quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Cabo da PM é preso suspeito de cinco assassinatos na Paraíba


Um cabo da Polícia Militar foi preso na tarde da quarta-feira (8) em Patos, no Sertão paraibano, suspeito de cometer cinco assassinatos na cidade entre os meses de agosto e dezembro do ano passado. Segundo o delegado Hugo Lucena, da Polícia Civil, as vítimas foram quatro homens e uma mulher, todos envolvidos em esquemas de prostituição. Entre eles, havia travestis. Ele diz acreditar que os crimes tenham um perfil homofóbico, o que poderia caracterizar o policial como um 'serial killer'.
"Nós acreditamos que ele escolhia vítimas aleatoriamente, tanto que o intervalo entre um homicídio e outro é variável, mas a forma de execução é sempre a mesma. Se pelo modo de agir ele se enquadra no conceito de serial killer, é plenamente possível defini-lo assim", explicou o delegado. Segundo ele, as características das execuções e os locais tinham o mesmo perfil: as vítimas eram garotas de programa, homens homossexuais e travestis que atuavam próximo à linha férrea de Patos, em uma ponto conhecido como 'Campo da Buraqueira'.
A operação realizada pela Polícia Civil para prender o cabo foi denominada 'Carcará',  em alusão às características de 'predador'. O mandado de prisão temporária de 30 dias expedido pela Justiça foi cumprido quando o cabo estava em serviço no município de São Bento. Na casa do suspeito, os investigadores apreenderam carregadores de armas, munições usadas, DVDs e materiais pornográficos.
Ele foi encaminhado à delegacia de Patos, prestou depoimento e foi transferido para a sede do 3º Batalhão da Polícia Militar, onde aguarda decisão judicial e um posicionamento administrativo da corporação. O comandante do Policiamento Regional II, coronel Almeida Rosas, disse esperar que o cabo seja julgado sem favorecimentos. "Temos que mostrar que a lei é para todos", declarou.
Além do envolvimento nos cinco assassinatos, o cabo da PM também é suspeito de participar de tentativas de homicídio ocorridas na cidade. Segundo Hugo Lucena, a identificação foi possível com base no depoimento de um sobrevivente. Em entrevista à TV Paraíba, ele explicou como foi abordado pelo policial. "Depois de me atacar ele disse: 'agora só falta pegar o resto dos travestis'”, relatou a vítima.

Carro bate em grade de casa em João Pessoa e ocupantes ficam feridos


Vídeo mostra cão correndo em 'esteira' como se fosse um hamster


Um vídeo publicado na internet (assista) mostra um cão da raça Husky correndo em uma "esteira" como se fosse um hamster. O vídeo, que foi feito em 2010 em Homestead, no Alasca (EUA), ganhou destaque em sites nesta quinta-feira (9).
Cão corre em 'esteira' como se fosse um hamster. (Foto: Reprodução/YouTube)Cão corre em 'esteira' como se fosse um hamster. (Foto: Reprodução/YouTube)

Pilotos erram e param dentro do mar quase no mesmo ponto durante rali


Dois pilotos foram parar dentro do mar (assista) quase no mesmo ponto durante um rali na Tasmânia, na Austrália. O primeiro acidente foi com um Subaru. Na sequência, foi a vez do piloto George Miedecke, que dirigia o carro (Ford Capri Perana) premiado de seu pai, Andrew, perder o controle do veículo e ir parar na água, segundo o site de notícias "Orange News".
Dois pilotos foram parar dentro do mar quase no mesmo ponto durante rali. (Foto: Reprodução)Dois pilotos foram parar dentro do mar quase no mesmo ponto durante rali. (Foto: Reprodução)

Piloto de avião que ficou pendurado em MG diz que motores falharam


O piloto que estava no avião monomotor que ficou preso a cabos de energia de alta tensão em uma fazenda em Conselheiro Lafaiete, Região Central de Minas Gerais, disse que tentava um pouso de emergência quando aconteceu o incidente. Ele explicou que precisou decolar a aeronave por segurança, após uma rajada de vento, e que motores falharam no pouso de emergência.
“Decolei por questões de segurança. A gente estava testando motores. Então, no correr da pista, a gente recebeu uma rajada de vento, e o avião inflou, o avião subiu. Eu calculei que eu não conseguiria parar o avião na pista. No ponto médio da pista, o motor rateou, ele falhou”, contou o piloto, que é policial militar. Ele contou que, quando percebeu o problema, planejou o pouso de emergência para uma área descampada na fazenda, mas não foi possível chegar até o ponto. O trem de pouso da aeronave se prendeu a cabos de alta tensão no caminho a este descampado.
O avião, de cerca de 700 quilos, foi desmontado para ser retirado da fazendo, após o resgate, na tarde desta quarta-feira (8). Um guincho e fitas foram usados para descer a aeronave dos fios de alta tensão e girá-la, já que ela estava de cabeça para baixo.
“Isso aqui está sendo considerado um incidente, porque não houve danos na aeronave graves, não houve ninguém ferido. Agora, é aguardar os procedimentos burocráticos e, assim que a Anac liberar, voar de novo, se Deus abençoar”, completou o piloto.
O piloto, que voa há 14 anos, disse que tem a documentação necessária para a atividade. A aeronave, que é de um amigo do policial militar, foi comprada nos Estados Unidos e estava em processo de nacionalização, segundo o piloto. A Agência Nacional de Avião Civil (Anac) informou que o policial militar não tem autorização para pilotar uma aeronave estrangeira e que o monomotor também está com a permissão de voo vencida.
Avião monomotor preso à rede elétrica na Região Central de MG. (Foto: Jair Barbosa/TV Globo Minas)Avião monomotor preso à rede elétrica na Região Central de MG. (Foto: Jair Barbosa/TV Globo Minas)

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