sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

PRF flagra 4 mil motoristas em alta velocidade durante carnaval na PB


Foram registradas mais de 4 mil infrações por excesso de velocidade nas rodovias federais da Paraíba durante este carnaval, quase 3 mil a mais que no mesmo período do ano passado. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (14) no balanço final da Operação Carnaval 2013 da Polícia Rodoviária Federal (PRF) da Paraíba. Durante os seis dias de operação ainda foram registrados 65 acidentes, com 51 feridos e cinco mortes, sendo o último o mesmo número do ano passado.
Os agentes da PRF fiscalizaram 4.593 veículos nesses seis dias de operação, 53,82% a mais que no mesmo período em 2012. Foram emitidas 1.082 multas, o que corresponde a um aumento de 3,94% em relação ao carnaval passado. Ainda, 79 carteiras de habilitação foram recolhidas e 60 veículos foram retidos.
Esta foi a primeira Operação Carnaval realizada pela PRF após a a publicação da Resolução nº 432 de 2013 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), resolução esta, responsável por regulamentar o Grau Zero na lei seca. operação. Foram realizados 1.583 testes e 79 motoristas foram multados por dirigirem embriagados e destes, 27 foram presos no momento da fiscalização, pelo crime de trânsito.Os radares fotográficos da PRF foram utilizados durante todo o carnaval e flagraram 4.005 veículos em excesso de velocidade. Na manhã da sexta-feira (08) um Honda Civic foi flagrado transitando a 183km/h e na tarde de sábado uma motocicleta alcançou a marca dos 150km/h, ambos foram multados.

A relação entre motoristas fiscalizados e multados, por sua vez, apresentou uma queda de 11,81% em 2012 para 4,99% em 2013, reflexo do endurecimento da Lei Seca, do aumento da fiscalização e da maior conscientização dos condutores.

Prisões durante a Operção Carnaval
Durante a Operação carnaval os agentes da PRF prenderam uma mulher de 20 anos por
estelionato, três homens foram presos por serem procurados pela justiça e outros dois foram presos por porte ilegal de arma de fogo. No total, 35 pessoas foram presas e dois adolescentes de 17 anos foram apreendidos. Ainda foram apreendidos um revolver calibre 38 e uma pistola calibre 380.

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G1pb

Trecho da Av. Epitácio Pessoa, em João Pessoa, receberá nova faixa


As obras na Avenida Epitácio Pessoa começaram na quinta-feira (14) para a adição de uma nova faixa de rolamento no trecho que vai da ponte do Rio Jaguaribe até o cruzamento com a Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, paralela à orla marítima, no sentido Centro/praia. O alargamento vai ser possível por meio de alterações no canteiro central da avenida.
A ação tem objetivo de reduzir os congestionamentos no trecho, que concentra o maior volume de tráfego de veículos em horários de pico, segundo a Seinfra.O trabalho realizado foi o de estudo da área onde será feito a mudança, com várias medições sendo feitas. Foi informado pela Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) que uma tubulação de gás passa no local, e que cuidados tem que ser tomados. A secretaria acredita que a obra vai durar 45 dias, e o trânsito no local não precisará ser interditado.
A Seinfra informou que com as obras, o trecho ganhará mais dois metros de largura, o que deve solucionar os congestionamentos na área. O setor sofre com o volume de veículos em horários de pico. A mesma intervenção será executada em trechos das ruas Professora Maria Sales e Avenida Monteiro Lobato, Bairro de Tambaú.
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G1pb

