sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Corpo do humorista Fausto Fanti é velado nesta sexta em Petrópolis, RJ

Corpo de Fausto Fanti é velado na capela do Cemitério Municipal de Petrópolis (Foto: Andressa Canejo / G1)
O corpo do humorista Fausto Fanti está sendo velado nesta sexta-feira (1º) em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, na capela mortuária B, na funerária da Rua Montecaseiros, no Centro. O corpo do petropolitano, que também foi velado em São Paulo, chegou ao município no início desta madrugada, pouco antes de 1h. Segundo informações da funerária responsável pelo enterro, o velório será aberto para o público a partir das 9h.O enterro está marcado para as 16h no Cemitério Municipal, no Centro.

Segundo informações da investigação, o humorista deveria ter ido buscar a filha de 8 anos na escola, mas não foi. A mulher de Fausto tentou falar com o comediante, mas não teve retorno.Fausto Fanti, um dos integrantes do grupo 'Hermes e Renato', foi encontrado morto nesta quarta-feira (30) no apartamento onde morava em Perdizes, São Paulo, pelo amigo de infância e também integrante do grupo, Adriano Silva, que interpretava o personagem Joselito.

Fausto Fanti no 'Documento Trololó' (Foto: Divulgação/MTV)

Ela então ligou para Adriano, que foi até o apartamento do amigo e pediu ajuda do síndico do prédio para entrar no imóvel. Segundo os investigadores, ele estava com um cinto no pescoço. Ainda de acordo com a polícia, que trabalha com a hipótese de suicídio, Fausto estaria se divorciando da esposa. A informação não foi confirmada pela família e amigos do humorista.

Sobre 'Hermes e Renato'
O grupo 'Hermes e Renato' foi criado em Petrópolis, em 1990. Conhecido por ter um humor escrachado, por fazer paródias de diversos programas de TV, além de outras criações de personagens, a atração acabou indo parar na MTV, em 1999, onde fez sucesso com personagens como o Palhaço Gozo, Boça e Joselito, além da banda fictícia Massacration. Depois de uma década no ar, o grupo foi contratado pela Record e teve que mudar de nome para Banana Mecânica. No ano passado, eles assinaram contrato com os canais Fox, onde estreariam uma série no canal FX, ainda neste ano.
G1

Girafa morre na África do Sul após se chocar contra uma ponte

Usuário do Twitter fotografou girafas pouco antes do acidente em Joannesburgo (Foto: Thinus Botha/BBC)
Uma organização de defesa dos animais da África do Sul investiga a morte de uma girafa, que foi ferida ao ser transportada em uma rodovia em Johannesburgo. Testemunhas disseram que a cabeça de uma das girafas que estava no caminhão se chocou contra um viaduto.
Segundo a Sociedade Nacional pela Prevenção da Crueldade contra os Animais, os bichos eram levados ao veterinário e, com o impacto, uma delas morreu ao dar entrada na clínica.
Revolta
O incidente provocou comoção e muita revolta no Twitter. Um usuário, Thinus Botta, tuitou que estava em um carro atrás do caminhão com as girafas, quando o animal se chocou contra a ponte. "Tinha sangue por todos os lados", tuitou Botta.

A associação informou que a girafa tinha um ferimento na cabeça, mas que seria necessário realizar uma autópsia para confirmar a causa da morte.
G1

Ofensiva israelense devolve Hamas à cena política

29/7 - Palestino joga uma bandeira sobre os destroços da casa de Ismail Haniyeh, um dos líderes do Hamas, atingida por míssil israelense antes do amanhecer desta terça-feira (29) na Cidade de Gaza (Foto: Finbarr O'Reilly/Reuters)
Após a deposição em julho de 2013 de seu protetor egípcio, o presidente islamita Mohamed Morsi, e a chegada ao poder de Abdel Fatah al-Sissi, o Hamas ficou cada vez mais isolado e debilitado.O movimento islamita palestino Hamas, que até algumas semanas atrás estava encurralado, agora pode obter benefícios políticos e diplomáticos da ofensiva israelense contra a Faixa de Gaza, que já deixou mais de 1.450 palestinos mortos, segundo analistas palestinos e israelenses.
Egito de Sissi, adversário do movimento Irmandade Muçulmana, do qual o Hamas é proveniente, fechou ou destruiu os túneis de contrabando entre Gaza e Egito, que representavam as poucas fontes de oxigênio neste enclave submetido desde 2006 a um bloqueio israelense.
O descontentamento social começou a crescer neste território superpovoado de 362 km2, que o Hamas controla há sete anos e onde não consegue pagar seus cerca de 40.000 funcionários. O desemprego alcança 40% da população economicamente ativa.
"A guerra devolveu o Hamas à cena política, tanto no plano regional quanto no plano internacional", afirmou à AFP Adnan Abu Amer, cientista político da universidade Umma de Gaza.
'Hamas não se rende'
Para Mujaimer Abu Sada, professor de Ciência Política na universidade Al-Azhar de Gaza, "a população de Gaza passou da morte lenta que o bloqueio lhe infligia à resistência contra Israel".

