segunda-feira, 25 de março de 2013

PESQUISA ENTRE PREFEITOS APONTA PREFERÊNCIA DE RICARDO NO GOVERNO E RÔMULO, NO SENADO


A Revista Tribuna realizou com os prefeitos da Paraíba uma pesquisa para constatar a preferência dos gestores na disputa estadual de 2014. Na edição 156, março de 2013, a Revista revela que o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o vice-governador Rômulo Gouveia (PSD) são os mais cotados para o governo e o senado.

O levantamento foi feito com os prefeitos no encontro que o Governo do Estado realizou com os gestores municipais, no dia 18 de fevereiro. A pesquisa mostra que Ricardo Coutinho tem 50% da preferência para a reeleição e Rômulo Gouveia tem mais que o dobro do segundo colocado, com 37,2% da preferência na disputa pela vaga no Senado.

Lideranças que podem ser decisivas nas eleições estaduais, os prefeitos da Paraíba apontaram da seguinte forma a preferência para a disputa de 2014.

Para senador:

Rômulo Gouveia PSD – 37,2%;

Wilson Santiago PMDB - 17,8%;

Aguinaldo Ribeiro PP – 14,2%;

Cícero Lucena PSDB - 8,7;

Ricardo Marcelo PEN - 6,1%;

Veneziano PMDB – 6,1%

Maranhão PMDB - 1%

Não opinaram - 14,2%.



Para governador:

Ricardo Coutinho PSB – 50%;

Cássio Cunha Lima PSDB – 17,8%;

Aguinaldo Ribeiro PP – 7,1%;

Veneziano PMDB - 6,1%;

Ricardo Marcelo PEN – 4,6%;

Luciano Cartaxo 1%;

Não opinaram 13,2%.


FONTE: http://www.politicapb.com.br

Previsão: Vórtice Ciclônico deverá ocasionar mais chuvas no interior da Paraíba. Confira!


Previsão: Vórtice Ciclônico deverá ocasionar mais chuvas no interior da Paraíba. Confira!Apesar das condições oceânicas ainda estarem desfavoráveis para uma boa estação chuvosa em 2013. O físico e meteorologista Rodrigo Cézar Limeira vem trazer uma boa notícia para a população sertaneja, a continuidade das chuvas no semiárido paraibano.
Segundo Rodrigo, um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) está atuando sobre o nordeste, com núcleo sobre o Oceano Atlântico Sul, na altura da costa da Bahia, e está recebendo umidade oriunda das regiões Centro-oeste e Sudeste.
 
Dessa forma, o especialista prevê a ocorrência de chuvas de natureza isolada no interior da Paraíba entre os dias 24 e 29 de Março, as quais servirão para aliviar um pouco o forte calor das últimas semanas e armazenar água nos reservatórios principalmente naqueles de pequeno e médio porte.
 
Chuvas que estão ocorrendo agora em Março não representam o inverno (estação chuvosa) do semiárido
 
Apesar de animadoras, as chuvas registradas agora em Março não constituem o inverno regular do semiárido paraibano, tratam-se apenas de chuvadas. Dessa forma, de acordo com Rodrigo, quando este vórtice dissipar, as chuvas irão desaparecer da região, isso porque o Oceano Atlântico Sul na altura da costa nordestina não esquentou, fato que inviabiliza a ocorrência de uma estação chuvosa de qualidade na região.
 
O limite para aquecimento das águas do referido oceano é 20 de Março, como o mesmo não esquentou, tal fato resulta numa estação chuvosa muito irregular e em poucas chuvas no setor norte do nordeste, dentro do período de estação chuvosa da região, que dura de Fevereiro a Maio.
 
Vórtice Ciclônico está melhorando a situação de seca forte na região
 
Rodrigo disse que mesmo com suas previsões indicando chuvas de 50% a 70% abaixo da média, o fato das chuvas estarem caindo de uma vez ameniza a situação dos mananciais do semiárido paraibano, pois há um maior armazenamento de água, fato que pode ser importante para o abastecimento das comunidades.
 