Detentos são transferidos do presídio do Roger na PB após tumulto


Dezesseis detentos foram transferidos na noite da quinta-feira (14) do Presídio Flósculo da Nóbrega, o presídio do Roger, em João Pessoa. Segundo o secretário da Administração Penitenciária da Paraíba, Wallber Virgolino, após serem levados para a delegacia para serem autuados pelo tumulto que causaram na unidade prisional na tarde da quinta-feira, ameaçando os agentes penitenciários com faca, os detentos, na volta ao presídio, foram rejeitados pelos demais, que reclaramaram contra a volta deles.
Detentos do Roger foram levados para a Central de Polícia após tentativa de homicídios a agentes penitenciários (Foto: Walter Paparazzo/G1)
O objetivo da transferência, ainda de acordo com Virgolino, foi dar proteção aos detentos. Os apenados foram transferidos para a Penitenciária Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1, e o Sílvio Porto, a Máxima de Mangabeira, ambos em João Pessoa. Os demais foram levados para a unidade prisional de Santa Rita, Região Metropolitana de João Pessoa.
De acordo com a assessoria da Seap, o princípio de rebelião na tarde da quinta-feira (14) foi rapidamente controlado e teve como motivo a realização de mais uma operação pente-fino nos pavilhões 5 e 6. Várias facas, com símbolos de facções criminosas marcadas nos cabos, foram encontradas pelos agentes.
A Polícia Militar foi chamada até o presídio, mas não chegou a entrar nas instalações da unidade prisional.
A polícia descobriu que os chefes da quadrilha estão detidos no PB1, onde há grandes dificuldades de comunicação com quem está fora do presídio. Por isso, eles passavam instruções para presos do Roger, que, por conta da precariedade, tem grande facilidade de comunicação com exterior através de celulares. Assim, esses detentos agiam como gerentes de pontos de venda e de produção de drogas fora do sistema prisional, além de ordenar assassinatos.
Crime Organizado
Um esquema de produção e tráfico de drogas envolvendo presos de dois presídios de João Pessoa foi descoberto em uma investigação que fechou um laboratório de cocaína no bairro São José, em João Pessoa. A Delegacia de Repressão a Entorpecentes de João Pessoa (DRE) descobriu a ligação entre presos do Complexo Penitenciário Romeu Abrantes, o PB1, e da Penitenciária Modelo Flósculo da Nóbrega, o Roger.

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G1pb

Polícia desmantela esquema de crime organizado em presídios da Paraíba


Polícia apresenta presos em laboratório de manipulação de drogas (Foto: Jorge Machado/G1)Polícia apresenta presos em laboratório de
manipulação de drogas (Foto: Jorge Machado/G1)
Um esquema de produção e tráfico de drogas envolvendo presos de dois presídios de João Pessoa foi descoberto em uma investigação que fechou um laboratório de cocaína no bairro São José, em João Pessoa. A Delegacia de Repressão a Entorpecentes de João Pessoa (DRE) descobriu a ligação entre presos do Complexo Penitenciário Romeu Abrantes, o PB1, e da Penitenciária Modelo Flósculo da Nóbrega, o Roger.
A polícia descobriu que os chefes da quadrilha estão detidos no PB1, onde há grandes dificuldades de comunicação com quem está fora do presídio. Por isso, eles passavam instruções para presos do Roger, que, por conta da precariedade, tem grande facilidade de comunicação com exterior através de celulares. Assim, esses detentos agiam como gerentes de pontos de venda e de produção de drogas fora do sistema prisional, além de ordenar assassinatos.
A investigação começou há dois meses. Seis pessoas foram presas e um adolescente detido. Três mulheres que  tinham participação no grupo criminoso também foram presas. Segundo o delegado, duas pessoas estão foragidas.De acordo com o delegado titular da DRE, Allan Murilo Terruel, investigações levaram a polícia a fechar o laboratório de drogas descoberto no bairro São José, na segunda-feira (11). Ainda de acordo com o delegado, o grande objetivo do grupo era tomar áreas no bairro.
Polícia explicou como funcionava esquema de dentro de presídios da Paraíba (Foto: Jorge Machado/G1)
As ações contra o grupo começaram durante o carnaval com operações pente-fino no Roger. “Quando as investigações descobriram que o comando partia do PB1, pedimos apoio à Secretaria da Administração Penitenciária (Seap) para realizar pentes-finos no Roger para impedir que os chefes do tráfico no PB1 continuassem agindo, inclusive matando pessoas que, de alguma forma, tinha ligação com o tráfico”, disse Terruel.
O delegado esclareceu que o laboratório não tinha como objetivo a produção de drogas. “A finalidade era aumentar o volume da droga , através do uso de diversos compostos químicos, para aumentar o lucro dos traficantes. Esse laboratório bastante primitivo funcionava com uma estrutura mínima em um barraco do bairro São José”.
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Artista cria instrumentos musicais usando partes de armas apreendidas


O artista mexicano Pedro Reyes criou instrumentos musicais usando partes de armas apreendidas pelo Exército e pela polícia de Ciudad Juarez, no México.
Reyes afirmou que passou os últimos dois anos transformando cerca de 6.700 armas em instrumentos musicais em sua oficina na capital Cidade do México.
Ele pretende expor seu trabalho na Europa e nos Estados Unidos.
Pedro Reyes criou instrumentos musicais usando partes de armas aprendidas (Foto: Eduardo Verdugo/AP)Pedro Reyes criou instrumentos musicais usando partes de armas apreendidas (Foto: Eduardo Verdugo/AP)
Pedro Reyes Reyes passou os últimos dois anos focado no projeto (Foto: Eduardo Verdugo/AP)Pedro Reyes Reyes passou os últimos dois anos realizando o projeto (Foto: Eduardo Verdugo/AP)
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