segunda-feira, 28 de maio de 2012

Professor e aluno brigam dentro de sala de aula em escola da Paraíba


Um professor e um aluno do 1º ano do ensino médio trocaram agressões físicas dentro da sala de aula na manhã desta segunda-feira, na escola estadual Dom José Maria Pires no bairro das Indústrias, em João Pessoa. Segundo a Polícia Militar, Edvaldo Silva Melo, professor de Química, explicou que o aluno teria jogado um pedaço de giz nele e por conta disso fora tirar satisfação. Ainda conforme a polícia, o professor precisou se trancar na diretoria para não sofrer agressões de outros alunos.

A gerente de João Pessoa da regional de Ensino da Secretaria de Educação da Paraíba, Wleica Honorato Aragão Quirino, afirmou que o caso registrado esta manhã é passível de exoneração, mas que vai estudar o caso com calma. “Vamos esperar o fim das investigações, com calma, para só então decidir se procederemos com a exoneração”, disse. O professor dava aulas na escola há dois meses, após ter sido empossado em março deste ano.
O professor envolvido informou ao G1 que bateu no aluno para se defender. “Não me arrependo da atitude que tomei, fiz isso para me defender de uma agressão”, afirmou. O professor e o aluno foram levados para a Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Criança, no Centro de João Pessoa, onde será registrada a ocorrência.
g1

Administração Penitenciária descobre túnel de 2m em presídio na PB


Um túnel de dois metros de extensão foi descoberto na tarde do domingo (27) o Presídio Desembargador Flósculo da Nóbrega, conhecido como Presídio do Róger, em João Pessoa. A escavação fazia parte de um plano de fuga dos presos da cela 10, do pavilhão dois, segundo informou a direção da casa de detenção.

A operação contou com integrantes do grupo penitenciário de Operações Especiais do sistema penitenciário e do Gate e Choque, da Polícia Militar. Hoje pela manhã, a rotina do presídio seguiu sem alterações.
De acordo com o gerente do Sistema Penitenciário, tenente coronel Arnaldo Sobrinho, há uma semana, a equipe de inteligência da Seap monitorava a ação em conjunto com a direção do presídio. Uma equipe de engenharia da Seap realizou os trabalhos de reparação dos danos causados pelos detentos. Os envolvidos serão submetidos a uma sindicância interna.
g1

Cavalo é resgatado com helicóptero após ficar preso na lama nos EUA


Um cavalo foi resgatado com a ajuda de um helicóptero depois que ficou preso na lama no bairro de Lake View Terrace, em Los Angeles (EUA). Os bombeiros usaram tranquilizante para sedar o animal e retirá-lo com segurança, segundo a emissora de TV "ABC".
"É um cavalo extremamente sortudo", disse veterinária Gabriela Bamert. Segundo ela, o animal chamado "Duke", de 20 anos de idade, irá se recuperar bem do acidente.
Cavalo foi resgatado com a ajuda de um helicóptero. (Foto: Reprodução)Cavalo foi resgatado com a ajuda de um helicóptero. (Foto: Reprodução)
Bombeiros usaram tranquilizante para sedar o animal e retirá-lo com segurança. (Foto: Reprodução)Bombeiros usaram tranquilizante para sedar o animal e retirá-lo com segurança. (Foto: Reprodução)

Britânica viaja para NY para finalizar 2 anos depois tatuagem no bumbum


A britânica Lucy Challenger viajou para Nova York (EUA) para concluir dois anos depois uma tatuagem em seu bumbum. Lucy aproveitou uma convenção de tatuagem na cidade para dar os retoques finais no desenho em sua nádega esquerda.
A jovem de 28 anos fez duas viagens para Los Angeles, além de Nova York e Londres, para terminaram a tatuagem, que custou US$ 1 mil (cerca de R$ 2 mil). Ao todo, foram mais de 40 horas para que o desenho fosse finalizado.
Lucy Challenger gastou US$ 1 mil para fazer a tatuagem. (Foto: AFP)Lucy Challenger gastou US$ 1 mil para fazer a tatuagem. (Foto: AFP)
Ao todo, foram mais de 40 horas para que o desenho fosse finalizado. (Foto: AFP)Ao todo, foram mais de 40 horas para que o desenho fosse finalizado. (Foto: AFP)

Boneca 'deficiente mental' provoca polêmica na Suécia


Uma boneca chamada de “retardada real” está provocando polêmica na cidade de Gothenburg, no oeste da Suécia, desde que foi lançada como parte de uma campanha para chamar a atenção para o tratamento dado a pessoas com deficiência mental.

“Me trate como uma retardada real”, diz a embalagem da boneca, criada pela Cooperativa de Gothenburg para uma Vida Independente (GIL, na sigla em alemão). “Ela não sua, não faz sexo, não bebe ou vai ao banheiro. Muito melhor que um retardado normal”, completa o texto.
A boneca feita pela GIL, cooperativa que presta assistência a pessoas com deficiência mental (Foto: Reprodução / The Local)


De acordo com o grupo, uma organização sem fins lucrativos que presta assistência a pessoas com deficiência para que possam viver de forma independente, a boneca foi criada para estimular as pessoas a pensarem sobre o tratamento dado a estas pessoas no país.

“É muito comum as pessoas dizerem coisas como: ‘Oh, que ótimo que você pode comprar sua própria comida!’ Isso faz você se sentir como um total idiota”, disse o membro da organização Anders Westgerd ao jornal sueco “The Local”.

De acordo com ele, a controversa boneca, que chegou a lojas da cidade na quinta-feira, foi criada para criar um debate sobre a atitude condescendente das pessoas com os deficientes mentais.

“Foram exatamente as pessoas que dizem não ter preconceito que sofreram o maior ataque de pânico ao ver a boneca. São em geral essas pessoas que tratam deficientes com um cuidado exagerado”, disse Westgerd.

De acordo com a cooperativa, a boneca foi pensada com característica de uma pessoa com paralisia cerebral e não para parecer “bonitinha”.

“Nós não somos mais bonitos que ninguém. Nós somos tão estúpidos, espertos, confiáveis, excitantes e felizes quanto você”, diz um comunicado divulgado por Westgerd. “Queremos ser tratados como todo mundo. Se você tem uma enorme necessidade de ser carinhoso com um deficiente, você pode comprar uma das nossas bonecas em vez disso.”

Embora o grupo diga que só quer motivar o debate, muitos moradores de Gothenburg acharam a iniciativa despropositada.

“É feia e assustadora. Nós temos pessoas com deficiência em nossa família e não as tratamos com cuidados excessivos. É simplesmente negativo. As pessoas simplesmente riem e veem a coisa toda como uma piada”, disse o casal Rosanna Muller e David Sokolowski a um jornal local.
g1
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