Rodrigo Cézar Limeira é formado em Física e em Meteorologia e tem Mestrado em Meteorologia. Atualmente é o físico responsável pelo Espaço Energia (museu de eletricidade da Energisa) na Cidade de Sousa/PB.
Fonte: http://www.diariodosertao.com.br

Garrafa purifica água em 60 segundos


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 A garrafa possui um sistema que consiste em uma garrafa de plástico de 750 ml, uma tampa equipada com luz UV-C e um cabo USB. Foto: <a href="http://www.camelbak.com/" target="_blank">Divulgação</a></p>
Já está disponível no mercado uma garrafinha de água que possui um dispositivo de purificação. A empresa responsável pelo desenvolvimento da tecnologia é a CamelBak, especializada na setor de garrafas de água.


De todos os produtos feitos pela companhia, provavelmente, nenhum foi tão revolucionário como a CamelBak All Clear. Ela possui um sistema que consiste em uma garrafa de plástico de 750 ml, uma tampa equipada com luz UV-C e um cabo USB. Esta combinação transforma a garrafa com água de origem duvidosa em água potável. Basta agitá-la por 60 segundos.

“A luz UV-C destrói o DNA de micróbios de todos os tamanhos, incluindo, bactérias, protozoários e vírus que são transmitidos pela água. A destruição do DNA de um micróbio impede a reprodução dos mesmos, e sem a capacidade de reprodução, eles são neutralizados e tornam-se inofensivos”, afirma a empresa.

Na tampa UV há duas baterias recarregáveis de íon-lítio capazes de executar, em uma garrafa cheia, mais de 80 ciclos de purificação com uma carga completa. Desta forma, é possível recarregar três garrafas por dia durante 26 dias seguidos com uma única carga.

Além das garrafas, a CamelBak trabalha com outros equipamentos para hidratação pessoal esportiva. O produto é vendido por 99 dólares, mas está disponível apenas nos Estados Unidos
Fonte: http://ciclovivo.com.br

Vida fácil atrai jovens para a prostituição


Já faz 12 meses que Raquel (nome fictício) tomou uma decisão que mudou o rumo da própria vida. Ela tinha 17 anos quando decidiu ingressar na prostituição, após ser influenciada pela irmã, que já fazia programas sexuais. A possibilidade de ganhar dinheiro rápido, sem precisar cursar faculdade ou enfrentar longas jornadas de trabalho, chamou a atenção da jovem.
Com um jeito despojado e roupas sensuais, ela começou a ajudar no sustento da casa com o lucro dos programas, mas se deparou com uma realidade de sacrifícios e perigos, impostos pelo preconceito e discriminação.

“A gente não tem apoio de nada e nem de ninguém. Eu não gosto dessa vida, não. Tenho sonho de arrumar um homem que goste de mim e me tire dessa vida. Estudo. Faço o segundo grau e quero arrumar um emprego melhor. Mas, enquanto isso não acontece, vou ficando por aqui mesmo”, conta.

Raquel está entre as quase 450 profissionais do sexo que atuam na Grande João Pessoa, segundo estimativa da Associação de Profissionais do Sexo da Paraíba (Apros-PB), entidade que representa as garotas de programa do Estado. Elas trabalham em bordéis, boates e em vias públicas espalhadas na capital e nos municípios de Santa Rita, Bayeux e Cabedelo.

Apesar das conquistas femininas, essas mulheres ainda sofrem preconceitos idênticos aos encontrados séculos atrás.

Considerada uma das profissões mais antigas do mundo, a prostituição é citada em relatos bíblicos como a causa do apedrejamento de muitas mulheres.

Apesar dos mais de dois mil anos que já se passaram, as chamadas “garotas de programa” ainda são vítimas de violência, como relata a presidente da Apros-PB, Luza Maria Silva.

