quarta-feira, 28 de maio de 2014

Médicos são afastados após morte de jovem atendida cinco vezes em SP

Gabriela Zafra, de 16 anos, morreu após ser atendida cinco vezes em unidades de saúde de Ribeirão Preto (Foto: Reprodução/Facebook)
Os médicos que atenderam a estudante Gabriela Zafra, de 16 anos, morta com suspeita de meningite após ter sido atendida por cinco vezes em três unidades de saúde de Ribeirão Preto (SP), foram afastados das funções. A confirmação foi feita pelo secretário municipal da Saúde, Stênio Miranda, ao prestar esclarecimentos sobre a gestão e a estrutura da Saúde na cidade aos vereadores na noite de terça-feira (27). "É uma resposta à família e à população, e de cautela para os médicos", afirmou.

Miranda disse suspeitar que a causa da morte de Gabriela foi meningococcemia, infecção generalizada provocada pela mesma bactéria que causa a meningite. A jovem sofreu uma parada cardíaca e morreu na madrugada do dia 16 de maio, dentro de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), após ter sido diagnosticada com caxumba, torcicolo, intoxicação alimentar e virose.
"Eu já achava que não era meningite. Depois, pela forma como evoluiu, como iludiu os profissionais. O diagnóstico de meningite não é difícil, existem protocolos para isso, ela se manifesta com dor de cabeça e vômitos", destacou o secretário, sem assumir que houve falha ou negligência por parte da equipe médica. "O erro que nós podemos apontar é que é preciso maior humanização no atendimento, mais solidariedade."
Investigação
A Polícia Civil, o Ministério Público e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp)investigam a morte de Gabriela. A Prefeitura de Ribeirão Preto também formou uma comissão técnica para apurar todas as condutas adotadas pelas equipes médicas que atenderam a adolescente. O secretário municipal da Saúde disse, no entanto, que não analisou os prontuários da vítima porque deseja que essa comissão tenha independência na investigação.

"Eu entendi que os documentos deveriam ficar a cargo da comissão técnica que eu nomeei, para que eles pudessem trabalhar de forma imparcial e livre, sem que pairasse qualquer suspeita de pressão da minha parte", afirmou Miranda.
O secretário declarou, ainda, que somente após a conclusão dos estudos da comissão técnica é que a pasta avaliará a possibilidade de instaurar uma sindicância sobre o caso. "Não procuramos culpados, não queremos neste momento apontar culpados, queremos rever procedimentos, atitudes e comportamentos. Se isso [a apuração] mostrar um culpado, ele será responsabilizado."
Médicos insuficientes
Na última sexta-feira (23), após um protesto de amigos e familiares de Gabriela na porta do Palácio Rio Branco, sede da Prefeitura de Ribeirão Preto, a prefeita Dárcy Vera (PSD)admitiu ao irmão da jovem que houve falha por parte da equipe médica que atendeu a adolescente. Dárcy determinou que fosse feita uma pesquisa para identificar as principais dificuldades enfrentadas pelos gerentes das unidades e também para avaliar o nível de satisfação dos pacientes.

A crise na Saúde na cidade se arrasta desde o fim do ano passado. Em janeiro, funcionários da Unidade Básica de Saúde (UBS) Waldemar Barnsley Pessoa, no bairro Parque Ribeirão, suspenderam os atendimentos, protestando contra a falta de segurança no local. Menos de um mês depois, todos os servidores da pasta entraram em greve, depois que a redução da jornada de trabalho de 36 horas para 30 horas semanais foi suspensa pela prefeita, por 180 dias.
Questionado pelos vereadores durante 2h20 sobre a estrutura da pasta, o secretário da Saúde assumiu que não há médicos suficientes para atender à demanda de pacientes, principalmente nos casos de urgência e emergência.
"Nosso contingente não é suficiente, nunca foi para cobertura integral de todas as escalas. Tanto não é [suficiente] que todos sempre ouviram que não há médicos, tal lugar está sem plantonista, etc. Além disso, os médicos submetidos a um regime contínuo e intenso buscam com frequência desligar-se desse tipo de serviço, ou pleiteando outras vagas ou mesmo se desligando. Há uma rotatividade muito grande."
G1

