sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Homem é morto a tiros no bairro Jaguaribe em João Pessoa


Na noite da quinta-feira (13) um homem foi assassinado a tiros no bairro Jaguaribe em João Pessoa. O crime ocorreu por volta das 19h nas proximidades do Centro Administrativo Estadual. De acordo com a polícia, a vítima era um flanelinha que havia sofrido uma tentativa de homicídio há três meses atrás.
Ainda de acordo com a polícia, a vítima estava sentada na frente de uma churrascaria, que estava fechada, quando dois homens se aproximaram e perguntaram o nome do rapaz. O flanelinha ainda tentou correr, mas foi atingido pelos tiros e morreu no local.

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 g1.globo.com/paraiba. Siga também o G1 Paraíba no Twitter e por RSS.Já por volta das 19h30 o corpo de uma mulher foi encontrado com marcas de tiros no Bairro das Indústrias, em João Pessoa. A policia disse que uma equipe do Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local. Os moradores do bairro não souberam informar para polícia como o crime aconteceu e nem a identidade da vítima. O corpo da mulher foi encaminhado para Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol). Até as 6h desta sexta-feira (14) a mulher não havia sido identificada. 
G1

'Parecia que a tortura não ia acabar', diz vítima de estupro coletivo na PB


A TV Paraíba teve acesso com exclusividade ao vídeo com o depoimento de uma das vítimas no caso do estupro coletivo da cidade de Queimadas, no Agreste da Paraíba. O vídeo é de uma audiência realizada em junho e revela detalhes do crime. Durante toda esta quinta-feira (13) uma Comissão de Inquérito de Brasília está realizando audiências e acompanhando o caso na cidade, mas as diligências não influenciam no resultado da sentença que, segundo o Fórum, pode ser dada ainda esta semana para seis dos dez acusados de envolvimento no crime.
No vídeo, a vítima dá detalhes de como tudo teria acontecido. "Eles me pegaram, me amarraram, começaram a bater em mim e tiraram minha roupa. Depois me levaram para a gararem e foi lá que me molestaram. Eles davam mordida em mim. Parecia que a tortura não ia acabar", disse.
O crime aconteceu no dia 12 de fevereiro durante uma festa na casa de um dos acusados na cidade de Queimadas. De acordo com o inquérito da Polícia Civil, na casa estavam sete mulheres, nove homens e três adolescentes. Segundo a polícia, o dono da casa e o irmão dele teriam forjado um assalto usando máscaras durante a festa junto com os três adolescentes e mais cinco dos homens que estavam no local. Os outros dois foram vítimas e estavam com as esposas, que foram estupradas.
O vídeo também mostra o depoimento de um deles. "Quando chegaram anunciando o assalto eu vi quando Eduardo se trancou sozinho no quarto", relatou. Além das esposas dos dois rapazes, outras três mulheres foram estupradas e duas dessas três foram mortas. As duas mulheres que estavam na residência e não foram estupradas são justamente as esposas do dono da casa e do irmão dele.
Na manhã desta quinta-feira (13) a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Congresso Nacional que investiga a situação da violência contra a mulher no Brasil e apura denúncias de omissão por parte do poder público com relação ao problema esteve em Queimadas. Os integrantes da CPMI conversaram com parentes das vítimas do estupro e com manifestantes de outros crimes contra a mulher que estavam na cidade fazendo uma mobilização para protestar por justiça no caso.
Eles também ouviram testemunhas e vítimas do crime em uma audiência. "A presença da CPMI aqui no estado e, em especial, em Queimadas é para saber se as vítimas sobreviventes e os familiares das que foram mortas receberam atenção e proteção do Estado, se foram bem atendidos. E é também para saber se o processo está caminhado", disse a senadora do Espírito Santo Ana Rita, relatora da CPMI.
Na tarde desta quinta-feira, a CPMI se reúne no Fórum da cidade, das 14 às 16h30, com a juíza Flávia Baptista Rocha, com o promotor Márcio Teixeira, representante do Ministério Público do Estado da Paraíba, e com a delegada titular de Homicídios de Campina Grande, que investigou o caso, Cassandra Maria Duarte.
De acordo com a juíza Flávia Baptista Rocha, responsável por julgar os acusados, um advogado renunciou a defesa de dois acusados e elaboração das alegações finais da defesa atrasou, o que acabou adiando o pronuciamento da sentença. Quanto à presença da CPMI na cidade, ela disse que o objetivo dos parlamentares não é interferir na sentença. "Não será exercida coercitividade nenhuma na minha decisão. É apenas um estudo sobre violência contra a mulher", garantiu. Ela ainda explicou que a sentença do primeiro julgamento do caso pode sair ainda esta semana.
Eduardo, acusado de estupro coletivo em Queimadas, PB (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
O julgamento
Esse julgamento é referente a seis dos sete acusados que são maiores de idade e são acusados por estupro, cárcere privado, lesão corporal e formação de quadrilha. Eduardo, que é apontado pelo MP como mentor do crime, está sendo acusado isoladamente por esses crimes e também por duplo homicídio e posse ilegal de arma. Ele será julgado pelos primeiros crimes junto com os outros seis rapazes e também será julgado à parte em júri popular pela morte das vítimas. A segunda sentença é que deverá prevalecer sobre a primeira, caso condenado. O fórum informou que o outro julgamento dele deve acontecer ainda este ano.


