopos, previsto para ser utilizado pelas seleções e autoridades durante a Copa do Mundo, teve as obras parcialmente interditadas na sexta-feira (9) pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest). O órgão apontou excesso de atividades no mesmo ambiente e risco para os funcionários, segundo a assessoria do Ministério Público do Trabalho (MPT). O terminal tem inauguração prevista em 3 de junho e sete seleções vão utilizar Viracopos para os deslocamentos entre as cidades-sede.

Apesar de admitir "pequeno" atraso nas obras, a concessionária garantiu o uso da nova estrutura durante o Mundial. Para solicitar a desinterdição das atividades, o consórcio responsável pelas obras deve regularizar as questões apontadas pelos fiscais e formalizar o pedido de desinterdição ao Cerest. Por meio de nota, o Consórcio Construtor de Viracopos (CCV), disse que "todas as adequações necessárias serão imediatamente efetuadas". Ainda de acordo com as empresas responsáveis pela construção, todas as normas de segurança exigidas pelas leis são cumpridas.
Seleções
A seleção da Costa do Marfim desembarca no Brasil por Viracopos em 6 de junho, Japão no dia 7, Argélia e Rússia, 8, e Portugal, 11. A previsão é que as delegações de Nigéria e Honduras cheguem ao país por outro local. Contudo, os voos para as partidas da Copa do Mundo serão feitos pelo terminal aéreo do interior de São Paulo.

G1

Copa vai coincidir com período em que dengue costuma diminuir

Gráfico dengue Copa (Foto: Editoria de Arte/G1)
O número de casos de dengue deve cair até o início da Copa do Mundo, o que representará um risco menor para os turistas que visitarão o país, segundo apontam especialistas. O evento vai coincidir com um período em que normalmente se observa uma queda sazonal da doença. Uma projeção feita por pesquisadores da USP e de outras instituições concluiu que, no pior dos cenários, haverá 59 ocorrências de dengue entre os 600 mil visitantes que o país deve receber durante a Copa.
Um dos autores do estudo foi o infectologista Marcelo Nascimento Burattini, professor da Faculdade de Medicina da USP e da Escola Paulista de Medicina (Unifesp). Ele explica que a primeira etapa do cálculo foi estimar o risco de contrair dengue em cada dia de permanência no país, em cada cidade-sede. Depois, estimou-se a quantidade de estrangeiros em cada cidade, durante cada dia do mundial. Foram simuladas 32 opções de roteiro, levando em conta que um visitante pode querer acompanhar os jogos de seu time pelo país e permanecer durante mais tempo nas cidades com mais atrativos turísticos.Para se chegar a esse resultado, a projeção levou em conta a média de casos de dengue registrados nas cidades-sede no mesmo período da Copa – entre 12 de junho e 13 de julho – nos quatro anos anteriores. Além disso, considerou a estimativa do número de visitantes que o país deve receber e os possíveis roteiros escolhidos pelos turistas.
Levando em conta todas essas variáveis, o cálculo concluiu que, no pior dos cenários, haverá 59 infecções entre os 600 mil visitantes; no melhor dos cenários, haverá 3 casos. Na média, o número esperado de casos entre os estrangeiros é de 33. “Talvez a gente fique muito mais próximo do limite inferior porque assumimos que os turistas tenham o mesmo risco dos residentes”, diz Burattini. Segundo ele, os turistas podem ter hábitos que configurem um risco menor de infecção em relação aos moradores.
Em um roteiro simulado pela pesquisa em que o visitante passe 4 dias em São Paulo, 12 dias em Fortaleza (para acompanhar dois jogos), 4 dias no Distrito Federal, 8 dias em Belo Horizonte (também para acompanhar dois jogos) e 5 dias no Rio de Janeiro, o risco de contrair dengue seria de 0,0335%
O especialista afirma que o pico de casos de dengue costuma ocorrer entre a 15ª e a 20ª semana do ano. A Copa terá início na 24ª semana de 2014. Um gráfico fornecido pelo Ministério da Saúde que mostra a sazonalidade da doença ao longo dos últimos cinco anos ilustra essa dinâmica (veja gráfico acima).
Mosquito da dengue aedes egypt (Foto: USDA/AP)
Alerta
Em novembro do ano passado, o mundo passou a discutir os riscos de dengue durante a Copa do Mundo quando um artigo na revista “Nature” chamou a atenção para o problema. “A dengue pode ser um problema significante em algumas das locações dos jogos, e medidas preventivas são necessárias”, afirmou o professor de epidemiologia Simon Hay, da Universidade de Oxford, no artigo. O especialista enfatizou o risco mais alto de infecção por dengue em cidades como Fortaleza, Natal e Salvador.

Intitulado “A febre do futebol pode ser uma dose de dengue”, o artigo recomenda que turistas fiquem em acomodações com telas nas janelas e ar condicionado, que usem inseticida em ambientes internos e que vistam roupas que cubram os braços e pernas para evitar a picada do mosquitoAedes aegypti, transmissor da doença.
Sazonalidade
De acordo com o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho, o padrão do número de casos de dengue ao longo do ano é determinado principalmente pelas condições climáticas. “O mosquito se prolifera principalmente em temperaturas médias de 28 a 30ºC, com umidade relativa alta. Coincide de janeiro a maio no Brasil”, diz Coelho.