Comitê anticrise quer que Sabesp reavalie retirada de água do Cantareira

 O governador de São Paulo, Geraldo   Alckmin (PSDB), acionou esta manhã as   bombas de captação do volume morto da   Represa Jaguari Jacareí, na divisa dos   municípios de Joanópolis e Piracaia,   que fazem parte do Sistema Cantareira (Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo)
O comitê anticrise que acompanha o esvaziamento do Sistema Cantareira recomendou à Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) que reavalie a sua operação no sistema.
Segundo comunicado publicado na terça-feira (27) pelo grupo técnico, gerido pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Departamento de Água e Energia Elétrica (Daee) de São Paulo, a Sabesp deve levar em conta um "cenário mais desfavorável" ao realizar planos de extração de água dos reservatórios.
A quantidade de água que entrou no sistema nesse ano foi 28% menor do que o mínimo registrado entre 1930 e 2013, segundo o comunicado. O pedido do comitê é que a Sabesp considere cenários ainda piores para determinar quanta água vai retirar das represas a cada mês.
Além disso, o comitê pede que o cenário seja reavaliado a cada 15 dias pela Sabesp para "garantir condições mínimas operacionais ao Sistema até 30 de novembro de 2014".A previsão atual é de retirar dos quatro principais reservatórios do Cantareira 22,2 mil litros por segundo em média até novembro. Este mês é quando acabaria o volume morto, bombeado desde o dia 15 numa tentativa de contornar a falta de água nas represas. O governo conta a próxima estação de chuvas, que começa em outubro, possa encher as represas.
A redução na retirada de água das represas do Cantareira já vem sendo adotada desde o início do ano. No dia 13 de março, a vazão captada passou de 33 metros cúbicos por segundo para 27,9 metros cúbicos por segundo, por determinação da ANA.
A Sabesp informou que os números referentes à vazão de água do Sistema Cantareira estão sendo reavaliados pela companhia e serão apresentados na próxima reunião do comitê anticrise.
Sistema Cantareira
Nesta terça-feira (28), o volume acumulado do Cantareira chegou a 25,3% após dia com 0,1 milímetro de chuva. Desse total, 18,5% vem do fundo dos reservatórios, o chamado 'volume morto', que começou a ser usado em 15 de maio.

A falta de chuvas continua sendo um fator fundamental para o desabastecimento. Em maio, a pluviosidade registrada no Sistema Cantareira foi de 37,3 mm. O esprado para o mês, no entanto, é 83,2 mm.
G1

Universitária é presa suspeita de roubo a caixas eletrônicos no ES

Universitária, Luara Viali Silva de 23 anos, é presa suspeita de roubo a caixas eletrônicos no ES (Foto: Reprodução/ Facebook)
A estudante de direito Luara Viali Silva, 23 anos, o namorado, Anderlan Michel Chagas, de 33 anos, e o cunhado, Andreivid Chagas Costa, de 23, foram presos nesta terça-feira (26) suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em arrombamento de caixas eletrônicos.
A prisão do grupo aconteceu no bairro São Geraldo, em Cariacica, região Metropolitana de Vitória. Segundo a Polícia Civil, os três agiam em parceria com outros quatro suspeitos, que são de fora do Espírito Santo, provocando um prejuízo que ultrapassa R$ 2 milhões. Para a polícia, a quadrilha é responsável por pelo menos 13 crimes semelhantes, desde 2012. Os outros quatro suspeitos estão foragidos. Os irmãos presos não quiseram falar com a imprensa e a jovem não foi apresentada.
De acordo com levantamentos da Delegacia de Roubo a Banco do Espírito Santo, o grupo participou do arrombamento do caixa eletrônico localizado dentro de um supermercado, no bairro Jardim América, em Cariacica. O crime aconteceu na noite de domingo (25), quando foram roubados mais de R$ 80 mil.
Flagrante
A universitária, Luara Viali Silva, o namorado e o cunhado foram autuados em flagrante pelo crime de furto qualificado e associação para o crime. A estudante não foi apresentada à imprensa. Já os irmãos não quiseram dar declarações a respeito da detenção. Os dois foram encaminhados para o Centro de Triagem de Viana, e a jovem para o presídio feminino.