Neste contexto, o Hamas soube fazer propaganda dos êxitos de seus combatentes, como um ataque realizado através de um túnel que matou cinco soldados israelenses ou a paralisia quase total do tráfego aéreo no aeroporto israelense Ben Gurion como consequência de um de seus foguetes.
Os 25 dias de bombardeios maciços israelenses não terminaram, no entanto, com a ameaça militar do Hamas, que conta com 20 mil combatentes, segundo o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos britânico (IISS).
Embora o exército israelense tenha anunciado a morte de centenas deles, não conseguiu matar nenhum chefe importante do braço armado do movimento islamita.
"O Hamas não se rendeu. Seus combatentes continuam com o lançamento de foguetes contra Israel" e "realizam uma luta sangrenta para proteger seus túneis", reconhece o general israelense na reserva Yaacoov Amidror, em uma nota do Centro Begin-Sadate de Estudos Estratégicos israelense.
Os 3 mil foguetes lançados pelo Hamas, que deixaram apenas três mortos, conseguem manter, no entanto, um clima de medo, em especial no sul de Israel.
"O fato de que conseguiram ferir Israel aumentou a popularidade do Hamas", afirma Jamal al-Fadi, cientista político da universidade de Gaza, que alerta, no entanto, que o movimento islamita deve agora "agir com pragmatismo e capitalizar politicamente seus êxitos militares".
Segundo o editorialista do jornal israelense Yediot Aharonot, Nahum Barnea, inclusive no caso de uma trégua duradoura, Israel deverá aceitar duas concessões: o reconhecimento do governo de unidade palestino, apoiado pelo Hamas, e um levantamento parcial do bloqueio em Gaza.
Para Aharonot, "este é o preço que Israel deverá pagar ao fim de suas operações".
G1

Facebook fica fora do ar, pede desculpa e usuários reclamam

Facebook ficou fora do ar para manutenção (Foto: Reprodução/Facebook)
O site da rede social Facebook enfrentou instabilidade nesta sexta-feira (1), o que tem dificultado e impossibilitado o acesso. Por volta das 13h20, a página inicial do Facebook passou a exibir uma tela de erro: "Desculpe, algo está errado. Nós estamos trabalhando para consertar o mais rápido possível". O acesso retornou às 13h32.
De acordo com o site Is it down right now (Fora do ar agora), que checa o tempo de resposta de páginas na internet, a rede social deixou de responder por volta das 13h10, para manutenção, e ficou instável até 13h32. Segundo o mesmo serviço, o site voltou às 13h15 para algumas pessoas, mas saiu do ar para todos, minutos depois. Usuários reclamaram no Twitter sobre lentidão no acesso ou impossibilidade de entrar no Facebook e também no Instagram, aplicativo de fotos, que pertence ao Facebook.
O Facebook comentou o problema em comunicado. "Estamos cientes de que algumas pessoas estão com problemas para acessar o Facebook. Estamos trabalhando para normalizar o serviço o mais rápido possível”, diz a empresa. A causa da instabilidade não foi oficialmente divulgada.Usuários afirmaram conseguir entrar no site, mesmo com ele saindo ar, usando o endereço beta.facebook.com. Eles relataram o fato em outras redes sociais.
G1

ONU exige libertação de soldado israelense sequestrado em Gaza

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, exigiu nesta sexta-feira (1º) a libertação imediata do soldado israelense sequestrado em Gaza e condenou "nos termos mais fortes as informações sobre a violação" do cessar-fogo pelo Hamas.
Em um comunicado, ele ressaltou que a quebra da trégua em Gaza prejudica a credibilidade do que o Hamas diz às Nações Unidas.
O fim do cessar-fogo foi motivado, segundo o Exército israelense, pelo sequestro de um de seus soldados durante uma operação em túneis da fronteira entre a Faixa de Gaza eIsrael.
Palestinos correm para se proteger em meio a bombas de gás lacrimogêneo atirada por soldados israelenses durante protesto contra a ofensiva na Faixa de Gaza, perto da prisão militar israelense de Ofer, na região de Ramallah, Cisjordânia (Foto: Majdi Mohammed/AP)
Duas horas depois da entrada em vigor do cessar-fogo, as sirenes voltaram a soar em Israel para avisar de um disparo de míssil perto de Rafah, e a artilharia israelense respondeu prontamente, evidenciando a crescente volatilidade da situação.

Em combates nesta sexta, pelo menos 50 palestinos morreram, assim como dois israelenses.
Um palestino foi morto pelas forças israelenses durante confrontos na Cisjordânia, informaram fontes de segurança.

Soldado capturado
Segundo um porta-voz das Forças Armadas de Israel, dois soldados foram mortos e um capturado por militantes palestinos durante o confronto em Rafah, no sul da Faixa de Gaza.
“Forças operando para desmantelar um túnel foram atacadas. As indicações iniciais são de que um soldado foi sequestrado por terroristas durante a operação”, disse o tenente-coronel Peter Lerner. O militar foi identificado como o subtenente Hadar Doldin.

O sequestro de Doldin, de 23 anos, levou as forças armadas israelenses a declarar rompida, poucas horas depois do início, a trégua de 72 horas acertada com o movimento islamita Hamas.

Os militares israelenses disseram que, passados 90 minutos da entrada da trégua em vigor – enquanto famílias palestinas que fugiram de bairros transformados em campos de batalha começavam a caminhar para casa –, militantes atacaram soldados que rastreavam a região em busca de túneis no sul da Faixa de Gaza.
"De um ponto de acesso do túnel ou vários pontos, terroristas saíram da terra. Pelo menos um era um terrorista suicida, que se explodiu. Houve uma troca de tiros", disse o tenente-coronel Peter Lerner, porta-voz militar. Dois soldados israelenses foram mortos.
Com o fim da trégua e anuncio do possível sequestro, o Egito, país mediador na guerra entre Israel e o Hamas, informou às autoridades palestinas que decidiu adiar as negociações previstas no Cairo. "Os egípcios contactaram a Jihad Islâmica e disseram que Israel lhes informou sobre a captura de um soldado", afirmou Ziad al-Najal. "As negociações foram adiadas", acrescentou.
G1
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