domingo, 11 de março de 2012

Jovem é preso por suspeita de tráfico na frente de casa no Agreste da PB

Um jovem de 25 anos foi preso por suspeita de tráfico de drogas no bairro do José Pìnheiro, em Campina Grande, na madrugada deste domingo (11). O sargento Jocélio, da Central de Operações da Polícia Militar (Copom), informou que o suspeito foi encontrado por volta de 1h vendendo drogas na frente de casa, em um lugar conhecido como Beco do Vulcão.

Os policiais da Força Tática da Polícia Militar entraram na casa do rapaz, onde apreenderam 1,400kg de maconha e várias pedras de crack, além de aparelhos de televisão, DVD e notebooks que seriam utilizados na compra de drogas. O caso foi encaminhado à Polícia Civil para investigação.

Assalto
Por volta das 20h do sábado (10), um adolescente de 13 anos armado foi detido por suspeita de assalto no bairro do Alto Branco. Com ele, foram apreendidos um celular e um revólver calibre 22.

Instalação de fábrica de cimento na PB deve gerar 1.600 empregos

A instalação de uma fábrica de cimento na cidade de Alhandra, cidade do Litoral Sul paraibano localizada a 48km de João Pessoa, deve gerar cerca de 1.600 empregos formais e aquecer a economia da região. A Elizabeth Cimentos tem o objetivo de gerar 800 empregos na construção civil apenas durante os dois anos previstos para a construção da fábrica. Para o mesmo período, na montagem mecânica e elétrica, a intenção é empregar uma média de 400 pessoas, podendo chegar a 1.200 no último ano de obras.

Depois da inauguração da unidade, prevista para o começo de 2014, a estimativa é que a fábrica tenha 400 funcionários diretos e 1.200 indiretos. As informações são do coordenador de projetos da Elizabeth, Degmar Diniz. Segundo ele, como o grupo é paraibano, será priorizada a mão-de-obra local, principalmente das cidades de Alhandra, onde fica localizada a fábrica, e Pitimbu, onde está a jazida.
“Vamos trabalhar na capacitação da mão-de-obra do povo da região e já estamos firmando parcerias com o Senai-PB [Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial na Paraíba] e o IFPB [Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba]”, garantiu o coordenador. A previsão do grupo é que a folha de pagamento mensal seja de R$ 1 milhão.

O grupo está aguardando a licença da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), que deve sair até abril, para iniciar as obras. Porém, no local já trabalham 57 funcionários preparando o terreno para receber a estrutura da fábrica, todos moradores da região.
Emprego foi a primeira oportunidade para Geilton em quatro anos (Foto: Krystine Carneiro/G1)Emprego foi a primeira oportunidade para Geilton
em quatro anos (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Geilton de Santos, de 29 anos, é um deles. O jovem está na equipe desde o primeiro dia de trabalhos no terreno, no início de dezembro, e explicou que essa foi a primeira oportunidade de emprego que teve desde 2008. “Eu trabalhei cinco anos como operador têxtil em uma fábrica, mas tive que sair pra ajudar meu pai depois da morte da minha mãe. Ainda fiz alguns bicos como marceneiro, mas esse trabalho veio em boa hora, com carteira assinada”, declarou.

Assim como a maioria da população da região, a família de Geilton trabalha com agricultura e também está se beneficiando com o Mercado Agrícola instalado pelo Grupo Elizabeth na cidade. “O mercado vai dar mais valor ao nosso produto porque vamos poder vender sem intermediários”, disse o trabalhador, cuja propriedade da família cultiva produtos como inhame, batata, macaxeira e feijão.
Duda nunca teve carteira assinada antes e trabalhava com agricultura (Foto: Krystine Carneiro/G1)Duda nunca teve carteira assinada antes
(Foto: Krystine Carneiro/G1)
O mercado também deve ajudar à família de Severino Filho, de 40 anos, mais conhecido como Duda, que é morador da Zona Rural de Alhandra e começou a trabalhar nos serviços gerais da fábrica de cimentos no dia 5 de março. Duda sempre trabalhou na agricultura na propriedade do pai. Com 40 anos de vida, esse emprego é sua primeira oportunidade com carteira assinada. “Sou pai de cinco filhos e essa vai ser uma grande melhora pra eles. Quero me aposentar nessa firma em nome de Jesus”, compartilhou Duda.

Para melhorar os serviços da cidade em que a fábrica será instalada, o Grupo Elizabeth vai levar um posto policial e um de saúde para Alhandra, além de reformar e ampliar a escola da região e asfaltar a estrada que liga a unidade fabril à PB-034, um trecho de cerca de 10km segundo o coordenador de projetos Degmar Diniz. O investimento total no projeto está estimado em 300 milhões e a fábrica terá a capacidade de produzir 1 milhão de toneladas de cimento por ano.
 
Degmar Diniz (Foto: Krystine Carneiro/G1)Para Degmar Diniz, poluição no aspecto visual será
praticamente zero (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Sustentabilidade
O Grupo Elizabeth recorreu à tecnologia para reduzir a quase zero a emissão de poluentes da nova fábrica no meio ambiente. Segundo Degmar Diniz, o uso de filtros de mangas, um equipamento importado da Índia, será possível retirar 99,998% dos materias particulados da corrente gasosa. “Na questão visual eu diria que é poluição zero. Tecnicamente não existe nada zero, mas esse número está abaixo das normas mais exigentes do mundo”, revelou.