Irmãos são presos, suspeitos de arrombamento a caixa eletrônico no Espírito Santo (Foto: Marcos Fernandez/A Gazeta)
Segundo a polícia, a estudante cursa o 7º período de Direito, em uma faculdade particular de Cariacica. Ela também integrava o quadro de funcionários da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), onde ocupava cargo comissionado, em função administrativa. A Sejus informou que a suspeita foi exonerada no dia 23 de abril.
Segundo a polícia, a jovem chamava a atenção dos comparsas a não conversarem ao telefone. “Ela usava o que aprendia no dia a dia do trabalho para orientar os demais. Além disso, todo o material para a prática dos crimes foram recolhidos na casa onde ela reside”, explicou o delegado.
Quadrilha age em todo o país
O trio formado pela universitária, o namorado e o cunhado trabalhava em conjunto com uma quadrilha que age em todo o Brasil. Cada integrante possuía uma função específica dentro do grupo. Segundo a polícia, os irmãos eram responsáveis em analisar o local antes da ação, dar cobertura enquanto os demais criminosos abriam o caixa e, posteriormente, fuga. Já para os outros integrantes, a função era abrir os caixas e, quando necessário, render os vigilantes.

Os quatro possuem mandados de prisão por roubo e arrombamento. Eles são do Pará, de acordo com as investigações, mas teriam praticado arrombamentos a caixas eletrônicos em todo o país.
Terminais de prefeituras são assaltadosPara a polícia o elo entre o quarteto, os irmãos e a universitária é uma outra estudante de Direito. A jovem é aluna do 9º período do curso, atua como estagiária de um fórum e não foi encontrada pela polícia. Como não havia mandado de prisão, o nome dela não será divulgado.
No Espírito Santo, quatro alvos do grupo foram caixas eletrônicos instalados dentro de prédios que sediam as prefeituras municipais, nas cidades de Anchieta, Linhares, Cariacica e Piúma.
Nesses casos, os vigilantes dos locais eram rendidos por dois integrantes da quadrilha, armados com pistolas. “Os quatro indivíduos de fora do estado ficam com cerca de 90% do ‘lucro’ do roubo. Todos possuem mandados de busca e apreensão por crimes anteriores, ou seja, são considerados foragidos. Para o restante do grupo, cabia cerca de R$ 20 mil por pessoa”, destacou o delegado Aéliston Azevedo.

Para os irmãos detidos, as parcelas de participação renderam luxo. De acordo com a polícia, um deles comprou apartamento em Itaparica e possuía um carro de luxo. Antes dos ataques aos caixas eletrônicos, há cerca de um ano, ele trabalhava como vendedor de churrasquinho. “Foi enquanto vendia os churrascos que conheceu os demais integrantes do bando”, detalhou Azevedo.As cifras levadas pelo bando desde 2012 já somam R$ 2 milhões. Por exemplo, somente em um dos arrombamentos, em Jacaraípe, na Serra, foram levados R$ 382 mil.

Na casa onde foram presos os três suspeitos, os policiais encontraram um verdadeiro arsenal para abrir a estrutura dos caixas eletrônicos. Foram recolhidos maçarico, gás de acetileno, pé de cabra, alicates e demais ferramentas para a prática dos crimes.
A polícia acredita que os quatro suspeitos que estão foragidos possam ser reconhecidos por vítimas dos roubos.

