sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Sistema vai monitorar ocorrências policiais em tempo real

Sistema vai monitorar ocorrências policiais em tempo real
PM desenvolve sistema que vai monitorar ocorrências em tempo real durante as eleições

A Polícia Militar da Paraíba lançou, nesta quinta-feira (13), um sistema de monitoramento de ocorrências em tempo real nas eleições deste ano. A ferramenta, desenvolvida pelo setor de Tecnologia da Informação da PM, está funcionando em caráter experimental desde maio e foi apresentada aos comandantes dos 14 batalhões e das companhias independentes da Polícia Militar no Estado. A solenidade aconteceu no auditório do Centro de Ensino da PM, em João Pessoa.

Na ocasião, o coordenador de Tecnologia da Informação da corporação, Lamark Donato, explicou que o sistema já está alimentado com informações detalhadas sobre as 223 cidades onde os policiais irão atuar durante eleições. Os dados abrangem desde a discriminação dos locais de votação aos tipos de serviços disponíveis ou não nas cidades, como bancos, presídios, delegacias, unidades básicas de saúde e hospitais de emergência.

“As informações serão úteis até para definirmos para onde podemos deslocar uma pessoa em caso de um problema de saúde ou em decorrência de um crime eleitoral, entre outras diversas situações”, explicou Lamark, adiantando que o sistema também contém dados sobre as autoridades de cada cidade, como promotores, juízes, delegados e candidatos aos cargos de prefeito e vereador, além das ocorrências eleitorais que estão em andamento em todo o Estado.

O sistema, que por enquanto só está acessível ao Estado Maior Estratégico da PM, será disponibilizado para todos os policiais que irão trabalhar durante o pleito após a divulgação da escala de serviço (prevista para o dia 18 próximo). “A elaboração da escala já está sendo feita, inclusive, considerando-se os dados do sistema, que nos permitem acompanhar quais cidades são mais problemáticas e aquelas de maior tranquilidade”, informou Lamarck Donato.

Funcionamento - Quando da realização do primeiro turno de votação, no dia 7 de outubro, o sistema da Polícia Militar irá funcionar com o acompanhamento das ocorrências em toda a Paraíba em tempo real. Para isso, cada uma das 77 zonas eleitorais contará com a presença de um oficial militar em contato direto com o juiz eleitoral local.

O oficial será responsável por alimentar o sistema em tempo real e, ao final do pleito, elaborar um relatório que permitirá que a corporação tenha um panorama completo das eleições deste ano.

No dia do pleito, o sistema também ficará acessível a todas as forças envolvidas na segurança do processo (Polícias Civil, Federal, Rodoviária Federal, Exército e Bombeiros), por meio das três centrais de comando instaladas nas cidades polos (João Pessoa, Patos e Campina Grande). As sedes regionais concentrarão as ocorrências das suas respectivas microrregiões e terão a presença de um representante de cada força, além do juiz e do promotor eleitoral.

“Com esse trabalho integrado e monitoramento constante, vamos poder decidir com precisão sobre a alocação de recursos, mudança de efetivo, transporte, tudo que for necessário para garantir a idoneidade e celeridade do pleito”, completou o coordenador do Setor de Inteligência da PM, Lamark Donato.

Segurança das urnas – Na reunião realizada nesta quinta-feira (13), o comandante geral da corporação, coronel Euller Chaves, destacou a importância da guarda das urnas. “Não podemos falhar na segurança das urnas, seremos os mais proativos possíveis. A determinação é que os policiais encarregados dessa tarefa só terminem o trabalho nas sessões após ter a liberação do juiz eleitoral”, enfatizou.