Os acusados maiores de idade estão presos no Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, PB1 de João Pessoa, desde fevereiro, quando aconteceu o crime. O Ministério Público denunciou os dez rapazes pelo estupro de cinco mulheres e morte da professora Isabela Pajuçara Frazão Monteiro, de 27 anos, e a recepcionista Michele Domingues da Silva, de 29. A última audiência do caso aconteceu no dia 18 de junho, quando todos os acusados foram ouvidos.
Já os três adolescentes têm julgamento diferente e estão cumprindo medidas socioeducativas. Os adolescentes podem passar até três anos internados no Lar do Garoto, em Lagoa Seca, mas a cada seis meses serão reavaliados. Dependendo do comportamento dos menores de idade, o tempo de internação pode ser reduzido. Segundo o promotor Márcio Teixeira, uma equipe do Lar do Garoto está preparanado um laudo que será enviado à Justiça para a primeira avaliação dos menores, já que os seis primeiros meses já se passaram.
A acusação
Conforme as investigações da Polícia Civil e a denúncia feita pelo Ministério Público da Paraíba, cinco mulheres foram estupradas e duas delas assassinadas durante uma festa. Para a polícia, os estupros teriam sido planejado pelos irmãos Luciano e Eduardo dos Santos Pereira, que teriam convidado amigos para abusar sexualmente de mulheres convidadas de uma festa promovida por eles.

A festa era para comemorar o aniversário de Luciano, que teria pedido ao irmão para articular o estupro coletivo como presente de aniversário. Os irmãos teriam simulado a chegada de assaltantes na casa e usado máscaras e capuzes para não serem reconhecidos. Duas das vítimas teriam conseguido ver as pessoas que as violentavam e por isso foram tiradas da casa e executadas.
Os dez rapazes estão sendo acusados por estupro, cárcere privado, lesão corporal, formação de quadrilha. Eduardo, no entanto, está sendo acusado isoladamente também por duplo homicídio e posse ilegal de arma.
Isabela Pajussara e Michelle Domingos foram violentadas e assassinadas (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
O crime
No dia 12 de fevereiro de 2012 duas mulheres foram assassinadas na cidade de Queimadas, no Agreste da Paraiba. Segundo a Polícia Militar, elas estariam em uma festa de aniversário em uma casa com dez homens e outras três mulheres. Os homens são acusados de estuprar as cinco e matar duas delas. As mortes teriam acontecido porque as vítimas reconheceram os criminosos. Uma delas foi morta com quatro tiros em uma rua central da cidade e a outra foi assassinada com três tiros na estrada para Campina Grande.

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G1

Justiça Federal na PB condena Frei Anastácio em ação de improbidade


A 4ª Vara da Justiça Federal em Campina Grande condenou o ex-superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária na Paraíba (Incra-PB), Antônio Ribeiro, mais conhecido como Frei Anastácio em uma ação de improbidade administrativa. A ação foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF), em razão de descaso do réu em responder a questionamentos do órgão sobre denúncias de invasões não apuradas pelo Incra. Frei Anastácio, que atualmente é deputado estadual pelo PT, recorreu e o caso será levado ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região.
De acordo com a sentença, Frei Anastácio está condenado a perder função pública e ter suspenso os os direitos políticos pelo prazo de quatro anos. Ele também deve pagar multa de 30 vezes o valor da remuneração que recebia quando era superintendente (com juros de mora e correção monetária), estando ainda proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos fiscais pelo prazo de três anos.
Por meio de nota, o deputado Frei Anastácio confirmou que ingressou com recurso e disse que foi injustiçado. “É uma condenação injusta, contra a qual recorremos e a justiça será feita, porque não houve nenhum prejuízo para a reforma agrária provocado por mim”, declarou o parlamentar. Ele também afirmou que nunca esperou que o Ministério Público fosse agir com tanto diante da ausência de resposta de ofícios.
Para o juiz da 4ª Vara Federal, Rogério Roberto Gonçalves de Abreu , Anastácio não conseguiu justificar a inércia na apuração de denúncias de invasões feitas ao Incra, não havendo “um só despacho, decisão ou manifestação sua nos autos que sinalizasse que tenha ele realmente empreendido os esforços necessários a dar sequência ao procedimento administrativo em questão”. Na ação, o MPF apresentou a série de ofícios requisitórios enviados ao réu, solicitando informações sobre o andamento das investigações das denúncias.
Entenda o caso 
Em 2007, durante investigações do Ministério Público Federal para apurar denúncia de que o Incra não teria tomado qualquer providência sobre beneficiário de lote em assentamento, que teria participado de invasões em fazendas localizadas no município de Esperança (PB), o MPF requisitou informações do caso ao então superintendente regional, Frei Anastácio. Pela Lei nº 8.629/93 (sobre reforma agrária), será excluído do programa de reforma agrária do governo federal quem for beneficiado ou pretendente de lote em assentamento e for identificado como participante em conflito fundiário.