'Forbes' coloca Dilma Rousseff em 4º lugar entre mulheres mais poderosas

A presidente Dilma Roussef é a quarta mulher mais poderosa do mundo, segundo lista de revista "Forbes" divulgada nesta quarta-feira (28).
A lista inclui mais duas brasileiras, a presidente da Petrobras, Graça Foster (16ª), e a modelo Gisele Bundchen (89ª).A presidente brasileira caiu duas colocações em relação a 2013, quando ficou em segundo lugar, atrás apenas da chanceler alemã, Angela Merkel - que voltou a ficar em primeiro lugar em 2014, pelo quarto ano seguido. Aos 59 anos, Merkel liderou o ranking em nove de suas 11 edições.
A segunda colocada este ano foi Janet Yellen, presidente do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. É a primeira vez em que ela aparece na lista. Melinda Gates, que preside ao lado do marido a Bill and Melinda Gates Foundation, ficou em quarto lugar.
Em quinto ficou Christine Lagarde, diretora do Fundo Monetário Internacional. Os dez primeiros lugares se completam com Hillary Clinton, ex-secretária de Estado dos EUA, Mary Barra, CEO da General Motors, Michelle Obama, primeira-dama dos EUA, Sheryl Sandberg, CEO do Facebook e Virginia Rometty, CEO da IBM. 
A “Forbes” descreve Dilma como uma das mais poderosas chefes de Estado do mundo já no fim de seu primeiro mandato como presidente. A publicação cita a realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos no Brasil, e lembra das recentes críticas feitas pela brasileira contra a espionagem praticada pelos Estados Unidos.
"Rousseff criticou os Estados Unidos durante o discurso de abertura na Assembleia Geral da ONU no ano passado pela espionagem e cancelou uma visita de Estado, após informações de que a NSA interceptava seus e-mails", recorda a revista.
O ranking de 2014 da prestigiosa revista americana inclui nove chefes de Estado, entre elas a presidente argentina Cristina Kirchner (19ª) e sua colega chilena Michelle Bachelet (25ª).
Duas colombianas também aparecem na lista, a atriz Sofía Vergara (32ª) e a cantora Shakira (58ª).
Na lista há mulheres de 28 nacionalidades e 17 estreantes, lideradas pela presidente do Fed, Janet Yellen, que aparece de cara no segundo lugar.
A mais jovem é a artista Lady Gaga, de 28 anos e que aparece no 67º lugar, e a mais velha é a rainha Elizabeth II da Inglaterra (88 anos, em 35º lugar).
G1

Paralisação de rodoviários atinge quatro capitais nesta quarta

Policiais militares garantem a saída dos   ônibus da frota regular das garagens e   realizam a escolta pelas ruas de Salvador (Foto: Edson Ruiz/COOFIAV/Estadão Conteúdo)
A paralisação de rodoviários atinge quatro capitais do país na manhã desta quarta-feira (28): Rio, Salvador, São Luís e Florianópolis. A categoria reivindica reajuste salarial, benefícios e melhores condições de trabalho, como o fim da dupla jornada de motoristas que acumulam a função de cobradores.
Nas últimas paralisações – a primeira, no dia 8, e a segunda, nos dias 13 e 14 – manifestantes depredaram mais de 700 ônibus. Desta vez, até as 7h20, não havia sido registrado nenhum episódio de violência. Segundo a liderança do movimento grevista, não houve avanço nas negociações com as empresas. Os dissidentes rejeitam o acordo firmado em março entre o Sintraturb (Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus do Rio de Janeiro) e o Rio Ônibus, que estabeleceu aumento de 10% no salário retroativo a abril, elevando o salário-base do motorista para cerca de R$ 1.950. Os rodoviários dissidentes pedem aumento de 40% – passariam a receber quase R$ 2,5 mil – e cesta básica de R$ 400 – era de R$ 100 e subiu para R$ 140. Outra reivindicação é o fim da dupla função, na qual motoristas também trabalham como cobradores. Segundo eles, o Sintraturb não consultou a categoria ao aceitar o acordo com as empresas, mas o sindicato nega.
Rio
Esta é a terceira paralisação dos rodoviários dissidentes no Rio, e começou nesta quarta com menor impacto que o esperado: segundo o Rio Ônibus, sindicato que representa as empresas, 90% da frota estava nas ruas no início da manhã. Passageiros ouvidos pelo G1 na Central do Brasil enfrentavam filas e coletivos lotados, mas o número de veículos disponíveis era, de fato, muito superior ao dos outros dias de greve. O Metrô na Superfície – serviço complementar de ônibus do Metrô Rio – não estava funcionando no começo da manhã, o que prejudicava passageiros principalmente na Zona Sul.Acompanhe a situação no Rio em tempo real.