Em cada um dos 1.741 locais de votação que receberão as urnas eletrônicas, pelos menos dois policiais militares farão a guarda. No total, cerca de 7 mil homens serão escalados para o serviço durante o pleito em toda a Paraíba. Ainda segundo o coronel Euller Chaves, a partir do dia primeiro de outubro alguns municípios já receberão o reforço policial.
Fonte: pbagora

Megaoperação na Zona Norte do Rio tem um suspeito morto e dois presos


Duas pessoas foram presas, dois menores apreendidos e um suspeito morreu em tiroteio com a polícia durante operação no Morro do Cajueiro, em Madureira, no subúrbio do Rio. A ação faz parte de uma série de incursões, das quais participam cerca de 350 agentes da Polícia Militar e da Polícia Civil nesta sexta-feira (14) em, pelo menos, seis comunidades da Zona Norte da cidade.
No Cajueiro, os agentes apreenderam, ainda, duas pistolas, maconha, crack, três rádios transmissores, um binóculo, carregadores e munições. Já no Morro do Chapadão, em Costa Barros, foram apreendidos uma metralhadora antiaérea, 20 quilos de maconha e farto material para endolação de drogas. Todo o material foi encmainhado à 28ª DP (Campinho), segundo a Secretaria de Segurança.

O objetivo da megaoperação é prender suspeitos de envolvimento na morte de nove pessoas, no final de semana passado, entre elas
 seis jovens assassinados no Parque de Gericinó, em Mesquita, na Baixada Fluminense.Segundo o delegado Júlio da Silva Filho, titular da 53ª DP (Mesquita), os dois presos são Carine Domingos Bonfim, de 24 anos, e Anderson Vargas Laucedo, de 35, e ainda não sabe se o casal teve participação na chacina. O suspeito morto é José Aldeci da Silva Júnior. Até 13h, o corpo dele permanecia no Instuto Médico Legal (IML) à espera de liberação.
Bases na Chatuba
Também nesta sexta, o comandante da Policia Militar, coronel Danilo Nascimento, se reuniu com oficiais da Baixada Fluminense para definir como será a ocupação da Chatuba. Segundo o coronel, 120 policiais ficarão em duas bases na comunidade, uma no Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) e outra na localidade do Bicão.

José Mariano Beltrame foi verificar os pontos em que serão instaladas as bases (Foto: Janaína Carvalho / G1)Beltrame foi verificar os pontos em que serão instaladas as bases (Foto: Janaína Carvalho / G1)
Por volta de 12h, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, foi verificar a viabilidade da instalação das bases e em seguida voltou para o 20º BPM (Mesquita). De acordo com o secretário, a ação realizada na comunidade foi emergencial em função das nove mortes ocorridas no último final de semana.

“Não estávamos dirigidos a esse local agora, mas temos uma política de segurança onde não se pode aceitar que em questão de horas tenhamos oito ou 10 homicídios. Esse é um esforço emergencial”, disse Beltrame.

Mapa da Chatuba  (Foto: ArteG1)
Polícia do Rio faz megaoperação para prender criminosos da Chatuba  (Foto: Janaína Carvalho/G1)
Segundo ele, o estado ainda possui outras regiões críticas como Vila Kenedy, Morro da Largatixa, Morro do Dezoito e o Chapadão. O secretário descartou, no entanto, a instalação de uma UPP na comunidade de Mesquita por enquanto.
“O que está em jogo aqui não é a migração, não é a questão dos homicídios. A questão aqui é que onde o Estado não está, o tráfico de drogas impera. É essa lógica que tem que ser quebrada. O que tivemos aqui é uma ação cruel do tráfico de drogas que age assim há muito tempo”.
Ainda segundo o secretário, o mais importante na região agora é quebrar o paradigma territorial. “Aqui no Rio de Janeiroa expressão microondas ganhou o mundo porque o tráfico dava fim a essas pessoas. Essa é uma realidade e é justamente contra isso que existe um a política.”
As ações desta sexta ocorrem no Morro do Chapadão, em Costa Barros; no Morro do Cajueiro, em Madureira; e no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. Há incursões ainda nas comunidades do Job, na Pavuna, além de Final Feliz e Bom Tempo, em Anchieta. No entorno das áreas de Jacarezinho e de Manguinhos são realizadas algumas blitze.
Ligações para o Disque-Denúncia
Até as 10h10 desta sexta, o Disque-Denúncia havia recebido 373 ligações referentes à operação Chatuba, com informações sobre os responsáveis pela Chacina de Mesquita.

