quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Enfermeira do 'trote' sobre Kate Middleton se enforcou, diz legista


A enfermeira do caso da "pegadinha telefônica" relacionada com a gravidez de Kate Middleton se enforcou, segundo a necrópsia, cujo resultado foi divulgado nesta quinta-feira (13) em Londres.
A indiana Jacintha Saldanha, que era casada e mães de dois filhos, foi encontrada morta, pendurada em um cachecol amarrado na porta de um guarda-roupa, em um alojamento do hospital, na sexta-feira passada.
Jacintha, que tinha 46 anos, foi achada por uma colega e por um membro da equipe de segurança do hospital King Edward VII, onde trabalhava havia mais de quatro anos.
Ela também tinha um ferimento no pulso, mas não havia "circunstâncias suspeitas" no local, o que afasta a hipótese de homicídio, segundo o policial."Infelizmente foi encontrada enforcada", declarou o inspetor da polícia James Harman, em um julgamento de instrução londrina.
Foto de Jacintha Saldanha divulgada pela Scotland Yard neste sábado (8) (Foto: Reuters)
A polícia encontrou dois bilhetes no quarto e um terceiro entre os pertences de Jacintha, mas não revelou o conteúdo.
Saldanha foi a enfermeira que atendeu na semana passada à ligação de dois locutores da rádio australiana 2Day.
Ela passou a ligação para uma colega que atendia Kate, internada desde a véspera por complicações relacionadas com sua recente gravidez.
Os radialistas imitaram a voz da Rainha Elizabeth II e do Príncipe Charles e pediram informações sobre a gravidez. Jacintha foi enganada apesar das imitações serem, segundo os próprios radialistas, pouco convincentes.
O caso gerou repercussão mundial e condenações generalizadas à rádio envolvida.
A imprensa britânica falou, desde o começo, da possibilidade de um suicídio. Aparentemente, Jacintha não revelou à sua família que tinha sido vítima do trote.
Na segunda-feira, o premiê britânico, David Cameron, qualificou o incidente de uma "tragédia absoluta".
G1

Chef de cozinha é morto a facadas por ajudante em hotel de SP


O chef de cozinha de um hotel dos Jardins, em São Paulo, foi assassinado a facadas por um ajudante de cozinha na noite desta quarta-feira (12), segundo a Polícia Militar. O crime ocorreu por volta das 20h no Quality Hotel, na Alameda Campinas.
Segundo um funcionário do estabelecimento, o ajudante esfaqueou o chef de cozinha após uma discussão. Em seguida, ele tentou fugir, mas foi preso por policiais militares que passavam pelo local. O resgate do Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a vítima morreu antes de ser socorrida. A ocorrência será registrada no 78º Distrito Policial, nos Jardins.
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G1

Deputado do Rio vai ao STF tentar impedir votação do veto dos royalties


Nova tabela royalties  (Foto: Arte G1)
O deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ) protocolou eletronicamente na madrugada nesta quinta-feira (13) um pedido noSupremo Tribunal Federal (STF) para suspender a votação do veto da presidenteDilma Rousseff ao artigo 3º da Lei dos Royalties.
Para o parlamentar, votação é "inconstitucional" já que veto deve ser apreciado antes de milhares de outros que aguardam na fila.
O artigo 3º do projeto de lei aprovado no Congresso diminuía a parcela de royalties e da participação especial dos contratos em vigor destinada a estados e municípios produtores de petróleo, enquanto ampliava os ganhos dos demais estados, mas Dilma vetou e mudou apenas a distribuição nos contratos futuros.
O mandado de segurança pede a concessão de uma liminar (decisão provisória) para suspender a votação do veto prevista para a próxima terça-feira (18). Nesta quarta (12), o Congresso aprovou a urgência para votar a matéria.
A petição foi protocolada eletronicamente durante a madrugada e, até a publicação desta reportagem, o processo ainda não havia sido instaurado e nem distribuído a algum ministro do Supremo para ser relator.
Já há pedido em andamento no Supremo feito por parlamentares do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, cujo relator é o ministro Luiz Fux, que pedia suspensão da tramitação do projeto de lei. No entanto, Fux não analisou o caso antes de o projeto ser sancionado.
Argumentações
Na petição, o deputado argumenta que o pedido é "manifesto e dramático, tendo em vista a iminência de que seja realizada sessão conjunta para a apreciação inconstitucional do veto".

Segundo o parlamentar, a inconstitucionalidade da votação decorre do fato de que a apreciação do veto vai passar na frente de mais de 3 mil vetos que aguardam apreciação pelo plenário do Congresso Nacional.
"O veto somente poderá ser votado após a apreciação dos vetos recebidos anteriormente, a imensa maioria com o prazo de discussão e votação vencido [...] em relação aos quais, portanto, o Congresso já se encontra em estado de omissão inconstitucional", argumenta a ação.
O deputado afirma ainda que não houve a formação de uma comissão para elaborar parecer sobre o veto, conforme prevê o regimento, e diz que não houve prazo regimental entre a leitura do texto da urgência e a apreciação.
Votação do veto
Caso o veto de Dilma seja derrubado na próxima terça (18), a decisão deve ser publicada no dia seguinte no "Diário Oficial da União", reintroduzindo na lei 12.734/2012 o art. 3º, que estende a nova distribuição dos royalties sobre os contratos em vigor, de blocos em operação. Caso o veto seja mantido, a lei permanece inalterada.

