quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Carro capota após colisão em João Pessoa


Por volta das 16h desta quarta-feira (19), uma colisão envolvendo dois carros fez com que um dos veículos capotasse no bairro do Bessa. O Corpo de Bombeiros e o Batalhão de Trânsito foram até o local, já que o trânsito ficou lento. (Foto: Walter Paparazzo/G1)Por volta das 16h desta quarta-feira (19), uma colisão envolvendo dois carros fez com que um dos veículos capotasse no bairro do Bessa. O Corpo de Bombeiros e o Batalhão de Trânsito foram até o local, já que o trânsito ficou lento. (Foto: Walter Paparazzo/G1)
De acordo com a tenente Renata, do Corpo de Bombeiros, a motorista do carro que capotou já havia sido retirada do veículo. “Ela está consciente mas muito nervosa, e não quer ser levada para o hospital. Um médico está fazendo os primeiros atendimentos para checar se ela pode ser liberada ainda aqui no local”.  (Foto: Walter Paparazzo/G1)De acordo com a tenente Renata, do Corpo de Bombeiros, a motorista do carro que capotou já havia sido retirada do veículo. “Ela está consciente mas muito nervosa, e não quer ser levada para o hospital. Um médico está fazendo os primeiros atendimentos para checar se ela pode ser liberada ainda aqui no local”. (Foto: Walter Paparazzo/G1)

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G1

MP não denuncia Marcelinho Paraíba e caso deve ir para juizado especial


Entrevista coletiva de Marcelinho em Campina Grande (Foto: Karoline Zilah/G1)Promotor não denunciou jogador campinense
(Foto: Karoline Zilah/G1)
O Ministério Público não ofereceu denúncia contra o jogador Marcelinho Paraíba no caso em que ele é suspeito de tentar estuprar uma mulher. O promotor Marcus Leite, responsável pelo caso, disse ao G1 que, em sua avaliação, não teria existido tentativa de estupro e requereu, nesta terça-feira (18), à  5ª Vara Criminal de Campina Grande que o caso seja apreciado pelo Juizado Especial Criminal (JECrim), que julga infrações penais consideradas de menor potencial ofensivo.
O promotor recebeu o inquérito na segunda-feira (17) após quase dez meses do suposto crime decorrente de uma tentativa do atleta de beijar à força uma advogada durante uma festa na chácara de Marcelinho no ano passado.

O inquérito já havia sido entregue ao MP e devolvido à Delegada da Mulher, Herta França, três vezes. No dia 2 de agosto o promotor o devolveu pedindo a realização de um novo exame a pedido da vítima. Ela alegava que teria ficado com uma cicatriz. O exame de corpo de delito foi realizado porque, se caso ficasse comprovada a permanência de uma cicatriz, mudaria a tipificação do crime, de lesão leve para lesão grave, o que mudaria também a espécie do indiciamento. Porém, o resultado deu negativo e apontou que não há cicatriz em função do suposto ataque do jogador.
De acordo com o promotor, o inquérito indicia o jogador campinense por importunação ofensiva, decorrente de uma lesão leve. "Eu não julguei que pudesse ter havido tentativa de estupro porque foi apenas um beijo. É muito frágil acusar por essa motivação. Não tinha nem testemunha para provar isso", disse o promotor. De acordo com o Código Penal Brasileiro, o crime de tentativa de estupro pode levar a uma pena de seis a dez anos de prisão.
O promotor disse que o juiz da 5ª Vara Criminal deverá atender ao requerimento feito por ele e remeter o caso para ser avaliado pelo Juizado Especial. "Acho que afirmar que foi tentativa de estupro em função de um beijo é uma banalização", disse. Segundo ele, a competência do caso é do Juizado Especial, por se tratar de uma infração penal considerada de menor potencial ofensivo. No mesmo inquérito, amigos de Marcelinho também são indiciados por desacato a autoridade e resistência à prisão.
marcelinho paraíba (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Entenda o caso
De acordo Fernando Zoccola, primeiro delegado que atuou no caso, a suposta vítima afirmou em depoimento que o crime aconteceu de madrugada em uma festa no sítio do jogador em sua cidade natal, Campina Grande, para comemorar a ascenção do Sport, time em que jogava, à Série A do Campeonato Brasileiro. O caso aconteceu no dia 30 de novembro de 2011.

