sábado, 1 de junho de 2013

Família fica cinco horas em poder de bandidos em Remígio, na Paraíba

Uma família que mora na zona rural da cidade de Remígio, que fica no Agreste a 140 quilômetros da capital do Estado,João Pessoa,  ficou durante cinco horas nas mãos de bandidos.
Enquanto parte do grupo fez um arrastão no sítio, outros homens mantinham os moradores dentro de casa como reféns. Além de serem assaltadas e ameaçadas, as vítimas também foram obrigadas a fazer o jantar dos assaltantes.
A família estava  em casa na zona rural de remígio quando quatro homens armados e dois deles encapuzados chegaram em um carro e anunciaram o assalto, um casal de parentes dos donos da casa que chegavam no local na hora do assalto, também foi rendido pelos ladrões, que amarraram os homens na cozinha e trancaram as mulheres e as crianças em um quarto.
“Ele disse: então dá para a senhora fazer uma comida para nós? aí eu disse, dá, aí eu fui fazer arroz, inhame e carne. Comeu dois, mas os outros dois não chegou a comer não, os que estavam mascarados. Agora dois que não se identificaram, assim cobertos, comeram tranquilo mais nós”, disse uma das vítimas do assalto.Os assaltantes mantiveram todos os moradores da casa como reféns das 17h às 22h e ainda obrigaram as vítimas a preparar o jantar para eles.
Os bandidos também furaram os pneus do carro da família e fugiram em uma caminhonete, levando todas as roupas do proprietário do sítio, uma motocicleta e uma criação de cabras com 68 animais, a suspeita da polícia é que um informante teria ajudado os ladrões, que continuam foragidos.
G1pb

Mulher é achada morta no Jardim Aeroclube, em João Pessoa, diz PM

Corpo de mulher foi encontrado dentro de carro, no Jardim Aeroclube, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Uma mulher de aproximadamente 25 anos foi encontrada morta no fim da tarde desta sexta-feira (31) no bairro Jardim Aeroclube, próximo ao Retão de Manaíra, em João Pessoa, segundo informações da Polícia Militar. De acordo com o tenente Sebastião Almeida, o corpo estava dentro de um Gol branco com placa de Natal, capital do Rio Grande do Norte.
O tenente relatou que uma pessoa estranhou que o carro estava parado no local há muito tempo e acionou a polícia. No local, a equipe constatou que a mulher estava morta. Uma perícia ainda vai determinar há quanto tempo ela morreu, mas o tenente Sebastião explicou que a polícia acredita que ela tenha sido assassinada no início da manhã.
O corpo da vítima tinha sinais de violência, conforme disse o policial, porém não tinha marcas de perfuração à bala ou facadas. A Delegacia de Homicídios vai assumir o caso e fazer os levantamentos necessários para apurar se a mulher foi morta no local ou se o carro foi levado para lá depois do homicídio.
G1

Caminhão desgovernado atropela homem deitado em rede na Paraíba

Um homem foi atropelado enquanto descansava em uma rede no bairro dos Ipês, em João Pessoa, na tarde desta sexta-feira (31). De acordo com o Samu, a vítima estava deitada numa rede amarrada em duas árvores quando um caminhão desgovernado o atingiu. Ainda segundo o Samu, o caminhão estava parado próximo à vítima passando por uma manutenção, quando o pai da vítima que trabalhava no caminhão soltou o freio, fazendo com que o caminhão descesse em direção a rede. O homem que foi atropelado teve ferimentos leves. Ele passou por atendimento do Samu e foi levado para um hospital da capital (Foto: Walter Paparazzo/G1)
  
Um homem foi atropelado enquanto descansava em uma rede no Bairro dos Ipês, em João Pessoa, na tarde desta sexta-feira (31). De acordo com o Samu, a vítima estava deitada numa rede amarrada em duas árvores quando um caminhão desgovernado o atingiu.