Depois disso, no âmbito do Legislativo ou do Executivo, a alteração das regras só seria possível com uma nova lei.
Como ficou a lei dos royalties
No caso dos futuros campos de extração de petróleo, fica mantida a distribuição de royalties definida no projeto aprovado pelo Congresso, pela qual a parcela dos estados produtores de petróleo diminui e a dos não produtores aumenta.

Os estados produtores, que hoje recebem 26% do dinheiro, terão a fatia reduzida para 20% em 2013. Os municípios produtores passam dos atuais 26,25% para 15%, em 2013, chegando a 4%, em 2020.A parte dos estados e municípios não produtores, que atualmente é de 1,75% e 7%, respectivamente, passa, em 2013, para 21% (nos dois casos). Em 2020, a parcela aumentaria para 27% do total arrecadado pela União.
A participação especial dos futuros campos de exploração, atualmente dividida entre União (50%), estado produtor (40%) e município produtor (10%), passaria a incluir estados e municípios onde não existe extração.
Em 2013, tanto estados quanto municípios recebem 10%. Em 2020, 15%. A nova lei reduz a parcela atual de 40% destinada a estados produtores para 32%, em 2013, e para 20%, em 2020.
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G1

Base aliada aprova convite para ouvir FHC e Gurgel no Congresso

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Jilmar Tatto, e o senador Fernando Collor (PTB-AL) conseguiram aprovar nesta quarta-feira (12) pedido para convidar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o procurador-geral Roberto Gurgel a comparecer em comissão do Congresso.
Tatto quer que FHC preste esclarecimentos sobre um suposto esquema de corrupção que teria sido montado durante o seu governo para abastecer os caixas de campanha de candidatos do PSDB. Os convites foram aprovados pela Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência e ocorrem depois da oposição manifestar interesse em convidarMarcos Valério a falar sobre seu depoimento à Procuradoria Geral da República em que vincula o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao mensalão.
Já Collor, quer que Gurgel explique como funciona a integração dos órgãos de inteligência nas investigações em operações da Polícia Federal como Vegas e Monte Carlo, que levaram à prisão o empresário Carlinhos Cachoeira.As suspeitas sobre suposto esquema no governo FHC surgiram em 2005, durante a CPI dos Correios, com o aparecimento da “Lista deFurnas”, composta por supostas doações a políticos da base aliada do ex-presidente.
Os parlamentares da base aliada também conseguiram derrotar os requerimentos apresentados pela oposição, de convocar os ministros da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann e da ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, indiciada na operação Porto Seguro, da Polícia Federal.
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G1

SONHO DOS MÉDICOS DO PAÍS: parecer de Cássio a projeto há anos esperado recebe voto unânime no Senado Federal


A Comissão de Educação do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (12/12), por unanimidade, o parecer do Senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB) ao PLS do Ato Médico. “Este é um momento importante do Congresso, pois esta matéria tramitava há mais de doze anos sem acordo. Conseguimos fechar um consenso em que todas as profissões da área da saúde que são regulamentadas estão resguardadas e o texto atende de forma clara a todas as categorias sem desfavorecer nenhuma delas”, garantiu Cássio Cunha Lima.

Segundo o relator, a maior dificuldade encontrada na sua missão, não foi enfrentar o assédio e a pressão legítima sofrida ao longo dos últimos meses por representantes de 14 profissões de diversas áreas de atuações da saúde. Mas foi sim, justamente, a questão regimental e legislativa. A discussão no âmbito da Comissão de Educação não é em torno do PLS nº 268, de 2002, mas em relação ao Substitutivo apresentado pela Câmara dos Deputados.

“Portanto meu campo de atuação ficou bastante restrito. Não havia como fazer qualquer outra modificação ou inovação no projeto, mas apenas aceitar ou rejeitar as alterações propostas pela Câmara, neste último caso, mantendo-se o texto conforme aprovado pelo Senado” explicou Cássio Cunha Lima. No Senado, o Substitutivo da Câmara dos Deputados (SCD) ao Projeto de Lei do Senado nº 268, de 2002, já foi apreciado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

O Senador Cássio Cunha Lima explicou ainda que o texto aprovado anteriormente na CCJ, com parecer proferido pelo Senador Antonio Carlos Valadares, aceitou todas as emendas da Câmara que pudessem ser favoráveis às categorias profissionais não médicas. Este mesmo texto pela relatoria na Comissão de Educação, aprovado por unanimidade e será analisado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Segundo o relator Cássio Cunha Lima, seu parecer lista osprocedimentos que só poderão ser realizados por médicos, como a aplicação de anestesia geral, cirurgias, internações e altas. Também ficam restritos aos médicos diagnósticos de doenças e decisões sobre o tratamento do paciente. A proposta define ainda as tarefas liberadas aos demais profissionais de saúde, entre elas a aplicação de injeções, curativos e coleta de sangue.

Antes da sessão ordinária que aprovou por unanimidade o parecer do Senador Cássio, a Comissão de Educação promoveu audiência pública conjunta com a CAS e ouviu entidades ligadas à educação, como o Conselho Federal de Educação, e representantes dos Ministérios da Educação e da Saúde.
Fonte: http://www.tonyshow.com.br
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