Segundo ela, Marcelinho forçou um beijo e a agrediu, puxando seus cabelos. A mulher apresentava cortes na boca e foi levada para a Unidade de Medicina Legal (UML) para ser submetida a um exame de corpo de delito.
Além de Marcelinho Paraíba, outros três amigos foram detidos durante o tumulto. Eles foram indiciados por resistência à prisão e desacato a policiais militares. Na ocasião o jogador chegou a ser preso no presídio Raymundo Asfora, o Serrotão de Campina Grande, e foi liberado após uma determinação da Justiça.
Durante as investigações o irmão da vítima, o delegado Rodrigo Pinheiro, foi afastado de suas atividades na 5ª Delegacia Distrital de Campina Grande depois de ter sido acusado pelo jogador de ter voltado à festa com a Polícia Militar e ter efetuado disparos, após ter tirado a irmã do local. Ele foi acusado de abuso de autoridade.
Em entrevista no dia da prisão do atleta, Rodrigo Pinheiro negou ter atirado e disse que, na verdade, os policiais militares efetuaram alguns disparos para cima porque estavam sendo cercados por pessoas armadas que queriam impedir a prisão de Marcelinho. "Pior que a acusação do estupro é o que o delegado fez ao atirar e dizer que Marcelinho estava armado", disse o promotor Marcus Leite.
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G1

'Cliente não pode ser prejudicado durante greve de bancos', diz MPPB


Diretoria do Sindicato dos Bancários se reúne com procons e Promotoria do Consumidor, em Campina Grande, para traçar planos para evitar problemas para os clientes das agências bancárias durante greve. (Foto: Sindicato dos Bancários da Paraíba)Procons e Promotoria do Consumidor se reúnem
com Sindicato dos Bancários.
(Foto: Sindicato dos Bancários da Paraíba)
A Promotoria do Consumidor se reúne nesta quinta-feira (20) com os gerentes das agências bancárias, em greve desde a última terça-feira (18), em João Pessoa. Glauberto Bezerra, promotor do consumidor, adiantou que a reunião tem como objetivo prevenir possíveis problemas para os clientes, como falta de envelope para depósito, abastecimento dos caixas eletrônicos e se as máquinas oferecem opção de depósito para os clientes.
Glauberto Bezerra informou que, por enquanto, nenhuma denúncia de clientes que se sentem prejudicados chegou à Promotoria do Consumidor. “No entanto, é muito importante que o cliente que se sinta lesado procure os Procons estadual e municipal. O registro de qualquer anormalidade no período de greve é muito importante para que os órgãos de defesa do consumidor, entre eles a Promotoria, tomem as devidas providências”, salientou.
Glauberto Bezerra também enfatizou que a greve é um direito constitucional. “Mas, nós, da Promotoria do Consumidor, não podemos permitir que em nome desse direito a sociedade seja prejudicada”, acrescentou.

Reivindicação dos bancários 
Além de procurar os procons, de acordo com o promotor do consumidor, é importante entrar em contato com o Banco Central. “Com essa atitude, fica mais fácil de o cliente, caso seja lesado pela greve, entrar com uma ação de danos patrimoniais e até por danos morais”, explicou o coordenador do consumidor, que completou: “Se o cliente for penalizado com a greve, temos vários procedimentos para adotar, desde administrativos, com os procons, a firmar termo de ajustamento de conduta”, finalizou.
Os bancários reivindicam um reajuste salarial de 10,25%, o que representa um ganho real de 5%, um piso salarial de R$ 2.416,33, planos de cargos e salários para toda a categoria, mais contratações, proteção contra demissões sem justa causa, criação do 13º auxílio-refeição, entre outras reivindicações.

Marcos Henriques, presidente do sindicato dos bancários, afirmou que “a greve não é contra os clientes e usuários dos serviços bancários, mas é para que os banqueiros atendem nossas reivindicações”. 
E completou: “passamos o ano inteiro trabalhando sob condições adversas para atingirmos as metas, proporcionamos lucros aos bancos e agora estamos reivindicando nossa merecida reposição salarial”.