“Ocorrem muitos casos de clientes que não querem pagar pelo programa; que contratam um tipo de serviço e, quando a gente chega no local, querem nos obrigar a fazer o que não foi acordado. É uma luta diária. A prostituta acaba dialogando com seu parceiro, tentando resolver tudo na conversa, por causa mesmo do sentimento de insegurança que existe entre nós”, disse.

Em João Pessoa, ainda de acordo com a Apros-PB, existem cerca de 30 pontos de prostituição. Destes, 12 ficam apenas na rua da Areia, localizada no Centro de João Pessoa, e que se destacou pela presença de bares e prostíbulos.

É nesse local, em um bar, ainda em reforma, onde Raquel trabalha. Ela e outras garotas ficam à porta, esperando por clientes. Quando eles chegam, são levados para os fundos do estabelecimento, onde ficam os quartos. A música alta e a pouca iluminação do local também cedem espaço para episódios de brigas e confusões.

“No último domingo, eu quase morri. Um cliente se negou a pagar pelo programa e ainda me ameaçou. Foi preciso chamar o dono do bar, que obrigou o cara a pagar. A polícia nem foi chamada”, disse uma profissional do sexo, que não quis se identificar.

Mulheres fazem 'ponto' na orla para obter lucro


Em João Pessoa, a orla do Cabo Branco, distante cerca de oito quilômetros da rua da Areia, concentra outros pontos de prostituição. Por ser uma área considerada nobre, margeada pela praia e refúgio de turistas, o local é escolhido por prostitutas que desejam ganhar mais. Na localidade, as garotas de programa ficam de prontidão, à espera de clientes até durante o dia. Algumas permanecem por até cinco horas, na calçada de uma rua, vestidas apenas por biquínis.

Segundo uma garota de programa que atua no local há mais de dois anos, e que não quis se identificar, o local foi escolhido pela questão financeira. “O programa custa R$ 100 e dura mais ou menos meia hora. Por dia, pego até três clientes. Faz dois anos que trabalho aqui, mas minha família não sabe”, diz outra mulher, de 20 anos, que frequenta o local.

Para a professora doutora da Universidade Federal da Paraíba, Nádja Carvalho, que reside na área próxima ao Cabo Branco, onde as garotas de programas fazem “ponto”, a situação é motivo de tristeza. “Muitas delas vieram de camadas sociais mais excluídas da sociedade; têm histórias de vida marcadas por abusos sexuais e chegaram a esse ponto por falta de oportunidades de vida”, lamenta.

Apesar de trabalharem em locais diferentes, as prostitutas sofrem da discriminação, que é causada até por órgãos públicos. Luza explica que a Apros se articula com órgãos públicos de saúde e organizações não governamentais para levar diversos tipos de assistência às prostitutas. No entanto, encontra dificuldades quando pede ajuda à área de segurança pública.

“O preconceito existe até mesmo entre algumas autoridades públicas. Há um tempo atrás, organizamos um evento, composto por várias mesas redondas, para tratar assuntos ligados às prostitutas. Representantes de diversos órgãos públicos participaram. Mas ninguém da Secretaria de Segurança compareceu”, lamentou.

“Até um tempo atrás, eram muitos comuns casos de prostitutas que eram abordadas nas ruas, de forma agressiva, por policiais.

Mesmo proibido por lei, eram revistadas por homens, que as apalpavam. Ainda havia casos de policiais que prendiam prostitutas e as obrigavam a fazer sexo com eles, para serem liberadas”, denunciou.

“Isso hoje é mais raro. Se acontece, as prostitutas não denunciam, porque têm medo de sofrer represálias. Afinal, estamos expostas, nos locais onde trabalhamos. Quem vai nos dá segurança?”, indaga.

