segunda-feira, 26 de setembro de 2011

República e Luz passam a operar no horário integral da Linha-4


Do G1 SP
Estação República foi inaugurada em 15 de setembro (Foto: Daigo Oliva/G1)Estação República da Linha 4-Amarela foi inaugurada em 15 de setembro (Foto: Daigo Oliva/G1)
As estações República e Luz, da Linha 4 – Amarela do Metrô, terão horário de funcionamento ampliado nesta segunda-feira (26). Segundo a ViaQuatro, concessionária responsável pela linha, o novo horário será o mesmo do restante da linha, das 4h40 à meia-noite. Aos sábados, a operação se estende até a 1h de domingo.
As estações foram inauguradas em 15 de setembro. Segundo a concessionária, com a ampliação do horário a demanda deve chegar a 500 mil passageiros por dia até o fim deste ano. Em 2012, a média de passageiros na Linha 4-Amarela deve atingir 700 mil passageiros a cada dia.
O volume de passageiros pode cair em até 20% nas estações Sé e Paraíso.
Atualmente, os passageiros que usam a Linha 4 - Amarela já podem fazer a integração com as linhas 1 - Azul (Jabaquara-Tucuruvi), 2 - Verde (Vila Prudente-Vila Madalena) e 3 - Vermelha (Corinthians/Itaquera - Palmeiras/Barra Funda), respectivamente, nas estações Luz, Paulista e República, além de integração com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) nas estações Pinheiros e Luz.
Novas estações
Com 22 mil m², a Luz é a maior estação da Linha Amarela. Nela, as composições passam sob a Linha Azul do Metrô e os trens da CPTM. A nova estação tem três pavimentos, interligados por elevadores e 20 escadas rolantes. As barreiras de conexão entre as linhas não têm catracas – a contagem dos passageiros é feita por sensores.
Como em todas as estações da Linha 4-Amarela, há também as portas de plataforma, que separam a área de espera dos passageiros dos trilhos.
Na República, a conexão entre as linhas Amarela e Vermelha do Metrô fica no 1º subsolo. Nas portas de plataforma, os usuários podem visualizar o desenho de toda a Linha Amarela, com as estações já entregues em negrito. As estações Vila Sônia, São Paulo/Morumbi, Fradique Coutinho, Oscar Freire e Higienópolis/Mackenzie fazem parte da segunda fase da linha, com inauguração prevista até 2014.

Estudante vai fazer Enem dois anos após perder a prova para dar à luz


É a terceira vez que Polyana Maria Torres Paulino, de 23 anos, se inscreve para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Este ano a meta é concluir os dois dias de exame. Na primeira vez, em dezembro de 2009, Polyana estava grávida de nove meses e teve de deixar o primeiro dia de prova após uma hora do início porque sua bolsa estourou.
Do campus da Uniban, em São Bernardo do Campo, no ABC, ela seguiu para o Hospital Municipal Universitário da cidade levada por uma viatura da Polícia Militar. Sarah Noemy Torres Paulino nasceu horas mais tarde de uma cesariana.
Polyana e Sarah (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)Polyana se divide entre os estudos e os cuidados com a filha Sarah (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)
Polyana imaginava que o nascimento da primeira filha fosse acontecer pelo menos dez dias mais tarde. Quando se inscreveu para o Enem, de olho em uma bolsa de estudos do Programa Universidade para Todos (ProUni), previa que a prova seria realizada em outubro. Mas foi neste ano que ocorreu um suposto vazamento do exame e o Ministério da Educação adiou o Enem para o mês de dezembro.
"Não imaginava que a bolsa fosse estourar durante a prova. Já tinha feito umas 19 questões e senti um corrimento. Não me preocupei, mas em seguida aumentou. Vi a água descendo pela cadeira e chamei o fiscal, mas sem alarde. Fiquei morrendo de vergonha", lembra Polyana. A estudante conta que neste momento não sentiu qualquer dor, mas estava constrangida por conta da calça molhada pelo líquido amniótico e por ter chamado atenção de todos ao redor.
No hospital, a filha de Polyana ficou conhecida como 'Enéia' pelos funcionários e médicos. "Todo mundo começou a brincar com essa história de ela ter praticamente nascido no meio prova. Até hoje eu sempre conto para o amigos."
Polyana Maria estuda em casa (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)Polyana estuda em casa para se preparar para o
Enem (Foto: Vanessa Fajardo/ G1)
Novas tentativas
Mesmo realizada com a maternidade, Polyana não desistiu de estudar. No ano passado, se inscreveu novamente para o exame mas não conseguiu participar porque na ocasião seu marido estava trabalhando e não havia ninguém para cuidar de Sarah. Neste ano, na terceira inscrição, garante que nada a impedirá de concluir o exame. O objetivo é conseguir uma bolsa de estudos para cursar engenharia civil, já que a mensalidade não cabe no orçamento familiar.
Polyana se formou em curso técnico de enfermagem, mas nunca atuou. Acredita que em engenharia terá mais oportunidades profissionais. Para se dar bem no Enem, estuda em casa conciliando livros e cadernos com cuidados da filha Sarah. Em 2009, morava no interior de Minas Gerais, e antes de se mudar para o ABC tinha feito cursinho pré-vestibular para conseguir uma boa pontuação no Enem.
"Não me arrependo de ter parado a prova e sair correndo para o hospital, mas na época estava mais bem preparada que agora. Tenho certeza que teria conseguido uma boa nota e uma bolsa na faculdade", diz. Apesar de sonhar com uma vaga no ensino superior, Polyana acredita que nada vai superar a alegria de ser mãe. "Prioridade é a família. Sei que já podia estar na faculdade, mas ainda sou nova, e não foi por um motivo ruim que ainda não consegui."