Ele afirma que, este ano, o topo da curva de ocorrências já foi alcançado. “Agora existe uma tendência de queda. A tendência é que, até o final de maio, haja uma redução importante”, diz. Coelho observa que o país não será um ambiente isento do risco de doenças durante a Copa. “Mas do ponto de vista epidemiológico, há um risco baixíssimo”.
Até o dia 5 de abril, o país havia registrado 215.169 casos de dengue no ano. Em 2013, o número de casos chegou a 1.470.487. “O cenário que temos este ano é bem melhor do que o cenário do ano passado”, afirma o coordenador.
Coelho lembra que o Brasil tem um programa de combate à dengue em caráter permanente e que, em outubro do ano passado, todas as cidades-sede da copa já haviam apresentado planos de contingência contra a dengue. “A dengue é uma doença endêmica no Brasil e, embora a gente esteja em uma situação tranquila, os cuidados precisam ser mantidos”, diz.
G1

2ª Jornada Educativa de Várzea

No último dia 02 (sexta-feira), a Secretaria de Educação do Município de Várzea, juntamente com a direção da EMEIF Sandoval Rubens de Figueiredo promoveram o 2º momento da Jornada Educativa de Várzea – JEVA 2014, com mais uma formação em serviço para todos os funcionários da rede municipal.
 
O evento se desenvolveu durante todo o dia e contou com uma programação bem diversificada para atender a todos os presentes.
 
Inicialmente a equipe do Programa Saúde na Escola – PSE juntamente com o Secretário de Saúde José Francisco fizeram uma abordagem sobre uma visão didática da transmissão do conhecimento da profilaxia da dengue. Em seguida, a equipe pedagógica dividida por segmentos (Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II, e EJA I e II) trabalharam temas pertinentes à vivência didático-pedagógica dos docentes e discentes. A psicóloga Eliane Neves abordou a temática das Relações Interpessoais com o funcionalismo de apoio.
 
De acordo com a coordenadora pedagógica Maria do Socorro Santos, esse momento de busca do conhecimento para o engrandecimento da educação no município têm significativa importância no calendário da educação de Várzea.
 
Fonte: http://www.varzea.pb.gov.br/

Dia dedicado à realização de ultrassonografias


A Prefeitura de Várzea, através da Secretaria Municipal de Saúde, realizou no último dia 02 de maio um dia dedicação à realização de ultrassons para a comunidade em geral.


Ao todo foram realizados 28 exames, sendo 07 obstétrica, 06 de abdome total, 02 de tireoide, 03 de próstata, 02 transvaginal, 04 mamárias e 04 pélvicas.

“A realização dessas ultrassonografias consiste em uma realização de complemento, possibilitando a melhor assistência de qualidade ao usuário do SUS, para que assim seja preciso e tenha melhor diagnóstico diante o seu processo”, comentou o Enfermeiro e Coordenador de Atenção Básica Fernando Régis.

Fonte: http://www.varzea.pb.gov.br/

Nível do Sistema Cantareira volta a cair e chega à marca dos 8,9 %

O nível acumulado no Sistema Cantareira caiu para 8,9 % neste domingo (11), segundo relatório divulgado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Nos últimos sete dias, o reservatório perdeu 1,2 pontos percentuais de sua capacidade. Diante da falta de chuvas, o governo decidiu antecipar o uso da água que sobrou no fundo do sistema Cantareira, o chamado "volume morto".
O volume morto é um reservatório que abriga 400 milhões de metros cúbicos de água – quantidade suficiente para elevar o nível do sistema em 18,5%, segundo técnicos da Sabesp.Nesta quinta (8), o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que a água do volume morto do reservatório deve começar a ser utilizada pela Sabesp no dia 15 de maio. "A utilização da reserva técnica provavelmente começará no dia 15 de maio", afirmou.
O reservatório nunca foi utilizado, mas o governo estadual realizou obras para conseguir bombear a água após o nível do Sistema Cantareira atingir os menores índices da história e ficar abaixo dos 10%.
A Sabesp faz um serviço emergencial desde o dia 17 de março para retirar água do fundo dos reservatórios do Cantareira. Segundo a companhia, o "volume morto" poderá abastecer a Grande São Paulo por quatro meses. A obra está orçada em R$ 80 milhões e vai tornar útil uma reserva de 300 bilhões de litros de água que fica abaixo do nível das comportas.
Conta mais cara
No dia 22 de abril, Alckmin anunciou que os moradores da Grande São Paulo abastecidos pelo Sistema Cantareira terão um acréscimo na conta de água caso aumentem o consumo. De acordo com o governador, o usuário que gastar acima da média em maio pagará 30% a mais em junho. Já os consumidores de 31 cidades atendidas pela Sabesp que conseguirem economizar 20% receberão um desconto de 30%.

Alckmin voltou a explicar que a economia de água em cidades abastecidas por outros sistemas podem contribuir para atender bairros originalmente cobertos pelo Cantareira. Segundo o governador, os sistemas Alto Tietê e Guarapiranga aliviaram a situação do Cantareira. A partir de setembro, o Riacho Grande também deverá atuar nesse sentido. 
Falta de água
Moradores da Zona Norte de São Paulo dizem que fornecimento é interrompido à noite desde março. Segundo relatos, há falta de água entre o fim da tarde e o início da manhã. O fornecimento é retomado somente após 6h dos dias seguintes. Eles reclamam de não terem sido informados sobre o desligamento da água. O governo de São Paulo, entretanto, nega que clientes da Sabesp sejam afetados por racionamento.

G1
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