sábado, 13 de outubro de 2012

Marido de condutora que atropelou grupo na PB diz que ela passou mal


 O esposo da motorista que atropelou sete pessoas na noite da última quinta-feira (11) falou durante entrevista sobre o caso. Ele disse que sua esposa perdeu o controle do veículo ao passar mal enquanto dirigia e que o acidente havia sido uma fatalidade.
O delegado Heleno de  Sousa Filho também disse que irá procurar as famílias das vítimas para prestar assistência.
O acidente aconteceu na Avenida Flávio Ribeiro Coutinho, mais conhecida como Retão de Manaíra, em frente a um restaurante de uma rede de lanchonetes, as vítimas esperavam o ônibus em um ponto que fica na avenida quando foram atropelados pelo veículo, que segundo a tenente Gracilane Oliveira do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) estava em alta velocidade.

O delegado Heleno de Sousa Filho, esposo da motorista, afirmou que sua esposa não havia ingerido bebida alcoólica, porém de acordo com a tenente do BPTran ela estava desorientada e com sinais de embriaguez. Uma das vítimas ainda está internada no Hospital de Trauma.
Quatro pessoas foram socorridas para o Hospital de Trauma e outras três levadas para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro onde o acidente aconteceu. A condutora que foi levada para o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disp) para prestar esclarecimentos se recusou a realizar o teste do bafômetro.
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G1

Homem é baleado quando tentava comprar crack em João Pessoa


Um jovem sofreu uma tentativa de homicídio no bairro do Cristo, em  João Pessoa. De acordo com o sargento Fernandes, da Polícia Militar, a vítima, que mora no bairro do José Américo, localizado também na capital, estava no Cristo com o objetivo de comprar (Foto: Walter Paparazzo G1/PB)Vítima foi socorrida por uma equipe do Samu e
levada para o Hospital de Trauma da capital
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Um jovem sofreu uma tentativa de homicídio na manhã deste sábado (13) no bairro do Cristo, em João Pessoa. De acordo com informações do cabo Fernandes, da Polícia Militar, a vítima levou um tiro quando tentava comprar uma pedra de crack.
O cabo informou ainda que a polícia não tem pistas dos suspeitos. A vítima foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e levado para o Hospital de Emergência e Trauma.
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G1

'Fragmentos de Um Sol Quente' é encenado na estação Cabo Branco


'Fragmentos de Um Sol Quente' é encenado na estação Cabo Branco (Foto: Divulgação/Assessoria)Espetáculo é baseado em painel de Flávio Tavares
(Foto: Divulgação/Assessoria)
O espetáculo 'Fragmentos de Um Sol Quente', escrito e dirigido por Flávio Melo, será apresentado na terça-feira (16) e quarta-feira (17) na Estação Cabo Branco, às 20h no bairro do Altiplano, em João Pessoa. Baseado no painel “No Reinado do Sol”, de outro Flávio, o Flávio Tavares, a peça é o resultado de um curso de formação em artes cênicas do qual participaram 22 atores em cena.
A partir disso, uma sequência dos principais episódios da história paraibana é encenada, como o Massacre de Tracunhaém, a independência da colônia, a expulsão dos holandeses e todo o itinerário que leva o público do passado (à esquerda do painel) aos dias atuais (à direita do painel), onde se situa a cidade crescida arquitetonicamente, os casarões e festas de rua.Fragmentos de Um Sol Quente é inspirado no texto de “Manaíra e Tambaú”, de autoria de Antônio dos Santos, o “Chuá”, e conta a história da cidade de João Pessoa a partir do romance proibido entre dois jovens indígenas de tribos inimigas: a potiguara Manaíra e o tabajara Tambaú.
A ideia da peça, segundo Flávio Melo, não era fazer uma adaptação fiel da narrativa do painel, mas trabalhar de forma livre sobre as referências pictórica e literária. Por isso, há quebras cronológicas no recorte histórico, bem como na dramatização de algumas personagens presentes na pintura, como Augusto dos Anjos, José Lins do Rego, Manuel da Caixa d'Água e a famosa Vassoura.
'Fragmentos de Um Sol Quente' é encenado na estação Cabo Branco (Foto: Divulgação/Assessoria)
Fragmentos de Um Sol Quente
(Foto: Divulgação/Assessoria)
“Os atores entram e saem de cena como uma tela em branco, que de repente vai ganhando vida”, explicou o diretor, que também é professor de teatro.
Na narrativa, o próprio Flávio Tavares está representado de duas formas. Na de pintor, preocupado porque está esvaziado de ideias (Fagner Ribeiro) e na de inconsciente materializado de menino (Rodrigo Batista), cheio de inspiração e criatividade. Os dois formam a genialidade que culmina na criação de “No Reinaldo do Sol”.
Para Fagner Ribeiro, tem sido uma experiência enriquecedora e, ao mesmo tempo, desafiadora participar desse espetáculo, por se tratar de uma obra muito complexa. “Além de fazer um relato histórico e geográfico atemporal, a peça apresenta personagens que marcaram a mente de muitos pessoenses”, acrescentou.
SERVIÇO
Espetáculo: “Fragmentos de Um Sol Quente”
Diretor: Flávio Melo
Data: terça-feira (16) e quarta-feira (17)
Hora: 20h
Local: Auditório da Estação Cabo Branco
Fones: 3214.8270 – 3214.8303
Entrada: 1 kg de alimento não-perecível
Informações: 3214-8270 / 3214-8303
Twitter: @estacaocb