Ainda segundo o Samu, o caminhão estava passando por uma manutenção, quando o pai da vítima, que trabalhava no caminhão, soltou o freio, fazendo com que o caminhão descesse em direção a rede. O homem que foi atropelado teve ferimentos leves. Ele passou por atendimento do Samu e foi levado para um hospital da capital.
G1pb

Mulher se perde em São Vicente, SP, e é assassinada em favela

Mulher se perde na Imigrantes e é assassinada dentro de favela em São Vicente, SP (Foto: Reprodução/TV Tribuna)
Uma mulher de 52 anos, que seguia de Campo Grande (MS) para morar no litoral de São Paulo, foi assassinada com um tiro na cabeça depois de se perder em uma região de favela na cidade de São Vicente. Elza Gomes dos Santos estava tentando chegar à praia quando foi surpreendida por criminosos. Até o momento ninguém foi preso.

Segundo informações da Polícia Militar, a mulher tinha como destino a região da praia, mas acabou chegando à Vila Margarida por causa de uma falha no sistema de localização do carro. Ainda de acordo com a PM, os criminosos abordaram a vítima que tentou fugir, mas foi atingida por um tiro na cabeça. Elza morreu assim que chegou ao hospital.

A mulher percorreu mais de 1 mil quilômetros para chegar até o litoral de São Paulo, e estava com o carro cheio de malas, roupas e outros objetos. Ainda de acordo com informações da PM, tudo indica que os criminosos se assustaram e não tiveram tempo de levar muita coisa. No carro, ficaram objetos de valor como a máquina fotográfica.
Os criminosos fugiram deixando uma bicicleta ao lado do automóvel da vítima. A polícia ainda está atrás de pistas que possam levar aos autores do crime. O corpo de Elza foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Santos. A família da vítima já saiu de Mato Grosso do Sul, e está a caminho da Baixada Santista.
G1

Produtor rural deixa fazenda ocupada por indígenas em Aquidauana, MS

O produtor rural Nilton Carvalho da Silva Filho, de 59 anos, decidiu deixar, na manhã deste sábado (1º), a sede da fazenda Esperança, em Aquidauana, a 143 km de Campo Grande. A Fazenda foi ocupada por indígenas da etnia terena na manhã de sexta-feira (31) e cerca de 200 índios continuam no local. Segundo Silva Filho, não houve violência e os indígenas se comprometeram a não invadir a sede.
Segundo Eloy, os indígenas não pretendem entrar na sede, apenas usar a área em volta para o plantio. Ainda segundo o advogado, mais indígenas de outras aldeias estão indo para o local.De acordo com o produtor, os indígenas não ameaçaram a integridade física da família, mas fizeram muita pressão para que a sede fosse desocupada e, devido ao estado emocional da esposa, o produtor decidiu sair do local.

Silva Filho disse ao G1 que conversou com os indígenas e eles se comprometeram a não ocupar a sede e não mexer em nada dentro da casa.

O advogado que representa os indígenas, Luiz Henrique Eloy, disse ao G1 que os indígenas deram o prazo de 24 horas para o produtor deixar o local. O prazo terminou às 12h (de MS) e como o fazendeiro ainda não tinha saído, os terena entraram na área da fazenda e montaram acampamento.

O advogado que representa o produtor rural, Sérgio Muritiba, entrou com um pedido de reintegração de posse nessa sexta-feira (31), na 1ª Vara de Justiça de Corumbá e, segundo ele, a situação no local vai continuar a mesma enquanto não houver uma decisão judicial.

Silva Filho afirma que sua propriedade tem 4,6 mil hectares e faz parte de uma área de 33 mil hectares que é reivindicada pelos terena. Segundo ele, existe um processo administrativo que já está há pelo menos dez anos em curso na Fundação Nacional do Índio (Funai), sem resultado até o momento.

Conforme a Funai, a área já teve os estudos de identificação e delimitação aprovados. Os documentos estão no Ministério da Justiça para análise e posterior publicação da portaria demarcatória.

G1
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