Em junho de 2007, o Ministério Público enviou ofício ao Incra questionando o andamento do procedimento administrativo. Após reiterar o ofício pela quarta vez, oportunidade na qual foi entregue em mãos, finalmente houve uma resposta do réu, informando que estava apurando os fatos e pedindo prazo de 60 dias para envio de relatório final. Vencido o prazo de 60 dias, o MPF enviou novo ofício solicitando o resultado final do procedimento administrativo. Como o ofício não foi respondido, foi reiterado em 14 de maio de 2009, em 25 de setembro de 2009 e em 4 de março de 2010 sem que se obtivesse qualquer resposta, apesar dos vários contatos feitos por telefone, inclusive através da secretária do superintendente.
Em 18 de março de 2010, Anastácio deixou o cargo de superintendente do Incra, assumindo Marcos Faro Eloy Dunda. O ofício buscando as informações foi, então, dirigido ao novo superintendente, que prestou as informações solicitadas. Em 24 de maio de 2010, o novo superintendente nomeou comissão para apuração dos fatos.
G1

Urubu é capturado dentro de hospital da UFPB, diz PM Ambiental


Um urubu foi capturado pela Polícia Ambiental no andar do bloco cirúrgico do Hospital Universitário Lauro Wanderley, no campus de João Pessoa da UFPB. De acordo com os agentes da Polícia Ambiental, um pedido de urgência foi feito pelo hospital, solicitando a remoção do animal. A captura aconteceu por volta das 10h30 desta sexta-feira (14).
De acordo com o sargento Nílson da Políca Ambiental, o animal oferecia risco de infecção aos pacientes do hospital. “Fomos solicitados e nos deslocamos até o hospital. Encontramos o filhote de urubu na subida da escada do bloco cirúrgico e efetuamos a captura. Vamos deixar claro que não foi na sala de cirurgia, mas na escada. Se tratava de um filhote de urubu, que vomita e defeca constantemente como forma de defesa. Nos foi pedido urgência, uma vez que traz constrangimento pelo forte odor e risco de infecção”, comentou.

Após ser capturado no Hospital Universitário Lauro Wanderley, o filhote de urubu foi encaminhado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Ceta), na cidade de Cabedelo, na Grande
 João Pessoa. Esta foi a terceira captura feita pela Polícia Ambiental de animal silvestre somente na manhã desta sexta.O hospital, por meio de sua assessoria, negou que tenha havido qualquer captura em suas dependências. O G1 esteve no local e registrou a entrada da Polícia Ambiental no bloco cirúrgico. A captura do filhote de urubu, realizada na escada do 7° andar, também foi registrada.
Filhote de urubu liberou um forte odor após vomitar nas dependências do hospital, segundo sargento da Polícia Ambiental (Foto: Walter Paparazzo G1/PB)Filhote de urubu liberou um forte odor após vomitar nas dependências do hospital, segundo sargento da Polícia Ambiental (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Mansão 'mais feia dos EUA' é colocada à venda por US$ 58 milhões


Apelidada de a "mais feia dos EUA", uma mansão em Cambria, no estado da Califórnia (EUA), foi colocada à venda por US$ 58 milhões (R$ 117,3 milhões).
Mansão em Cambria foi colocada à venda por US$ 58 milhões. (Foto: Reprodução)Mansão em Cambria foi colocada à venda por US$ 58 milhões. (Foto: Reprodução)
Um vídeo publicado do YouTube mostra como é o interior da mansão chamada "Castello della Costa d'Oro". Assista ao vídeo.
Segundo o jornal inglês "Daily Mail", a mansão conta com 11 quartos e 12 banheiros.
Mansão conta com 11 quartos e 12 banheiros. (Foto: Reprodução)Mansão conta com 11 quartos e 12 banheiros. (Foto: Reprodução)
A propriedade de 80 acres (mais de 300 mil metros quadrados) é descrita como um castelo veneziano construído na costa intocada da Califórnia.
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G1
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