Salvador
A capital baiana amanheceu sem ônibus pelo terceiro dia seguido. A Polícia Militar reforçou a segurança dos coletivos em garagens da cidade. Até as 6h40, não havia sido registrada nenhuma ocorrência em Salvador. Escoltados pela PM, alguns veículos começaram a deixar as garagens das empresas por volta das 7h.

Há três dias, a população da capital tem recorrido ao transporte alternativo, como vans e mototáxis, e a 300 micro-ônibus que rodam nas principais avenidas. Na terça-feira (27), a Justiça bloqueou bens do Sindicato dos Rodoviários, e Salvador ficou sem um único ônibus da frota tradicional nas ruas. O julgamento do dissídio da categoria está marcado para as 10h desta quinta-feira (29). A última proposta feita aos rodoviários foi do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que ofereceu 9% de reajuste salarial e R$ 17 no ticket-alimentação, mas os rodoviários pedem 12% de aumento e jornada de 6h40, com descanso de 20 minutos. Siga a situação em tempo real.
São Luís
A capital maranhense amanheceu sem ônibus nas ruas pelo segundo dia seguido nesta quarta-feira. Não houve acordo entre patrões e empregados em reunião na noite de terça-feira. Uma nova negociação na Justiça do Trabalho deve ocorrer nesta quarta. A Prefeitura de São Luísdescartou qualquer possibilidade de reajuste nas tarifas do transporte coletivo.

Os rodoviários apresentaram uma segunda proposta às empresas, diminuindo o percentual de reajuste de 16% para 11% e mantendo os pedidos de aumento do ticket-alimentação para R$ 500 por mês, inclusão de um dependente no plano de saúde e implantação de plano odontológico. Mesmo assim, os empresários não cederam.
Florianópolis
Desde a 0h até as 8h desta quarta-feira, apenas cinco ônibus saíram das garagens das empresas de transporte coletivo na Grande Florianópolis. Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Urbano da Região Metropolitana de Florianópolis (Sintraturb), Antônio Carlos Martins, as nove empresas da região e os 5 mil funcionários aderiram à paralisação.

A principal reivindicação da categoria é evitar uma possível demissão de 350 cobradores, em decorrência da automatização das catracas. A prefeitura nega que haverá demissão de trabalhadores do sistema. Nesta manhã, foram colocadas 200 vans nas ruas para fazer o transporte da população na capital catarinense. Até as 8h, o movimento era tranquilo na cidade.Acompanhe a situação em tempo real.
Greve de metroviários aprovada em SP
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo – que representa funcionários do Metrô nas linhas 1, 2, 3 e 5 da capital paulista – aprovou greve em assembleia realizada na terça-feira. A paralisação está prevista para a quinta-feira da semana que vem, dia 5 de junho.

Antes disso, porém, a categoria tentará uma conciliação na Justiça do Trabalho e fará uma assembleia, ambas no dia 4, e poderá trocar a greve por catraca livre (fazer com que os passageiros usem o transporte sem pagar). O sindicato pede 35,47% de reajuste (7,95% de inflação mais 25,5% de aumento real), elevação de 13,25% para o vale-refeição, vale-alimentação de R$ 379,80 (atualmente é de R$ 247,69), plano de carreira, Metrus Saúde para aposentados, reposição do quadro de funcionários e PR (participação nos resultados) igualitária. De acordo com os metroviários, após cinco reuniões de negociação dizendo não às reivindicações da categoria, a empresa ofereceu apenas 5,20% de reajuste.
G1
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