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G1

Veja lista com abóbora de 911 quilos e outros vegetais gigantes


No dia 28 de setembro, o norte-americano Ron Wallace bateu o recorde mundial com uma abóbora de 911 quilos que ele cultivava em sua propriedade. Ele exibiu o vegetal gigante em uma feira agrícola em Topsfield, no estado de Massachusetts (EUA). Wallace ganhou um prêmio de US$ 15,5 mil (R$ 31,5 mil). Confira abaixo esse e outros vegetais gigantes.
Ron Wallace bateu o recorde mundial ao cultivar abóbora de 911 quilos. (Foto: Reprodução)Ron Wallace bateu o recorde mundial ao cultivar abóbora de 911 quilos. (Foto: Reprodução)
Em setembro deste ano, o produtor de vegetais gigantes Peter Glazebrook bateu o recorde mundial com uma cebola de 8,19 quilos, superando seu próprio recorde em quase 60 gramas. (Foto: Christopher Furlong/Getty Images)Em setembro deste ano, o produtor de vegetais gigantes Peter Glazebrook bateu o recorde mundial com uma cebola de 8,19 quilos, superando seu próprio recorde em quase 60 gramas. (Foto: Christopher Furlong/Getty Images)
Abobrinha de 54,32 quilos, que foi cultivada por Peter Glazebrook, foi um dos vencedores da competição de vegetais gigantes, em setembro de 2012, durante uma feira em Harrogate, na Inglaterra. (Foto: Christopher Furlong/Getty Images)Abobrinha de 54,32 quilos, que foi cultivada por Peter Glazebrook, foi um dos vencedores da competição de vegetais gigantes, em setembro de 2012, durante uma feira em Harrogate, na Inglaterra. (Foto: Christopher Furlong/Getty Images)
O fazendeiro libanês Khalil Semhat segura batata doce gigante, em dezembro de 2008, na cidade de Tyre. O legume pesava 11,3 quilos.  (Foto: AFP)O fazendeiro libanês Khalil Semhat segura batata doce gigante, em dezembro de 2008, na cidade de Tyre. O legume pesava 11,3 quilos. (Foto: AFP)
Em 2009, o israelense Yitzhak Yazdantana colheu um pepino de 1,18 metro na horta de sua casa em Petah Tikva, próximo a Tel Aviv. (Foto: Gil Cohen Magen/Reuters)Em 2009, o israelense Yitzhak Yazdantana colheu um pepino de 1,18 metro na horta de sua casa em Petah Tikva, próximo a Tel Aviv. (Foto: Gil Cohen Magen/Reuters)
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G1

Censo de animais em reserva do Acre ajuda a combater caça na região


Armadilhas fotográficas instaladas no interior da reserva extrativista Alto Parauacá, no Acre, registraram mais de 1.500 animais que vivem na floresta amazônica, sendo que 908 são mamíferos de médio e grande porte de 22 diferentes espécies – algumas ameaçadas de extinção.
As fotos fazem parte do primeiro censo de animais que pesquisadores da Universidade Federal do Acre (UFAC) e do grupo de pesquisa sobre comunidades tradicionais do Instituto Chico Mendes (ICMBio) realizam no local, com o objetivo de avaliar a criação de uma área protegida de ações como desmatamento e caça predatória, que ameaçam a biodiversidade da região.
De acordo com Rosenil Dias de Oliveira, coordenadora do projeto "Caça de subsistência", na reserva é possível encontrar espécies como o veado-vermelho, a onça-vermelha, além da anta, o tamanduá-bandeira e a onça-pintada (os três últimos correm risco de desaparecer da natureza).
Exemplar de onça-vermelha (Puma concolor) é fotografado por armadilha instalada em reserva na floresta amazônica (Foto: Divulgação/André Botelho)Exemplar de onça-vermelha (Puma concolor) é fotografado por armadilha instalada em reserva na floresta amazônica (Foto: Divulgação/André Botelho)
A investigação científica, que ainda está em andamento, analisa o impacto da caça para subsistência de 348 famílias que vivem no interior da reserva, e quer conhecer melhor como essas pessoas utilizam os animais amazônicos para fins medicinais.
Ela afirma que moradores da área caçam também para extrair dentes de bichos como a queixada e o veado. “A presa da queixada é utilizada para a produção de chás que, segundo a cultura tradicional, curam pneumonia. Já o dente do veado serve para produzir um chá que fortalece o dente de bebês”, explica a pesquisadora.
“Queremos descrever toda essa função cultural, além de mapear a área que funcionará como refúgio das espécies silvestres, colocando restrições para as famílias e aumentando a fiscalização contra a caça predatória”, explica.
 


No período noturno, as câmeras registraram um bicho-preguiça se arrastando pelo chão (Foto: Divulgação/André Botelho)A reserva, que tem 1.600 km² (área pouco maior que o tamanho do município de São Paulo), e sofre constantes invasões de moradores da região em busca dos recursos da floresta.

Rosenil afirma que muitos animais são capturados e vendidos, prejudicando o equilíbrio das espécies. Segundo ela, o estudo vai traçar alternativas de como gerir melhor a reserva e quais são as principais áreas que devem receber uma maior fiscalização.

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G1
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