Morre queniana Wangari Maathai, Prêmio Nobel da Paz em 2004


Do G1, com agências internacionais *
Wangari Maathai, em foto de arquivo de março de 2010. (Foto: Reuters)Wangari Maathai, em foto de arquivo de março de
2010. (Foto: Reuters)
A ambientalista queniana Wangari Maathai, Prêmio Nobel da Paz em 2004, morreu neste domingo (25), anunciou nesta segunda-feira (26) o Movimento Cinturão Verde, organização que ela fundou há mais de 30 anos.
“Com imensa tristeza, a família de Wangari Maathai anuncia seu falecimento, ocorrido em 25 de setembro de 2011, depois de uma grande e valente luta contra o câncer”, diz a organização em sua página na internet.
Segundo as agências internacionais de notícias, Wangari Maathai, de 71 anos, morreu no Hospital em Nairobi, no Quênia.
Maathai fez campanha pelos direitos humanos e capacitação das pessoas mais pobres da África. Em 2004, ela recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seus esforços para promover o desenvolvimento sustentável, democracia e paz. Foi a primeira mulher africana a levar o prêmio.
Bióloga, mãe de três filhos, Wangari Maathai foi presa e ameaçada de morte por lutar pela democracia no Quênia. Nas primeiras eleições livres de seu país, foi eleita para o Parlamento e tornou-se ministra assistente do Meio Ambiente.
(*) Com informações das agências de notícias France Presse e Reuters

Bombeiros retomam combate a incêndio no Rola Moça na Grande BH


Do G1 MG
 Os bombeiros retomaram na manhã desta segunda-feira (26) o combate ao incêndio no Parque Estadual da Serra do Rola Moça, entre Brumadinho e Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com os militares, o fogo teria começado na sexta-feira (24) e cerca de 80% da reserva já foi destruída.
O condomínio residencial Retiro das Pedras também foi atingido pelo fogo. Os militares disseram que os trabalhos devem se concentrar em uma área de vegetação de mata atlântica e no Condomínio Casa Branca.
Incêndio no Rola Moça (Foto: Reprodução TV Globo)Incêndio atinge o Parque Estadual do Rola Moça, na Grande BH, desde sexta-feira (23)(Foto: Reprodução TV Globo)
Serra do Curral
Outro incêndio atinge o Serra do Curral, no Bairro Mangabeiras, na região Sul de Belo Horizonte, na manhã desta segunda-feira (26). Neste domingo (25), cerca de 20 pessoas, entre bombeiros e brigadistas, trabalharam no local. A área queimada não foi contabilizada.
Os bombeiros informaram que militares devem retomar o combate às chamas na manhã desta segunda-feira (26). A área faz parte do Parque das Mangabeiras. A administração do Parque das Mangabeiras informou que as chamas não ameaçaram as áreas de lazer e de serviços do parque.

Criminosos falavam japonês para assaltar feirantes em SP


Do G1 SP
Os criminosos presos neste domingo (25) por suspeita de fazer parte de uma quadrilha que assaltava feirantes na Zona Norte de São Paulo falavam algumas palavras em japonês para poder abordar as vítimas.
Os criminosos descobriam os endereços das vítimas, invadiam as casas e levavam todo o dinheiro arrecadado na feira do dia. A quadrilha é responsável por mais de dez roubos na região, de acordo com a polícia.
Os suspeitos não faziam barulho para invadir as casas. Eles abriam as portas com um tipo de chaves normalmente usadas por chaveiros. “Deram um soco na cara do meu pai, já entraram dando coronhada, amarraram a gente, colocaram a gente no chão”, contou uma das vítimas.
Na madrugada deste domingo, um feirante estranhou a movimentação na frente de sua casa e ligou para a Polícia Militar. Os três suspeitos foram presos. Ainda segundo a polícia, outros cinco suspeitos de fazerem parte da quadrilha ainda estão soltos.
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