Degmar, que além de coordenador de projetos da Elizabeth também é engenheiro químico, explicou que o filtro de mangas é um exaustor em que o ar atravessa uma espécie de saco de malha com microporos. “As malhas, chamadas de mangas, são extremamente finas e as partículas ficam presas a elas. Tudo que ficar retido volta para a produção”, descreveu.
Todo o lixo produzido pela fábrica ainda deve ser reciclado e o que não puder passar pela reciclagem será coprocessado. O grupo também prentende recuperar a área e fazer um replantio de espécies de Mata Atlântica no local. “Aquela área já foi toda antropizada, a ação humana já destruiu tudo. Não queremos deixar nenhum passivo ambiental para a população e nem para a prefeitura”, disse Degmar Diniz.

Técnicos da empresa fizeram uma pesquisa de dois anos para analisar o desempenho de equipamentos de várias marcas de diferentes países para reunir as máquinas que tivessem melhor rendimento com o mínimo de lesão ao meio ambiente. Foram adquiridos equipamentos da Itália, Alemanha, Índia, Tailândia e China que já estão a caminho do Brasil.

Com essas máquinas, Degmar explicou que será possível reduzir o consumo de energia elétrica e térmica na produção do cimento. Segundo ele, o normal é que se trabalhe usando de 115 a 125 quilowatt-hora (kWh) por tonelada de cimento. A Cimentos Elizabeth pretende reduzir isso e trabalhar abaixo de 90kWh. Em relação à energia térmica, é comum que as fábricas consumam de 815 a 830 quilocalorias (kcal) por quilo de clinquer, a matéria-prima do cimento. A intenção do grupo é trabalhar com, no máximo, 750kcal.

Duas casas são invadidas em Campina Grande e suspeito morre

A Central de Operações da Polícia Militar (Copom) registrou duas invasões a residências em Campina Grande, no Agreste paraibano. A primeira aconteceu na noite do sábado (10) no bairro das Malvinas e um dos assaltantes acabou sendo morto. A outra aconteceu na manhã deste domingo (11), no bairro do Multirão, e nada foi roubado.
Segundo informações do sargento Jocélio, da Copom, os moradores de uma casa no bairro das Malvinas se queixaram de que uma televisão e um aparelho de DVD haviam sido furtados por volta das 22h30. À meia-noite, em rondas pelo bairro Jardim Verdejante, a Rotam localizou dois suspeitos de realizarem o furto.

Os dois reagiram à presença dos policiais e houve troca de tiros. Um deles foi baleado e encaminhado ao Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Com ele, foram apreendidos um revólver calibre 38 e o aparelho de DVD levado da casa das Malvinas. O outro suspeito conseguiu fugir.

Na ocorrência do bairro do Multirão o caso foi diferente. Segundo a Copom, sete homens armados entraram na casa, que era alugada, por volta das 5h30 à procura do dono. As duas pessoas que estavam morando no imóvel, um homem de 51 anos e uma mulher de 38, foram espancadas e ameaçadas. Eles informaram à polícia que os criminosos queriam assassinar o proprietário. Os suspeitos saíram do local sem levar nada. A polícia ainda não sabe o motivo da procura pelo dono da casa.

Professores da UEPB fazem assembleia com indicativo de greve

O presidente da Associação dos Docentes da Universidade Estadual da Paraíba (ADUEPB), o professor José Cristovão, anunciou para esta terça-feira (13) uma assembleia geral com indicativo de greve no auditório do Colégio das Damas, em Campina Grande, a partir das 15h. Segundo ele, a reunião vai discutir temas de interesse da comunidade acadêmica, como informes, autonomia da UEPB e campanha salarial 2011/2012.

Os professores da instituição já haviam se reunido anteriormente para avaliar a possibilidade de entrar em greve, mas não chegaram a um acordo. A categoria é formada por 1,3 mil professores. “A reitora Marlene Alves nega a discussão da pauta das entidades no Consuni sobre a situação salarial dos docentes e técnicos e o movimento ameaça radicalizar na assembleia de terça dia 13 e a greve pode acontecer se a reitora não negociar”, disse o presidente da ADUEPB.
Greve dos técnico-administrativos
Neste domingo (11), chega ao sétimo dia a greve dos servidores técnico-administrativos da UEPB. O professor José Cristovão ainda anunciou apoio à paralisação da categoria, que teve início na segunda-feira (5).

Entre as reivindicações estão o reajuste salarial de 11,34% e o respeito à lei de autonomia financeira da instituição, por parte do governo estadual. Os servidores argumentam que a lei não estaria sendo cumprida desde fevereiro, quando o governo publicou no Diário Oficial do Estado limites para o repasse dos recursos à universidade.

Passageiro pega 4 meses de prisão por soltar âncora de navio de cruzeiro


O norte-americano Rick Ehlert foi condenado a quatro meses de prisão após soltar sem autorização a âncora de 18 toneladas de um navio de cruzeiro em Tampa, no estado da Flórida (EUA), em novembro de 2010, segundo o jornal "Tampa Bay".
Rick Ehlert pegou quatro meses de cadeia após baixar sem autorização a âncora de 18 toneladas de navio de cruzeiro.  (Foto: Reprodução)Rick Ehlert pegou quatro meses de cadeia após baixar sem autorização a âncora de 18 toneladas de navio de cruzeiro. (Foto: Reprodução)

Durante julgamento, Ehlert reconheceu que estava bêbado quando entrou em uma área restrita à tripulação e mexeu no mecanismo de funcionamento da âncora.
“Acredito que fiquei intrigado com a máquina e curioso para ver se poderia operá-la”, disse Ehlert, ao tentar explicar a razão que o levou a mexer no mecanismo.
Na terça-feira, um juiz sentenciou Ehlert a quatro meses de prisão, sendo dois meses em uma cadeia federal e outros dois meses de prisão domiciliar, e três anos de liberdade condicional. Além disso, ele terá que pagar uma multa de US$ 7.500.
O navio estava viajando em mar calmo, com profundidade de 1,6 km, no momento do incidente. A corrente da âncora tinha 180 metros.
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