 Profissionais têm medo e vergonha

Mesmo exercendo uma das práticas mais antiga dos mundo, muitas são as profissionais do sexo que sentem medo ou vergonha de assumir a atividade. Segundo a professora doutora da Universidade Federal da Paraíba Glória Rabay, isso ocorre por causa de uma questão cultural, que começou há mais de dois mil anos.

Com experiência de quem pesquisa há mais de 20 anos as questões envolvendo conquistas femininas, ela explica que a prostituição surgiu numa época em que as mulheres eram proibidas de fazer sexo antes do casamento. “A virgindade das filhas de famílias tradicionais eram guardadas para o casamento e era condição primordial para comprovar a santidade, a inocência e moral dessas mulheres”, diz a pesquisadora.

O problema surgiu, segundo a professora, porque os homens, por seu extinto, não ficaram sem relação sexual e começaram a pagar para ter sexo com as mulheres que aceitavam essa transação. “Com isso, as prostitutas, por não seguirem o que a sociedade pregava, eram apedrejadas, expulsas de casa, consideradas como um lixo, uma escória da sociedade. Isso já existia antes de Cristo”, completou.

“O sexo também era visto como algo pecaminoso, sujo, e quem o pratica também é visto assim. Só que a sociedade esquece que só existe prostituição porque existem clientes. Mas os homens não sofrem preconceito. Ainda é preciso muita luta para mudar isso”, observa.

A pesquisadora observa que a prostituição deve ser reconhecida como profissão, porque as praticantes precisam ter direitos essenciais. “Aposentadoria, auxílio-doença”, cita.

Criada em 2001, a Apros-PB surgiu com a finalidade de lutar pela regularização da prostituição como profissão. A proposta ganhou o apoio do projeto de Lei 4.211/12, de autoria do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), mas ainda tramita no Congresso.

Apesar da atividade ainda não ser profissão, as prostitutas lembram que a prática também não é crime e exigem respeito. “Se não é crime, não podemos ser discriminadas”, destaca Luza, na “profissão” há 25 anos.

Ela acrescenta que a questão financeira é o principal motivo que leva muitas mulheres a ingressarem na prostituição. “ Algumas poucas estão na vida porque gostam mesmo. Mas a maioria está por questão econômica”, ressalta.

Paula (nome fictício) ingressou na prostituta há quatro anos, quando tinha 31 anos. Todos os dias, ela faz “ponto” na praça Venâncio Neiva, Centro de João Pessoa. “Eu coloco meu sobrinho no colégio e vou para o Centro. Ao meio-dia, volto para casa para pegar a criança da escola. Depois de almoçar, volto para o 'ponto', onde fico até as 16h. É com esse dinheiro que sustento minha casa”, conta.
Fonte: http://www.jornaldaparaiba.com.br

Câmara de vereadores na Paraíba é arrombada e roubada, diz polícia


O prédio da Câmara Municipal de Guarabira, no Brejo paraibano foi invadido e roubado durante este final de semana, o arrombamento foi percebido por funcionários que acionaram a Polícia Militar que constatou a violação do prédio e isolou a área para realização da perícia. O vigilante do prédio não soube informar à polícia se o arrombamento aconteceu na madrugada do sábado (23) ou no domingo (24).
Apenas o dinheiro foi roubado do local, cheques, computadores e outros objetos não foram levados.De acordo com informações da Polícia Civil de Guarabira, a Câmara foi invadida a partir de uma porta que fica na parte de trás do prédio, ainda segundo a polícia os invasores entraram no auditório e em seguida arrombaram a porta da tesouraria levando do local uma quantia de R$ 1,5 mil em dinheiro, que seria destinado ao pagamento de funcionários.
Uma perícia foi solicitada e realizada na Câmara, os laudos serão enviados para o delegado do plantão desta segunda-feira (25) que irá ouvir os funcionários e dar os encaminhamentos à investigação do caso. A equipe de reportagem tentou entrar em contato com o presidente da Câmara de Guarabira, o vereador Lucas Porpino, mas as ligações não foram atendidas.
G1pb
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