quarta-feira, 11 de julho de 2012

Adolescente é assassinada com tiros no rosto em João Pessoa


Uma adolescente de 13 anos foi morta no início da noite da terça-feira (10) no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar, a adolescente foi atingida com pelo menos quatro tiros. Três tiros atingiram o rosto da jovem. Com esta morte, sobe para 86 o número de mulheres assassinadas só este ano na Paraíba.
A PM informou que a vítima estaria na frente da casa de uma amiga quando foi abordada por dois homens em uma motocicleta, que já chegaram atirando e, em seguida, fugiram. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local, mas a adolescente morreu antes mesmo da chegada do socorro.
Familiares teriam relatado à polícia que não estavam satisfeitos com as amizades da jovem. A linha de investigação é de que ela tenha sido alvo de uma rixa entre grupos rivais. A vítima teria um namorado, que seria um traficante da região. Ele foi assassinado na semana passada.
g1

Após morte de animais na PB, visitas ao Projeto Peixe-boi são suspensas


Estão suspensas as visitas ao Projeto Peixe-boi Marinho da Barra do Rio Mamanguape, no Litoral Norte paraibano. A medida foi tomada após a morte de dois animais no último fim de semana na unidade.  "Foram mortes muito rápidas e inesperadas, pois os animais estavam bem até então",  o diretor da Área de Proteção Ambiental (APA) da Barra do Rio Mamanguape, Sandro Roberto.
Segundo Sandro, as visitas estão suspensas até que sejam entregues os laudos com as causas das mortes dos animais. Outros dois peixes-boi que sobreviveram estão sob cuidados e provavelmente serão encaminhados para o Centro de Mamíferos Aquáticos em Pernambuco.
g1

Após negociação com Ministério da Saúde, indígenas soltam reféns na PB


Foram liberados por volta das 16h desta terça-feira (10), os dois funcionários da Sesai que foram mantidos reféns por indígenas potiguaras desde a manhã desta segunda-feira (9) na aldeia Ibiraquara, emMarcação, no Litoral Norte paraibano.

A ação dos índios é para chamar atenção das autoridades e pedir melhorias na saúde. O Ministério do Saúde enviou nota às 16h30 comunicando que os reféns foram liberados e marcando uma reunião no dia 31 de julho para discutir a reivindicação dos indígenas. Na reunião, também será apresentado o plano estratégico do ministério para diminuir as taxas de mortalidade infantil e combate à desnutrição.

O Ministério da Saúde também informou que vai dispensar a chefe do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Potiguara, Roberta Amaral, conforme exigido pelos índios. Segundo a assessoria, a Sesai de Brasília está enviando uma equipe de servidores para apoiar o distrito nos encaminhamentos mais urgentes referentes à gestão, à assistência e ao saneamento.

Pouco antes de serem liberados, o homem e a mulher feitos reféns pediam a presença de autoridades: "Eu peço a presença do doutor Odon Bezerra, como presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, que ele se me movimente junto com a Comissão de Prerrogativas. Que traga também o procurador federal e respostas de Brasília, do Ministério da Saúde, da Funai, da Poícia Federal”, apelou um dos reféns, o supervisor do Imip, Jean Miguel Formiga. “Nós estamos sozinhos aqui”.
Entenda o caso“A gente trabalha com a causa indígena, eu estou há 14 anos na saúde indígena, tentando ajudar, querendo o melhor para a saúde do povo potiguara e a gente se sente injustiçado por estar aqui. Na realidade, nós não fizemos nenhum mal à comunidade indígena para a gente estar assim isolado aqui dentro”, lamentou a chefe.
Os índios das cidades de Marcação, Rio Tinto e Baía da Traição prenderam os dois, que são funcionários da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), para reivindicar melhorias na saúde dos povos indígenas e a saída da chefe do Sesai na Paraíba, Roberta Amaral, que também estava sendo mantida refém.

g1

Disque denúncia vai orientar mulheres vítimas de violência na PB


Mãe se reuniram na Secretaria de Diversidade Humana (Foto: Walter Paparazzo/G1)
O disque denúncia 197 tem agora uma nova função. Além de viabilizar a denúncia os policiais receberam treinamento para orientar as mulheres vítimas de violência que entram em contato com o sistema para denunciar qualquer tipo de atentado sofrido. Os policiais participaram de uma oficina da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana.

De acordo com a gerência do disque denúncia, o número de denúncias realizadas pela população através do sistema aumentou consideravelmente ultimamente. No primeiro semestre deste ano foram feitas 2.320 denúncias oriundas de 100 municípios, enquanto no mesmo período do ano passado foram recebidos 818 registros de 40 cidades.

 "Nós vamos servir de ponte entre a vítima e o órgão ao qual ela deve procurar. Hoje o Governo do Estado disponibiliza várias ferramentas de combate a esse tipo de violência, como os centros de referência, as casas-abrigo e as delegacias. É importante destacar que a Delegacia da Mulher é o local para que se faça a queixa e a vítima não pode deixar de procurá-la”, destacou o gerente operacional do disque denúncia, João Micena.

Disque denúncia
A ligação para o 197 é gratuita e pode ser feita de celular ou telefone convencional, de qualquer lugar do Estado. O serviço funciona 24 horas e o denunciante não precisa se identificar. Pelo e-mail gintel.denuncia@ssp.pb.gov.br o cidadão poderá enviar documentos, imagens e vídeos que complementem a denúncia feita por telefone. As principais prisões desencadeadas a partir do 197 podem ser acompanhadas pelo twitter @diskdenunciapb.

As informações repassadas por telefone ajudaram a polícia a prender em flagrante 92 pessoas, apreender 22 armas de fogo, mais de 15 quilos de drogas, 143 máquinas caça-níqueis, além de veículos, motocicletas e mais de R$ 10 mil de tráfico de drogas. O tráfico de entorpecentes e os homicídios são os crimes mais denunciados e correspondem a aproximadamente 55% dos informes.
Violência contra a mulher
Recentemente também houve o caso daprofessora universitário Briggida, que foi assassinada dentro de seu apartamento em junho deste ano e o principal suspeito é o ex-marido que está foragido. Em junho, duas mulheres foram esquertejadas e colocadas em sacos plásticos em João Pessoa. Duas mulheres também foram mortas pelos seus companheiros, segundo a Polícia Civil, nas cidades de Boqueirão e Sapé no mesmo mês.Na terça-feira (10), parentes de outras vítimas da violência na Paraíba se reuniram na Secretaria da Diversidade Humana, em João Pessoa, para planejar ações e saber como estão o andamento de outros casos, como o de Aryane, que foi encontrada morta em abril de 2010 no Km 30 da BR-230. Na noite da terça-feira (10) uma adolescente de 13 anos foi assassinada com três tiros no rosto em João Pessoa.
No início do ano, 12 de fevereiro, cinco mulheres foram estupradas e duas delas mortas na cidade de Queimadas, no Agreste da Paraíba. A ONG Centro 8 de março aponta que 86 mulheres foram mortas este ano na Paraíba.
g1

EUA estudam liberar porcos, macacos e cavalos em avião comercial, diz TV


O Departamento de Transportes dos Estados Unidos estuda a possibilidade de liberar porcos, cavalos e macacos em aviões comerciais, segundo a rede de TV Fox News.
A avaliação é de que eles podem entrar na aeronave, caso sejam animais usados para dar apoio emocional ou psiquiátrico a seus donos.
Segundo a reportagem, as companhias aéreas podem ter o direito de proibir animais mais 'incomuns', como roedores, aranhas, cobras e outros répteis.
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g1
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