Na última segunda-feira (17), a diretoria do Sindicato dos Bancários e os procons estadual e municipal das cidades de João Pessoa e Campina Grande se reuniram  para traçar planos para evitar que os clientes das agências bancárias sejam penalizados durante a greve da categoria.

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G1

Escola é alvo de vândalos pela segunda vez em 15 dias na PB


Uma escola estadual da cidade deCampina Grande, no Agreste da Paraíba, foi invadida duas vezes em menos de 15 dias por vândalos. O que chama a atenção da diretoria é que em nenhum dos casos os suspeitos roubaram nada, mas danificaram a estrutura do local apenas por vandalismo. A última ação foi esta semana e alunos e professores estão assustados.
As aulas foram retomadas na quarta-feira (19) ainda em clima de temor. "Temos medo de sermos atacados quando sai do colégio, na entrada. Os pais também ficam com medo, ficam em casa pensando o que pode ter acontecido com eles se eles chegarem atrasados", relatou o estudante Cleanderson Silva.

Um Boletim de Ocorrência (BO) foi feito na delegacia do distrito, mas estudantes e professores seguem em um clima de insegurança. "Uma escola pública, onde nós estamos aqui para ensinar, educar, e estão vindo somente danificar o patrimônio público", disse a professora Maria da Penha.
A escola, que é a única do distrito de São José da Mata, foi arrombada durante a madrugada em dois fins de semana, no momento em que não há vigilantes. Nas duas situações, as salas da parte administrativa foram violadas, mas nada foi levado. Dos 25 compartimentos da escola, seis foram arrombados. Em uma das salas da administração a porta, já arrombada duas vezes, precisou ser arrancada e a secretaria passou a funcionar na sala de informática, onde grades foram colocadas.
O 2º Batalhão da Polícia Militar informou que a base da PM fica próxima à escola e que vai intensificar as rondas no local. A reportagem do G1 tentou entrar em contato com a 3ª Terceira Região de Ensino, órgão da Secretaria de Educação do Estado responsável pela gerência das escolas estaduais da cidade, mas as ligações não foram atendidas.
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G1

Candidato a prefeito joga microfone contra deputado em Roraima


Candidato a prefeito de Boa Vista agride deputado estadual com microfone (Foto: Reprodução/Youtube)As cenas da agressão foram registradas e postadas
na internet (Foto: Reprodução/Youtube)
A sessão da Assembleia Legislativa de Roraima foi interrompida na terça-feira (18), depois que o candidato a prefeito de Boa Vistae deputado estadual, Mecias de Jesus (PRB), jogou um microfone do plenário contra o deputado estadual George Melo (PSDC).
O parlamentar agredido sofreu ferimentos na mão e levou três pontos no polegar. Ele prestou queixa por lesão corporal na 1ª Delegacia de Polícia de Boa Vista e fez um exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).
A confusão começou quando o deputado George Melo leu na tribuna uma liminar da Justiça Federal determinando o bloqueio dos bens do candidato Mecias de Jesus, da esposa dele, do cunhado e do irmão, no valor de R$ 1,9 milhão.
Em seguida, o candidato a prefeito rebateu o discurso do colega. Ao deixar a tribuna, Mecias de Jesus foi em direção ao deputado George Melo e atirou o microfone contra o parlamentar. O momento da agressão foi flagrado por emissoras de TV e postado no Youtube (veja o vídeo).
Em nota enviada ao G1, Mecias de Jesus informou que se trata de um fato isolado. De acordo com o candidato, a reação foi provocada pelos “ataques sistemáticos do deputado George Melo contra sua família”.
Já o deputado negou que tenha ofendido a esposa do candidato. “Eu só tornei a decisão pública. Em nenhum momento eu atingi a moral da família dele. Aliás, a vítima fui eu. Eu que fui agredido”. George Melo prometeu ainda acionar a Corregedoria da casa, por considerar quebra de decoro parlamentar a atitude de Mecias de Jesus.
G1
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