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G1

Mistério na China: rio fica vermelho como sangue


Os habitantes da cidade de Chongqing, no sudoeste da China, ainda estão espantados com a estranha mudança de cor do rio Yang-Tsé, o mais extenso da China, que se tornou vermelho desde quarta-feira. No início, algumas pessoas associaram a mudança de cor com um recente terremoto na província de Yunnan, que causou cerca de 100 mortes, enquanto outros associaram o episódio com mensagens apocalípticas. A população local diz que se trata dos efeitos da poluição, devido à grande atividade industrial na região, enquanto as autoridades relataram, por meio da cadeia de televisão NTD, que é simplesmente areia.

Relatórios oficiais dizem que o fenômeno responde aos efeitos causados ​​pelas recentes inundações em várias seções do rio, que teriam removido muita areia e mudado a cor do rio para um vermelho brilhante.

Embora o relatório destaque que não havia nenhuma evidência de resíduos tóxicos, grupos de cidadãos questionaram a veracidade da pesquisa.
Fonte: criacionismo

Aniversariante do dia


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Apreensão de crack até agosto deste ano supera a do ano passado na PB


A Paraíba apreendeu até agosto deste ano 84 kg de crack, contra 81 kg apreendidos em todo o ano de 2011. O balanço foi feito pelo secretário de Segurança Pública e Defesa Social da Paraíba, Cláudio Lima, em nota enviada pela Secretaria de Comunicação do Estado (Secom-PB).

Segundo o secretário, a apreensão de maconha, antes mesmo do fim de 2012, já duplicou. No ano passado, foram apreendidos 142 kg da droga, contra 284 kg só nos primeiros oito meses deste ano.”Isso sem contabilizar as apreensões mais recentes”, ressaltou o secretário.

Cláudio Lima atribuiu o maior número de apreensões de drogas à implantação das Unidades de Polícia Solidária (UPS), da Polícia Militar. Os bairros contemplados por UPS são Alto do Mateus, Mandacaru, Bola na Rede, São José, Bela Vista, Jardim Planalto e Róger. Nessas localidades, ainda segundo a nota, a redução no número de homicídios foi em torno de 17%.


Para ler mais notícias do G1 Paraíba, clique em
 g1.globo.com/paraiba. Siga também o G1 Paraíba no Twitter e por RSS.“A Unidade tem um diferencial. Não é apenas um posto policial. São militares formados dentro de uma filosofia de polícia comunitária, com a importância de conhecer bem a área e estar mais próximos da comunidade”, explicou Cláudio Lima.

Ainda de acordo com ele, são profissionais capacitados para "combater o crime e proteger as pessoas de bem, buscando tirar daquela área pessoas que transgridam a lei".

A última UPS instalada, segundo Lima, foi a do bairro do Róger, onde a comunidade reclamava do alto número de assaltos. “Nós podemos dizer que onde nós implantamos a Unidade de Polícia Solidária teve um resultado muito bom”, enfatizou.

Cláudio Lima citou como exemplo o bairro Alto do Mateus, onde o número de homicídios teve uma redução de 50% desde a implantação da UPS. De acordo com ele, onde o estado implanta as Unidades de Polícia Solidária os cidadão recebem cursos de capacitação para colaborar com a polícia.

“Os líderes comunitários participam desses cursos porque nós acreditamos que não adianta apenas preparar o policial. É necessário que essa aproximação se dê através dos representantes locais que percebam a importância da proximidade do trabalho policial com o cidadão que mora nessas localidades”, explicou Lima.

Para o secretário, o grande sucesso das operações policiais se deve também ao disque denúncia, pelo 197. “As pessoas têm ligado para esse número a tal ponto de colaboração que, apenas este ano, 63 prisões foram feitas com a ajuda do disque-denúncia, com a participação do cidadão”, concluiu.
G1

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