segunda-feira, 2 de abril de 2012

Adolescente é morta durante festa de rua em João Pessoa, diz polícia

Uma adolescente de 13 anos morreu após ser atingida por um tiro durante uma festa de rua no bairro Padre Zé, em João Pessoa, na noite de domingo (1º) por volta das 23h. Segundo informações do Centro Integrado de Operações Policias (Ciop), ela chegou a ser socorrida e levada para o Hospital de Emergência e Trauma da capital, mas não resistiu aos ferimentos. A polícia informou que não tem pistas de quem fez o disparo e, vai investigar se a garota foi vítima de bala perdida ou de homicídio.

O Ciop informou que uma viatura da Polícia Militar estava nas proximidades da festa quando escutou um disparo. Ao chegar no local, os policiais encontraram a adolescente caída atingida por um tiro na cabeça. A própria polícia fez o resgate da adolescente para o hospital.
Também na noite de domingo um homem de 28 anos foi morto a tiros no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. A Polícia Militar disse que ele foi atingido por três disparos quando estava nas proximidades de sua casa. Ainda segundo a PM, as pessoas que teriam testemunhado o crime não quiseram prestar maiores informações sobre o fato.
Já no início da madrugada de segunda-feira (2) um outro homicídio foi registrado na cidade de Santa Rita, na Grande João Pessoa. Um homem de 31 anos morreu com um tiro no tórax no bairro Eitel Santiago. A polícia disse que não tem informação sobre a motivação do crime e ainda não tem suspeitos.

Camarão com purê de macaxeira é opção para almoço de Páscoa


O chef Alessandro Ramos ensinou uma receita de camarão à provençal com purê de macaxeira que é preparada em apenas 15 minutos. O prato é uma opção para o almoço da Páscoa.
Além de rápida, a receita completa com os dois acompanhamentos sugeridos pelo chef, arroz com brócolis e batata sauté, custa em média R$ 20. A receita serve bem duas pessoas.
Para deixar o prato com um toque ainda mais nordestino, o chef Alessandro Ramos, do restaurante Picuí Frutos do Mar, disse que a manteiga e o azeite usados na receita podem ser substituídos por manteiga da terra.

Belarus celebra fim do inverno com concurso cômico de esqui fantasiado


Uma competição diferente marcou neste domingo (1º) o fim do inverno em um resort de esqui perto de Minsk, em Belarus. O campeonato "Californication" foi disputado no resort Silichi com saltos de esquiadores e de praticantes de snowboard sobre um pequeno lago no fim do percurso, todos vestindo fantasias cômicas.
Entre os "ilustres" que participaram da competição, estavam personagens do game "Angry Birds" e do desenho animado "Futurama".
Competidor fantasiado celebra o fim do inverno (Foto: Viktor Drachev/AFP)Competidor fantasiado celebra o fim do inverno (Foto: Viktor Drachev/AFP)
Esquiadores encarnaram executivo e até personagem do game 'Angry Birds' (Foto: Viktor Drachev/AFP)Esquiadores encarnaram executivo e até personagem do game 'Angry Birds' (Foto: Viktor Drachev/AFP)
Mulheres e casais também desceram o morro na competição. À direita, no alto, um participante se vestiu como um personagem do desenho animado 'Futurama' (Foto: Viktor Drachev/AFP)Mulheres e casais também desceram o morro na competição. À direita, no alto, um participante se vestiu como um personagem do desenho animado 'Futurama' (Foto: Viktor Drachev/AFP)

Homem é preso após roubar carro para ir a clube de strip-tease nos EUA


Um homem de 29 anos foi preso acusado de roubar um veículo para ir a um clube de strip-tease em Fort Walton Beach, no estado da Flórida (EUA), segundo o jornal “Northwest Florida Daily News”.
Carlos Ortiz-Ortiz foi detido depois que uma mulher ligou para a polícia informando que seu carro havia sido roubado.
Após a vítima fazer uma descrição do carro, os policiais localizaram o veículo no estacionamento de um clube de strip-tease.
Ortiz-Ortiz levantou suspeita ao caminhar em direção do veículo e se afastar ao ver o policial.
Ele tentou entrar novamente no clube de strip, mas foi parado pelo agente. No bolso da calça do suspeito, o policial achou as chaves do carro.
Ao ser interrogado, Ortiz-Ortiz disse que havia encontrado as chaves no chão e decidiu pegar o veículo para chegar até o clube de strip.

Ausência de órgão para fiscalizar voo livre no Brasil preocupa entidades


A morte da turista baiana Priscila Boliveira, no último domingo (25), ao cair de um parapente na Praia de São Conrado, no Rio de Janeiro, colocou em discussão a responsabilidade pela fiscalização dos voos livres no Brasil. O país não possui regulamentação específica nem órgãos responsáveis pela fiscalização de pilotos e equipamentos usados nos saltos.
Veja ao lado a íntegra da reportagem
De acordo com a apuração do Fantástico, depois da extinção do Departamento de Aviação Civil, o DAC, em 2006, nenhum outro órgão oficial herdou essa atribuição. “Nós entendemos que também é uma obrigação da Anac controlar essa atividade. Naquele tempo [em 2006, com o DAC] havia uma regulamentação que exigia que o piloto tivesse um certificado e um atestado médico. Agora não há mais controle”, diz Flávio Oliva, vice-presidente do Comitê de Aerodesporto Brasileiro.
As entidades de voo livre também reclamam que não há fiscalização nas rampas e qualquer pessoa pode saltar levando um passageiro. “Se você chegar com o seu parapente e se atirar, ninguém pode lhe impedir teoricamente. Nem de se matar, nem de matar alguém”, diz Oliva.
Das 269 rampas conhecidas, apenas oito são fiscalizadas pela Associação Brasileira de Voo Livre. Ainda assim, ninguém tem poder para impedir o salto de pessoas não habilitadas. “Tem gente que mal aprende a voar e já começa a querer dar aula. Compra um equipamento de voo duplo e começa a voar. Esse é o perigo. Não temos como fazer nada. Infelizmente hoje a nossa realidade é essa”, afirma Marcelo Silveira de Almeida, presidente da Associação.
A Anac, Agência Nacional de Aviação Civil, confirma que esportes radicais, como voo livre, feitos com veículos não motorizados, ficam por conta e risco de quem decidir se aventurar. Os clubes de voo criam os seus próprios regulamentos.
Oliva destaca, segundo reportagem do Fantástico, o voo livre como atividade comercial “Existe o voo duplo, no Brasil e no mundo inteiro, que é um voo panorâmico, turístico, uma atividade comercial, mas não é esporte. Isto é transporte de passageiro”, diz.
De acordo com o Código Brasileiro de Aeronáutica, se o turista quiser fazer um passeio panorâmico de asa delta ou parapente, terá que ser de graça. Os clubes de voo, no entanto, encontraram outra forma de manter a cobrança.
O Ministério Público Federal também entrou na briga. Essa semana notificou a Anac. Em 2010, já havia determinado que a agência fizesse uma vistoria nesses clubes. Ela descobriu que eles burlam a lei, transformando turistas em alunos de uma aula só. Com isso, cobram pelo chamado voo de instrução, como se fosse uma aula inaugural do curso de novos pilotos.
Foi assim com o goiano Matheus Cecílio Ventura. Antes do voo, recebeu informações sobre segurança, conheceu o equipamento e saltou. Para o clube, Matheus é um aluno. “Eu pensava que era só um voo panorâmico. Não esperava que eu seria aluno. Eu esperava que eu ia chegar, receber umas informações básicas e voar com ele, pronto”, conta o empresário.
Sem fiscalização, nem os pilotos mais experientes estão livres do erro, como ocorreu com o voo de Priscila Boliveira. Ela voava com o instrutor, Allan Figueiredo, com 12 anos de carreira. E saiu com as correias de segurança abertas.
O clube de voo, que administra a rampa da Pedra Bonita, concluiu que Allan foi negligente e afastou o instrutor, antes mesmo de a perícia ficar pronta. Allan também foi indiciado por homicídio culposo, sem intenção de matar.
O advogado Aloir Zambrogno Filho, de Vitória, voou da Pedra Bonita no mesmo dia que Priscila e se acidentou na hora do pouso. Ele conta que só recebeu três minutos de orientações. “No meu pouso houve um imprevisto e as minhas pernas se cruzaram com as pernas do piloto. Na hora da passada do pouso, eu acabei tropeçando na perna dele e caí de joelho", conta.
As entidades de voo livre se sentem abandonadas e pedem que a atividade seja fiscalizada por um órgão oficial. “A gente precisa ter uma regulação específica para voo. A gente precisa separar o profissional que quer trabalhar com essa atividade e o profissional que voa como esporte, que é o atleta. A gente está um pouco abandonado, a mercê da sorte”, diz Marcelo, presidente da Associação Brasileira de Voo Livre.

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